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Madonna – um clássico da MTV

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Who is the master? Who is the slave? A MTV sempre ganha pontos no quesito criatividade. Tanto é que seus comerciais são sempre lembrados pela audiência, fiel a programação.

Desta vez, para promover o “MTV Classic”, a emissora – que tem na sua grade o programa no Reino Unido e na Irlanda – divulgou um vídeo com diversos artistas incônicos da música, considerados clássicos do mercado fonográfico Pop e Rock, como Madonna, Michael Jackson, Beyoncé, Slash, Kylie Minogue e dentre outros, de várias gerações.

Review: Impossível competir com Madonna

Madonna

Madonna é considerada uma lenda viva, um ícone cultural, uma das melhores e mais influentes artistas na história da música americana e, na noite de 1º de novembro, nós descobrimos o porquê no Scottrade Center: trabalho árduo e carisma natural.

Se acreditarmos em qualquer das falhas de personalidade dela sobre as quais temos sido informados, ela precisa e quer ser o centro das atenções o tempo todo. Esta qualidade pode ser a mais o traço mais distinto de uma estrela pop, e Madonna é, indiscutivelmente, a maior estrela do mundo. A morte de Michael Jackson não deixou dúvidas sobre quem carregará a coroa. Os maiores astros de estádios como Bruce Springsteen e Prince podem representar uma boa competição, mas Madonna é a Rainha.

É especialmente interessante considerar que Madonna é um camaleão de estilos e cultura. Houve a Madonna punk dos anos 80, a religiosa, a controversa, a sadomasoquista, a mística, a Evita, a baladeira e assim por diante. Todas essas Madonnas estão aí e são amadas, mas o interessante é como ela traduz e comprime todas essas personalidades no palco do show. Uma enorme produção, incluindo um palco gigante, telas imensas, luzes, lasers, filas de dançarinos, clipes de intervalo e uma banda, não distraem ou minimizam o poderoso carisma dela.

O show de abertura de Paul Oakenfold foi uma seleção decente e justa pra animar a multidão. Ele gentilmente tocou versões eletrizantes de Mr. Brightside, do The Killers; Satisfaction, dos Rolling Stones; Sweet Dreams, dos Eurythmics; Otherside, dos Red Hot Chili Peppers; e não menos do que três músicas da Rihanna. Basicamente, foi tedioso, mas funcionou. Parecia algo ignorável, tocado em qualquer boate no fim de semana.

Neste momento, Oakenfold é mais um senhor da música eletrônica do que um membro ativo e inovador da cultura, mesmo assim mandou um pouco de Sandstorm, do DJ Darude, para os clubbers que lá estavam. Como os mais populares DJs em grandes eventos, ele não parecia estar fazendo muita coisa atrás do painel de LED. Havia uma câmera sobre ele o tempo todo, mas, de maneira reveladora, o único momento em que mostrou as mãos escondidas dele foi no final, quando ele abaixou o volume.

Um show da Madonna é mais do que apenas música, é a apresentação ao vivo da arte dela, o que representa ela mesma. Não há um jeito fácil de apresentar exatamente todos os seus visuais, fases e explorações musicais em um set de uma hora e meia.

Ela aborda o dilema terminando o show com seções diferentes, todas apresentando humores, atitudes, tipos de música e figurinos diferentes. Ela já está há três décadas numa carreira musical enorme, internacional e inconcebível, e seria impossível (e cansativo) pra ela tocar todas as músicas que os fãs queiram ouvir.

Madonna

Há uma dificuldade que precisa ser dita quando tenta-se compartimentar uma lista de opções tão longa e diversa. Este problema foi resolvido através da referência a outros sucessos durante a apresentação. Por exemplo, Hung Up conteve pitadas de tanto Papa Don’t Preach como Live To Tell. E, durante Express Yourself, Miss Madge até mesmo deu um golpe merecido em Lady Gaga ao jogar alguns versos do sucesso roubado Born This Way no meio da canção.

Por nunca insinuar ou ser sutil, Madonna é direta em sua vida e em seus shows. Ela é uma artista bem literal, andando na corda bamba pra ilustrar uma tensa emoção, agarrando suas partes ao cantar sobre sexo, rastejando no chão pra imitar uma angústia e atuando de forma convincente em alguns cenários de contação de histórias (especialmente durante a apresentação de Love Spent, uma faixa de destaque no novo álbum MDNA).

