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DVD Especial Madonna Live 8

madonna-live8-dvdDVD trazendo a sensacional performance de Madonna no Live 8, em que ela canta os hits LIKE A PRAYER, RAY OF LIGHT e MUSIC.

Live 8 extras:

- In Backstage : MTV Interview
- MTV John Norris Interview
- In Backstage: BBC News (Live 8 Madonna Ensaio)
- Imagine: Live Tsunami Aid

LIVE AID 1985

Performances de HOLIDAY, INTO THE GROOVE e LOVE MAKES THE WORLD GO AROUND

BÔNUS REPORTAGENS E CIA.

- E! ET News: “VOGUE” Magazine cover
- UK Biggest Artst (2004)
- 2001 Turner Prize
- UK Music Hall Of Fame 2004
- ET News: UK Music Hall Of Fame 2004
- Madonna “Sin City” Premiere
- ENEws: “Lotsa” In NY Premiere
- Elton John about “Re-Invention Tour”
- MTV 1998 Trailler com Madonna

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Single de Madonna, “Frozen”, comemora 15 anos

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No dia 23 de fevereiro de 1998, chegava às rádios de todo mundo um dos singles mais emblemáticos da carreira de Madonna: “Frozen“. Escrita por Madonna e Patrick Leonard, a canção foi produzida por Madonna, William Orbit e Patrick Leonard, tornando-se um hit 1 em todo mundo rapidamente.

O videoclipe foi filmado no deserto de Mojave-Califórnia, nos Estados Unidos. Não apresenta uma estrutura narrativa elaborada; em vez disso, Madonna limita-se a interpretar a canção usando um vestido negro desenhado pelo estilista francês Jean-Paul Gaultier e uma longa peruca igualmente negra, criando uma personagem que segundo a própria Madonna, “era a personificação da angústia e infelicidade feminina”. Entre os efeitos especiais, encontram-se a transformação de Madonna num bando de corvos e num cão de raça doberman.

Madonna retirou a inspiração para o vídeo na arte pré-rafaelita, bem como no filme “O Paciente Inglês”. Igualmente presente como fonte de inspiração são as correntes espirituais orientais, como o hinduísmo e o budismo, que se detectam na parte final do videoclipe quando Madonna realiza uma série de gestos com a mãos que representam nessa religião vários conceitos (mudras). As mãos de Madonna encontram-se pintadas com tinta de hena numa técnica chamada de mehndi, comum como forma de decoração pessoal temporária na Índia, Médio Oriente e Norte de África. O vídeo foi lançado na MTV no dia 28 de fevereiro.

DVD Madonna especial “Ray Of Light”

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Super DVD trazendo várias performances inesquecíveis de uma das principais fases da carreira de Madonna, “RAY OF LIGHT”.

Tracklist:

Mtv Ultrasound Special (Trás o marketing of do clipe de “Frozen” e cenas de Madonna gravando o álbum em estúdio)

Videos:
Frozen
Ray Of Light
Drowned World
The Power Of Goodbye
Nothing Really Matters
Beautiful Stranger
Frozen(Stero Mc’s Remix)
Frozen (Club Edit Mix)
Ray Of Light(Sashaultraviolet)
Ray Of Light (Calderone)
Nothing Really Matters (Club 69)
Beautiful Stranger(Calderone)

Live Performances:
Frozen (Japan Tv)
Frozen (Lottery Show)
Frozen(Wttendas)
Frozen(Telecinco)
Frozen(Rossie Show)
The Power Of Goodbye(Sacre’s Femmes)
Frozen(Sacre’s Femmes)
Drowned World(Sacre’s Femmes)
Ray Of Light(Oprah)
Little Star(Oprah)
The Power Of Goodbye (Vh1 Fashion)
The Power Of Goodbye (Mtv Ema’s)
The Power Of Goodbye(Septimo De Caballeria)
Drowned World (Septimo De Caballeria)
Nothing Really Matters (Grammy’s)
Shanti/Ashtangi (Mtv98)
Ray Of Light (Mtv98)

Extra Content:
Maxfactor Advert 1
Maxfactior Advert 2
Maxfactor Advert(Director’s Cut)
Mtv Asia (Bloopers)
Making Of Power Of Goodbye(Tv Report)
Making Of Nothing Really Matters(Tv Report)
Mtv Vma’s Hommage To Madonna 1999

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Por que Madonna sempre será a rainha do pop?

É quase certo que onde quer que você esteja, quase todo mundo conhece Madonna. Tenha você 16 ou 60 anos, a maioria da população mundial deve ser capaz de dizer o nome de pelo menos uma música de Madonna. Ela é indubitavelmente a Rainha da música Pop e já vendeu 300 milhões de álbuns em todo o mundo, além de estar na lista dos artistas que mais venderam de todos os tempos, como Michael Jackson, The Beatles e Abba. Madonna também pode se gabar por ser a artista feminina que mais vendeu de todos os tempos, e não demonstra vontade de parar.

Madonna lançou seu álbum de estreia, auto-intitulado Madonna, em 1983, com o single de estreia Everybody lançado no ano anterior. Desde então, ela tem aproveitado mais de 30 anos na indústria musical, além de ser uma bem-sucedida mulher de negócios, tendo lançado a própria linha de roupas, aberto academias ao redor do mundo e, mais recentemente, dirigido um filme.

