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Rebel Heart Tour: Católicos furiosos com performance de Madonna

Rainha da controvérsia, Madonna voltou às origens ao enfurecer alguns Católicos devotos com uma performance especialmente provocante no mais recente show. Conhecida por antagonizar a Igreja Católica ao longo dos 35 anos de carreira, Madonna agitou as coisas ao apresentar a canção Holy Water na Rebel Heart Tour rodeada de dançarinos vestidos de freiras.

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Admiro pessoas que agem de boa-fé, diz Marine Le Pen sobre Madonna

madonna marine le pen nobody knows me frança

A candidata à presidência da extrema-direita francesa Marine Le Pen disse na última terça-feira (03) que aceitará “com prazer” um convite da ex-inimiga Madonna para fazer as pazes. Recentemente, Madonna condenou o que ela afirmou ser o clima de violência, intolerância e anti-semitismo varrendo a França e os outros países da Europa com o aumento do apoio a partidos como a Frente Nacional de Le Pen, “me lembrando da Alemanha nazista”.

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“Madonna desespero, aposta triunfos passados apenas para parecer atual”, ataca jornal

madonna instagram Martin Luther King
Martin Luther King Jr

Madonna pediu desculpas em suas redes sociais depois que ela postou fotos em seu Instagram de Martin Luther King Jr. e Nelson Mandela, que foram alterados para se parecer com sua própria imagem em seu novo álbum, a ser lançado em março.

Madonna foi acusada por seguidores e por alguns veículos da imprensa internacional de racismo e de possuir uma autoestima mais do que elevada ao se comparar com as figuras, que marcaram a história por sua luta pela igualdade de direitos entre negros e brancos. “São de mau gosto por diversos motivos. O mais óbvio é Martin Luther King, que com certeza não fez seu discurso de ‘eu tenho um sonho’ para ajudar uma mulher branca e rica a vender discos meio século depois”, diz um trecho do texto publicado pelo site da revista americana Entertainment Weekly.”

Já o Washington Post foi mais fundo: “Madonna vem lutando para se manter atualizada, trabalhando com produtores que permanecem jovens enquanto ela envelhece, vergonhosamente apresentando referências a drogas e apelando ao público da dance music, que ela nem deveria ter que agradar, e, basicamente, desperdiçando um frescor de décadas em troca de manter sua marca pessoal. As tentativas mais ofensivas de manter a relevância estão nas redes sociais dela. Lá, os erros mais frequentes são o que esperamos ver no Instagram de qualquer mãe de meia idade, como fotos com montagens ruins no Photoshop e fotos engraçadas que já foram postadas em vários sites, ou fingir ser bacana com gírias passadas. A maior parte disso é desespero, como se apostasse triunfos passados apenas para parecer “na moda” – por que fazer referência a Warhol e Haring em comerciais pro disco novo montados no Photoshop, uma vez que ambos já trabalharam com Madonna no passado? Apesar disso, hoje em dia, ela decidiu se esforçar mais com uma série de postagens com fotos (mais uma vez) editadas de revolucionários políticos mortos para cobrir os semblantes deles com os fios enrolados ao redor do rosto dela na capa do novo álbum Rebel Heart. É repugnante em vários níveis. O óbvio é que Martin Luther King, Jr. não apresentou seu discurso “Eu Tenho Um Sonho” para promover o disco de uma branca rica meio século depois. E o fato dela usar as imagens de três das mais influentes figuras na moderna luta pelos direitos dos negros – King, Nelson Mandela e Bob Marley –, enquanto a América luta pra considerar sua história de racismo sistemático é algo perplexo, pra dizer o mínimo,” atacou ofensivamente o jornal.

“No entanto, o ponto mais decepcionante da mini-campanha dela é o tom nada original. Anunciantes têm usado King há tanto tempo que o conceito se tornou um clichê. A campanha Think Different, da Apple, que tem sido ecoada pelos tuítes de Madonna, já usou Mandela.”

Nelson Mandela, ex-Presidente da África do Sul

Em um comunicado em sua página oficial do Facebook, Madonna explicou: “Eu sinto muito. Eu não estou me comparando a ninguém. Estou admirando e reconhecendo que eles também eram corações rebeldes (Rebel Hearts). Isto não é um crime, um insulto ou racismo”.

