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BLU-RAY MADONNA DROWNED WORLD TOUR

Bluray Madonna Drowned World Tour cover

Sensacional Bluray de uma das mais aclamadas tours de Madonna, “Drowned World Tour”. Alta resolução de imagem, 1080p, widescream, som surround 5.1.

1. Drowned World/Substitute for Love
2. Impressive Instant
3. Candy Perfume Girl
4. Beautiful Stranger
5. Ray Of Light
6. Paradise (Not for Me)
7. Frozen
8. “Open Your Heart” Swell
8. Nobody’s Perfect
9. Mer Girl (Part I)
10. Sky Fits Heaven
11. Mer Girl (Part II)
12. I Deserve It
13. Don’t Tell Me
14. Human Nature
15. The Funny Song
16. Secret
17. Gone
18. Don’t Cry for Me Argentina (Instrumental)
19. Lo Que Siente la Mujer (What It Feels Like for a Girl)
20. La Isla Bonita
21. Holiday
22. Music

Qualquer dúvida, escreva para mvlmoraes@gmail.com ou no Fale Conosco aqui.

 

Bluray Madonna Drowned World Tour

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HUMAN NATURE – O HINO DE MADONNA QUE DEVERIA TER SIDO UM SUCESSO

De Vogue a Take A Bow e Ray Of Light, Madonna criou grandes sucessos nos anos 90. Enquanto a maioria dos compatriotas Pop dos anos 80 lutavam pra permanecer nas rádios, Madonna manteve o mesmo nível de estrelato por toda a década, conquistando apenas duas entradas no Top 10 da Billboard a menos do que nos anos 80.

Mas, entre Bedtime Stories e Evita, Madonna viveu a primeira queda na carreira. Depois de vários anos de imagens e composições sexuais (do clipe de Justify My Love ao livro Sex) e algumas aparições públicas não tão voltadas à família (especificamente a entrevista de 1994 no programa de David Letterman), uma parte do público americano estava cansada dela em 1995. Os amantes do Pop puritano até aceitam um pedido sincero para manter um bebê, mas couro e chicotes são demais.

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Por que Bedtime Stories, é o mais importante de Madonna?

MADONNA BEDTIME STORIES CD

Durante toda a carreira musical de Madonna, ela já enfrentou implacáveis críticas por sua sexualidade. Talvez, ela seja o alvo mais consistente na indústria da música por mais de 30 anos, sendo que críticas ao seu trabalho sempre serviram de manual sobre como analisar mulheres em cada estágio da carreira. Não importa se foi pura especulação o fato dela não ser “como uma virgem” ou a punição ao corpo ao vestir uma malha daquelas, houve muitos momentos vergonhosos, apesar de uma verdade absoluta: ela exagera mesmo!

É por isso que o álbum Bedtime Stories, mesmo no 20º aniversário, permanece como o trabalho mais importante. Durante meses após o lançamento, ele foi vendido como um pedido de desculpas pelo comportamento sexual; e os críticos esperaram que fosse o retorno dela à inocência. Ao invés disso, ela ofereceu um conteúdo do tipo #desculpamasnaoestouarrependida e uma resposta ao problema das cantoras serem analisadas por sua sexualidade, ao invés da música. Como resultado das preocupações morais do público, o álbum se tornou o mais importante, abrindo caminho para a forma dos artistas lidarem com a vida sexual.

Em 1992, Madonna lançou Erotica, um álbum techno-conceitual e uma ode à servidão sexual, juntamente com o livro Sex, um catálogo fotográfico pornô com fotos dela e de seus amigos. Os lançamentos coincidentes resultaram em várias críticas negativas e na proibição de vendas em vários países, além da proibição de entrar no Vaticano. Madonna já se estabelecera como ícone, mas as letras honestas sobre masoquismo e as fotos explícitas publicadas incitaram a mais pesada raiva do público de sua carreira. Bedtime Stories nasceu para ser sua última chance de redenção, e a gravadora Warner concordou em produzi-lo sob a proteção de uma imagem menos provocativa.

Tanto a gravadora quanto sua assessora de imprensa Liz Rosenberg fizeram de tudo para reverter o dano causado pelos projetos anteriores de Madonna. Eles a fizeram lançar o single I’ll Remember, da trilha-sonora do filme Com Mérito para criar um sucesso “familiar” e aumentar a especulação de que Bedtime Stories traria seu pedido de desculpas. O vídeo-promocional do álbum prometia que “não haveria referências sexuais” e ainda trazia Madonna afirmando: “Sou eu completamente nova! Serei uma boa menina, eu juro!”.

A humilhação de Madonna foi construída em duas partes. Primeiramente, ela foi desprezada por sua sexualidade, pra depois cair na escuridão. Por ter eleito o sexo como seu produto, o vídeo fez todos se perguntarem sobre o quê ela cantaria, se o tema não fosse sexo. As especulações sobre o álbum se focaram no plano de fuga dela por se tornar irrelevante, na questão dela fazer cirurgias plásticas e o quê ela ofereceria como uma versão “mais velha” de si mesma.