Entretanto, nem tudo foi diversão e brincadeiras para Madonna. Com os sucessos, também vieram derrotas, incluindo seus dois casamentos: com o ator Sean Penn (1985-1989) e o diretor Guy Ritchie (2000-2008). E mais, a maioria dos filmes que estrelou foram fracassos comerciais e de crítica (com a exceção de Evita, que lhe deu um Globo de Ouro). Mesmo com esses problemas, Madonna conseguiu se erguer, permanecer aos olhos do público e manter sua imagem como, possivelmente, a maior celebridade feminina do planeta.

Pessoalmente, sou um grande fã de Madonna. Recentemente, fui à MDNA Tour quando ela visitou Edinburgo, na Escócia, pela primeira vez. Não apenas sendo fã, mas ser um fã jovem de Madonna me faz receber críticas e julgamentos. Geralmente me perguntam “Por que você gosta da Madonna? Ela é um lixo!”, “Ela não está meio velha?” e “Por que raios você pagaria 100 libras pra ver AQUILO?!” – eu simplesmente ignoro essas críticas e explico a eles que gosto dela não apenas por causa da música, mas a criatividade e minha admiração por como ela conseguiu se manter relevante por mais de 30 anos. Ame-a ou odeie-a, não há como negar que Madonna ainda é relevante como sempre foi. Se são adolescentes ou jornalistas, todos parecem falar sobre ela.

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Acima: O album Erotica, para o qual Madonna recebeu muitas críticas de que sua carreira estava no fim.

Ela não é conhecida apenas por sua música e controvérsias, mas também por todas as críticas que rodearam a carreira. Embora desde a estreia (como qualquer outra celebridade) ela tenha encarado as críticas (como no clipe de Like A Prayer, condenado pela Igreja Católica, além dos controversos clipes de Vogue e Justify My Love, que foi banido pela MTV, algo que nunca tinha acontecido antes), Madonna encarou possivelmente suas maiores críticas em 1992, quando seu quinto álbum Erotica foi lançado, simultaneamente com o primeiro livro, SEX, que também causou muita controvérsia e se tornou um fenômeno de mídia. Erotica foi um álbum principalmente sobre sexo e romance, e também pessoal, por também abordar a perda de dois amigos de Madonna para a AIDS. Ela encarou muitas críticas e a mídia disse que ela “tinha ido longe demais” e que “a carreira dela estava no fim”.

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De volta ao topo: Ray Of Light vende mais de 20 milhões de cópias

Erotica não vendeu tanto quanto os álbuns anteriores de Madonna: aproximadamente 5 milhões de cópias em todo o mundo. Ela não desistiu e deixou as críticas de lado, ao continuar o que fazia de melhor: música. Em 1998, lançou o sétimo álbum Ray Of Light – um trabalho pessoal e reflexivo, que fez Madonna voltar ao trono e o álbum vendeu mais de 20 milhões de cópias em todo o mundo e foi nomeado a seis prêmios Grammy, dos quais ganhou 4. O álbum está entre os mais vendidos e muitos afirmam ser o melhor até então. Outros álbuns de sucesso desde Ray Of Light incluem: Music e Confessions On A Dance Floor.

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É 2012, Madonna está com 54 anos. Apesar da idade, Madonna está mais atarefada do que nunca. Em fevereiro, ela se apresentou no Super Bowl para um público de 111,3 milhões de pessoas e lançou seu 12º álbum, MDNA, que se tornou o oitavo álbum número 1 nos EUA e quebrou um novo recorde no Reino Unido, como a artista com mais álbuns no topo das paradas britânicas, superando Elvis Presley. O álbum foi seguido de uma turnê, intitulada The MDNA Tour, que está para se tornar a turnê mais lucrativa de todos os tempos. Nada mal para uma mulher que começou em 1982.

No estilo tradicional de Madonna, uma nova era traz novas controvérsias. Durante uma performance de Human Nature, Madonna brevemente mostrou um de seus mamilos, o que causou uma grande divisão entre a mídia e o público. Alguns afirmaram que ela era velha demais pra se exibir assim e chamaram o momento de “embaraçoso”, enquanto outros disseram que ela não era velha demais e que não devia para de fazer nada por causa da idade. Este tipo de crítica, juntamente com todos os comentários ruins por ela usar armas no show, seus discursos apoiando os direitos gays, a banda punk-rock feminista Pussy Riot (cujas integrantes foram presas), a paz mundial e a liberdade de expressão, é similar ao que aconteceu com Erotica em 1992. Madonna continua com a mesma atitude e escolhe ignorar tudo e seguir em frente.

É isso o que faz Madonna ser a Rainha da música Pop. Ela não apenas é uma lenda por direito, mas luta pelo que acredita. Ela ignora as muitas críticas e as pessoas que duvidam dela, e segue fazendo seus fãs felizes. Apesar de toda a negatividade sobre a idade, Madonna prova mais uma vez que não há limite de idade pra fazer o que quiser. Se você quer, faça! Idade é apenas um número. Ela é uma inspiração para tantas pessoas e poderia inspirar muitas outras se o público e a imprensa dessem uma chance a ela. É vergonhosa a forma com que a carreira e o trabalho dela é apresentada, tão negativamente. Mesmo assim, ela vai seguir se apresentando e lançando música, e isso é algo que os críticos não podem tirar dela. Madonna é Madonna, nunca haverá outra como ela e ninguém roubará sua coroa.

Michael Phillips
Twitter: @MichaelPhillipz

Obrigado a Leonardo Magalhães pela tradução.

DOWNLOAD: Adam Lambert canta “Ray Of Light”, de Madonna, no Divas Live

Madonna

Adam Lambert prestou uma homenagem a Madonna na edição deste ano do especial VH1 Divas.