A capa do novo álbum de Madonna trás a rainha do pop em close-up com cortas pretas, o que acabou tornando-se um viral, com inúmeros memes na internet com fotos de outros artistas e de de fãs.

Bob Marley

Continuando, na pressa, Madonna continuou em um post cheios de erros de ortografia (corretor ortográfico (talvez, um saco): “– Fiz a mesma coisa com Michael jaclson (ela se referia ao cantor Michael Jackson), frida khalo (Frida Kahlo) e marilyn monroe… Estou dizendo que sou como eles? Não. Estou dizendo que eles também são corações rebeldes. Espero fazer um dia um centésimo do que eles fizeram. Eu apenas compartilhei estas fotos enviadas por fãs, mas eles, tampouco, são racistas. Pode me colocar na mesma categoria, agradeço.

Isabella Rossellini: SEX não foi chocante, pois Madonna era bonita e perfeita demais

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Durante uma conversa com o portal de notícias americano The Huffington Post, a atriz e modelo italiana Isabela Rossellini foi questionada sobre sua opinião a respeito do livro Sex, de Madonna, após 22 anos de seu lançamento.

“Adoro o fotógrafo Steven Meisel. Ele é um dos melhores fotógrafos de moda…simplesmente o melhor. Foi um prazer de trabalhar com ele e com Madonna, pois ela é uma mulher muito interessante.
Ela escolheu o tema ‘Sexo’, porque me disse que ‘o sexo pode ser muitas coisas. O mesmo ato pode ser bem sombrio, pode ser um estupro, um crime, mas pode ser muito amoroso, como no momento em que você concebe seus filhos’. Esta variação era muito interessante pra ela investigar com Steven. E eu quis fazer parte disso assim que eles me pediram.

Quando vi o resultado final, achei que eram fotos lindas, mas continuei achando tudo um trabalho de Moda, bem estético. Acho que, talvez, Madonna fosse bonita e perfeita demais.

Se você vê um homem de negócios nu, é bem chocante. Porém, se vir um atleta nu, não é tanto assim. Estamos acostumados a ver os corpos deles, talvez não suas genitais, mas o resto do corpo. Ele é tão perfeito que se torna uma armadura. Você não consegue ver a alma. Quando você vê um homem de negócios ou eu, uma mulher mais velha nua, há uma vulnerabilidade. Você consegue ver outras coisas.

Achei que faltou isso no livro. Madonna era bonita e perfeita demais pra ter essa vulnerabilidade ou este senso de choque que o corpo de um profissional regular, mais normal, poderia expressar. Foi a minha única crítica, pois ainda acho o livro extraordinário.

Crítica: álbum ‘Like A Prayer’, de Madonna, 25 anos

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Pra comemorar o 25º aniversário, eis uma lembrança de cada faixa do clássico álbum Like A Prayer, de 1989. No início daquele ano, o mundo conhecia Madonna como uma provocadora pop com um estilo sexy e excêntrico. Ela era a maior celebridade feminina do planeta e, mesmo com toda a fama, poucos sabiam quanta dor e dúvida aquela católica de 30 anos que encarava um divórcio vivia. Com Like A Prayer, tudo mudaria.

Gravado durante o término de seu casamento com o ator Sean Penn, Like A Prayer fora o álbum mais introspectivo e eclético de Madonna até então. Diferente dos três antecessores, este misturou um rock clássico e psicodélico com os mais modernos sons de sintetizadores. E agora, um quarto de século depois do lançamento no dia 21 de março de 1989, o álbum não parece nem um pouco antigo. Liricamente, ele fala de crescimento, a superação de um romance ruim, e fazer as pazes com Deus e com a família. Pelo menos duas músicas estão centradas na morte da mãe de Madonna, um trauma de infância que teve grande influência no processo de criação de sua personalidade.

