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Madonna é a artista com mais singles Top 10 da Billboard

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Madonna lidera a lista de artistas com mais músicas no Top 10 da Hot 100 da Billboard, com 38. Além dela, os Beatles, que entraram na lista pela última vez com o single Free As A Bird, de 1995, estavam empatados com 34, até Madonna garantir o 35º, com Die Another Day, em 2002. Ela conseguiu o 38º e mais recente com Give Me All Your Luvin’, com Nicki Minaj e M.I.A. em 2012.

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“ YOU CAN DANCE”, um presente de Madonna para o mundo disco

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“Odeio megamixes”, Madonna esbravejou em uma entrevista de 1987. Daí, ela deu permissão para o seu próprio álbum de megamixes, You Can Dance.

Oh, estou sendo descarado. Madonna se referia àqueles remixes em que você tem um verso e um refrão de um grande sucesso, daí logo vem outro, e por aí vai, pra que se tenha 14 “canções” em três minutos. You Can Dance foi o presente de Madonna ao mundo disco, um álbum de remixes “para os fãs”, pra dar a impressão de que você está em uma boate que só toca músicas da Madonna.

Ela conheceu a tendência de remixes e se animou para experimentar o formato, permitindo que alguns de parceiros mais próximos retrabalhassem algumas canções antigas para este álbum. Embora a data do lançamento fosse um pouco cínica – Novembro de 1987, em tempo para o mercado natalino – o álbum não foi um sucesso imediato, e, embora possa soar um tanto quanto exótico comparado aos álbuns de remixes atuais, nos quais se tem muito pouco das músicas originais, muitos dirão que é um elemento importante na máquina Madonna.

A ideia por trás do álbum era de que Madonna, quando começou, era uma Rainha da Música Underground em Nova York. Porém, Like A Virgin e True Blue transformaram-na em uma super estrela. Não que ela vendesse muito, mas era querida pelo público. O álbum continha faixas puramente pop, e You Can Dance nasceu pra levar Madonna de volta às origens, com alguns de seus maiores sucessos retrabalhados para a galera das boates.

Antes mesmo dos planos para este álbum serem concretizados, 1987 fora um ano bem trabalhoso para a Srta. Ciccone. O quinto e último single de True Blue, La Isla Bonita, fora outro #1 no Reino Unido, e ela começara a primeira turnê mundial, com sua primeira e respeitável estreia no Reino Unido no Parque Roundhay, em Leeds, no dia 15 de agosto. A turnê Who’s That Girl veio com o mesmo nome do filme, cuja trilha-sonora, supervisionada pela própria Madonna, foi lançada no verão de 1987.

Who’s That Girl tem estado nas listas discográficas de Madonna por muito tempo, embora seja, claramente, uma compilação. Das 9 faixas do disco, Madonna só canta 4 delas, com uma mistura de outros artistas preenchendo o resto do álbum. Mas pelo fato de ter o nome e a foto de Madonna por toda a capa, além do material exclusivo, o álbum tem sido considerado parte essencial de todo o catálogo. Embora a faixa-título tenha sido lançada como single mundialmente, as outras três canções não estão facilmente disponíveis. Causing A Commotion foi remixada para lançamento em single; The Look Of Love foi lançada no Reino Unido e na França, mas não nos EUA; e a última música, Can’t Stop, não está disponível em nenhum formato além do álbum.

Embora You Can Dance esteja no catálogo como um álbum entre True Blue e Who’s That Girl, ele só foi trabalhado no verão de 1987. O álbum deveria incluir sete sucessos de Madonna – seis antigos e um novo, Spotlight, gravado durante as sessões de True Blue, mas deixado de fora porque, aparentemente, soava muito como Holiday. São antigos porque a maioria desses sucessos já haviam sido lançados como singles em algum lugar do mundo. Então, você tem Holiday e Into The Groove, mas também tem Over And Over e Where’s The Party, nunca lançados como singles no Reino Unido ou nos EUA.

