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OFICIAL: DVD MDNA TOUR será gravado em Miami dia 19 e 20 de novembro

Confirmado pelo site oficial de Madonna, o madonna.com. Nada de Colômbia. O DVD/Blu-ray oficial da tour MDNA será gravado em Miami, EUA, nos dias 19 e 20 de novembro, segunda e terça-feira.

Para os membros do fan clube oficial de Madonna, os que comparecem ao show bem caracterizados de Madonna concorrerão ao Golden Triangle. Estes dois shows serão os últimos da etapa americana.

A gravação acontecerá no American Airlines Center com capacidade para 20 mil pessoas.

Eis a diferença de palco para os shows do MDNA Tour em estádios e em arenas.

ESTÁDIOS

ARENA

RUMORES ANTERIORES DE QUE SERIA GRAVADO NA COLÔMBIA

Segundo o jornal ‘El Colombiano’ Madonna teria fechado contrato com a prefeitura de Medellín para a gravação do DVD da MDNA Tour na cidade. O show será realizado nos dias 28 e 29 de novembro no estádio ‘Atanasio Giradort’ para mais de 100 mil pessoas e segundo a fonte uma porcentagem dos lucros com as vendas será destinada ao local. A prefeitura da cidade ofereceu U$ 3 milhões a Madonna para que o show fosse gravado lá, mas…

Madonna MDNA TOUR Billboard Boxscore (03/10) – ESGOTADO

Madonna

A revista Billboard divulgou nesta quarta-feira, 3, mais um boxscore da nova tour de Madonna, MDNA Tour. Tudo esgotado.

MDNA World Tour 2012
Shows: 49
Público: 1.326.111
Rentabilidade: $ 172.403.622

Aug. 28, 2012
Philadelphia, Pa. – Wells Fargo Center
$2,651,855
15,741 / 15,741 (SOLD OUT)

Aug. 30, 2012
Montreal, Quebec – Bell Centre
$3,457,482
16,918 / 16,918 (SOLD OUT)

Sept. 1, 2012
Quebec City, Quebec – Plains of Abraham
$8,098,292
70,569 / 70,569 (SOLD OUT)

Sept. 4, 2012
Boston, Mass. – TD Garden
$2,450,720
13,995 / 13,995 (SOLD OUT)

Sept. 6-8, 2012
Bronx, N.Y. – Yankee Stadium
$12,599,540
79,775 / 79,775 (SOLD OUT)

Sept. 10, 2012
Ottawa, Ontario – Scotiabank Place
$2,371,994
14,422 / 14,422 (SOLD OUT)

Sept. 12-13, 2012
Toronto, Ontario – Air Canada Centre
$7,458,188
32,557 / 32,557 (SOLD OUT)

Sept. 15, 2012
Atlantic City, N.J. – Atlantic City Boardwalk Hall
$2,891,340
12,207 / 12,207 (SOLD OUT)

Sept. 19-20, 2012
Chicago, Ill. – United Center
$5,102,880
28,143 / 28,143 (SOLD OUT)

Sept. 23-24, 2012
Washington, D.C. – Verizon Center
$4,860,428
27,944 / 27,944 (SOLD OUT)

Sept. 29-30, 2012
Vancouver, British Columbia – Rogers Arena
$4,758,994
28,500 / 28,500 (SOLD OUT)

REVIEW SEATTLE: Madonna entrega uma alta dosagem de MDNA na Key Arena

Por Gregory Franklin, para o Seattle Weakly

Madonna

Descrever a atual turnê de Madonna em um amontoado de palavras é mais ou menos como ser solicitado para descrever a história da sua vida em detalhes para um estranho. Existem tantos momentos de minúcias e detalhes maravilhosos que acabarão tendo que ser explicados em uma recapitulação posterior que a tentativa é, desde o início, inútil. O set de 135 minutos de Madonna foi uma aula master em “Arte da Apresentação Profissional”, e não houve um segundo sequer dele onde não nos sentíssemos envolvidos por inteiro, direcionando nossa atenção aos tais detalhes meticulosos, me parece trágico dar um parecer geral dos mesmos. Com isto em mente, aqui vou eu, tentar explicar o que vi nesses 135 minutos que passei na Key Arena na última terça-feira (2 de outubro) a noite.