Sob as luzes de Madonna, tudo é líquido. O chão do palco se transforma numa plataforma elevada, os dançarinos se formam numa escadaria humana e a senhora da noite troca tanto de figurino, quanto de cabelo e humor com facilidade. Ela começou a noite como algum tipo de líder Illuminate sombria antes de mudar para uma violenta Bond Girl; uma mulher buscando orientação religiosa; a líder de uma banda de fanfarra; uma estrela da cena de Factory, de Andy Warhol; uma amante de cítara e seguidora do guro Maharishi Mahesh Yogi; uma anfitriã bem afetada e daí um tipo de druida futurista do espaço sideral, com um pouco da energia dominatrix aqui e ali.

Se ela tem alguma constante, é o fato de estar sempre mudando. Esta é a verdade em todas as suas explorações, mas Madonna ainda tem algumas cenas e visuais próprios. Mas, por estar na cena por tanto tempo, tudo sobre ela é familiar. Das suas sobrancelhas distintas às pontas nítidas de seu lábio superior às coxas saradas ao estilo de dançar e presunção, parece que conhecemos tudo, mas ela ainda consegue fazer as músicas e os visuais parecerem frescos. É tudo ainda muito Madonna, mas ela sempre mistura o estilo. Ela mantem as canções antigas interessantes por apresentá-las de novas maneiras como quando cantou uma versão lenta e quase macabra de Like A Virgin.

Mesmo com todo esse pensamento e esforço e profissionalismo, alguns pontos não foram tão bons assim. Human Nature precisou de mais efeitos de hip-hop (como na versão do álbum) e Masterpiece foi, de longe, o ponto mais fraco da noite. Mesmo assim, quaisquer pequenas falhas foram mais do que compensadas quando o show terminou. Like A Prayer sozinha valeu o preço exorbitante do ingresso. Todos os dançarinos estavam no palco numa estrutura elevada, vestindo túnicas e balançando e batendo palmas como um coral gospel, com Lady Madonna pregando. Posso ouvir um “Amém”?

CADERNO DO CRÍTICO:

Multidão: Parecia haver várias senhoras mais velhas tendo a “Noite das Mamães”. Havia também muitas senhoras vestidas com diversas eras de Madonna, saias redondas dos anos 80, provando ser especialmente populares. Muitas e muitas fantasias que sobraram do Halloween.

Família: Rocco, filho de Madonna, atuou como dançarino-júnior, unindo-se a ela no palco em algumas canções e até mesmo explodindo em seu próprio solo de dança.

Problema: Durante I’m A Sinner, o retorno auricular e o microfone de Madonna lhe deram problemas. Ela parou a canção e esperou pela troca antes de recomeçar, mas não antes de pedir perdão à plateia e evocar piedade daqueles que lá estavam quando ela resmungou em tom de brincadeira: “Este é o meu pior pesadelo”.

Gostosura: Levando em consideração o fato de que Madonna é uma mulher que construiu sua carreira parcialmente em seu corpo e sexualidade, não acho ser irrelevante mencionar que ela estava incrível. Ela está mais linda e, de algum jeito, mais charmosa na carne, e seus figurinos justos não deixaram dúvida de que o corpo dela ainda está demais. Mas é louco assisti-la e perceber que ela é real. Ela é tão pequena quando você a vê pessoalmente que é difícil se conscientizar de que esta pessoa pequenina tem sido tão influente.

Diva: Quando Madonna espiou em alguns fãs sentados durante o show, ela os chamou. Ela quis que todos levantassem e dançassem, e, gentilmente (mas firmemente), os envergonhou até que a obedecessem (“Vocês não têm permissão pra sentar na porra da cadeira!”).

Riverfront Times - Tradução de Leonardo Magalhães.

Madonna supera Michael Jackson em vendas de singles

Madonna Singles Sales

A Rainha do Pop Madonna superou o Michael Jackson na venda de singles no Reino Unido, como confirma o Official Singles Chart. Madonna já ultrapassou 17,6 milhões de vendas e só fica atrás de lendas como Beatles, Elvis Presley e Cliff Richard, que venderam, cada um, mais de 21 milhões de cópias.

Madonna é a 4ª artista que mais vendeu singles no Reino Unido ao longo de toda sua carreira.

Foi divulgado o ranking, que traz os 12 maiores vendedores desde 1952, traz ainda Michael Jackson na 5ª posição, com 15,3 milhões, Elton John em 6º, com 14,8 milhões, Rihanna em 10º, com 10,2 milhões, e Kylie Minogue em 12º, com 10,1 milhões.