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Antes de Like A Prayer ser lançado, Madonna esclareceu que este não seria apenas mais um álbum. Três semanas antes do lançamento, ela estreou o clipe da faixa-título, o primeiro dos cinco singles top 20. Com imagens de assassinato, amor inter-racial e cruzes em chamas, o clipe contrapôs ideias religiosas e êxtase sexual, deixando algumas pessoas confusas e fazendo todos comentarem. Os Católicos a denunciaram, a Pepsi cancelou os comerciais com ela (e terminou com os planos de patrocinar a turnê). Os fãs, claro, engoliram tudo.

Deixando a controvérsia de lado, Like A Prayer está entre os melhores momentos de Madonna e, ao longo das próximas 10 faixas, o álbum não decepciona. Ele é rítmico, comovente e até um pouco esquisito. Enquanto Madonna é uma artista pura, este álbum é uma de suas melhores coleções. Leia a crítica de faixa a faixa:

Like A Prayer

Que forma ótima de começar um álbum. Primeiramente, guitarras distorcidas e um forte baque. Daí, um canto gospel enigmático e revigorante. É a junção de Thriller com o misticismo católico, e Like A Prayer é ótima mesmo sem o vívido clipe. Não é de se estranhar que chegou ao primeiro lugar logo um mês após o lançamento.

Express Yourself

A festa continua da igreja à elevação de Madonna, na qual ela observa suas joias e os lençóis de seda, e decide que prefere ter um homem que se conecta aos seus sentimentos. É sua versão bem alta e vibrante de Can’t Buy Me Love, e subiu ao segundo lugar.

Love Song

Esta colaboração entre Madonna e Prince é o equivalente dos anos 80 à parceria da Mulher Maravilha com o Batman. Com o seu poder de estrela, a faixa é leve, e, com o típico som da guitarra de Prince em meio aos sintetizadores de Madonna, as divergentes sensibilidades musicais seguem o tom da letra – eles não se conectam tão bem.

Till Death Do Us Part

Com o fim do casamento tumultuado com o ator Sean Penn, Madonna reflete sobre as brigas tornadas públicas – “Ele começa a gritar, os vasos voam” – e a distância emocional que condenou o casal. A guitarra e o teclado criam o sentimento de cansaço que contrasta bem com os vocais cheios de atitude de Madonna.

Promise To Try

Claramente uma canção direta sobre a morte da mãe de Madonna, esta balada no piano é realmente complexa. Ela canta para si mesma aos 5 anos de idade, e, além de dar conselhos – “Não esqueça do rosto dela” – ela pede perdão. Ela sabe que errou e teme ter decepcionado a mãe e a si mesma.

Cherish

Uma bem-vinda sobrevida após Promise To Try, o terceiro single do álbum é uma canção alegre sobre o amor verdadeiro. A única razão concebível para esta não ter chegado ao primeiro lugar: A América gosta da Madonna mais provocativa.

Dear Jessie

Esta divertida fantasia pop poderia ter vindo do álbum Around The World In A Day, do Prince, embora ele não tenha nada a ver com a canção. Madonna a compôs e produziu com Patrick Leonard, cuja filha foi a inspiração. Ouvindo novamente, é óbvio que Madonna estava destinada à maternidade.

Oh Father

Uma companhia a Promise To Try, esta canção sobre a tensa relação de Madonna com o pai não abre muito espaço para imaginação. Quando criança, ela se sentiu traída pela decisão dele de se casar novamente e, em uma entrevista em 1989, ela levou seu espírito rebelde e independente de volta ao sentimento de solidão que sentira ao ter seu pai “roubado” pela madrasta. Apesar de dificilmente ser uma faixa bacana, ela ressoou aos ouvintes e chegou ao número 20.

Keep It Together

Conforme as oito faixas anteriores atestam, Madonna teve alguns problemas familiares. Mas, nesta faixa vibrante, ela oferece paz ao pai e aos irmãos, insistindo que o sangue é “mais forte do que qualquer circunstância”. Na oitava posição nas paradas em março de 1990, Keep It Together tem uma melodia tensa.

Spanish Eyes

Esta balada com sabor latino fala tanto sobre AIDS quanto sobre violência de gangues, e a ambiguidade – um tema de debate entre os fãs até hoje – mostra o quão longe Madonna chegara desde Everybody e Borderline.