Madonna sempre foi uma agregadora intensa de cultura pop. Algumas a chamariam de criadora de tendências ou de pioneira; outros diriam que ela usa a cultura como um figurino. Independente de qual lado da cerca você se encontre, é impossível negar sua imensa influência, e ver tudo isso em uma experiência concentrada e ininterrupta foi intensamente inspirador e simultaneamente chocante. Jogue tudo que você sabe/sente sobre religiões, espiritualidade, sexualidade, política, moda, amor, medo e a condição humana em geral dentro de um liquidificador, junto com um iPod bem estocado e você terá uma boa ideia da história caótica que Madonna está tentando contar em sua MDNA tour.

Isso não quer dizer que o caos não é bem-vindo ou não é planejado. Chegar perto de uma arena de shows é muito parecido a ir às festividades do 4 de julho; se tudo for feito de maneira correta, será algo alto, brilhante e você se encontrará processando tudo aquilo por um bom tempo. Você está ali para o espetáculo, para o bombástico, pela oportunidade de ver algo maior que a vida, e tudo que diz respeito a MDNA tour tem a obstinação de preencher todo o seu periférico até o ponto de ter seu processador sobrecarregado, derretido.

O show já começou de maneira suficientemente bela, com monges moicanos entoando uma melodia assombrosa (enquanto gárgulas aladas tomam suas posições em cubos de LED que sobem e descem do gigantesco palco) e um turibulo fumegante gigante balança, espalhando incenso pela multidão. Estamos sendo abençoados ou perdoados? Telas de vídeo aparecem ao fundo, mostrando uma enorme cruz adornada com o MDNA e o fundo de uma catedral antiga, cuja natureza sombria, rica e pontiagudaparece ter saído de alguma peça de Alexander McQueen. Por trás das telas, as luzes são posicionadas de forma a parecer que raios de sol vazam por entre as frestas. Madonna entra na arena, rezando, antes que os vidros jateados das telas ao seu redor se quebrem de maneira alta e dramática, espalhando-se pelo chão e oficialmente dando início ao espetáculo. Nunca querendo se esquivar de suas controvérsas, Madonna pula da sala de oração vestida com uma burca e segurando uma metralhadora. A sutileza tira folga quando Madonna está na cidade.

Apesar do repertório ter sido moldado para o material mais recente, o álbum MDNA, mais do que alguns fãs gostariam, foi difícil pelo menos se preocupar em ouvir as músicas favoritas quando cada segundo deste mesmo repertório foi visualmente impactante. Em “Revolver”, Madonna nos lembrou de seu contínuo gosto por chocar. Aparecendo no cenário de um motel sujo em “Gang Bang”, vários intrusos (dançarinos arrepiantemente coreografados) se arrastam para seu quarto para encontrarem a morte horrenda pela pistola de Madonna e ela rindo satisfatoriamente enquanto as gigantes telas de LED que preenchem o fundo do palco são preenchidas com um vermelho sangue vivo. Uma dica bastante saudável das menções a cerca de Quentin Tarantino, assim como um lembrete que esta não seria uma viagem rápida pela Candy Land.

Dito isso, vale dizer que Madonna não foi destrutiva o tempo todo. Em “Express Yourself”, Madonna estava estonteantemente doce. Entrando com sua tropa e com algumas projeções fantásticas inspiradas na arte gráfica pop de Roy Lichtenstein, que ficam pipocando e girando o tempo todo, Madonna parecia que estava entregando o bastão para qualquer atual ou futura cantora pop para ao menos TENTAR ser ela. Uma banda de desfile entra no meio da música, com um exército de bateristas suspensos por fios por cima do placo, flutuando por sobre a multidão, tocando como se fosse uma coisa absolutamente normal estar a 100 pés do chão. Não é grande coisa, certo? Tudo isso para ser sutilmente danado, pois Madonna coloca “Born this Way” de Lady Gaga no meio de “Express Yourself” (elas são basicamente a mesma canção) no que pareceu algo como um cumprimento amigável para Gaga, até que ela termina a canção com um desafiante “She´s Not Me” (ela não sou eu – faixa do álbum anterior, “Hard Candy”, de 2008)