Confira a lista:

The Beatles 21.9m
Elvis Presley 21.6m
Cliff Richard 21.5m
MADONNA 17.6m
Michael Jackson 15.3m
Elton John 14.8m
Queen 12.6m
Abba 11.2m
David Bowie 10.6m
Rihanna 10.4m
Paul McCartney 10.2m
Kylie Minogue 10.1m

95,6% dos ingressos da tour de Madonna vendidos nos Estados Unidos

Madonna MDNA World Tour

Madonna estás prestes a entrar em tour, o MDNA World Tour começa dia 31 em Israel. O presidente da Live Nation, Arthur Fogel, contou ao Wall Street Journal nesta quinta-feira, 10, que só para os shows nos Estados Unidos, Madonna vendeu 653.000 ingressos para as 43 datas norte-americanas programadas até o momento, e afirmou que esta será a tournê mais rentável da história.

Apenas 30.000 bilhetes continuam disponíveis para a turnê em 36 cidades, sendo que 80% destes ingressos são os de cadeira simples ou reservados para espectadores com deficiência. Ou seja, 95,6% de todos os ingressos disponibilizados para venda já foram vendidos.

“Estão praticamente esgotados os ingressos para os shows de Madonna nos Estados Unidos.” Além disse, ele afirmou que dos que compraram os ingressos na pré-venda, apenas 30% deles incluíram o álbum MDNA no pacote, e que o restante das vendas foram feitas em lojas. O novo álbum de Madonna, MDNA, que debutou em primeiro lugar na Billboard com vendas de 359 mil unidades nos Estados Unidos, 159 cópias vieram das vendas casadas com os ingressos, e não 70% como a mídia publicou.

Sem qualquer tipo de promoção, o último álbum de Madonna, MDNA, recebeu certificado de platina dupla esta semana com vendas de 80 mil unidades do CD em apenas dois meses de vendas. O álbum Hard Candy, de 2008, apesar de ter vendido mais de 125 mil unidades, ainda precisa receber suas certificações. Para que a ABPD certifique um álbum, a certificação é paga pela gravadora.

As vendas no Brasil de artistas internacionais são contabilizadas a partir de 1990, data que as apurações da ABPD começaram. A primeira posição na lista é do cantor norte-americano Michael Jackson com mais de 4 milhões de cópias comercializadas seguido por Madonna com 3,5 milhões (lista de 2010). Na realidade, as vendas de Madonna no Brasil ultrapassam a 5 milhões de unidades ou mais (sem números exatos) e Madonna é cantora que mais vendeu por aqui.

A Rainha do Pop apresenta-se em Brasil, no mês de Dezembro, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre.

Bônus: Vendas da fase Madonna – MDNA – pelo mundo:

MADONNA – MDNA (ÁLBUM) (distribuição – Shipments)

USA: 500.000
Canada: 80.000
Brazil: 80.000
Mexico: 30.000
Argentina: 20.000
Colombia: 20.000
Venezuela: 5.000
America: 720.000

UK: 100.000
France: 100.000
Germany: 100.000
Italy: 60.000
Austria: 10.000
Belgium: 15.000
Bulgaria: 5.000
Czech Rep: 5.000
Denmark: 10.000
Finland: 20.000
Greece: 12.000
Ireland: 7.500
Norway: 15.000
Poland: 20.000
Portugal: 7.500
Romania: 5.000
Russia: 55.000
Spain: 20.000
Switzerland: 15.000
Europe: 615.000

Australia: 35.000
New Zeland: 5.000
Oceania: 40.000

Japan: 100.000
Hong Kong: 7.500
India: 4.000
Taiwan: 10.000
Asia: 175.000

South Africa: 20.000
Turkey: 35.000

Total: 1.675.000

Give Me All Your Luvin’

Madonna - Give Me All Your Luvin'

USA: 545.000
Canada: 65.000
UK: 50.000
France: 55.000
Germany: 70.000
Italy: 45.000
EUROPE: 280.000
Australia: 17.500
Japan: 15.000
South Korea: 365.000
Total: 1.315.000

Girl Gone Wild

Madonna Girl Gone Wild Single

USA: 85.000
Canada: 7.500
UK: 3.500
France: 10.000
Germany: 12.500
Italy: 12.500
EUROPE: 50.000
Australia: 2.500
Japan: 15.000
South Korea: 80.000
Total: 245.000

Single “Masterpiece”

UK: 10.000
EUROPE: 25.000
Total: 35.000

MADONNA 2012: Madonna é eleita um dos mais influentes ícones da moda de todos os tempos

Madonna - Hard Candy Promo Shot - 2008Anualmente, a TIME MAGAZINE faz a sua lista das 100 pessoas mais influentes do mundo e essa lista muito elogiada vem sempre acompanhada de listas suplementares, incluindo a dos 100 maiores ícones da moda de todos os tempos.