Act Of Contrition

Tendo usado as últimas 10 faixas para cavar emoções profundas, Madonna relaxa um pouco. Com guitarras de lamento e loops ao avesso, ela esvazia os pensamentos, sem a certeza de estar confessando seus pecado e reservando um lugar no Céu ou um quarto em um hotel da moda. “Como assim, não está no computador?”, ela pergunta, terminando a faixa à verdadeira moda de Madonna, com a boa e velha piscadinha.

Fonte: (Billboard)

DVD Madonna “Justify My Love” e “The Immaculate Collection”

dvd madonna justiy my love vogue vma 1990

DVD Madonna Justify My Love” e “The Immaculate Collection” era, com clipes da fase, a performance de “Vogue” no VMA 1990 e promos do álbum “The Immaculate Collection’.

Track-listing:

Justify My Love( Uncensored)
Justify My Love (Orbit Remix)
Rescue Me (Elephant Version)
Vogue (Live VMA 1990)
Interview About The Video
The Immaculate Collection Promos Comerciais
*Justify My Love (Parody Wayne’s World With Madonna)

Editor da CNN chama Madonna de “parasita previsível”

O uso da palavra com “N” por Madonna é mais do mesmo

madonna american life cnnNa sexta, 17, Madonna postou uma foto de seu filho adolescente, Rocco, no Instagram, dando socos num ringue de boxe com a legenda: “Ninguém se mete com Dirty Soap! Mamãe disse pra te nocautear!”, ela escreveu abaixo da imagem, adicionando a hashtag “#negao”.

Sim, claro.

Quando o inevitável protesto do público começou, a foto foi deletada e repostada, com a legenda substituída por, na moda de Madonna, “#medeixaempazcar###o!”.

Nada neste furor foi acidental.

O ícone pop já está familiarizada com controvérsias, mas, agora, talvez seja a hora de examinar as consequências de sua última viagem cultural em nome da reinvenção.

Em cada uma de suas várias encarnações visuais e flertes culturais, Madonna foi uma parasita previsível. Sem o menor pudor, ela se muda para o próximo personagem, depois de usurpar todas as partes legais e controversas do anterior. Agora, eis o uso da palavra com "N".

A falta de preocupação pelo impacto de suas palavras é problemática, especialmente por sua aliança com crianças, adotadas e biológicas.

Mas é de Madonna que estamos falando.

Com rumores de uma possível performance com Beyoncé no Grammy, faz sentido voltar ao noticiário. Esta é a mulher que abraçou o título de Rainha do Obsceno décadas atrás. Esta é a mulher que se despiu para o livro Sex, lançado junto com o álbum Erotica, em 1992.

Ela já se apresentou pendurada em uma cruz, criticou a Guerra do Iraque e se masturbou no palco e no cinema.

Lady Gaga pode viver pelo aplauso, mas Madonna, sem dúvida, vive pelo alvoroço. Ela é adepta de manchetes e de álbuns recordistas. E é mais provável que ela responda com o dedo do meio do que com uma desculpa sentimental. Ela se mantém firme em suas decisões e, historicamente, não retira seus comentários.

Previamente, eu já apreciei esta qualidade dela.

Madonna: “A hashtag com ‘N’ foi um ‘termo carinhoso’ com meu filho”.

Como dançarino e ex-aspirante a coreógrafo, aprecio o espetáculo corajoso nos shows de Madonna. A bem-sucedida Confessions Tour, por exemplo, demonstrou uma queda por destruir barreiras criativas, que me manteve alerta mesmo quando os críticos a abandonaram.

Mas até os fãs têm suas críticas.

Espera-se que as influências sejam diferentes conforme as tendências musicais e os interesses mudem. Mas e Madonna? Ela já trabalhou demais para ganhar seu status de “chef cultural”, exigente ao escolher os aspectos mais singulares de mercado para benefícios comerciais com pouca referência a integridade de seu comportamento.

Quando ela ofendeu os Hindus ao vestir uma “bindi”, símbolo de castidade e pureza, enquanto vestiu um top transparente em uma performance no VMA, uma porta-voz contou a MTV que Madonna não “entendeu porque (eles) estavam chateados”.