A narrativa do show foi solta e dispersa, com Madonna ascendendo do inferno ao céu, passando por uma chuva de cápsulas de projéteis, indo de canções antigas (“Open your Heart” com o trio Basco Kalakan nos vocais na percussão e mostrando seu próprio filho de 12 anos Rocco Ritchie como dançarino) da lenta e tocante canção de amor “Masterpiece”, antes de se jogar ao desfile art-deco de “Vogue” e à orgia andrógena e contorcionista de “Candy Shop”.

Até mesmo os clássicos de Madonna foram refeitos, com “Like a Virgin” se tornando uma esparça e lenta peça acompanhada pelo piano, virando a música de uma celebração ao relacionamento para uma desesperada e piedosa balada sobre uma indestrutível co-dependência. Junto com algum dos momentos mais sombrios, os segmentos criativos dos dançarinos (obviamente de certa forma inspirados pelos Jabbawockeez ) foram mais do mesmo, mas mais focados em elementos de auto piedade; “Erotica” teve uma trupe de aterrorizantes palhaços em volta do filme noir da cobertura de Madonna, e os gráficos pop de “Nobody Knows Me” remeteram às armadilhas da fama, como também fizeram um tocante tributo à crianças que (presumidamente) morreram devido a atos de bullying.

A sequencia de “I´m a Sinner” e “Like a Prayer” mostraram a Madonna clássica no seu melhor, mandando lembranças ao misticismo ocidental dos Beatles enquanto abraça a vida selvagem e convidando depois um coral de 35 membros para o palco para uma grande e celestial apresentação. Foi hilário (se não um pouco já esperado) continuar seu papel, mostrando sua atuação 2012, estando confortável em sua própria pele, versus a sua luta nos anos 80 com sua culpa católica. Ao invés de uma ascensão literal ao céu, Madonna ascende para um clube de dança inspirado em Tron para “Celebration”, trazendo uma tropa de dançarinos inspirados em DJs e transformando a Key Arena em uma pulsante nave espacial pronta para entrar em órbita. Espero que eles tenham caixas eletrônicos no espaço, porque algo me diz que viajar com Madonna não vai ser nada barato.

NOTA: Se suas interações gentis com a audiência servem de indicação, seus tempos de sotaque britânico falso parecem ter chegado ao fim. Ela também cantou (ao vivo) a maior parte do show. Ela se desculpou por sua garganta arranhada (culpando Vancouver e sua imensa nuvem de fumaça de maconha na noite anterior) e fez um trabalho admirável sendo uma líder de gang e cantora. Claro, houve alguma nota falha aqui ou ali, mas eu me sinto melhor sabendo que uma pessoa (e não uma faixa pre-gravada) está manejando o microfone nos shows de Madonna.

NOTA 2: Por mais que eu queira fazer piadas a respeito dos braços de Madonna (os famosos “scaryarms” em inglês – Nota do Tradutor) e não as tenho. A mulher estava absolutamente incrível.

Setlist do show:
Gregorian Chant Intro
Girl Gone Wild
Revolver
Papa Don’t Preach
Hung Up
I Don’t Give A
Heartbeat (Interlude)
Express Yourself/Born This Way
Give Me All Your Luvin’
Turn Up The Radio
Open Your Heart/Saggara Jo (Kalakan)
Masterpiece
Justify My Love (Interlude)
Vogue
Candy Shop/Erotica
Human Nature
Like A Virgin
Love Spent
Nobody Knows Me (Interlude)
I’m Addicted
I’m A Sinner
Like A Prayer
Celebration

Tradução: Gustavo Espeschit, em 03/10/12

Vídeo

Fotos (clique nas imagens para ampliá-las)

Crítica: “O show de Madonna foi um momento de honestidade frágil que permanecerá na memória de todos.”