A maioria da lista é composta por designers e marcas, modelos e fotógrafos, mas muitas celebridades que serviram de inspiração para a moda figuram na lista como Josephine Baker, James Dean, Farrah Fawcett, Jean Harlow, Audrey Hepburn, Grace Kelly, Bettie Page e a princesa Diana e artistas como Beatles, David Bowie, Michael Jackson, Madonna e (sim) Lady Gaga. Ah, a primeira dama dos Estados Unidos não poderia faltar nas 100 mais: Michelle Obama.

A revista destaca a influência de Madonna como um ícone fashion e escreveu: “Ela abraçou no início como um ídolo de moda — especialmente para a geração mais jovem — Madonna nunca deixou de nos surpreender e tão pouco em nenhum momento perdeu o controle da sua carreira ou sua aparência. De vestido de noiva aos famosos sutiãs de cone a boxeadora, qualquer coisa que Madonna usou virou referência para uma legião de pessoas ao redor do mundo.” 

Gaga é elogiada por ser “tão notória em seu estilo escandaloso do que seus hits pop.”

Veja a lista completa.

 

MADONNA CHART MDNA – Madonna emplaca seu 12º álbum em primeiro no Reino Unido

Madonna - MDNA cover capaO primeiro álbum de estúdio de Madonna pela Interscope, MDNA, depois de mais de 25 anos como artista da Warner Music, debutou em 1º lugar no Reino Unido com vendas de 56,335 mil cópias, 155.84% de diferença em relação o segundo colocado, David Guetta Nothing But The Beat, com vendas de 22,020 mil cópias.

MDNA é 12º álbum de Madonna a  emplacar a primeira posição se considerarmos a trilha sonora de EVITA, de 1996. Sendo assim, ela ultrapassa Elvis Presley que detinha o recorde de artista solo com mais #1 álbuns. No entanto, ela se iguala a Elvis como top solo artist. The Beatles continuam como os artistas com mais álbuns em primeiro lugar com um total de 15 number ones.

Apesar das vendas fortes em relação ao DJ e produtor David Guetta, MDNA vendeu consideravelmente menos que seu álbum de estúdio antecessor, Hard Candy, que abriu a primeira semana com vendas de 94,655 cópias em maio de 2008, e menos ainda com o 10º álbum de Madonna, Confessions On A Dancefloor, 217,610 mil cópias em seu debut em 2005.

MDNA é o sexto disco número 1 de Madonna no século 21, igualando-se a banda Westlife e ao rapper Eminem, mas atrás do britânico Robbie Williams com sete álbuns no topo das paradas desde 2000. Contando com o álbum Progress, do Take That, Robbie possui oito álbuns #1, e Eminem com sete discos se contarmos seu D12 World.

Madonna também, desde 2000, soma agora oito semanas em 1º lugar, ficando atrás de artistas como:

- Robbie Williams (24 semanas como cantor solo)
- Eminem (23)
- Adele (22)

No total de semanas no Top 75, Madonna soma com MDNA 337 semanas – sendo a 9º artista da lista com mais semanas no Top 75, já que P!nk domina como cantora solo (372 semanas). A banda Coldplay lidera com 436, Take That com 389 e Robbie Williams 382 semanas.

Madonna também é uma das maiores vendedoras de álbuns do século 21 até dia 25 de março, totalizando 7,279,423 milhões. Na sua frente temos Robbie Williams com 14,043,554 milhões, Westlife (11,703,404), Coldplay (10,723,737), Take That (10,698,446), Eminem (8,764,179 solo), Michael Jackson (8,560,586 solo) e Michael Buble (7,864,929). Este número é suficiente para fazê-la a top female solo artist. Madonna está à frente da cantora Adele (6,250,566), P!nk (6,235,719), Dido (6,192,295) e Rihanna (5,860,745). Se você acha que Lady Gaga deveria estar entre as que mais venderam, mero engano, suas vendas são de 3,892,092.

MDNA não é o único álbum de Madonna a estrear no Top 75 esta semana. O caça-níquel da Warner, The Complete Studio Albums 1983-2008 – a Maverick/Warner Bros./Sire/Rhino box set – contendo seus 11 álbuns de estúdio, debutou no #70 lugar vendendo 2,055 mil unidades.