O programa, que foi ao ar ao vivo no domingo (16), celebrarou Donna Summer, Whitney Houston e outras estrelas da dance music com performances de Miley Cyrus, Demi Lovato, Kelly Clarkson e outros grandes nomes.

O cantor de “Better Than I Know Myself” revelou que a sua apresentação será um tributo a Madonna, de quem é fã. No entanto, Lambert ainda não revelou qual clássico da estrela poderá ser ouvido na sua voz.

“Estou muito animado para apresentar uma canção de Madonna. Sou fã dela há um bom tempo e sempre a admirei enquanto artista, alguém que sabe oferecer um espetáculo”, disse o cantor ao canal VH1.

Lambert acrescentou: “[Madonna] combina figurino, tema e coreografia. Seus vídeos foram muito inovadores. Eu a admiro verdadeiramente, então será uma grande emoção cantar uma das suas músicas, mas eu não voMadonnau dizer a vocês qual será”.

Madonna

Assista a performance:

DOWNLOAD DA PERFORMANCE (HD-VOB)

DOWNLOAD MP3 (6,7 MB)

Crítica: Madonna exibe seus “bens” na Arena Philips, em Atlanta

Ouviu-se no banheiro feminino no final do show de Madonna: “Ela era boa. Agora, ela está tão…estranha”.

Madonna

Uma das figuras mais extremistas da história da música popular sendo classificada como incomum não é novidade. Madonna se tornou Madonna não por causa de sua habilidade vocal limitada ou coreografias criativas – ela o fez baseada numa habilidade provocativa sem igual, uma mente sagaz para negócios e ótimas colaborações de composições que ajudaram-na a criar dezenas de músicas pop atemporais.

Agora, ela tem 54 anos, intensamente consciente de que não conseguirá apresentar um show de duas horas equivalente a um espetáculo da Broadway noite após noite por quase 6 meses, ou que ficar apenas de sutiã preto e calcinha, como fez no show na Arena Philips, não lhe dará assobios e gritos por seus firmes “bens” pra sempre.

Tais óbvias realizações explicam a grandiosidade explícita deste show, uma produção tremenda que, às vezes, apresentou bateristas suspensos sobre o palco, cubos iluminados e impressionantes, 15 dançarinos em vários figurinos chamativos, exibindo peitorais musculosos (os homens, claro) e um alegre show de moda durante Vogue. A líder Madonna quase não teve tempo de beber água e, enquanto não pode ser criticada por muitas coisas – como o Auto-Tune desenfreado e a cantoria questionável durante coreografias pesadas – ela vai à exaustão no palco, pelo benefício de um show de primeira.

A extravagância foi dividida em quatro seções/temas, que inicialmente continham um monte de violência besta. Revolver e Gang Bang apresentaram-na ostentando uma arma, ondas de sangue inundando a enorme tela, de quase 1km de altura, sempre que ela matava um bandido no estilo “vilão de James Bond”.

Na verdade, muito da primeira parte do show pareceu uma produção do Cirque du Soleil. Você está lá, confuso, mas não quer desviar o olhar com medo de perder aquele segundo precioso. Daí, novamente, a julgar pelo número de pessoas que passaram a maior parte do show mandando mensagens de texto e vendo fotos nos telefones, talvez Madonna tenha saído muito de seu curso, sem, ao menos, suavizar nossas tendências tecnológicas.

Mas se há uma queixa legítima sobre esta turnê, não é que ela tocou músicas do MDNA, seu último álbum. O que você esperava? O problema é que apenas algumas dessas canções são boas o bastante pra garantir o foco.

A acústica e linda Masterpiece, apresentada com o trio basco Kalakan, foi um ponto alto do show, que começou às 22h30, fato frequentemente mencionado desde que a turnê começou. Além dela, a irritável I Don’t Give A…, que apresentou Nicki Minaj no vídeo, deve ter sido um sucesso em outra era musical. Mas muitas outras – I’m Addicted, Girl Gone Wild – são esforços esquecíveis, enquanto Gang Bang é, meramente, um refrão chato sobre uma batida latejante e guitarras frenéticas.

Claro que haverá fãs do show, esgotado, que irão reclamar que Madonna não cantou sucessos suficientes, e eles teriam razão. Mas, na última década, nenhuma turnê de Madonna incluiu mais do que alguns dos hits dos anos 80, e a maioria destas canções foram tão recriadas, que ficaram irreconhecíveis.

Pelo menos no sábado, os fãs receberam uma Papa Don’t Preach mais fiel, uma Vogue excitante e uma versão tradicional de Open Your Heart, novamente com Kalakan. A única falha verdadeira foi transformar Like A Virgin numa supostamente ardente canção, que Madonna apresentou com o sutiã supracitado e calças, primeiramente elevadas na linha do estômago, no fim da passarela, e depois sobre um piano, no estilo do filme Os Fabulosos Irmãos Baker. Claro que seria ridículo se ela cantasse a versão original, mas transformá-la em lixo não foi a melhor escolha.

Àqueles ansiosos pela Madonna vintage, ela fez uma aparição mais cedo no show, quando, vestida com o figurino de baterista de banda e mostrando um pouco da coreografia com os pompons – algo que você não verá em qualquer jogo de futebol colegial – ela apresentou Express Yourself. No meio da canção, Madonna chegou ao refrão de Born This Way, de Lady Gaga, provando que ela rouba a mesma linha melódica, daí enfiou a faca no melhor estilo Madonna adicionando o refrão de sua própria She’s Not Me.