“Oh meu Deus”

Como escrito nestas linhas, a abertura de “Girl Gone Wild”, da nova tour de Madonna, MDNA, faixa do novo álbum MDNA, reverberou em torno dos arredores cavernosos do TD Garden, um grande crucifixo digital adornado o Jumbotron no palco e coberta de manto transpassa no palco em meio ao balanço de um enorme turíbulo de incenso. Muitos presentes provavelmente pensaram imaginaram várias coisas: blasfêmia, um segmento circense e um punhado de hits de catálogo de três décadas da carreira de Madonna.

É um direito tirar conclusões, mas muitos erraram. E eu poderia até mesmo identificar o momento em que todos percebemos como nós estávamos errados, foi mais fácil que roubar doce de criança: quando Madonna surgiu no palco para começar o show com “Girl Gone Wild”, seu mais recente single de seu último álbum, MDNA, tivemos o direito de ver uma enorme metralhadora apontada para o ar. Em “Revolver”, 2009, que vem logo após, ela sangrou sua transgressão com mais sangue e depois com mais uma faixa do MDNA,”Gang Bang” — bem, vamos apenas dizer que Madonna levou a multidão de 30 mil pessoas a um lugar escuro que poucos esperavam minutos antes da Rainha da música pop da década entrar no palco.

Antes de me aprofundar em detalhes desagradáveis, porém, vamos voltar e obter uma perspectiva sobre o que estamos falando aqui: isso é Madonna, que é, sim, uma artista de música pop, com mais hits #1 que Elvis Presley. Mas ela também é um artista que, para a manter sua invejável carreira, ou pelo menos para ter total controle de sua estética e produção, tem se esforçado para confrontar os símbolos não só de uma sociedade que não entende bem o que ela apresenta às vezes para o público, mas um público que tem tentado fechar os olhos aos seus impulsos, querendo nada além do que um simples pop pop pop, e simplicidade não combina com Madonna. A carreira de Madonna, especialmente nos últimos 10 anos, tem sido uma questão de ceder ao mundo o pop que as pessoas almejam, mas com um gosto adicional de choque e admiração, uma questão de apostar mais no choque enquanto ela se torna cada vez mais agressiva.

Porque, vamos encarar, Madonna é uma das mais famintas estrelas pop que conhecemos. Com toda razão, também, uma vez que ela é, provavelmente, a estrela pop mais odiada e amada, com cada movimento seu escancarado para o público que presta atenção em qualquer coisa que ela faça. Cada álbum seu alcança o topo dos charts, mas não sem um coro de algumas críticas que ainda temem em falar que ela é irrelevante, e depois há as suas tentativas contínuas de uma carreira no cinema, agora como diretora com o lançamento do filme W.E., de 2012, e talvez apenas a apatia geral do público que pensa que ela é uma cadela persistente em continuar a reinar suprema década após década, quando muitos provavelmente queria que ela parasse e se comportasse como artistas de sua idade, remodelando, demonstrando seus hits antigos em forma de nostalgia em compilações em reconhecimento de que ela é personificada por seu auge dos anos 80. Mas Madonna está longe disso.

Para o seu show cheio de metáforas em Toronto com direito a máscaras numa encenação de uma peça de teatro repleta de crueldades, Madonna cantou em uma série de cenários em que tudo girava em torno dela como armas de assaltantes empunhando destruindo tudo, com a exibição de estiros de sangue Jumbotron grostescos que não nos deixava nos distrair com tanta informação acontecendo. Aquilo me lembrou de uma produção que vi de Titus Andronicus, com um cenário completamente branco repleto de sangue e com a polpa de assassinato até o final. Realmente foi uma espécie de pesadelo, como ela nos manteve em cativeiro suas fantasias mais sombrias e violentas, algo como aconteceu quando ela jogou ao mundo o livro Sex, em 1992 e forçou o rosto do público a olhar para o submundo escuro de suas fantasias mais retorcidas.