UK 2000-2012

Artistas com mais #1 álbuns
#1 Robbie Williams (7)
#2 Madonna (6)
#2 Westlife (6)
#2 Eminem (6)

Mais semanas no Top 75
#1 Coldplay (436)
#2 Take That (389)
#3 Robbie Williams (382)
#5 Pink (372)
#9 Madonna (337)

Artistas que mais venderam
#1 Robbie Williams (14,043,554)
#2 Westlife (11,703,404)
#3 Coldplay (10,723,737)
#4 Take That (10,698,446)
#5 Eminem (8,764,179 solo, plus 725,957 com D12)
#6 Michael Jackson (8,560,586 solo, plus 404,358 com the Jacksons/Jackson 5)
#7 Michael Buble (7,864,929)
#8 Madonna (7,279,423, plus 56,335 MDNA)

Cantoras que mais venderam
#1 Madonna (7,279,423, plus 56,335 MDNA)
#2 Adele (6,250,566)
#3 Pink (6,235,719)
#4 Dido (6,192,295)
#5 Rihanna (5,860,745)

Redfoo, do LMFAO, comenta sobre sua apresentação com Madonna no Super bowl

Performar com Madonna em seu show no intervalo do Super Bowl foi um sonho que se tornou realidade para a dupla LMFAO, duo dance-pop formado pelo rapper-produtor Stefan Gordy aka Redfoo e seu sobrinho Sky Blue (Skyler Gordy). “Se Michael Jackson é o nosso número um, Madonna é a número dois em inspiração em tudo que fazemos”, diz Redfoo Rolling Stone.

O que passou pela sua mente quando Madonna estava sob seus ombros?

Não sei quantas pessoas estavam no estádio, mas eles não existiram. Tudo o que havia era eu e Madonna. No ensaio, ela disse: “Se você estava malhando mais, você pode me levantar com mais facilidade.” Seus bíceps são bem mais fortes que o meu. Ela era como, “temos que pular corda.”

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Madonna já teve música rejeitada por Michael Jackson

Madonna contou ao jornal inglês The Times por que nunca gravou com Michael Jackson. Segundo a cantora, Jackson era tímido e considerava suas músicas muito provocantes.

“Nós passamos muito tempo juntos, nos tornamos amigos, mas nunca trabalhamos juntos. Escrevi várias músicas e mostrei para ele, mas ele não gostava de nenhuma. Ele não queria ser provocante, então lhe disse: ‘Por que me procurou?’ É como pedir Quentin Tarantino que não coloque violência em seus filmes. Michael era muito tímido”, disse ela.

Madonna falou ainda sobre como Jackson era tratado pela mídia. “Quando ouvi que ele morreu, a primeira coisa que veio à minha cabeça foi a palavra ‘abandono’. Sinto que todos nós o abandonamos, o colocamos em uma caixa e o rotulamos como uma pessoa estranha”

“Me doia vê-lo sendo acusado de coisas horríveis, de molestrar crianças e tudo mais que ninguém pôde provar. Sei como é porque também já fui acusada de muitas coisas. Quando adotei David, diziam que o tinha sequestrado. Isso é horrível. Fiquei muito magoada”, concluiu.

Quem vai ocupar o trono de Michael Jackson?

Em 2003, a revista Rolling Stone americana cravou: esqueçam Michael Jackson – o trono de Rei do Pop é de Justin Timberlake. Na época ainda colhendo os frutos de seu álbum-solo de estreia, Justified (2002), o americano tinha o mundo do entretenimento a seus pés: vendeu 3 milhões de cópias numa era em que os programas de compartilhamento de arquivos deixavam a indústria fonográfica mais fraca a cada dia.

Após a morte de Michael Jackson, as previsões da Rolling Stone não se concretizaram. Hoje, Timberlake é apenas mais um ícone em uma cena pop fragmentada e dispersa, que apesar de trazer grandes nomes, como Lady Gaga e Beyoncé, ainda não trouxe nenhum substituto à altura para assumir o lugar de Michael como o novo Rei do Pop. Ao menos, na opinião de produtores, DJs e jornalistas especializados no assunto.

O mundo da música pop não é mais o mesmo: hoje, tanto o mercado quanto os artistas sentem que a cena musical não comporta mais grandes ídolos, que reinem isolados e sejam unanimidade. “O mercado musical mudou completamente. Hoje temos mais artistas em destaque, além da segmentação do público. O pop hoje tem tantas facetas que é muito improvável um artista consolidar todas a ponto de ser o rei do estilo”, afirma o produtor e DJ Deeplick.

O jornalista André Forastieri concorda: mesmo com a internet ajudando na divulgação de muitos artistas, não existe espaço hoje para nada que seja definitivo, hegemônico. “O mundo mudou – aqueles clichês todos, globalização, internet, multiculturalismo. Michael Jackson, quando se autobatizou Rei do Pop, já não era mais. Foi, mas na época de Thriller; Madonna, a rainha. Não tinha para ninguém. Hoje não há mais espaço para essas presenças mitológicas, monolíticas”, afirma ele.