“Quando se é uma celebridade, você tem permissão para ter uma característica de personalidade, o que é ridículo”, contou Madonna ao jornal Detroit News em 1993. Quando Bedtime Stories foi finalmente lançado, no dia 25 de outubro, ela falou sobre ambos os aspectos de sua humilhação pública. Apesar das promessas feitas em vídeo, ela continuou abordando os seus desejos sexuais, embora também tenha experimentado com o som e o tema. Começando com Survival, uma canção co-escrita com Dallas Austin, Madonna não hesitou em falar dos ataques e cantou: “Nunca serei um anjo / Nunca serei santa, claro / Estou muito ocupada sobrevivendo”. As letras continuam expressando uma narrativa tensa sobre o castigo que a mídia lhe impôs e seus sentimentos logo após, e as canções carregam melodias do R&B, em sua maioria produzidas por Austin, Nellee Hooper e Babyface.

O single definitivo do álbum é uma censura explícita às críticas. Em Human Nature, ela confirma que não está arrependida e que não é a “puta” de ninguém, além de perfeitamente combinar a canção com um clipe, no qual aparecem brinquedos que reminiscem a época de Erotica. Logo quando ela vai soltar o microfone, ela sussurra: “Ficaria melhor se eu fosse um homem?”.

Madonna afirmou a sua falta de remorsos por não ter dito ou feito nada incomum; só foi estranho porque foi uma mulher dizendo tudo. Em entrevista ao jornal LA Times, ela defendeu o álbum Bedtime Stories dizendo: “Estou sendo punida por ser uma mulher solteira, por ser poderosa e rica, e por dizer o que penso, por ser uma criatura sexual – na verdade, não sou diferente de ninguém, mas falo sobre tudo isso. Se eu fosse homem, não teria nenhum desses problemas. Ninguém fala da vida sexual do Prince”.

Além de mostrar a palavra final de Madonna a respeito do escândalo de sua sexualidade, o álbum gira em torno da concepção errada de que sua persona sexual limitou a versatilidade da artista. A narrativa do álbum se torna imediatamente introspectiva: “Sei rir / mas não conheço a felicidade”. Enquanto Bedtime Stories pega emprestado muito do R&B e do ritmo New Jack Swing (muito utilizado também por Michael Jackson no álbum Dangerous), ele se torna mais experimental com a faixa composta por Björk, acompanhada do clipe que só poderia ter explorado o inconsciente coletivo de forma melhor se fosse dirigido pelo próprio Carl Jung. O clipe de Bedtime Story é o primeiro exemplo do que a longa história de questionamentos espirituais de Madonna se tornaria. E mais, até hoje, ele está armazenado em uma coleção do Museu de Arte Moderna.

O par Human Nature e Bedtime Story prova que Madonna assumiu sua sexualidade e não seria ocultada por ela. Enquanto o primeiro abraça as decisões feitas nos álbuns anteriores, o segundo desmonta a narrativa “vagabunda” de que sua sexualidade pública tira o crédito de sua profundidade como artista. É claro que as pessoas veriam isto como uma obra-prima feminina, não é?

Mesmo assim, os críticos não entenderam. O jornalista Jon Pareles, do New York Times, caiu na nostalgia, citando a época em que “Madonna prosperou nos anos 80 por ser sensacional e sugestiva, contra uma cena cultural monótona”, e chamou o trabalho mais recente dela de “vulgar, ao invés de chocante”.

As críticas mantiveram o foco no escândalo da atitude dela, ao invés de estar no próprio disco. “A carreira de Madonna nunca foi realmente musical, mas, sim, sobre provocações, sobre imagens, sobre publicidade”, lia-se em uma crítica da revista TIME, sem nenhuma originalidade. Qualquer menção ao som experimental do álbum ou às várias colaborações foram ocultas pela imagem promíscua, que foi, mais uma vez, rebaixada. Bedtime Stories, o álbum, não foi o pedido de desculpas que o público exigiu, e sua profundidade emocional foi amplamente ignorada. Em seu melhor, foi considerado o retorno de Madonna a uma expressão mais segura de sexualidade.

BEDTIME STORIES, de Madonna, completa 20 anos neste mês

madonna bedtime stories vinyl e cd 20 anos

No dia 25/10/1994, 20 anos, Madonna lançou o sexto álbum de estúdio: Bedtime Stories, um clássico que nasceu em uma momento de transição na carreira dela. Ao passo que Madonna já era bastante famosa em 1994, o provocativo álbum Erotica azedou muitos críticos e fãs. Pela primeira vez em uma década de poder, as pessoas não se chocaram com o comportamento de Madonna – o que é pior, muitos pareciam cansados dela.

Artisticamente falando, ela passara os últimos 4 anos desafiando e subvertendo o puritanismo americano. Porém, após o lançamento de um livro inteiro chamado Sex, apresentando fotos dela mesma e de outras celebridades nuas, já não parecia haver outro lugar para ir.

O fato dela ter falado palavrões em um episódio do The Late Show With David Letterman, em março de 1994, não ajudou. Esta foi uma aparição infame que gerou reclamações e a distanciou dos americanos. Evita viria dali a dois anos e a sexualidade explícita de Erotica estava ficando obsoleta. Portanto, quando Bedtime Stories foi lançado, a carreira de Madonna estava em um momento estranho. O álbum é lírica e musicalmente muito mais cálido. Ela sacrificou as palavras de duplo sentido (compare Where Life Begins, do Erotica, com “Inside Of Me”, do Bedtime) e focou em material autobiográfico.

Ao invés do pop gelado e violento de Erotica, Bedtime leva Madonna a um território mais ameno. Há a composição dela em Secret, o pop experimental em Bedtime Story (co-escrita por Bjork), a nova levada New Jack Swing em “I’d Rather Be Your Lover” (com rap de Meshell Ndegeocello), a balada com samples de Herbie Hancock Sanctuary e o R&B exuberante e orquestral de “Take A Bow”.