Seis das sete canções deveriam ter sido remixadas pro projeto, mas não os seis sucessos. Ao invés disso, Spotlight deveria ter sido renovada – a versão não-lançada durara cerca de quatro minutos. Foi Physical Attraction, de 1983, que permaneceu intocada para o álbum. A única concessão, claro, foi que, como essa canção era parte de uma mixagem contínua, o início soaria diferente da versão do álbum Madonna, mas, em termos de produção, ela soaria idêntica à mixagem original.

O vinil ainda reinava em 1987, o que explica porque dois remixes, ao invés de um, foram criados para as sete canções. No fim, Madonna faria um CD mixado e contínuo 18 anos depois, Confessions On A Dancefloor. Além disso, das seis canções retrabalhadas pro projeto, cinco também seriam remixadas no formato Dub, sendo eles espalhados pelo CD e fita cassete, como faixas bônus. Não se sabe porque nenhum Dub Mix de Everybody foi feito, já que haveria espaço suficiente no CD para ele.

Nos EUA, três singles promocionais foram lançados consecutivamente, cada um em sua embalagem. Cada promo veio com duas das seis faixas retrabalhadas, com os remixes de Where’s The Party e Spotlight em um, Into The Groove e Everybody em outro, e Holiday e Over And Over no terceiro. Estes promos têm sido alguns dos lançamentos mais interessantes de Madonna por muito tempo, já que as versões estendidas foram os remixes completos e sem edição – cada um vinha com o início, o fim ou ambos cortados na sequência da remixagem contínua do álbum. Sem o remix Dub de Everybody, isso significou que o segundo promo tinha apenas três, ao invés de quatro faixas. Infelizmente, alguns dos promos Where’s The Party/Spotlight vieram com problemas, com várias cópias com erro na gravação.

Outro item altamente requisitado é o promo You Can Dance – Single Edits, lançado em vinil e CD. Este álbum continha os remixes editados de todas as sete faixas (a versão de Physical Attraction era a original de 1983, e os outros eram as faixas retrabalhadas em 1987). A ideia era de que, se qualquer single fosse lançado, estes seriam os utilizados. No fim, apenas duas das seis versões foram lançadas comercialmente, quando o Single Edit de Spotlight e Where’s The Party saíram em 1988. A versão em vinil dos promos Single Edits vieram em uma embalagem diferente do CD, que veio na mesma capa básica do álbum regular.

A edição em vinil comercializada vinha com notas impressas em uma faixa do lado de fora do LP, que era facilmente estragável. Algumas edições vinham com um pôster gratuito também, completo com uma capa adesiva.

As edições em cassete e CD apresentavam remixes Dub diferentes, sendo o primeiro álbum de Madonna a ser lançado para atrair os clientes a comprarem duas versões. O cassete vinha com remixes Dub de Spotlight e Holiday no fim do lado A, e Over And Over e Into The Groove no fim do lado B. No CD, os dois remixes contínuos vinham primeiro, seguidos pelas versões Dub de Holiday, Into The Groove e Where’s The Party.

You Can Dance foi bem no mercado, mesmo não sendo um álbum completo de Madonna, e alcançou o #5 no Reino Unido. Spotlight foi lançada como único single no Japão no início do ano, e foi só isso mesmo. Uma vez lançado, a promoção do álbum terminou, e 1988 foi o ano em que Madonna se focou em outras áreas além da música – estrelou a peça Speed The Plow na Broadway e filmou o não tão famoso Doce Inocência. Apenas o lançamento em VHS de Ciao Italia, documentando a turnê Who’s That Girl, deu aos fãs um pouco de música “nova” em 1988.

O álbum foi brevemente revisitado no Reino Unido em 1991, quando buscou-se por faixas para preencher os singles lançados do álbum The Immaculate Collection. O remix de Into The Groove apareceu em versões estendidas de Crazy For You, e Spotlight veio nas versões de Rescue Me. Nos dois casos, ouve-se as faixas por inteiro, sem cortes. Faria mais sentido usar as versões não-editadas dos promos americanos originais, mas não foi surpresa ver a gravadora nem se dando ao trabalho de fazê-lo. Portanto, esses remixes editados permanecem exclusivos aos lançamentos em single.

