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Madonna vai deixar o triste palhaço pra trás nos shows da Austrália?

MADONNA TEARS OF CLOWN REBEL HEART TOUR AUSTRALIA

O “triste palhaço” de Madonna não foi visto no meio das freiras sem calças e com crucifixos no palco de Melbourne. Ela subiu ao palco com apenas 45 minutos de atraso, depois de fazer os fãs esperarem na chuva na última quinta-feira (10) para o show no Teatro Forum, o primeiro em 23 anos.

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Crítica: Rebel Heart Tour: Madonna mostra porque é a rainha!

madonna rebel heart tour Washington holiday

“Bitch, I’m Madonna”
Esta é uma frase bem conhecida no mais recente espetáculo produzido por ninguém mais do que a Rainha do Pop, Madonna. A veterana de 57 anos provou o status no topo do trono ao apresentar um segmento de clássicos no show da Rebel Heart Tour em Washington, no último dia 12.

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Crítica – O Rebel Heart Tour de Madonna bate em Montreal

madonna rebel heart tour montreal 2015-2

Ontem (09), em um segmento diferente da Rebel Heart Tour, sem adornos, após mais da metade do início do show na arena Bell Centre, Madonna anunciou que “iria cantar ao violão, onde tudo começou”. Antes dela mandar uma versão flamenca de Who’s That Girl, a surpresa de um fã chamou a atenção dela: “Sim, eu sei que toquei bateria primeiro, mas dá pra ver alguém atrás das baquetas? Sou leonina, gostamos de ser o centro das atenções”.

Portanto, ela ainda sabe das coisas. E, em um show sem medir gastos nem esforços, ela fluiu sucesso após sucesso, e provou mais uma vez que não deseja o holofote – ela o possui.

Montreal viu o primeiro show da turnê depois de cinco shows serem adiados para mais ensaios, mas já estava tudo pronto na noite de terça (tá, 99% apenas: “Este figurino é traiçoeiro”, exclamou Madonna quando um item cheio de joias rasgou uma peça). Com quatro seções temáticas e trocas de figurino, quase todas as músicas possuem um item próprio, com um pequeno exército de dançarinos graciosamente executando coreografias intensas.

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Por que Rebel heart é o melhor álbum de Madonna em 10 anos?

madonna rebel heart capa colorida 2

Chris Azzopardi, editor do Q Syndicate (o serviço a cabo LGBT internacional) escreveu uma crítica muito positiva do álbum Rebel Heart. Leia:

Como uma virgem, Madonna é pura outra vez. Purificada das tendências inconvenientes que estragaram trabalhos anteriores – especialmente o juvenil e pecador Hard Candy, e MDNA, melhor, mas ainda assim uma mistura bagunçada – nossa Deusa Abençoada volta ao raio de luz e aplica um novo brilho a um velho som.

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REVISTA ATTITUDE sobre REBEL HEART: BITCH, ELA É MADONNA!

madonna rebel heart cd cover explicit

O júri ainda decide se o vazamento das demos do álbum Rebel Heart ajudou ou prejudicou o sucesso dele. Por um lado, forçou um lançamento comprometido e chocante, ao invés de um retorno explosivo; por outro lado, o vazamento – além do recente amor de Madonna pelo Instagram – provocou um interesse maior do público, ausente nos dois últimos álbuns.

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Liz Smith sobre REBEL HEART: Madonna jamais será como as outras

MADONNA REBEL HEART LIZ SMITH

“Vivo a vida de maneira masoquista. Ouvindo meu pai dizer: ‘Não disse? Não disse? Por que você não é como as outras garotas?’. E eu disse: ‘Oh, não, não sou assim. E acho que jamais serei’”.

Essas palavras vêm da letra da faixa-título do novo álbum de Madonna, Rebel Heart. Não importa o que ela faça, com quem ela case, transe, e não importa quantos filhos ela tenha ou qual seja a idade, ela jamais será como “as outras garotas”. E mais, aparentemente, Madonna nunca se reconciliará totalmente com o pai. (Uma das músicas mais poderosas dela, juntamente com o clipe, é Oh Father, de 1989).

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CRÍTICA MOJO REBEL HEART: Muito material bom é um bom problema

MADONNA - MOJO-REVIEW-REBEL HEART

O novo álbum de Madonna chega carregado de controvérsia, gingado, audácia e franqueza sexual. E, em algumas vezes, ele até exagera. “Beija mais, molha mais”, ela sugere em Holy Water, uma canção discreta que mistura o sagrado e o profano que remete ao álbum Erotica, de 1992.