“O que Michael Jackson conseguiu foi inédito, e provavelmente ninguém mais conseguirá. A comparação com Elvis ou Beatles, por exemplo, é completamente absurda, pois nenhum deles teve o impacto e a longevidade de Michael. Diferentemente de qualquer ídolo atual, ele nasceu e morreu artista, influenciando a vida de todos em suas fases”, disse o DJ e produtor Memê, que completa que a influência do integrante mais famoso da família Jackson não pode ser equiparada por uma questão de completude. “Michael influenciou não só a música como a dança, a moda e a história em geral”, finalizou.

Para o produtor californiano Brendan Duffey, responsável pelo Norcal Studios, a morte de Michael Jackson não deixou o trono de Rei do Pop vago, mas sim aumentou ainda mais a importância do astro. “A morte de Michael o deixou maior. Ele está junto com Elvis e Frank Sinatra, um verdadeiro deus musical. Ninguém vai conseguir um lugar semelhante, porque o público não vai deixar”, afirma ele.

Para ele, a morte de Michael não deixou nenhum vácuo na indústria. “O fato de ele estar morto não o tirou da cena musical. Vai continuar sendo o maior artista do pop e vender mais que todo mundo. Hoje, na maioria das vezes, os artistas estão mais voltados para o marketing do que para a música, e foi a música de Michael Jackson que fez sua fama”, completou

Há alternativa?

E os demais artistas da cena pop hoje? Para Deeplick, cantoras como Lady Gaga e Beyoncé podem não ser rainhas do pop, mas têm capacidade para chegar ao topo da cena musical e permanecerem. “Elas precisam fazer sempre músicas geniais, que emocionem e conquistem o público. Desta forma, podem ir longe. Ambas possuem estilos muito diferentes, mas a longo prazo acredito mais no trabalho de Lady Gaga, que tem um estilo que permite transitar por várias musicalidades sem perder a essência”, afirma o produtor.

Duffey acha improvável que alguém consiga dominar a cena musical de maneira tão incisiva. “Artistas como Beyoncé, Jay-Z e Timberlake não serão lembrados como deuses do pop porque eles seguem o mercado, e Michael fez o mercado”, opinou ele.

O jornalista e crítico musical Paulo Terron compartilha da mesma opinião. “Acho que não haverá mais reis no pop. A sociedade já não desenvolve pessoas tão grandes quanto Michael Jackson. Resta a Madonna, mas não dá para levar em consideração porque ela também faz parte desse ‘mundo velho’”, afirma ele, que considera que o papel das gravadoras hoje também influi no surgimento de ídolos de grande porte.

“Não há mais um investimento por parte das gravadoras para que surjam esses grandes ícones, especialmente porque elas não têm mais dinheiro para isso. Do mesmo modo que não teremos novos Beatles, Elvis ou Walt Disney, não haverá um novo Michael Jackson. A monarquia caiu, entramos na república e um novo presidente é eleito de tempos em tempos”, completa. Se ele tem razão ou não, o tempo vai dizer… (Fonte: Virgula)

Michael Jackson achava que Madonna era apaixonada por ele, diz rabino

Michael Jackson disse acreditar que Madonna era apaixonada por dele e que tinha ciúmes de seu sucesso, segundo teria declarado durante conversas gravadas com um rabino que viraram um livro posto à venda nesta sexta-feira nos Estados Unidos.

“The Michael Jackson Tapes: A Tragic Icon Reveals His Soul In Intimate Conversation” é uma compilação de 30 horas de conversas nas quais o “rei do pop” abre sua intimidade ao autor do livro, o rabino Shmuley Boteach, que foi amigo e conselheiro espiritual do artista.

O rabino afirma ter entrado em um acordo com Michael para gravar conversas mantidas entre 2000 e 2001 com a intenção de divulgá-las no futuro para que o público conhecesse melhor o astro.

A publicação das gravações foi adiada depois que o cantor foi acusado de pedofilia porque, à época, “ninguém queria ouvir Michael”, disse Boteach em um programa de televisão nos Estados Unidos.

“Após sua morte, há uma maior compreensão em relação a ele”, afirmou o autor, motivo pelo que decidiu resgatar o projeto.

Nesta obra, Michael deixa transparecer sua atração por mulheres como a atriz Brooke Shields e sua desconfiança em relação a Madonna.

“Te admiram e sabem que você é maravilhoso, mas estão ciumentos porque gostariam de estar em seu lugar, em sua pele, e ‘M’ é uma delas, Madonna. Odeio dizer isto em uma fita, mas ela não é gentil. Está ciumenta”, comentou o astro, que disse crer que a cantora se sentia atraída por ele.

Michael disse se sentir prisioneiro de sua fama e que foi sua solidão que o levou a se aproximar das crianças, os únicos, segundo ele, que o tratavam como uma pessoa e não como o “rei do pop”.