Entendido! A questão é a seguinte: mesmo quando Madonna está criando e apresentando um show que é mais pro seu próprio interesse do que para agradar fãs que ainda usam luvas de renda e rendem-se aos seus shows…é uma evolução necessária!

Podemos nem sempre concordar com as direções dela, mas, como Minaj lembra no fim de I Don’t Give A…: “Só há uma rainha, e é Madonna”. Access Atlanta

Crítica: Quando Madonna deixará de ser relevante?

Mark Kemp - Creative Loafing

Madonna

Quando Madonna comicamente anunciou aos fãs do Verizon Center, em Washington, no dia 24 de setembro, que “temos um Muçulmano negro na Casa Branca”, ela jogou a merda no ventilador. Foi como se os abutres da cultura nacional sofressem outro caso de amnésia pop-cultural. Esta é Madonna, afinal. E Madonna será Madonna.

Como ovelhas, todos obrigatoriamente resmungaram no Twitter e no Facebook pra registrar seu horror. Foram inteligentes também, sendo que os considero bem astutos. Pessoas conhecidas ou com quem trabalhei muitas vezes nos últimos 15 anos – jornalistas musicais e críticos, especialistas, assessores de imprensa, o pessoal do rádio, músicos, até mesmo amigos de faculdade e conhecidos do colégio. Com os dentes rangendo e as bocas espumando, eles pularam desenfreadamente pra atacar Madonna novamente. Foi bem nostálgico.

Um escritor e ex-repórter da Billboard de Los Angeles ligou um artigo do jornal Huffington Post na página do Facebook com o título “Madonna chama Obama de ‘um Muçulmano negro na Casa Branca’”. Claro, ele também fez um comentário: “Deixe esta vaca lerda e louca por atenção se meter no diálogo político e ajudar a perpetuar uma das mais duradouras e errôneas concepções sobre o presidente”.

É sério? Sim. 57 pessoas curtiram a postagem dele e 35 comentaram, incluindo “Ela é tão idiota quanto um saco de martelos”; “Ela é uma vaca sem talento, sem cérebro e idioooota, sem senso de humor”; “Ela é uma puta, um verme estúpido”; e “Vamos lembrar que ela ainda exibe os seios nos shows”.

Você imaginaria que esses profissionais da indústria da música eram estudantes colegiais debatendo sobre uma líder de torcida popular, mas notoriamente rebelde, durante o almoço. Na verdade, eram pessoas de 40, 50 e até 60 anos de idade, debatendo sobre alguém que eles vêm seguindo de perto ao longo das últimas três décadas. Alguém que tem sido parte integral da cultura popular americana. Alguém que vem se expressando há muito tempo em músicas abusadas e bem-sucedidas, além de álbuns e performances, sempre aumentando o nível para mulheres da indústria da música e expandindo as definições de uma cantora pop e um ícone cultural popular. E lá estava ela – aos 54, a líder de torcida mais rebelde da América – na estrada já há um tempo, promovendo seu mais recente álbum, MDNA. E alimentando mais ainda a fúria no Facebook.

Agora na etapa final de uma turnê que começou em Tel Aviv em maio, Madonna seguiu para Charlotte no dia 15 de novembro para uma performance na Time Warner Cable Arena. Ela provocou controvérsia novamente? Esta sequer é uma pergunta significativa?

A grande novidade em setembro não foi que Madonna fez uma observação impactante durante um show em DC (seria novidade se ela não tivesse feito algo impactante). Não, a novidade foi que Madonna ainda trabalha e diz coisas que acendem uma paixão assim, tanto positiva quanto negativa, em 29 anos de carreira. A pergunta “Madonna ainda é relevante?” tem sido um mantra por quase 28 desses anos. Tudo começou em 1984, após o lançamento do segundo álbum e do convite pra cantar o até então o novo sucesso, “Like A Virgin”, no Video Music Awards, da MTV. Ela finalizou se arrastando no palco em um vestido de noiva, exibindo um pouco da virilha e cantando levemente fora do tom numa faixa pré-gravada. Após a performance, no primeiro de muitos pronunciamentos subsequentes, especialistas tocaram o sino da morte: Madonna desesperadamente procura chocar as pessoas; ela está acabada, pronto! Próxima!

Madonna não apenas estava em alta, mas se encontrava no meio de três álbuns maravilhosos, cortesia de colaborações muito boas com gênios dos estúdios, incluindo seu ex-namorado Jellybean Benitez, Nile Rodgers e Stephen Bray. Ao longo dos cinco anos seguintes, ela se casou e divorciou de Sean Penn, apareceu na Broadway na peça Speed The Plow, de David Mamet, estrelou no sucesso de público e crítica Procura-se Susan Desesperadamente e no fracasso Quem É Essa Garota?, e se tornou vítima de inúmeras piadas sobre punks e roqueiros. Ainda assim, foi tratada como estrela por membros da realeza do cenário alternativo: Sonic Youth e Mike Watt, do Minutemen, cujo projeto paralelo Ciccone Youth foi tanto uma homenagem, quanto uma paródia.