Por ser um álbum de remixes, You Can Dance foi abandonado pelos últimos 25 anos. Nos EUA, os lançamentos em vinil dos álbuns antigos de Madonna ignoraram o álbum, enquanto a caixa Complete Studio Albums se concentrou apenas em álbuns propriamente ditos. Ainda é possível obter cópias do álbum em CD, que são tecnicamente a mesma edição de 1987. You Can Dance foi relançado em 2001, quando – além das versões expandidas dos três primeiros álbuns de Madonna – alguns países o relançaram com um adesivo Drowned World, apresentado em relançamentos expandidos, mas além disso, nada mais.

 

DISCOGRAFIA

Veja três versões do álbum disponíveis no Reino Unido, no fim de 1987, além das versões mais importantes lançadas.

VERSÕES EM ÁLBUM NO REINO UNIDO

You Can Dance (LP, selo Sire WX 76, cópias iniciais com pôster grátis)

You Can Dance (Cassete, selo Sire WX 76 C, com 4 faixas-bônus)

You Can Dance (CD, selo Sire 7599 25535 2, com 3 faixas-bônus, incluindo a versão Dub de Where’s The Party)

PROMOS NOS EUA

Where’s The Party (Versão não-editada)/(Dub)/Spotlight (Versão não-editada)/(Dub) (12”, selo Sire PRO-A-2905)

Into The Groove (Versão não-editada)/(Dub)/Everybody (Versão não-editada) (12”, selo Sire PRO-A-2906)

Holiday (Versão não-editada)/(Dub)/Over And Over (Versão não-editada)/(Dub) (12”, selo Sire PRO-A-2907)

You Can Dance – Single Edits (LP, selo Sire PRO-A-2892)

You Can Dance – Single Edits (CD, selo Sire PRO-CD-2892)

SINGLES RELACIONADOS

Spotlight (Single Edit)/Where’s The Party (Single Edit) (Japanese 7”, selo Sire P-2348)

Spotlight (Single Edit)/Where’s The Party (Single Edit) (Japanese 3” CD, selo Sire 10SW-21)

Crazy For You (Remix)/Keep It Together (12” Remix)/Into The Groove (Shep Pettibone Remix Edit) (12”, selo Sire W 0008 T)

Crazy For You (Remix)/Keep It Together (12” Remix)/Into The Groove (Shep Pettibone Remix Edit) (CD, selo Sire W 0008 CD)

Rescue Me (7” Mix)/Spotlight (Fade) (7”, selo Sire W 00024)

Rescue Me (7” Mix)/Spotlight (Fade) (Cassette, selo Sire W 00024 C)

Rescue Me (LP Version)/(Titanic Mix)/Spotlight (Fade) (CD, selo Sire W 00024 CD)

Por que o mundo precisa de um novo álbum da Madonna?

2001 - Madonna by Regan Cameron for Drowned World Tour Promo - 02

(Artigo Attidude Magazine) – A mulher que sempre esteve acima das mídias sociais vem tendo um romance tórrido com elas ultimamente. 2014 será sempre conhecido por este fã como o ano em que a Material Girl abraçou o Instagram e nos concedeu tudo: de fotos dos seios a uma homenagem a axilas cabeludas. E eu amei! Pelo iPhone, Madonna nos levou pra trás da cortina prateada – até mesmo para o seu banheiro elegante no lado leste de Manhattan, para testemunhar desde seu suor pós-treino até o filho David Banda na guitarra.

Porém, o mais fascinante foi o jeito brega com que ela nos chamou para entrar no estúdio de gravação. A Rainha do Pop tem provocado o mundo com o progresso do seu 13º álbum ainda sem título (a menos que seja chamado Unapologetic Bitch – Senhor, espero que não!).

A lista de colaboradores potenciais, até então, é impressionante: o produtor Ariel Rechtshaid, o co-compositor de Wrecking Ball MoZella, Diplo (que produziu MIA), o DJ/Produtor Avicii, o ex-colaborador da Lady Gaga Martin Kierszenbaum, a cantora pop Natalia Kills, e o criador de hits Toby Gad.