O cantor, que lembrou seu ódio em relação a seu pai, destacou sua necessidade de se sentir querido em sua corrida musical. “Queria ser um artista maravilhoso para receber amor”, disse nas gravações.

Em seus testemunhos, Michael afirmou que suas iniciativas para ajudar a infância o fizeram seguir adiante quando perdeu o interesse por sua carreira.

O envelhecimento era outra coisa que o preocupava, que nunca quis uma vida “longa” e considerava que envelhecer era horrível.

Michael Jackson ainda disse reconhecer os dotes de orador do ditador nazista Adolf Hitler, sobre quem disse que poderia ter “recuperado” se tivesse tido uma hora de conversa com ele.

“Ninguém é completamente mau”, teria afirmado o cantor.

Michael Jackson morreu em 25 de junho devido a uma intoxicação aguda por remédios enquanto se preparava em Los Angeles para seu retorno aos palcos.

Madonna abre VMA com discurso emocionante

Madonna abriu a premiação do Vídeo Music Awards (VMA), da MTV americana, com uma homenagem ao “rei do pop” Michael Jackson, na noite deste domingo, em Nova York. “Com sua música, ele nos faz acreditar que é possível voltar e fazer o que quiser, porque é isso que fazem os heróis, e ele era um herói. Vida longa ao rei”, afirmou Madonna no discurso de abertura da festa, alfinetando por diversas vezes a família Jackson (leia na íntegra abaixo).

A cantora lembrou que os dois nasceram no mesmo ano e na mesma região dos Estados Unidos, tiveram o mesmo número de irmãos, e aos seis anos “perderam suas infâncias”, ele ao transformar-se em estrela internacional e ela por perder sua mãe. “Nunca tive uma mãe, mas ele nunca teve uma infância. Conheço sua pena. Não há dúvidas de que ele foi um dos maiores talentos que esse mundo conheceu”, apontou Madonna.

Madonna relatou uma ocasião em que os dois foram jantar juntos, sem guarda-costas, e assistir um filme na casa da cantora. “Em um momento, ele pegou na minha mão. Acredito que buscava mais um amigo do que um romance”, afirmou Madonna antes de apresentar os fragmentos de alguns vídeos mais conhecidos de Michael Jackson e antes do playback de Janet na música “Scream”.

Tradução do discurso

“Michael Jackson nasceu em Agosto de 1958 e eu também. Michael Jackson cresceu no subúrbio de Midwest e eu também. Michael Jackson teve oito irmãos e irmãs e eu também. Quando Michael Jackson tinha 6 anos ele se tornou um superstar e talvez a criança mais adorada do mundo. Quando eu tinha 6 anos, minha mãe morreu.

Eu não tive mãe, mas ele nunca teve infância. E quando você nunca teve algo, você se torna obcecado por ela. Eu passei minha infância buscando a imagem de minha mãe; e as vezes até conseguia. Mas como você faz para recriar sua infância quando você está sob os olhares do mundo para o resto de sua vida?

Não há dúvidas de que Michael Jackson foi um dos maiores talentos que este mundo já teve a chance de conhecer. De que quando ele cantava uma música aos 8 anos de idade, ele era capaz de fazer com que você sentisse como se um adulto estivesse apertando seu coração com suas palavras. De que o modo como ele dançava tinha a mesma elegância de Fred Astaire e o mesmo impacto de um soco de Muhammad Ali. De que sua música possuia uma camada extra de uma magia inexplicável que não só fazia você querer dançar, mas que na realidade conseguia fazer você acreditar que era capaz de voar, de ousar sonhar, de ser tudo o que quisesse ser. Porque é isso que os heróis fazem. E Michael Jackson foi um herói.

Ele se apresentou em estádios de futebol ao redor do mundo, vendeu centenas de milhões de discos, jantou com primeiro-ministros e presidentes. As garotas se apaixonavam por ele, os garotos se apaixonavam por ele, todos queriam dançar como ele, ele parecia ser de outro mundo, mas ele era também um ser humano. Assim como a maioria dos artistas, ele era tímido e inseguro.

Não posso dizer que éramos grandes amigos, mas em 1991 eu decidi que queria conhecê-lo melhor. Convidei-o para jantar. Eu disse, ‘O convite é meu, eu dirijo, só você e eu’. Ele concordou e apareceu na minha casa sem qualquer guarda-costas. Fomos até o restauranteno meu carro. Estava escuro, mas mesmo assim ele usava óculos escuros. Eu disse, ‘Michael, me sinto como se estivesse conversando com uma limusine. Será que você poderia tirar esses óculos para que eu possa ver seus olhos?’. Ele ficou parado por alguns instantes, e então atirou seus óculos pela janela, olhou para mim sorrindo, piscou e disse, ‘Consegue me ver agora? Melhor assim?’.