A primeira grande mudança artística de Madonna aconteceu em 1989 com Like A Prayer, o álbum que muitos – inclusive eu – ainda consideram a obra-prima dela. Depois de batalhar com seu querido pai e com a Igreja Católica em Papa Don’t Preach três anos antes, Madonna levou seus problemas religiosos à frente na faixa título do álbum e no clipe, repleto de ícones católicos sagrados/profanos: cruzes em chamas, cicatrizes e uma fantasia sexual com um santo. “Coube certo com o meu espírito da época, na questão de se impor às autoridades masculinas, seja o Papa ou a Igreja Católica ou meu pai e suas maneiras conservadoras e patriarcais”, ela disse à Rolling Stone em 2009. Em Express Yourself, do mesmo álbum, ela apelou a uma nova geração de jovens mulheres para que saíssem da sombra de seus namorados e tomassem o controle criativo. O que aconteceu foi que Madonna organizou um motim dois anos antes de Bikini Kill ou Courtney Love reclamar às massas desajustadas ao som de guitarras grunge e punk.

Madonna

Nos 23 anos seguintes, temos questionado a relevância de Madonna de forma automática. Com cada nova polêmica, especialistas respondem como cachorrinhos do fisiólogo russo Pavlov: “Ela foi longe demais desta vez? As bizarrices cheias de controvérsias dela chegaram a um nível de desespero? Madonna ainda é relevante?”. Fizemos isso em 1990 quando ela incorporou servidão e sadomasoquismo no clipe de Justify My Love. Fizemos de novo em 1992 quando ela lançou o livro Sex, como parte integrante do novo álbum Erotica. Fizemos no fim dos anos 90, quando ela incorporou as novas crenças da Kabbalah em Ray Of Light, que acabou sendo outro grande avanço criativo.

A primeira década do século 21 foi igual. Em 2003, Madonna usou o VMA da MTV novamente para ir além dos limites da aceitação, beijando Britney Spears e Christina Aguilera após a performance original de Like A Virgin. Os especialistas soaram como um coral: Madonna foi longe demais. Três anos depois, quando Madonna e o até então marido Guy Ritchie adotaram um menino do Malauí, o refrão voltou: ela está procurando atenção desesperadamente.

Estamos no jogo dela a cada novo movimento: suas aparições no cinema, os amantes, os desrespeitos de celebridade e comentários sociais. E em 2012, lá estamos nós outra vez. Em julho, o site MTV.com postou uma notícia com a manchete gritante: “A controversa turnê MDNA de Madonna: Ela foi longe demais? Usando armas falsas e se expondo no palco, a turnê MDNA do ícone pop está repleta de críticas”.

“Oh, fala sério, pessoal! Ela estava brincando. Os americanos estão assim, tão incapazes de aceitar sarcasmo?”. Foi isso o que eu escrevi no Facebook do escritor de música de Los Angeles sobre o comentário de Madonna sobre o “Muçulmano negro”. Daí, eu repostei o artigo na minha página. A situação não foi melhor lá, embora a acidez entre meus amigos não tenha sido tão intensa. “É um comentário horrível, que não vai ser nada bom pro Obama. Mas, ei, fez Madonna voltar ao noticiário”, um antigo conhecido da faculdade sugeriu. “Não tenho dúvidas de que ela tentava ser sarcástica”, um amigo de minha cidade disse, “mas ela falhou totalmente”. E um colega de Nova York lamentou que a piada de Madonna foi inapropriada:

“Há muitas, muitas pessoas lá fora que verdadeiramente acreditam que Obama não seja Cristão.”

E isso é problema de Madonna? Se as pessoas são burras o bastante pra acreditar que o Presidente é muçulmano, é problema deles, não de Madonna. E se o Presidente Obama tivesse perdido as eleições por causa da piada sarcástica de Madonna, muito mais teria sido dito sobre o nível de inteligência dos americanos do que sobre o humor dela. A sagacidade, os cálculos e o timing de Madonna estão ótimos, muito obrigado. Ou, conforme a solitária voz da razão – do jornalista musical, humorista e autor de I Want My MTV  Rob Tannenbaum – sugeriu no meu Facebook, o ultraje sobre a afirmação de Madonna “mostra não apenas um sarcasmo mal-entendido, mas – pior – Madonna sendo mal-entendida”.

Como a mais óbvia influência pop dela, David Bowie, Madonna é tanto uma artista performática quanto da música – cuja experimentação com personagens não se reserva apenas ao palco, filmes, clipes ou álbuns. Ela permeia cada aspecto da vida pública dela. Quando Madonna faz um documentário, como Na Cama Com Madonna ou I’m Going To Tell You A Secret, ela está se apresentando, não oferecendo algum tipo de visão jornalística perspicaz sobre sua vida pessoal ou o processo de bastidores. Ela está interpretando Madonna, seja atuando de forma vulnerável ou no controle; ela está brincando com códigos de gênero e cultura, papéis sexuais e suposições sobre poder.

Quando Madonna se une a alguma causa – seja pelos direitos gays, assuntos humanitários ou uma eleição presidencial – ela está se apresentando. Claro, é óbvio que a pessoa real – Madonna Louise Veronica Ciccone, de Detroit – também apoia o Presidente Obama e os assuntos GLBT, mas ela o faz através de vários aspectos de suas personas, não com canções de protesto, redações racionais ou palestras. Não é assim que ela trabalha. Madonna faz grandes observações com situações elaboradas, grande teatralidade, figurinos extraordinários, maquiagem à-la Fellini, e, sim, sarcasmo profano – todos os muitos aspectos de suas personas. Se entendermos os discursos políticos dela da mesma forma que ouvimos os de Joan Baez, Chuck D, Tom Morello ou Boots Riley, estaremos interpretando-a erroneamente. As grandes narrativas dela são o que a elevam muito acima das imitadoras, exceto talvez Lady Gaga, que realmente entende Madonna.