E ficou ainda mais pesado: uma breve pausa em “Papa Não Preach” foi cruelmente interrompida quando Madge foi abordada por um grupo de meliantes facialmente obscurecidos e que estavam vestidos com o que podia ser descrito como o uniforme de um esfarrapado bando de assassinos em série ou membros de grupos terroristas, um saco preto foi colocado sobre sua cabeça e ela foi amarrada a um par de longas varas e levados para centro do palco, onde ela nos serenata neste estado cativo para os doces tons do mega hit “Hung Up”, de 2005. Foi irônico, eu suponho, mas também uma terrível justa posição terrível, “terrível” no verdadeiro sentido da palavra. Isso me fez lembrar da melodia aterrorizante do álbum metal do Public Image Ltd., “Poptones,”, de 1979, quando uma mulher concentrada na música é atacada e levada a um bosque isolado para ser assassinada.

Como “Poptones”, Madonna sabe que pegar uma música pop, se é “Hung Up” ou “Papa Don´t Preach” ou “Girl Gone Wild” e fazer performances de músicas felizes em algo surpreendente com choques de terror que não lembra em nada do que já se viu antes. A maneira que ela implora “Don’t stop loving me, daddy,”, soa muito mais triste”; “time goes by, so slowly” é mais verdadeiro tanto com um saco na cabeça e uma arma na sua cabeça. Nas mãos erradas, a música pode ser uma tortura, se mesmo através da associação. Como cineasta em um mundo pós-Tarantino, Madonna sabe disso, e essa aventura toda parecia muito mais cinematográfica em termos de re-enquadramento de sua estética pop do que qualquer um de seus tours anteriores.

Madonna afrouxou seu controle sobre nós quando estava em 1/3 do show após uma rápida passagem com a música “I Dont Give A”, outra do álbum MDNA, mostrou-nos que ela realmente não está nem aí, exceto que ela está sim muito ‘aí’ quando falamos de seu meticuloso controle sobre seu espetáculo. Após o choque da abertura do início do espetáculo da passagem do MDNA Tour em Boston esta semana, muito violento, tudo parecia mais vivo, se somente na sua exibição de próprio esforço. Quando “Open Your Heart” inundou as ondas das rádios com sua suave melodia em 1986, parecia um leve pettifour na obra de Madonna; mas esta noite, trechos como “Eu tive que trabalhar muito mais do que isso para algo que eu quero, não tente resistir a mim,” me senti tão sincero e tão ameaçador.

A parte central deste show, após o Grand Guignol (famoso teatro francês) do choque da abertura, foi o imponente meigo hit “Vogue”, seguido de uma íntima volta ao hit de 1984 “Like A Virgin”. Para o primeiro, Ciccone surgiu com o cabelo puxado para trás, calça reta preta e uma camisa branca customizada; para este número, ela não dança tanto quanto enquanto supervisiona seus dançarinos com precisão exigente, agilmente suportando e a agitação em torno do seu círculo social com comando garantido. Era um certo tipo de círculo completo para esta dançarina antiga que se afastou do ofício para tentar a sorte no mundo post-punk de Nova Iorque, que como dizia a sua famosa professora, a lendária Pearl Lang, “eu acho que eu vou ser uma estrela do rock.” Lang pode finalmente aprovar o equilíbrio de Madonna esta noite, ou talvez não — novamente, toda a carreira da Madonna tem girado em torno de evitar situações onde ela precisa desse tipo de aprovação ou aceitação. O que explica por que ela sempre teve uma preocupação lírica com sua coreografia no palco e também porque seus momentos de confronto parecem menos destinados a qualquer pessoa presente e mais a si e suas próprias expectativas.

“Like A Virgin”, então, era o momento de fragilidade, após do rolo compressor que certamente foi “Vogue”; sozinha e seminua na passarela com apenas um piano solitário como acompanhamento, Madonna cantou de uma forma devagar e sugestiva diferente do arranjo original e despojada quase nua até que gritou tranquilamente sua mensagem de um anseio por coisas que todos já decoraram com a letra da canção. “Your love thawed out what was getting cold,” ela entoou, rolando sexualmente no chão em uma combinação de agonia e êxtase e que foi uma performance mais pessoal possível, como se estivesse sozinha em sua cama e não numa arena. A natureza discreta dos flagrantes da música de alguma forma mostrou que esse show não era para as massas, mas para Madonna e ela sozinha, sua necessidade de exorcizar seus debates internos, e que o público é apenas um acessório essencial para que o show fosse inesquecível. Mesmo que, com o atraso e com isso deixamos o estádio 1h30 mais tarde, toda a arena eufórica com a performance de “Like A Prayer” e “Celebration”, resplandecente com um coro fazendo jus ao seu status de realeza, o show de Madonna foi um momento de honestidade frágil que permanecerá na memória de todos.