Entretanto, sons mais amenos não necessariamente trazem letras apagadas. “Human Nature” mostra Madonna atacando os críticos mais diretamente do que nunca, de maneira lógica e desafiante. E, enquanto a faixa que abre o álbum, “Survival”, é um R&B confortável, ela traz a mesma atitude impenitente.

O som R&B convidativo de Bedtime Stories deve-se, em parte, ao co-produtor Dallas Austin, descrito pela backing vocal de Madonna de longa data Donna de Lory como “parte da tribo dela naquela época”. A bordo, também estavam os co-produtores Nellee Hooper, Dave “Jam” Hall (que trabalhou no primeiro álbum de Mary J. Blige, What’s The 411?) e, claro, Kenneth “Babyface” Edmonds.

Ao mesmo tempo que Edmonds trabalhara recentemente com TLC e Toni Braxton, ele contou à Billboard que foi um dos sucessos dele que chamou a atenção de Madonna. “Madonna era fã de uma canção que fiz, chamada ‘When Can I See You’. Por isso, ela se interessou em trabalhar comigo”, lembra Edmonds. “Ela veio a mim querendo baladas exuberantes, então foi isso o que fizemos”.

Babyface colaborou com Madonna em três canções – duas das quais, “Forbidden Love” e “Take A Bow” foram selecionadas. Embora a última tenha se tornado o sucesso de Madonna que mais tempo permaneceu no primeiro lugar da parada Billboard Hot 100, Edmonds diz que ele não buscava esse tipo de sucesso quando eles se conheceram.

“Eu não pensava muito nas paradas”, lembra Edmonds. “Acho que fiquei mais pasmo com o fato de estar trabalhando com Madonna. De início, foi surreal, mas daí você conhece a pessoa um pouco e se acalma, e simplesmente trabalha. E o trabalho é divertido”.

Quando Edmonds tocou o rascunho de uma música que se tornaria “Take A Bow” para Madonna, ela imediatamente se dedicou ao projeto. “Foi apenas uma batida e as cordas. Dali em diante, nós colaboramos e construímos a canção”, diz ele. “Eu morava em Beverly Hills e construí um pequeno estúdio em minha casa, então ela me visitava pra compormos”.

Em relação a “Forbidden Love”, Edmonds lembra que esta faixa veio no mesmo contexto. “Ela ouviu a faixa-base e tudo começou a nascer, melodias e tudo mais… Foi um processo mais fácil do que eu imaginava”.

Donna De Lory, entretanto, não se surpreendeu com a facilidade com que “Bedtime Stories” foi criado quando a parceira de vocais Niki Haris e ela foram chamadas para harmonizarem em “Survival”, co-escrita por Austin. Naquele momento, ela já se apresentava com Madonna há sete anos. “Quando você entrava (no estúdio), ela já te dava a folha com a letra”, De Lory contou à Billboard. “Esse era o clima – não estávamos lá pra relaxar. Era divertido, mas era trabalho também”.

E o que Madonna se dispõe a fazer, ela invariavelmente consegue. De Lory lembra que as sessões para Survival só levaram “algumas horas”, e não haviam regravações.

Da mesma forma que Babyface, De Lory descreve o trabalho com Madonna como uma parceria criativa, mesmo que as ordens viessem dela. “Quando ela expressava as ideias dela, era hora de ouvir as suas. Você não gostaria de entrar com ela e já sair dizendo: ‘Bem, eu ouço assim’, porque ela era tão específica e articulada. Ela já possuía o som na cabeça. Mas depois de falar, a gente contribuía um pouco. Sempre tínhamos ideias, tipo: ‘Podemos responder a esse verso com um survival extra (no fundo)?’”.

O resultado desta sessão é a abertura perfeita pro álbum – um hino extravagante e atraente com resiliência e afirmação. “Nunca fui um anjo, nunca serei santa, é verdade/Estou muito ocupada sobrevivendo, seja no Céu ou no Inferno/Viverei pra contar minha história”, canta Madonna, acenando aos críticos, enquanto desdenha deles.
E, falando em críticos, “Bedtime Stories” recebeu críticas muito positivas, especialmente em comparação aos dois álbuns anteriores: o divisor “Erotica” e a trilha-sonora do filme Dick Tracy, “I’m Breathless”.

O álbum teve o mesmo desempenho nas paradas, estreando em um respeitável #3, na parada Billboard 200. O primeiro single, Secret, também chegou ao #3 na parada Billboard 100. E só pra constar, Madonna lançou um trecho de Secret em uma mensagem de áudio disponível exclusivamente na internet antes do lançamento oficial – uma ação publicitária visionária, em uma era em que menos de 15% dos adultos possuíam acesso à Internet.

Mas foi o segundo single de Bedtime, a produção de Babyface “Take A Bow”, que se tornou o maior sucesso. No topo da parada Hot 100 por sete semanas, a faixa se tornou o 11º #1 de Madonna e permanece como o que mais tempo ficou no topo da Hot 100 até hoje.

Apesar do sucesso de Take A Bow, os dois outros singles de Bedtime – a faixa composta por Bjork “Bedtime Story” e “Human Nature” – não foram bem-sucedidos, sendo os primeiros singles em uma década a não chegar ao Top 40 da Hot 100. De Lory lembra que Madonna canalizava a energia no caminho da atuação naquela época, e a morna performance desses singles explicavam o por quê de Madonna não ter saído em turnê para promover o álbum.