No aniversário de 50 anos de David Bowie, em 1997, eu estava com ele numa pequena loja inglesa de chás em Manhattan. Conversamos sobre as personas que ele criara ao longo dos anos – sobre seus objetivos, o que ele tentava alcançar, o que ele esperava que as pessoas soubessem sobre ele. Outros devem saber pouco sobre David Robert Jones (seu nome de batismo), ou Bowie como sugerido, mas eles devem saber muito sobre Ziggy Stardust and the Thin White Duke. A autenticidade foi superestimada, ele disse. Bowie é um artista que faz arte, personagens e situações – não uma realidade linear. “Eu costumava ficar agressivo com a ideia de integridade”, ele me contou, referindo-se àqueles que o criticaram no começo, por usar truques numa época em que sinceros cantores de folk pregavam ao seu eleitorado. “Eu dizia, ‘Foda-se – meu negócio é truque”.

Truque é o negócio de Madonna também. E esperamos muito disso quando ela chegou à arena de Charlotte. Já sabemos que ela tem provocado com uma sequência violenta durante as mais recentes canções – Girl Gone Wild, Revolver e Gang Bang – que apresentam Madonna com armas e couro, numa luta sangrenta e coreografada contra homens mascarados dentro de um quarto de hotel cenográfico. A cena foi tão perturbadora para alguns membros da plateia em Denver (sendo tão recente ao tiroteio da tragédia envolvendo o filme Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge), que algumas pessoas deixaram o show. “Estamos dançando e, de repente, as pessoas começaram a perceber o que era a canção”, Aaron Fransua, de 25 anos, contou à Associated Press. “Ficamos todos parados lá. Todo mundo perto de mim estavam chocados”.

Algumas canções depois no setlist da turnê MDNA, o que parecera antes ser um golpe visual e temático no ex-marido de Madonna, o diretor britânico adorador de sangue Ritchie, ficou bem claro, de acordo com a blogueira Marilee Lindemann, conhecida como a “Louca com um laptop”. Lindemann escreveu sobre o show do dia 23 de setembro em Washington: “Percebi naquele momento que não estávamos sendo forçados simplesmente a nos divertir com a violência gratuita. As evocações de Abu Ghraib contextualizaram e geopolitizaram friamente a violência das cenas anteriores, à-la Tarantino, e mostraram consequências reais”. Lindemann, Professora universitária de Inglês e Diretora de Estudos Gays, Lésbicos, Bissexuais e Transgêneros na Universidade de Maryland, acrescentou: “ou…o mais real possível no espetáculo surreal de Madonna”.

Quando o espetáculo de Madonna chegou a Charlotte, também pudemos ver referências à rixa dela com a imitadora Lady Gaga. As duas têm estado muito conectadas ao longo do último ano, brigando pela opinião popular. Em turnê, Madonna injetou a rixa em Express Yourself  (“não aceite o segundo lugar, baby…”), desviando-se momentaneamente à faixa similar de Gaga Born This Way, pra afirmar apropriação, sabe?

A resposta de Gaga a esta justaposição? “As únicas similaridades são a progressão de cordas – é a mesma da música eletrônica há 50 anos”, disse a Lady. “Não significa que estou plagiando, mas que sou esperta pra cacete”.

Na verdade, Madonna e Lady Gaga são ambas espertas pra cacete. Madonna levou a narrativa da rixa a Minneapolis em 4 de novembro, contando à plateia que Gaga rejeitara um convite pra cantar com ela no palco. “Tudo bem”, Madonna disse. “Tenho os melhores fãs do mundo todo. Então, toma isso, Lady Gaga!”.

Tome isso também: de acordo com os números, Madonna é tão relevante quanto sempre foi e, facilmente, tão popular quanto quaisquer de suas herdeiras. MDNA é o quinto álbum consecutivo dela a dominar as paradas. A turnê atual já vendeu 1.9 milhão de ingressos no mundo todo, com a maioria dos shows esgotados. E mais, ela continua em grande forma física e as canções e conceitos de performance de MDNA são fortes como tudo que ela já fez em anos.

Especialistas têm lamentado quando Bowie ou Bob Dylan ou os Rolling Stones continuam se apresentando bem em seus anos de crepúsculo, mas Madonna retrocede esta turnê – focando, na maior parte, em sua idade.

Tudo bem, de acordo com Madonna. “Já me rejeitaram antes”, disse ela, apesar de se referir aos insultos de sua jovem rival e não aos comentários sobre sua idade. “É bom construir caráter”.

Enquanto continuarmos questionando a relevância de Madonna e de seus personagens, ela continuará relevante como nunca!

“O MDNA não era a maior prioridade de Madonna”, diz William Orbit

Madonna - William Orbit

William Orbit, um dos produtores do último álbum de Madonna, MDNA, deu a sua opinião sobre a produção e condução de divulgação do MDNA. Ele também foi o produtor do mais aclamado álbum da cantora, “Ray Of Light”, e inclusive, postou em sua página no Facebook um remix de “Ray Of Light” que ele fez com Madonna depois que ela gravou os vocais e, como ele disse, “enlouqueceu com sua guitarra”.

William Orbit acrescentou que o solo de guitarra foi editado depois de tudo pronto.

Um fã de Madonna mencionou o que milhares de outros fãs de Madonna pensam: a falta de promoção e a forma de como os singles do álbum MDNA foram lançados, especialmente no Reino Unido, o que fez com que o álbum fracasso no Reino Unido, país onde Madonna sempre dominou nos charts desde então.