A foto postada recentemente é emocionante: uma homenagem a Betty Page, veus misteriosos e imagens religiosas? Veja só. Mas há também alguma preocupação. Por quê? Porque Madonna parece estar perto de acertar. E todos sabemos o que acontece quando Madonna erra um pouco. Duas palavras: Hard Candy.

Algumas pessoas podem argumentar que o último álbum de estúdio, MDNA, foi uma decepção. Na verdade, eu adoro vários momentos do álbum, mas havia uma sensação, logo antes do álbum ser lançado, de que algo não estava no lugar.

É difícil destacar o que estava faltando. O mundo estava faminto pela qualidade de Madonna. A realidade é que tivemos apenas uma pitada dela. William Orbit sugeriu em retrospecto que M seguiu muitas direções para realmente fazer do álbum o grande retorno à forma, com canções como Gang Bang e Addicted.

Ela tinha uma linha de roupas, uma turnê mundial, um filme e um perfume para promover. Música – a fonte de todo o poder – havia sido rebaixada a uma mera porção de seu tempo, um trabalho de meio expediente e, infelizmente, algo seria sacrificado. Suponho que foi o laser da pista de dança que perdeu o foco, e todo o projeto sofreu as consequências.

Felizmente, a turnê conjunta não sofreu o mesmo destino. Testemunhamos Madonna em sua melhor forma, destruindo multidões com sua confiança atrevida e celebrando a dança no centro de seu circo. Mesmo assim, quando o confete acabou, havia o sentimento de que o trem de Madonna havia passado sem deixar o menor rastro. A era, como em Hard Candy, não perpetuou da mesma forma que Confessions On A Dancefloor fizera anos antes.

O problema é que Madonna é consistentemente brilhante. Quando ela atinge o seu melhor, a música equivale a orgasmos. Momentos como Holiday, Intro The Groove e Hung Up são exemplos. Um abandono imprudente da pista de dança, mas não bobeiras desperdiçadas. Sim, músicas pop sólidas nas quais você quer se perder, se embebedar ou se entregar a uma noite de prazer. Mas são canções de liberdade, de fuga e poder. Uns podem chamá-las de “trilha sonora da saída do armário”. No âmago destas pérolas da pista de dança, estão verdades universais inseridas na experiência humana: “Apenas quando danço, me sinto livre assim”, “A alma está na música, é lá que me sinto linda e mágica. A vida é um baile, então caia na pista de dança”.

O que é um caso de amor entre homens gays e Madonna? É diferente de nossa admiração por outras cantoras – um encontro específico que se distingue do amor por Cher, Kylie, Mariah etc. Enquanto aprecio as qualidades que todas essas fortes divas têm em comum, há algo diferente sobre Madonna. Se você cresceu gay durante o reinado dela, há algo da rebeldia dela no seu DNA. Quando era adolescente, eu me identificava com a recusa dela em ser categorizada. Nem “machão”, nem “feminina”; nem “bruta”, nem “suave”. Especialmente nos anos 80, ela desafiou a definição de “bela”, e sua resistência e determinação eram infecciosas.

Tinha 12 anos quando a Virgin Tour foi lançada em videocassete. Enquanto os garotos da minha escola se escondiam pra ver seios em Porky’s ou cenas de mamilos em Conan, O Bárbaro, eu ficava colado em frente à TV tentando aprender a coreografia de Dress You Up. Eu vi a audácia transparente desta mulher, que provocava…não, exigia que a multidão pedisse mais. “Eu disse: ‘Vocês querem ouvir mais?’”, ela gritava durante uma incrivelmente longa pausa no meio de Holiday. Nossa, como eu queria mais!

Sou um eterno defensor de American Life, uma escolha controversa de álbum favorito entre os fãs de Madonna, mas permitam-me apresentar minha solitária evidência: a canção Nothing Fails. É a versão 2004 de Like A Prayer, um pouco mais maltratada, cansada do amor e possuída exatamente pelo tipo de profundidade que eu sempre esperei dos álbuns de Madonna.