Entretanto, ela apresentou Take A Bow com Babyface no “American Music Awards” de 1995, uma experiência que ele lembra de ter sido aterrorizante. “Eu estava muito nervoso. Mas você não via as minhas pernas tremendo por dentro do terno”, disse Edmonds. “Quando terminamos, ela me contou que nunca ficara tão nervosa. Foi uma loucura pra mim. Eu pensava: ‘Você é Madonna, você está no palco o tempo todo!’”.

Hoje em dia, Madonna prepara um álbum a ser lançado, supostamente, em 2015; e Edmonds está produzindo um álbum para outro ícone invencível com toda força: Barbra Streisand. Ao lembrar de Bedtime Stories 20 anos depois, ela diz que toda a experiência foi surreal. “Hoje, quando penso nisso, é difícil acreditar que trabalhei mesmo com Madonna”, disse Edmonds. “É sempre legal participar de um álbum que se torne um clássico, mas você nunca percebe que é parte disso. Só o tempo pode dizer”.

E quanto a De Lory, ela parou de se apresentar com Madonna em 2007. Hoje, ela segue sua musa particular, se apresentando e criando música pop com influências mundiais em álbuns como o mais recente, The Unchanging. Ao lembrar de seu tempo com Madonna, ela ainda se surpreende com a total imersão do ícone pop no processo de gravação. “Eu estava constantemente pasma com a habilidade dela em focar na intonação e ritmo de nossas partes”, disse. “Quando você trabalhava com ela, você tinha que se dedicar. Ela sempre se mostrou muito presente, sabendo o que queria e conseguindo o que queria. Daí, o trabalho fluía”.

Crítica: Nem “I´m Sinner” impede que Madonna brilhe na multidão em St Louis

Madonna

Finalmente, depois de 29 longos anos de agonia espera pelo ícone pop Madonna, ela finalmente fez um show em St. Louis, Missouri. Bem, apenas 27 se você contar a partir de sua turnê The Virgin Tour, de 1985. De qualquer forma, o resultado final é que São Luís tem  fome por Madonna. Na noite de quinta-feira, a espera quando a artista feminina mais bem sucedida na história da música tocou para um Scottrade Center lotado e surpreendendo milhares que presenciaram o espetáculo em primeira mão.

Madonna reconheceu a longa espera para os fãs que esperaram para vê-la em St Louis declarando “É tão bom estar aqui, finalmente. Eu tive que colocar no meu caminho St. Louis.”

A rainha do pop Madonna tem sido uma figura controversa desde que ela surgiu no cenário nacional no início de 1980 e o MDNA TOUR não é diferente, ouvindo críticas de críticos de que o show se apoia na tecnologia como representação da violência para posições políticas. Certamente eles não conseguem entender toda a história que o show cria a partir dele.

Para ter certeza, ela não esqueceu de nada em sua primeira visita aqui. Começou o show com uma cena em um templo gigante, repleta de monges cantando e tocando sinos, Madonna explodiu de uma arma flutuante e confessando para começar “Girl Gone Wild”. Depois de uma provocação da “Material Girl” de que o show seguiria com algum clássico de Madonna, todos se enganaram.

Madonna não estava lá para relembrar seus antigos hits. Ela tinha um propósito, e que foi uma narração visual que abrangeu tanto som e imagem. Desenhando na emoção como um catalisador, “Gang Bang” começou bastante simples com Madonna descansando em uma maquete de um motel barato. Imediatamente, tornou-se evidente que sua personagem estava pensando em um assassinato vingativo.

Um por um os diferentes assassinos, fazendo referência direta a tudo o que ela queria eliminar no mundo e em sua vida, e que tentariam matá-la (quantas vezes a imprensa tentou acabar com Madonna ao longo dos anos?), mas foram frustrados por ela e toda vez que ela atirava, imagens de sangue eram projetadas em telões gigantes que contornam a parte de trás do palco. Foi muito visual e gráfico e o ponto de partida para Madonna. Ela fez tudo na intenção de contar uma história, e utilizou o palco inteiro para isso. E fez brilhantemente. Madonna é mestre em não dar ponto sem nó.

Enorme em tamanho e completa com partes móveis do palco davam a impressão que o palco tinha vida própria. Alçapões foram colocados em vários locais que se projetavam como um diamante em cada lugar que Madonna ia, tudo em torno de um lugar privilegiado e caro chamado “Triângulo de Ouro” para os que compraram os caríssimos ingressos. E cada centavo ali acaba por ser uma pechincha diante da grandeza do espetáculo.

Ao longo do show os dançarinos da noite e Madonna iriam dentro e fora de nossas vistas normalmente através de elevador hidráulico. Os elevadores feitos em pequenas porções cresciam e diminuíam com as batidas das músicas , mudando a forma e estrutura do estágio de uma forma que deveria estar na base da apresentação de cada música – tudo milimetricamente alinhado. Então, muitas possibilidades com essa configuração de palco multi-dimensional se seguiram. Cada um dos degraus possuem uma tela de vídeo conectada do mesmo modo que diferentes espectros visuais poderiam ser realizadas para quase qualquer situação, a partir de pilares gigantes em uma igreja, salão de paredes, a um trem em movimento.