William Orbit disse que nunca se envolveu nestas questões, mas que concorda com todos os questionamentos dos fãs e com a forma em como álbum foi lançado, que, para ele, foi um erro desde o início. “Infelizmente eu não sou Jimmy Iovine que tem uma capacidade de defender suas convicções. Eu sou apenas o co-produtor, o co-escritor, e faço apenas o meu trabalho. Ninguém me verá feliz com o rumo da situação. Fomos muito pressionados pelo tempo na gravação do álbum de Madonna, MDNA. Muitos dos envolvidos tinham outros compromissos, e Madonna também estava envolvida no lançamento de seu perfume (“Truth Or Dare”) e de sua linha de roupas (“Material Girl”), e outros negócios desse tipo que vão além do meu próprio entendimento limitado da agenda de uma popstar como Madonna. Acho impossível estar completamente envolvido em algo quando seu foco é em centenas de coisas. O MDNA não era a maior prioridade de Madonna naquele momento.

As sessões de gravação para as seis músicas que fizemos juntos, eu e Madonna, foram extremamente agradáveis para todos nós. Madonna estava em forma e melhor do que nunca com sua voz, composição e musicalidade, e estava tendo um grande momento. Tínhamos músicas alinhados que são de tirar o fôlego. Mas infelizmente as melhores músicas escritas por Madonna foram para o novo álbum de Chris Brown e até em meu próprio álbum recentemente concluído e que se chama “Strange Cargo”. Muitas músicas que deveriam entrar no álbum foram dispensadas para outros artistas, o que foi um grande erro.

A equipe que fez parte do álbum foi a melhor. Compositores e músicos e artistas que eu escolhi pois me deixam extasiado com tanto talento, e foi muito difícil agendar com eles pois eles são muito ocupados, e todos nós nos comprometemos em fazer do novo álbum de Madonna, MDNA, o melhor álbum do ano, mas tudo foi feito as pressas. Muitos são ligados em dinheiro e dinheiro, diferente de mim, que não é algo que realmente é importante para mim. Mas o tempo corria, trabalhamos dia e noite. Quase todas as versões oficiais são completamente diferentes das primeiras gravações e tem muito material gravado do MDNA engavetado. Mas a decisão de tudo não estava em minhas mãos.

Ao longo dos anos se tornou óbvio para mim que por Madonna ser a maior artista pop de todos os tempos, sua base de fãs também são os mais coesos, intensos e extremamente exigentes. Não estou querendo colocar panos quentes em todas as reclamações, elas são completamente verdadeiras.

Eu poderia ter me acomodado e lavar as mãos, mas é difícil ser um cavaleiro eficiente no processo quando seu nome também está ali. Ah, e se alguma faísca brilhante do marketing central de Madonna sugerisse uma outra abordagem, ou seja, voltar ao estúdio para mais algumas semanas para re-trabalhar algumas faixas, eu certamente teria feito. Mas, realisticamente, só há uma pessoa que poderia fazer isso acontecer. E com as melhores músicas do mundo ali, a melhor equipe, as melhores letras, a melhor produção a nossa disposição e mesmo assim não se não suficiente, eu não posso ser cobrado por isso. Estou livre da dívida e não em dívida. Essa coisa sobre ter pouco apetite para riqueza e fama sem pensar em expectativas, que é o meu caso, então eu não tem com que me preocupar. Sou do tipo observador, dou minhas opiniões, mas sei exatamente para que lado o vento sopra.”

Logo após todas as declarações de William Orbit, ele escreveu em seu twitter: “Eu não deveria ter comentado nada sobre MDNA publicamente. Eu odiei isso tudo. Não é justo com Madonna.”

Ensaios do Madonna MDNA World Tour começam em arena começa nesta segunda-feira

O MADONNA WORLD TOUR, ou MDNA WORLD TOUR, de acordo com o jornal Newsday, Madonna e a sua equipa começam nesta segunda-feira os ensaios na arena Nassau Coliseum em Nova Iorque. A cantora e sua equipe já estão na fase final dos ensaios e partem agora para o trabalho mais pesado antes do primeiro show, dia 29 de maio, em Israel.

Os ensaios já acontecem com toda a estrutura de palco da nova tour de Madonna montada, iluminação e projeções, e num acordo entre a arena e a Live Nation, empresa responsável pelo novo show de Madonna, os empregados do Coliseum e a equipe de Madonna ensaiam na arena até final de Maio. Os empregados do Coliseum não darão qualquer tipo de informação sobre os ensaios devido ao contrato de confidencialidade.

Até o momento, a nova tour de Madonna possui 76 datas confirmadas e outras serão anunciadas em breve como no caso da America do Sul, por exemplo. Madonna, que já vendeu mais de 300 milhões de discos, passou pela Nassau Coliseum com sua tournê Blond Ambition, em 1990.

Madonna detém o recorde de tour feminina de maior sucesso da história com a “Sticky & Sweet Tour”, de 2008-2009, que faturou $408 milhões de dólares por 85 shows. Seu novo álbum, MDNA, foi lançado no dia 26 de março e vendeu um total de 1.280.000 milhão de unidades na primeira semana em todo mundo.

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MADONNA MÚSICA: Single de BEDTIME STORY completa 17 anos

Madonna - Bedtime Story Single 1995A terceira música de trabalho do álbum  BEDTIME STORIES, de Madonna, BEDTIME STORY, completa hoje, 13 de abril, 17 anos de lançamento.

O pulso eletrônico de Madonna para   Bedtime Stories ganha velocidade justamente nesta faixa. Composta por  Bjork, Nelle Hooper e Marius De Vries, é a única música do álbum em que não tem as mãos de Madonna na composição. Madonna ficara muito impressionada com o estilo e sucesso da islandesa Bjork quando seu primeiro álbum solo, de 1993, foi lançado.