Ela defendeu o uso de imagens Nazistas durante a MDNA Tour para destacar “a intolerância que os humanos têm um pelo outro”.

Madonna repetidamente já demonstrou que vê a iconografia cultural, de estilos de dança a símbolos religiosos, como afirmações artísticas e os separa quando não é mais conveniente. No passado, ela imitou Marilyn Monroe. Depois, veio sua fixação espanhola no fim dos anos 80 com La Isla Bonita. Em 1990, ela apresentou o Vogue ao mundo, um estilo de dança popularizado por gays negros e criadores latinos.

Daí, vieram os “bindis”, “saris”, as vibrantes tatuagens de henna e a magia ambígua de cantos de oração no álbum Ray Of Light. Ela foi uma versão feminina e poderosa de Che Guevara na arte de American Life. Cada imagem estilizada de forma imaculada, cada renovação aguentando o ciclo da vida de sua mais recente fascinação.

Usar a palavra com “N” no Instagram é apenas Madonna sendo Madonna. E o seu estilo “Desculpe se você se ofendeu” de não se desculpar não indica que ela aprendeu algo no passado.

Ela seria insolente para usar a frase “termo carinhoso” se fosse direcionado aos seus filhos negros adotados do Malawi, David Banda e Mercy James?

Ela se tornou acomodada demais, tendo amigos, colegas e filhos negros? Este incidente é menos sobre Madonna ser racista e mais sobre sua contínua falta de tato.

Isto seria uma grande lição a seus filhos sobre erros e consequências, em sua última reinvenção como humanitária e mãe. Mas deveria, em primeiro lugar, ser uma lição para a própria Madonna.

Alexander Hardy é escritor, professor e crítico cultural. Ele escreve sobre raças, sexualidade, e observações de Panama no blog The Colored Boy. Twitter: @chrisalexander_. Link original aqui.

Lady Gaga responde a polêmicas envolvendo Madonna

lady gaga about madonna e katy perry no twitter

Lady Gaga lançou na madrugada desta segunda-feira (21) o single “Do What U Want”, com participação de R. Kelly, mas antes disso resolveu usar o Twitter para falar a respeito de polêmicas envolvendo seu nome.

As comparações com Madonna e a competição com Katy Perry são os temas principais, seguido de um suposto excesso de peso de Gaga, e os rumores de que ela é hermafrodita. A cantora usou letras maiúsculas para citar as acusações que lhe são feitas.

Na série de Tweets, a cantora comentou a acusação: “A MADONNA ODEIA A GAGA, ELA ESTÁ ACABADA”, escrevendo: “Eu não preciso da permissão de ninguém para ser lembrada. Eu vou ser. Quer queiram, quer não”.

Sobre a competição com Katy Perry, Gaga escreveu: “APPLAUSE” não ESTREOU EM #1! A KATY É MELHOR QUE ELA!…Eu escrevo pela música, não para as paradas de vendas”.

Já sobre os rumores de Gaga ser hermafrodita, ela respondeu utilizando uma frase de seu novo single: “#DoWhatUWantWithMyBody”, ou seja: faz o que quiser com o meu corpo. E usou o mesmo comentário para responder a quem lhe chamou de gorda.

A cantora também falou sobre o fato de ser viciada em drogas, afirmando: “A minha recuperação é a minha batalha diária”. Clique na imagem para ver todos os twts de Gaga…

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#SecretProject de Madonna disponível no dia 24 de setembro

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O serviço de compartilhamento BitTorrent está dando seu maior passo na sua missão para virar uma fonte de conteúdo legal: uma parceria com a cantora Madonna.

A rainha do pop está usando o serviço para distribuir seu novo filme, secretprojectrevolution, de maneira gratuita a partir de 24 de setembro. A cantora codirigiu o filme de 17 minutos juntamente com o fotógrafo Steve Klein em um esforço para aumentar a consciência das pessoas sobre os direitos humanos, e, mais especificamente, a liberdade de expressão.