MADONNA EM CASA

Quando digo que Madonna se sentiu em casa, o momento mais evidente de constatar foi após a apresentação do hit “Human Nature”. Ela, que em todos os shows tatuou alguma palavra em protesto em suas costas, desta vez deixou-as livre para que algum fã o fizesse, e assim aconteceu. “Vou fazer algo diferente, você quer escrever nas minhas costas?” Perguntou a fã de nome Martha. Madonna se sentou, pediu para que ela a secasse numa total intimidade que só poucos conseguiram em suas vidas e pediu que escrevesse o que Martha achasse dela em grandes letras para que todos pudessem ver, que fosse em uma ou até três palavras, o que quisesse. Madonna se levantou, pediu aos câmeras que a focassem para que ela visse e a frase “U´r the one” (Você é a única) estava lá. Madonna perguntou se ela era mesmo a única e agradeceu.

Assista ao momento

Madonna era a uma sobrecarga sensorial de som e imagem. Era como ver uma peça da Broadway só que melhor, com a música de uma artista de primeira grandeza em grande interação e um sistema de luz infalível.

Vocalmente, Madonna estava no local com a voz tão forte como sempre. Ela facilmente rasgou canção após canção, enquanto constantemente se andava ao redor do palco como se estivesse em casa, com a energia e resistência de alguém com metade de sua idade. Foi verdadeiramente notável e um triunfo que é intemporal na melhor forma de sua vida.

FALHA DE SOM EM “I´M SINNER”

O ritmo do show foi sólido, mesmo durante suas mais de 10 trocas de figurino, e mesmo com os os 4 vídeos interlude que se seguiram durante o show para que vossa alteza fizesse sua troca de figurino não fez perder o ritmo enquanto seus dançarinos dominavam o palco. O tropeço técnico só ocorreu perto do final quando durante as frases iniciais da faixa de seu mais recente álbum “I´m A Sinner” falhou. Madonna foi obrigada a parar a música pois não conseguia ouvir o seu retorno e apenas os gritos da platéia ensandecida. Ela pediu desculpas a seus fãs pedindo paciência e pediu, em tom irônico, misericórdia de tecnologia enquanto conversava com sua equipe de som. Madonna foi até aos fundos do palco para saber o que acontecia, voltou, perguntou se a platéia a ouvia e então reiniciou a música e ainda disse: “Por favor pessoal façam alguma coisa pois eles não podem esperar”, sem deixar a peteca cair demonstrando total controle da sua audiência. Outras até teriam ficado desconfortáveis aparentemente, mas Madonna levou no bom humor e disse:

“Eu vou desaparecer
Fingir que isso não aconteceu
Abracadabra!
Feche os olhos …. “

A multidão não parecia se importar, em vez disse eles lhe deram um vislumbre do que adoram em Madonna: o perfeccionista que se esforça para entregar o melhor show que pode para seus fãs. Foi um momento alegre, que também provou que Madonna não é um robô e deu aos fãs algo que eles podem tomar como lição para suas vidas. Ela pediu desculpas várias vezes e o público respondeu em espécie.

Assista ao vídeo

Sua habilidade em contar uma história tão completa visualmente que se encaixa muito bem com o áudio foi incrível, no mínimo. Posso dizer que assistir a um concerto de Madonna é como uma experiência religiosa para muitos e fica evidente quando “Like a Prayer”, um dos mais poderosos hits de todos os tempos, começou a tocar.

Madonna não é do tipo que vive do passado cantando hits que todos adoram. Ela é um tipo de artista plástica que trás uma mensagem em cada quadro que pinta, e só ela consegue contar uma história e dar uma experiência única como nenhum outro artista pode.

Este show foi um dos maiores programas do ano e a platéia que foi embora após o término do show rasgava elogios para a última grande estrela pop que a América tem.

Não importa o que você acha dela, não há como negar o fato de que Madonna é a única que consegue unir uma produção incrível e divertir o público ao mesmo tempo como ninguém mais pode fazer.

Madonna

Madonna

Madonna

Madonna

The Examiner

Madonna dedica Human Nature a jovem paquistanesa baleada pelo Talibã

Madonna

O atentado a tiros contra a jovem ativista paquistanesa Malala Yousafzai, conhecida por seu trabalho em prol da educação feminina, continua a gerar uma corrente de solidariedade ao redor do mundo. Na noite de quarta-feira (10), no show do MDNA Tour em Los Angeles, foi a vez de Madonna, que dedicou a música “Human Nature” à garota de 14 anos, baleada na cabeça e no pescoço em uma ação do Talibã na terça-feira (9):

“Isso me fez chorar. A menina de 14 anos que escrevia um blog sobre como era ir à escola. O Talibã parou seu ônibus e atirou nela. Vocês têm ideia de quão doentio é isso? Apoiem a educação, apoiem as mulheres,” disse Madonna ao público do Staples Center, em Los Angeles, antes de começar “Human Nature”, cujos versos defendem a livre expressão. “Uma das coisas que tenho percebido durante minhas viagens é o quão sortudo nós americanos somos. Somos um país imperfeito, com um governo também imperfeito, mas posso te dizer, eu estive na Ucrânia e na Rússia… Preciso lembrá-los que as integrantes do Pussy Riot ainda estão presas? Em São Petersburgo, 75 homens foram presos por serem gays… Essa canção é para você, Malala!”

Nesta quinta-feira (11), Malala foi transferida de um hospital na cidade de Peshawar para um centro médico militar em Rawalpindi, mais distante da área de influência do Talibã. A jovem foi baleada quando voltava da escola. Na quarta, a bala que perfurou sua cabeça foi removida. Hoje, os médicos que tratam da ativista informaram que ela movimentou braços e pernas na noite passada. Outras duas meninas foram atingidas no ataque de terça-feira. Uma está fora de perigo, enquanto a outra continua em condições críticas.