by Daniel Brockman (The Boston Phoenix)

Sem “Like A Virgin” no show na Escócia e canal de TV debate a relevância de Madonna

Madonna

Madonna teve problemas no show deste sábado em Edinburgh, na Escócia, no Murrayfield Stadium, com o MDNA Tour. Outro problema é que é proibido pelo governo local o uso de armas em espetáculos, mas Madonna não acatou as ordens dos policiais e fez o show habitual, mesmo depois da chacina que aconteceu na cidade de Denver 36 horas antes.

O show de Madonna correu o risco de ser suspenso por causa do uso de armas no palco. Graeme Pearson, membro do comitê de justiça de Holyrood declarou à imprensa: “Madonna e seus dançarinos usando réplicas de armas foi de um extremo mau gosto, ainda mais dado ao que aconteceu em Colorado, nos Estados Unidos. Ela deveria saber disse. Foi grosseira e insensível,” disse.

Além disso, por causa do horário (o mesmo caso da Inglaterra), o show deveria ter começado mais cedo, 20h30 (horário local), mas Madonna atrasou duas horas e por isso teve que abreviar o espetáculo.

- O cenário de “Gang Bang” estava de volta, tudo certo!
- Atraso de duas horas.
- Por causa da forte chuva, o show teve dois pequenos cortes. Madonna não performou “Like a Virgin” e “I’m Addicted”. Quando ela começou o strip em “Like A Virgin”, ela logo pulou para “I´m A Sinner”.
- O interlude de “Nobody Knows Me” não teve a apresentação dos bailarinos.
- Num momento de descontração, Madonna disse: “A última vez que estive na Escócia eu me casei. Vamos esperar que esta visita seja mais inesquecível.”

Vídeo: Papa Don´t Preach e Hung Up

Durante a edição de quinta-feira da Escócia Tonight, o jornalista Beverly Lyons do programa Daily Record showbiz disse que acredita que Madonna ainda é a celebridade mais relevante até hoje.

Ele disse no programa que Madonna é uma artista que gera assunto a todo instante e que é impossível não falar dela.

Garry Spence, da Capital FM, questionou se levar metralhadoras ao palco do MDNA Tour era necessário, mas também concordou que ela ainda era importante no mundo atual da pop. “Sua genialidade e inteligência a mantém no topo das paradas com 15 álbuns #1 no país,” fechou. Assista:

Setlist oficial do Madonna MDNA World Tour 2012

Madonna MDNA World Tour Setlist

Já começaram os preparativos para o tão aguardado retorno da rainha do pop Madonna aos palcos. Enquanto o palco do MDNA é montando em Tel Aviv para a grande estréia do Madonna MDNA World Tour 2012 nesta semana, dia 31, no Ramat Gam Stadium em Tel Aviv, Israel, já podemos confirmar o setlist do show. Saiba quais as músicas que Madonna cantará até dezembro deste ano, caso não tenha uma segunda parte em 2013.

1.Act of Contrition / Girl Gone Wild
2.Revolver
3.Gang Bang
4.Papa Don’t Preach
5.Hung Up
6.I Don’t Give A
7.Best Friend / Heartbeat (INTERLUDE)
8.Best Friend
9.Express Yourself
10.Give Me All Your Luvin’
11.Turn Up The Radio
12.Open Your Heart
13.Masterpiece
14.Justify My Love (INTERLUDE)
15.Vogue
16.Candy Shop
17.Human Nature / Erotica
18.Like A Virgin
19.Nobody Knows Me (INTERLUDE)
20.I’m Addicted
21.I’m A Sinner
22.Like A Prayer
23.Celebration

A turnê divulgará o novo trabalho de Madonna, MDNA, que conta com os singles ‘Give Me All Your Luvin”, ‘Girl Gone Wild’, ‘Masterpiece’ (single promo UK e Rússia) e ‘Turn Up The Radio’ (próximo lançamento).