“Meu objetivo é mostrar pelo através do meu secretprojetrevolution o meu compromisso criativo em inspirar a mudança em todo o mundo através da expressão artística. Espero que o meu filme e outras submissões para Art For Freedom será um alerta e dará às pessoas um lugar para expressar sua própria expressão criativa com o objetivo em ajudar a combater a opressão, a intolerância e a complacência “, comentou Madonna.

“Este filme funciona em muitos níveis. Ele examina nossas prisões internas. Ele questiona o que fazemos, como o fazemos, e como tratamos os outros. Ele questiona os nossos governos e os nossos padrões de pensamento coletivo. Pense nisso! O poder da arte pode levar à paz “, comentou Steven Klein.

O filme também marca o lançamento do projeto online Art for Freedom da cantora, uma chamda para conteúdos feitos via crowdsource, incluindo vídeos, músicas, poemas, e fotos que protestam contra a opressão e perseguição – com a hashtag #artforfreedom, obviamente. A VICE será curadora do projeto.

Distribuição democrática

Os fãs da Madonna podem baixar o pacote secretprojectrevolution no BitTorrent a partir do próximo dia 24/9. O bundle inclui trailers e fotos do filme, mas se você for além e submeter seu e-mail ou fizer uma doação, destrava as versões HD e 2K do filme, uma entrevista com a cantora na VICE, e uma mensagem da estrela da música.

Esses pacotes do BitTorrent não são exclusivos para celebridades, apesar de a companhia já ter colaborado com nomes como Public Enemy, Pixies, e Linkin Park em bundles neste ano. A empresa lançou nesta semana os Bundles for Publisher, um programa em fase alpha que permite que artistas, músicos, escritores, e outros criadores de conteúdo distribuam pacotes de todos os tamanhos e tipos usando o cliente do BitTorrent.

“Madonna está novamente ultrapassando os limites de algo que só uma artista do calibre dela seria capaz de fazer, se expondo para apoiar aqueles que sofrem sob regimes repressivos em todo o mundo. Art For Freedom vem de um momento de verdadeira empatia e emoção. É um reflexo de um mundo em crise por uma artista que decidiu que a apatia não é uma opção. Em uma discussão, Madonna me disse que ela queria começar uma “revolução do amor”. Como você pode discutir com isso? Comentou Eddy Moretti, diretor de criação da Vice-Mídia

“A Internet conduz a criatividade, democratiza a informação e permite que as pessoas se conectam uns com os outros”, compartilhou Shahi Ghanem, diretor de Estratégia para o BitTorrent, Inc. “O novo formato do pacote BitTorrent captura o ideal de dar aos artistas e editoras uma nova ferramenta de distribuição, inteiramente dedicada às pessoas, sem limites em qualidade e versatilidade – possibilitando a conexão com fãs onde e como quiserem. Usar o formato para ajudar um artista-ícone como Madonna a compartilhar suas expressões livremente com o mundo é a perfeita exibição de tecnologia e estamos entusiasmados para apoiar seus esforços.

Irmão pobre de Madonna a critica: “Vive no mundinho dela”

madonna-anthony-mendigoO irmão de Madonna, Anthony Ciccone, resolveu soltar o verbo em entrevista ao tablóide Daily Mail. Madonna é uma artista dona de um império que incluí diversos empreendimentos (de gravadora, produtora de vídeos, moda, várias mansões e etc….) e sua fortuna ESTIMADA pela revista Billboard é de mais de 1 bilhão de dólares.

Ok, Madonna é rica, chegou em Nova York na década de 70 com $37 dólares no bolso e hoje é o que é.

Madonna, no caso do irmão dependente de drogas e álcool, pagou diversas internações e tratamentos, ofereceu emprego e tudo mais, mas chegou uma hora em que ela deu um basta.

Então, segundo o site “Daily Mail”, o irmão da cantora, Anthony Ciccone, alegou que ela não se importa se ele está vivo ou morto. Ele, que vive nas ruas de Michigan, é alcoólatra e recentemente colocou a boca no trombone. “Madonna nunca me amou. Vive no mundinho dela”, disse ele, criticando também o próprio pai, Tony Ciccone. “Ele ficaria feliz se eu morresse de hipotermia. Não precisaria mais se preocupar comigo”.

Ok, senta lá Cláudia!