– Rezem por ela – pediu o tio de Malala, Faiz Mohammad, quando a sobrinha deixava o hospital de Peshawar rumo a Rawalpindi.

Dentro e fora do Paquistão, continuam as manifestações contrárias ao ataque contra Malala, que ganhou notoriedade em 2009, com o blog no qual relatava o cotidiano de uma estudante diante das restrições impostas pelo Talibã. Nesta quinta, foi a vez do ex-premier britânico Gordon Brown, hoje enviado especial da ONU para a educação global, que visitará o Paquistão no mês que vem:

“Pedi ao presidente paquistanês, Asif Ali Zardari, para que o sofrimento de Malala não seja em vão. (…) Agora que o nome dela ficou conhecido em todo o mundo, espero que o atentado contra ela leve a muito mais que uma simples retórica sobre mudanças”, escreveu Brown em artigo publicado em sites como o Huffington Post.

Ao mesmo tempo, clérigos muçulmanos do Conselho Sunita Ittehad emitiram uma fatwa (lei islâmica) no qual dizem que o ataque do Talibã contra Malala atende a uma interpretação incorreta do Islã – em comunicado, o grupo fundamentalista justificou o ataque dizendo que Malala era uma militante pró-Ocidente e “símbolo dos infiéis”. Em Lahore, a segunda maior cidade do Paquistão, diversas entidades civis organizaram vigílias por Malala. Na capital, Islamabad, senadores de espectros políticos opostos condenaram o ataque contra a jovem, mas aproveitaram a comoção despertada pelo crime para culpar seus respectivos adversários por suas políticas de segurança.

Ontem, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon; o presidente americano, Barack Obama; sua secretária de Estado, Hillary Clinton; e várias lideranças políticas paquistanesas divulgaram mensagens de repúdio ao atentado contra Malala.

MADONNA MDNA WORLD TOUR 2012: como será o show !

Madonna MDNA World Tour 2012 - Ensaio

O site Madonnarama trouxe novos detalhes de como é o Madonna MDNA World Tour, que começa no próximo dia 31, quinta-feira, em Tel Aviv, Israel. Pelos ensaios, o show seguirá da seguinte forma:

Bloco Transgression

Abertura – Abre com sinos tocando, seguido de cânticos religiosos por Kalakan. Um som muito assustador com um pano de fundo apresentando um turíbulo com uma luz nela.

Girl Gone Wild – Começa com repetições de “Oh my God” e cantos Kalakan, em seguida, vai para o “Act of Constrition”, quebra de vidro e a aparição de Madonna. ‘Girl Gone Wild’ será em uma versão similar à versão do álbum, mas agora tem uma nova peça incrível instrumental com chicote de sons, samples de ”Material Girl” letra e “Give It To Me”.

Revolver – Começa com um tiro e semelhante à versão do álbum com um pano de fundo que apresenta Lil Wayne no telão (backdrop).

Gang Bang – Este é a performance que tem a aparência de quarto de motel. Começa com sirenes de polícia e no backdrop imagens de são respingos de sangue. Os vocais são ao vivo, partes faladas e instrumentos ao vivo, especialmente a solo de guitarra de Monte Pittman.

Papa Don’t Preach – Uma versão curta, editada e ao vivo com um som de um órgão mais proeminente.

Hung Up – Totalmente reformulada para a turnê. O sample do grupo Abba só é ouvido durante uma parte muito pequena e vocoder na música inteira (aquele recurso de distorcer a voz). Também apresenta repetições de “Oh my God” e algumas letras do “Act of Constrition”.

I Don’t Give AMadonna na guitarra. A introdução é cantada por Kalakan e Nicki Minaj de peruca loira no vídeo backdrop.

Best Friend (interlude) – Misturada com samples de “Heartbeat” do álbum Hard Candy. O pano de fundo é muito escura, imagens de cemitério, caixões e termina com uma lápide com um M grande escrito nele.

Reportagem da emissora de Israel mostrando o ensaio final

 

Bloco Prophecy

Express Yourself – O cenário está muito feliz, colorido e apresenta imagens antiquadas de histórias em quadrinhos inspirados por J. Howard Miller. Em um ponto, quando Madonna canta “What happens when you’re not in bed” (O que acontece quando você não está na cama), o backdrop mostra imagens de desenhos animados de dois homens se beijando. A grande surpresa fica por conta do aparecimento de “Born This Way” de Lady Gaga e depois Madonna termina a música com um trecho de “She´s Not Me”.

Give Me All Your Luvin’ – O “remix Just Blaze” está sendo usado, que agora inclui mais vocais de Madonna. Os dançarinos se tornaram parte de uma Bateria e estão suspensos no ar.

Turn Up The Radio – Começa com uma versão alterada da introdução Music Inferno (The Confessions Tour). Inclui partes de “Holiday”, “Into the Groove”, “Lucky Star”, “4 Minutes” e muito mais. Em seguida, a musica assume o remix de “Leo Zero Remix”, antes da versão do álbum começar e novamente Madonna na guitarra.

Open Your Heart / Sagarra Jo – Madonna apresenta o trio Kalakan, explicando como eles se conheceram (durante uma viagem no País Basco) e por que eles estão se juntando a ela em sua turnê. A canção não é nada como a versão original e soa incrível com o vídeo backdrop mostrando imagens inspiradas no País Basco. Após o termino, todos eles cantam Sagarra Jo.

Masterpiece – Madonna soa bem e é acompanhado pelo Kalakan, sendo uma performance muito íntima e comovente.