A música feita por Bjork não soa muito diferente das músicas que ela fazia com sua banda Underworld, e soava totalmente desprovido das batidas fortes que Madonna costumava fazer até então, o que despertou o interesse de Madonna por Bjork. Madonna amou “Bedtime Story” e assim o escolheu para ser o terceiro single do álbum. Apesar do enorme sucesso na parada dance da Billboard, a música apenas chegou ao 42º lugar do Hot 100 Singles. Para a faixa, 15 remixes oficiais foram lançados.

Para promover o single, Madonna deu uma festa televisionada para a MTV, um lançamento nada convencional: uma festa do pijama no clube de Nova York Webster Hall onde ela leu o livro infantil de David Kirk, “Miss Spider´s Tea Party”, para uma seleta platéia de convidados. Bedtime Story teve um desempenho comercial razoável no Reino Unido, onde Madonna performou o single no Brit Awards 1995 (performance abaixo). Por lá, emplacou o 4º lugar e na Alemanha o número cinco.

O clipe de Bedtime Story é o mais prestigiado e conceituado vídeo de sua videografia e foi gravado no Universal Studios, Califórnia, entre os dias 5 a 10 de Dezembro de 1994 e teve um custo de 5 milhões de dólares. O vídeo de Bedtime foi digirido por Mark Romanek, que trabalhou com Madonna em “Rain”. O clipe foi todo Inspirado por obras de pintores surrealistas como Leonora Carrington e Remedois Varo. Em entrevista a revista Aperture, Madonna contou que as cenas em que ela voa pelos corredores, seus cabelos, os pássaros e até suas roupas são todas imagens fieis de pinturas surrealistas de seus artistas prediletos.

Em 2005, o vídeo musical foi incluído em galerias de arte contemporânea (incluindo o Museu de Arte Moderna, onde ele é armazenado como coleção permanente, juntamente com um outro vídeo dirigido por Romanek, de Nine Inch Nails, “Closer”).

“Bedtime Story” é tido como a canção que prenunciava os novos caminhos que Madonna tomaria dali em diante, e o resultado veio 4 anos depois com o álbum Ray of Light, que deve seu caráter techno rave e eletrônico ao caráter de Bedtime Story. Foi o germe que viria a inspirar Madonna para buscar e conquistar a música eletrônica com os tipos de William Orbit e Mirwais”.

CHARTS

Austrália – 5
Bélgica – 38
Canadá – 46
Estados Unidos (Billboard Hot 100) – 42
Estados Unidos (Billboard Hot Singles Sales) – 27
Estados Unidos (Billboard Hot Dance Club Play) – 1
Itália – 8
Nova Zelândia – 38
Holanda – 2
Reino Unido – 4
Irlanda – 5
Hungria – 1
Japão – 7
México – 3

VÍDEO OFICIAL

VÍDEO 2

Uma versão re-editada de “Bedtime Story” (Orbital Mix), originalmente disponível no lançamento do single, foi usado como um interlúdio de vídeo durante a turnê Re-Invention Tour. Assista!

MADONNA MDNA WORLD TOUR 2012: Rumores do set-list e ensaios

MADONNA - MDNA WORLD TOUR 2012Falta pouco mais de um mês para Madonna cair na estrada com o MADONNA WORLD TOUR, ou agora, MDNA WORLD TOUR, que terá início em Tel Aviv no dia 29 de maio, e muitos rumores sobre como será a tour de 2012 já começaram a pipocar nos fãs sites. Hoje o Madonnarama divulgou algumas informações.

Eis a lista preliminar da tour (músicas cotadas, ensaiadas – nada definitivo)

Gang Bang
Open Your Heart
I’m Addicted
I’m Sinner
Some Girls
Give Me All Your Luvin’
Girl Gone Wild
Turn Up The Radio
Love Spent
Justify My Love
Bedtime Story
Express Yourself
Get Together
Sorry
B-Day Song
Give It 2 Me
Revolver
Beautiful Killer
Falling Free
I Dont Give A
Everybody
Veras/You´ll See
Physical Attraction
Celebration
Holiday
Ray Of Light

A nova tour de Madonna, MDNA World Tour começa com cantos religiosos com Girl Gone Wild que, tal como na versão do álbum, inclui Act to Contrition e até partes do single de 1985 “Material Girl”. Em seguida, entra “Revolver”, de 2009, como vídeo backdrop iniciando assim “Gang Bang”. A quarta música será “Papa Don’t Preach” numa versão totalmente 2012.

“Hung Up”, grande hit de Madonna de 2005 e que todos já estão enjoados, segue reformulada e dá lugar as novas “I Don’t Give”, numa versão bem pesada com guitarras e “Best Friend” (numa versão semelhante a Heartbeat, do álbum “Hard Candy”)

“Express Yourself” trará muitas surpresas e o primeiro single do álbum MDNA, “Give Me All Your Luvin” num remix Just Blaze Remix, seguida por “Turn Up The Radio”.

Outra velha canção de Madonna é “Open Your Heart”, de 1986, e então chegamos a mais uma do álbum MDNA, “Falling Free”, numa versão muito semelhante com a do álbum, porém, com sons de violino mais proeminentes.

A segunda parte do show de Madonna, o Madonna World Tour, também inclui uma versão completamente renovada do remix de William Orbit para “Justify My Love“, incluindo novas letras, e um video interlude de “Nobody Knows Me“.

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