Naquele momento fui capaz de enxergar tanto sua vulnerabilidade quanto seu charme. Passei o resto do jantar tentando convencê-lo a comer batata frita, beber vinho, comer sobremesa e dizer palavrões, coisas que ele parecia jamais se permitira fazer. Mais tarde, voltamos para minha casa para assistir filme e ficamos sentados no sofá feito duas crianças. Em algum momento do filme, sua mão segurou a minha. Ele parecia estar procurando uma pessoa amiga e não um romance e fiquei feliz por estar ali. E naquele instante ele não se sentiu um superstar, ele se sentiu um ser humano. Nós saímos juntos mais algumas vezes e, por algum motivo, perdemos o contato. Foi então que começou uma verdadeira ‘caça às bruxas’ na vida de Michael com uma história surgindo após a outra. Eu senti a dor dele. Eu sei como é andar na rua e sentir como se o mundo todo estivesse contra você. Eu sei como é se sentir desamparado e incapaz de se defender porque o barulho é tão alto que você se convence de que sua voz jamais será ouvida.

Mas eu tive uma infância (pela segunda vez Madonna fala sobre a perda da infância de MJ, uma direta ao pai, que estava ali na frente), e tive a chance de cometer erros e de descobrir meu caminho no mundo sem a luz dos holofotes. Quando soube da morte de Michael Jackson eu estava em Londres, alguns dias antes do início da minha turnê. Michael ia se apresentar no mesmo local que eu uma semana depois. Só consegui pensar naquele instante que eu o havia abandonado. Que nós o havíamos abandonado. Que havíamos permitido que aquela criatura magnífica que um dia agitou o mundo caísse enquanto ele tentava construir uma família e reconstruir sua carreira. Estávamos ocupados demais fazendo julgamento. A maioria de nós lhe deu as costas.

Em uma tentativa desesperada de manter sua memória viva, fui para a internet assistir alguns de seus vídeos em que ele aparecia cantando e dançando na TV e nos palcos e pensei, ‘Meu Deus, ele era tão único, tão original, tão raro. E jamais haverá alguém como ele novamente’. Ele era um rei. Mas ele também era um ser humano. E nós as vezes precisamos perder algo para aprendermos a dar valor. Quero concluir de forma positiva e dizer que meus filhos, de 9 e 4 anos, são obcecados por Michael Jackson. Eles o imitam com os passos ‘moonwalker’ e colocando a mão na virília e parece que há uma nova geração descobrindo sua genialidadee trazendo-o de volta à vida. Espero que, onde quer que Michael esteja agora, ele esteja sorrindo a respeito disso.

Sim sim, Michael Jackson era um ser humano, mas ele era sim um rei. Vida longa ao rei.”

Quando Madonna disse;”….por algum motivo, perdemos contato…” ( se referindo a sua “amizade” com MJ), teria ela dado uma cutucada de leve na Janet? Diz a lenda q Madonna tinha um bom relacionamento com Jackson até o momento da gravação da música “In the closed” e da idéia que a cantora teve para o clipe.

Michael Jackson vestiria de mulher e Madonna de homem. MJ pediu opinião pra Janet, ela falou horrores dizendo q isso queimaria a imagem dele etc, etc e etc.

Michael não topou, o caldo entornou, a música não foi gravada, e o vídeo muito menos. Madonna ficou P da vida e a relação com MJ foi pro espaço.

Antes disso teve o episódio q é mostrado em NA CAMA COM MADONNA q todo mundo conhece. Madonna achando ruim quando Luis a compara a Janet.

Depois Janet disse q a sensualidade e sexualidade dela tinha classe ao contrario de Madonna. Madonna respondeu dizendo q nunca tinha conversado com Janet e não sabia o motivo disso.

Luto: Madonna fala sobre morte de Michael Jackson

Madonna, conhecida como a rainha do pop, mandou um comentário sobre a morte de Michael Jackson por meio de seu assessor de imprensa. Nele, a cantora expressa seu profundo luto pela perda do rei do pop.

- Não consigo parar de chorar por causa da notícia. Eu sempre admirei o Michael Jackson. O mundo perdeu um de seus maiores sucessos, mas sua música viverá para sempre!, disse Madonna.

A cantora ainda mandou seus pêsames para a família de Michael, dizendo que sente muito pelos três filhos do cantor e os membros de sua família. Outras celebridades também já se pronunciaram sobre a perda, todos lamentando.

Site oficial de Madonna muda imagem de fundo