É a típica metade do álbum, na qual produtores da moda trazem uma variedade de cores e tons contemporâneos enquanto Madonna declara que ela ainda está entre nós, talvez protestando um pouco demais. Algumas colaborações são melhores do que outras. A gélida Hold Tight, composta por Ryan Tedder, é melódica, mas insossa; as sirenes características do produtor Diplo em Unapologetic Bitch lembram muito a música de M.I.A.. Contrariamente, todas as contribuições de Kanye West – incluindo a já citada Holy Water, a igualmente sugestiva S.E.X. (“Sou uma porta aberta, venha e entre em mim”) e a ótima Illuminati, na qual Madonna imagina uma boate cheia de governantes mundiais não tão secretos, são extraordinariamente inteligentes.

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Crítica: Chamar Madonna de relevante virou seu maior elogio

madonna relevante aos 56 com rebel heart

Falar de Madonna à mesa de jantar a fará parecer ridícula. “Relevante” parece ser o último elogio que as pessoas têm dado a ela ultimamente. O crítico comum a elogiará pelo que ela costumava ser, mas vai desdenhar por ela permanecer na cultura Pop. As razões deste desprezo rondam os 56 anos dela e a crença de que ela está desesperada para continuar o que vem fazendo há mais de 30 anos.

Ironicamente, considerando a atitude aparente, há partes que querem novas músicas de Madonna no mundo antes delas estarem prontas. O lançamento do 13º álbum de estúdio Rebel Heart será lembrado pelos vazamentos prematuros. Mesmo antes do fim do ano passado, várias demos caíram na Internet, fazendo Madonna e equipe terminar seis faixas e disponibilizar imediatamente no iTunes. No fim, um israelita foi preso sob suspeita de invasão online, mas o álbum completo só apareceu neste mês.

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Por que LIVING FOR LOVE, de Madonna, é o melhor clipe em anos?

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Ao longo dos anos, muitos críticos afirmaram que Madonna definiu o conceito de “videoclipe” – e, com cada novo lançamento, ela o continua fazendo. Living For Love não é exceção. Na verdade, é possível dizer que ela criou uma nova forma de produzir um clipe. Esta vai para vários outros artistas:

1) A dança é moderna, e Madonna, diferente de muitos outros, dança de verdade, e perfeitamente! O estilo é novo, os passos são certamente icônicos e ela se apresenta com leveza, de forma que você mal percebe que está assistindo ao nascimento de uma nova forma de dança;

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Com REBEL HEART e nada para provar, Madonna é a rainha do pop e pronto!

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Nesta semana, Madonna liberou mais duas faixas do novo álbum, Rebel Heart, lembrando-nos que ela é a Rainha deste mundo Pop. Uma delas apresenta Chance The Rapper e Mike Tyson (Iconic), e a outra, Nas (Veni Vidi Vici). Lá em dezembro, ela soltou Bitch, I’m Madonna, com a herdeira do trono Pop, Nicki Minaj, e a produção de Diplo, Living For Love. Sim, ela está de volta, como se nunca tivesse se afastado.

Iconic e Living For Love apresentam batidas dançantes que te fazem querer se jogar e flertar com algum estranho na boate. Bitch, I’m Madonna e Veni Vidi Vici são mais tradicionais, mas não menos radiofônicas. Nicki, Chance e Nas cospem fogo em suas respectivas participações. É ótimo ela ter rappers no novo álbum, é uma forma de respeito a um gênero que, ao longo da carreira dela, se transformou de modismo a uma força espetacular na cultura popular.

Aquela que nunca foge de uma controvérsia, Madonna se sentiu completa com a campanha de marketing online de Rebel Heart. Ela replicou a capa do álbum ao colocar os vários rostos “rebeldes” de Nelson Mandela, Martin Luther King Jr., Bob Marley e Jesus Cristo amarrados. Muitos ainda tentam entender a razão desta arte. Ela tentou se comparar aos ícones e, depois, pediu desculpas por isso, o que tirou um pouco do crédito do projeto. A tal campanha foi modesta, e o fato dela já ter 56 anos e não ter produzido um grande álbum em nove anos, fez tudo parecer um pouco forçado. Houve um tempo em que fãs do mundo todo ficavam eufóricos com os álbuns de Madonna. Há algumas décadas, a música de Madonna era bem mais familiar. E é este o sentimento que o novo álbum traz, uma reminiscência daqueles tempos.

Não há espaço para cópias. Lady Gaga não tirará o trono da Rainha, uma vez que Madonna é mais original e se esforça bem menos. As únicas que se aproximam em termos de qualidade são Onika, Azealia Banks, Rihanna e Beyoncé. Rihanna é uma máquina de hits, e Beyoncé nasceu para se apresentar. Madonna deu luz a todas elas, e merece respeito e honra ao próprio legado. Espera-se que Rebel Heart seja um álbum platinado e que Bitch, I’m Madonna e Living For Love tenham toquem muito no Spotify. (uk.complex.com)