Depois de Tel Aviv, as apresentações seguirão para as cidades de Abu Dhabi (3 de junho), Istambul (7), Zagreb (11), Milão (14), Florença (16), Barcelona (20), Coimbra (24) e Berlim (28). Em julho, Madonna pela Europa até chegar aos Estados Unidos no mês seguinte. Em dezembro, finalmente, a cantora desembarca no Brasil. Por aqui os shows acontecerão dia 1° na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro, dia 4 no Estádio do Morumbi, em São Paulo, e dia 9 no Estádio Olímpico, em Porto Alegre.

Mais rumores sobre o setlist da nova tour de Madonna, o MDNA Tour 2012

Madonna World Tour 2012 posterMadonna começa sua turnê mundial, Madonna MDNA World Tour, no final deste mês em Israel. Duas semanas antes do primeiro show, uma lista de músicas que farão parte da tour foi divulgada. Se alguém acredita neste setlist, Madonna deve interpretar oito músicas de seu último álbum “MDNA” e clássicos.

A tour inicia no dia 31 de maio em Tel Aviv, em Israel. De acordo com um novo setlist que circula, Madonna deve abrir o show com uma faixa antiga e não por uma faixa do álbum MDNA. Pelos rumores, a rainha do pop surge no palco cantando a música “Act Of Contrition”, do álbum “Like A Prayer”, de 1989, e segue com o segundo single de seu novo álbum “Girl Gone Wild” com trechos de “Material Girl”,  ”Revolver” (2009) e então mais uma faixa do álbum MDNA, “Gang Bang”, ”Papa Não Preach” (1986) e “Hung Up” (2005).

A surpresa? Rumores dizem que Madonna decidiu fazer um “tributo” (entenda como quiser) indireto a cantora Lady Gaga num mashup de “Express Yourself” com a música “Born This Way”, de Gaga. Como as faixas são semelhantes e geraram tanta polêmica para Lady Gaga, qual será a intenção de Madonna com isso?

As faixas do álbum MDNA, de Madonna, que até o momento estão no setlist do MDNA World Tour são “I Don’t Give A”, “Turn Up The Radio”, “Give Me All Your Luvin’”, a balada “Masterpiece”, “I’m Addicted” e “I’m A Sinner”.

Apesar da ausência de faixas dos álbuns “Music” e “Ray of Light” no setlist até o momento, clássicos antigos como “Open Your Heart”, “Justify My Love”, “Vogue”, “Human Nature” e “Like A Virgin” incorporarão a nova tour de Madonna.

1- Act of Contrition (from Like A Prayer, 1989)
2- Girl Gone Wild (meets Material Girl) (from MDNA, 2012)
3- Revolver (from Greatest Hits, 2009)
4- Gang Bang (from MDNA, 2012)
5- Papa Don’t Preach (edit) (from True Blue, 1986)
6- Hung Up (MDNA remix) (from Confessions On The Dance Floor, 2005)
7- I Don’t Give A (rock remix) (from MDNA, 2012)
8- Best Friend/Heartbeat (interlude)
9- Express Yourself (meets Born This Way) (from Like A Prayer, 1989)
10- Turn Up the Radio (from MDNA, 2012)
11- Give Me All Your Luvin’ (Just Blaze remix) (from MDNA, 2012)
12- Open Your Heart (meets Sagarra Jo by Kalakan) (from True Blue, 1986)
13- Masterpiece (featuring Kalakan) (from MDNA, 2012)
14- Justify My Love (William Orbit remix -interlude) (from The Immaculate Conception, 1990)
15- Vogue (from I’m Breathless, 1990)
16- Candy Shop (from Hard Candy, 2008)
17- Human Nature (from Bedtime Stories, 1994)
18- Like a Virgin (from Like A Virgin, 1984)
19- Nobody Knows Me (interlude)
20- I’m Addicted (from MDNA, 2012)
21- I’m a Sinner (meets Cyberraga) (from MDNA, 2012)
22- Like a Prayer (from Like A Prayer, 1989)
23- Celebration (from Greatest Hits, 2009)

Nada oficialmente confirmado pela equipe de Madonna, mas em duas semanas, todos os mistérios serão relevados.