Justify My Love (interlude) – A frase “Dita Is Back” (Dita está de volta) aparece no telão. Madonna é perseguida por bailarinos de máscaras. Ele tem a mesma sensação que o comercial de “Truth or Dare by Madonna” propõem (muito sexy!). O vídeo é uma metáfora para todos que tentam tirar vantagens de Madonna, julgá-la ou explorar sua vida privada. Madonna escolhe se trancar num quarto para fugir de tudo e de entrar em um mundo de suas próprias fantasias. Tudo isso em um cenário muito sexy!

 


Bloco Masculine / Feminine

Vogue – Madonna veste uma camisa branca, gravata preta, calça preta, luvas pretas longas, um espartilho e um sutiã de cone reinventado, todos concebidos pelo incrível estilista e amigo pessoal Jean Paul Gaultier. A mesma versão que foi usada no show do Super Bowl, mas desta vez a canção completa é executada e cantada ao vivo. O cenário também é semelhante ao do Super Bowl, incluindo a fonte da revista VOGUE, fotos das estrelas de Hollywood (Marlene Dietrich, Grace Kelly..).

Candy Shop / Erotica – Madonna tira o sutiã e espartilho de cone que ela usava na performance anterior. Uma coreografia muito sensual é realizada em casais, onde Madonna dança com Brahim Zaibat. Esta versão de “Candy Shop” inclui uma pequena interlude de “Erotica”, usando a letra da canção de 1992. Enquanto ela canta “Erotic Erotic put your hands all over my Body” seu namorado e bailarino está com ela.

Human Nature – Próxima da versão do álbum, Madonna vai para uma caixa de cantar “I’m not sorry”, enquanto os dançarinos estão tocando-a e colocando suas mãos por todo o corpo de uma forma muito sensual, porém sem um cunho sexual.

Like a Virgin – A canção foi reformulada. Madonna em um sutiã, parece vulnerável, canta um dos seus maiores sucessos, lentamente, em uma das pista mais emocionante da trilha sonora do seu filme W.E.. Alguns adoram, outros não. No final, Madonna se senta ao lado de seu pianista e desaparece debaixo do palco.

Nobody Knows Me (interlude) – A tela de vídeo apresenta Madonna da cintura para cima. Seu cabelo é na altura dos ombros, cacheados e penteados para trás ligeiramente. Ela também usa longas luvas de couro pretas, um sutiã preto e tiras de couro. Eles passaram por uma suave maquiagem para acentuar os efeitos especiais de todo o vídeo. Durante a primeira parte de “I’ve had so many lives, since I was a child” (Eu tive tantas vidas, desde que eu era uma criança), pedaços de imagens mais antigas de Madonna são colados no vídeo real. A única maneira apropriada para descrevê-lo, é uma espécie de colagem. Como se alguém tivesse cortado diferentes imagens de revistas para recriar uma nova. O final da primeira parte “How many times I’ve died” (Quantas vezes eu morri) lida com a forma como a imprensa tenha tentado enterrar a carreira de Madonna. Usando o mesmo técnica de “colagem”, Madonna representa pessoas diferentes que têm desempenhado um papel importante, positivo ou negativo, na nossa história: Trayvon Martin, Marine Le Pen, Sarah Palin, o Papa, Hitler e muito mais. Os vídeos backdrops da esquerda e da direita mostram imagens e vídeos de da carreira de Madonna. No meio de imagens de adolescentes diferentes que se suicidaram por conta do bullying são mostrados durante alguns segundos, juntamente com uma mensagem de RIP (descanse em paz) e o nome da vítima. Um desses nomes é Brandon Bitner. O último segmento do cenário apresenta imagens positivas de pessoas se beijando: corridas diferentes, casais heterossexuais e casais homossexuais, casais ainda mais velhos e pais com seus filhos.

 

Bloco Redemption

I’m a Addicted – Soa muito com a versão do álbum com alguns sons adicionados para dar-lhe um impacto maior ao vivo. Madonna usa algumas peças “chainmail” e um manto cintilante longo, escrito nas costas “MDNA”. Ela também dança com os pés descalços e a coreografia é meio futurista e um pouco cultish.

I’m a Sinner / Cyber-Raga – Madonna na guitarra e a música tem muito da vibe dos anos 70. Os dançarinos usam roupas coloridas, enquanto Madonna coloca um colar de flores em seu conjunto brilhante. Depois de “I’m a Sinner”, Madonna puxa seu violão e canta “Cyber-Raga”, juntamente com Kalakan.

Like a Prayer – As peças “chainmail” são retiradas e todo mundo se junta a Madonna no palco, vestindo roupas pretas com grandes cruzes brancas, estilo a apresentação do Super Bowl. Madonna canta no fim da passarela.

Celebration – Madonna remove a parte inferior do seu figurino e ao retirar o manto brilhante revela uma calça preta apertada, mas mantém a parte superior que também é usado no vídeo de ‘Girl Gone Wild’. Um clima muito enérgico e feliz com coreografia surpreendente, Madonna pulando de um bailarino para o outro no final da passarela. Madonna explora os sons de um DJ intensamente. Ela leva um par de fones de ouvido, gira os registros e também faz alguns arranhões. O cenário apresenta grande quantidade de cubos coloridos e toda a equipe desaparece em um cubo gigante.

Fim!

Setlist oficial do Madonna MDNA World Tour 2012

Madonna MDNA World Tour Setlist

Já começaram os preparativos para o tão aguardado retorno da rainha do pop Madonna aos palcos. Enquanto o palco do MDNA é montando em Tel Aviv para a grande estréia do Madonna MDNA World Tour 2012 nesta semana, dia 31, no Ramat Gam Stadium em Tel Aviv, Israel, já podemos confirmar o setlist do show. Saiba quais as músicas que Madonna cantará até dezembro deste ano, caso não tenha uma segunda parte em 2013.

1.Act of Contrition / Girl Gone Wild
2.Revolver
3.Gang Bang
4.Papa Don’t Preach
5.Hung Up
6.I Don’t Give A
7.Best Friend / Heartbeat (INTERLUDE)
8.Best Friend
9.Express Yourself
10.Give Me All Your Luvin’
11.Turn Up The Radio
12.Open Your Heart
13.Masterpiece
14.Justify My Love (INTERLUDE)
15.Vogue
16.Candy Shop
17.Human Nature / Erotica
18.Like A Virgin
19.Nobody Knows Me (INTERLUDE)
20.I’m Addicted
21.I’m A Sinner
22.Like A Prayer
23.Celebration

A turnê divulgará o novo trabalho de Madonna, MDNA, que conta com os singles ‘Give Me All Your Luvin”, ‘Girl Gone Wild’, ‘Masterpiece’ (single promo UK e Rússia) e ‘Turn Up The Radio’ (próximo lançamento).

Depois de Tel Aviv, as apresentações seguirão para as cidades de Abu Dhabi (3 de junho), Istambul (7), Zagreb (11), Milão (14), Florença (16), Barcelona (20), Coimbra (24) e Berlim (28). Em julho, Madonna pela Europa até chegar aos Estados Unidos no mês seguinte. Em dezembro, finalmente, a cantora desembarca no Brasil. Por aqui os shows acontecerão dia 1° na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro, dia 4 no Estádio do Morumbi, em São Paulo, e dia 9 no Estádio Olímpico, em Porto Alegre.

Mais rumores sobre o setlist da nova tour de Madonna, o MDNA Tour 2012

Madonna World Tour 2012 posterMadonna começa sua turnê mundial, Madonna MDNA World Tour, no final deste mês em Israel. Duas semanas antes do primeiro show, uma lista de músicas que farão parte da tour foi divulgada. Se alguém acredita neste setlist, Madonna deve interpretar oito músicas de seu último álbum “MDNA” e clássicos.

A tour inicia no dia 31 de maio em Tel Aviv, em Israel. De acordo com um novo setlist que circula, Madonna deve abrir o show com uma faixa antiga e não por uma faixa do álbum MDNA. Pelos rumores, a rainha do pop surge no palco cantando a música “Act Of Contrition”, do álbum “Like A Prayer”, de 1989, e segue com o segundo single de seu novo álbum “Girl Gone Wild” com trechos de “Material Girl”,  “Revolver” (2009) e então mais uma faixa do álbum MDNA, “Gang Bang”, “Papa Não Preach” (1986) e “Hung Up” (2005).

A surpresa? Rumores dizem que Madonna decidiu fazer um “tributo” (entenda como quiser) indireto a cantora Lady Gaga num mashup de “Express Yourself” com a música “Born This Way”, de Gaga. Como as faixas são semelhantes e geraram tanta polêmica para Lady Gaga, qual será a intenção de Madonna com isso?

As faixas do álbum MDNA, de Madonna, que até o momento estão no setlist do MDNA World Tour são “I Don’t Give A”, “Turn Up The Radio”, “Give Me All Your Luvin'”, a balada “Masterpiece”, “I’m Addicted” e “I’m A Sinner”.

Apesar da ausência de faixas dos álbuns “Music” e “Ray of Light” no setlist até o momento, clássicos antigos como “Open Your Heart”, “Justify My Love”, “Vogue”, “Human Nature” e “Like A Virgin” incorporarão a nova tour de Madonna.

1- Act of Contrition (from Like A Prayer, 1989)
2- Girl Gone Wild (meets Material Girl) (from MDNA, 2012)
3- Revolver (from Greatest Hits, 2009)
4- Gang Bang (from MDNA, 2012)
5- Papa Don’t Preach (edit) (from True Blue, 1986)
6- Hung Up (MDNA remix) (from Confessions On The Dance Floor, 2005)
7- I Don’t Give A (rock remix) (from MDNA, 2012)
8- Best Friend/Heartbeat (interlude)
9- Express Yourself (meets Born This Way) (from Like A Prayer, 1989)
10- Turn Up the Radio (from MDNA, 2012)
11- Give Me All Your Luvin’ (Just Blaze remix) (from MDNA, 2012)
12- Open Your Heart (meets Sagarra Jo by Kalakan) (from True Blue, 1986)
13- Masterpiece (featuring Kalakan) (from MDNA, 2012)
14- Justify My Love (William Orbit remix -interlude) (from The Immaculate Conception, 1990)
15- Vogue (from I’m Breathless, 1990)
16- Candy Shop (from Hard Candy, 2008)
17- Human Nature (from Bedtime Stories, 1994)
18- Like a Virgin (from Like A Virgin, 1984)
19- Nobody Knows Me (interlude)
20- I’m Addicted (from MDNA, 2012)
21- I’m a Sinner (meets Cyberraga) (from MDNA, 2012)
22- Like a Prayer (from Like A Prayer, 1989)
23- Celebration (from Greatest Hits, 2009)

Nada oficialmente confirmado pela equipe de Madonna, mas em duas semanas, todos os mistérios serão relevados.