Ensaios do Madonna MDNA World Tour começam em arena começa nesta segunda-feira

O MADONNA WORLD TOUR, ou MDNA WORLD TOUR, de acordo com o jornal Newsday, Madonna e a sua equipa começam nesta segunda-feira os ensaios na arena Nassau Coliseum em Nova Iorque. A cantora e sua equipe já estão na fase final dos ensaios e partem agora para o trabalho mais pesado antes do primeiro show, dia 29 de maio, em Israel.

Os ensaios já acontecem com toda a estrutura de palco da nova tour de Madonna montada, iluminação e projeções, e num acordo entre a arena e a Live Nation, empresa responsável pelo novo show de Madonna, os empregados do Coliseum e a equipe de Madonna ensaiam na arena até final de Maio. Os empregados do Coliseum não darão qualquer tipo de informação sobre os ensaios devido ao contrato de confidencialidade.

Até o momento, a nova tour de Madonna possui 76 datas confirmadas e outras serão anunciadas em breve como no caso da America do Sul, por exemplo. Madonna, que já vendeu mais de 300 milhões de discos, passou pela Nassau Coliseum com sua tournê Blond Ambition, em 1990.

Madonna detém o recorde de tour feminina de maior sucesso da história com a “Sticky & Sweet Tour”, de 2008-2009, que faturou $408 milhões de dólares por 85 shows. Seu novo álbum, MDNA, foi lançado no dia 26 de março e vendeu um total de 1.280.000 milhão de unidades na primeira semana em todo mundo.

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MADONNA MDNA WORLD TOUR 2012: Rumores do set-list e ensaios

MADONNA - MDNA WORLD TOUR 2012Falta pouco mais de um mês para Madonna cair na estrada com o MADONNA WORLD TOUR, ou agora, MDNA WORLD TOUR, que terá início em Tel Aviv no dia 29 de maio, e muitos rumores sobre como será a tour de 2012 já começaram a pipocar nos fãs sites. Hoje o Madonnarama divulgou algumas informações.

Eis a lista preliminar da tour (músicas cotadas, ensaiadas – nada definitivo)

Gang Bang
Open Your Heart
I’m Addicted
I’m Sinner
Some Girls
Give Me All Your Luvin’
Girl Gone Wild
Turn Up The Radio
Love Spent
Justify My Love
Bedtime Story
Express Yourself
Get Together
Sorry
B-Day Song
Give It 2 Me
Revolver
Beautiful Killer
Falling Free
I Dont Give A
Everybody
Veras/You´ll See
Physical Attraction
Celebration
Holiday
Ray Of Light

A nova tour de Madonna, MDNA World Tour começa com cantos religiosos com Girl Gone Wild que, tal como na versão do álbum, inclui Act to Contrition e até partes do single de 1985 “Material Girl”. Em seguida, entra “Revolver”, de 2009, como vídeo backdrop iniciando assim “Gang Bang”. A quarta música será “Papa Don’t Preach” numa versão totalmente 2012.

“Hung Up”, grande hit de Madonna de 2005 e que todos já estão enjoados, segue reformulada e dá lugar as novas “I Don’t Give”, numa versão bem pesada com guitarras e “Best Friend” (numa versão semelhante a Heartbeat, do álbum “Hard Candy”)

“Express Yourself” trará muitas surpresas e o primeiro single do álbum MDNA, “Give Me All Your Luvin” num remix Just Blaze Remix, seguida por “Turn Up The Radio”.

Outra velha canção de Madonna é “Open Your Heart”, de 1986, e então chegamos a mais uma do álbum MDNA, “Falling Free”, numa versão muito semelhante com a do álbum, porém, com sons de violino mais proeminentes.

A segunda parte do show de Madonna, o Madonna World Tour, também inclui uma versão completamente renovada do remix de William Orbit para “Justify My Love“, incluindo novas letras, e um video interlude de “Nobody Knows Me“.

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