Como projeto, sim, sei que é desprovido de hits – mas, pra mim, é uma aula de composição. Como álbum, é um trabalho de arte coeso, pois, claramente, teve 100% da atenção dela. É esta atenção aos detalhes de que um grande álbum da Madonna precisa. O sucesso simplesmente não acontece sem ela.

Alguns projetos passaram do ponto exatamente pois não tinham um elemento crucial: Madonna. Não ligo pra quantos produtores estelares, compositores ou DJs bacanas estejam com ela – eu sempre aposto nela! Quando Madonna decide aparecer no estúdio, há um brilho inabalável. Like A Prayer e Ray Of Light são exemplos. Eis a mulher que ama sua arte, e a paixão é evidente. A verdade é que Madonna é sempre o elemento mais interessante de uma colaboração com Madonna. As coisas apenas dão errado quando este equilíbrio se descontrola. Sempre achei que a colaboração dela com Pharrell, e até com Babyface, ofuscou o quociente Madonna. O som deles permearam o álbum e o resultado ficou sem criatividade. Eu sei, é chocante, né? Madonna nunca será normal!

O trabalho dela com talentos novos e excitantes é, pra mim, sempre mais recompensador. O trabalho com William Orbit, uma escolha relativamente obscura na época, foi revolucionário. Similarmente, o álbum Music com Mirwais a reinventou completamente para o século 21. Quando Madonna entrou em estúdio com Stuart Price, ela parecia estar em uma maré de vitórias. Três incrivelmente originais e bem-sucedidos álbuns pop, com a excelência provocativa de American Life no meio.

Aconteceu algo estranho no Twitter quando anunciei que escreveria este artigo. Li alguns comentários irritantes: de “diga a ela pra começar a agir como alguém da idade dela” a insinuações de que Madonna não compôs seus maiores sucessos (total ficção, já que ela é uma das compositoras pop mais produtivas e talentosas e, estranhamente, raramente recebe este crédito). Eu me vi defendendo o direito de Madonna tirar a roupa – mesmo que não me afete muito, a recusa dela de “envelhecer graciosamente” está de acordo com seus valores, e eu posso apenas encorajá-la. Com todo o respeito, os fãs de Madonna são furiosamente protetores, e uma coisa em comum que percebi foi uma paixão pelos acertos de Madonna, seja lá o que isso for. Meu argumento sempre foi que o foco tem que estar nas canções, e a disciplina deve aparecer não apenas na academia, mas nas ideias. Na música.

Todo compositor e artista ficam com preguiça – é difícil ser bom. Bono Vox, do U2, tem uma ótima frase sobre lutar pela excelência: “Bom é o inimigo do ótimo”. E é verdade. Madonna é boa facilmente e sem o menor esforço. Ninguém pode negar isso. Mas, quando ela é ótima, não há ninguém que chegue perto na música pop.

Nesta calmaria antes da tempestade, quero mandar alguns cósmicos raios de luz à rainha. Todos os sinais apareceram: a determinação, o foco e a alegria em ser artista. Podemos todos debater qual era, qual visual ou qual persona foi a mais forte, mas há apenas uma pessoa que pode nos servir tudo isso. Ajude-nos, Madonna Louise Veronica Ciccone. És a nossa única esperança.

Darrren Hayes é o ex-vocalista da banda Savage Garden e desde 2000 segue em carreira solo, tendo como último álbum o bem-sucedido "Secret Codes", de 2011.
Darrren Hayes é o ex-vocalista da banda Savage Garden e desde 2000 segue em carreira solo, tendo como último álbum o bem-sucedido “Secret Codes”, de 2011.

Madonna na trilha sonora de The Giver com “Messiah”?

madonna messiah meryl streep the giver

Entre Hard Candy e MDNA, Madonna parece ter se perdido. Sim, sei que ela ganha muito dinheiro e tal, mas ela perdeu um pouco da qualidade por fazer a linha “Tenho 50 anos, sou sexy e foda-se se você não gosta disso”. Não me entenda mal; Madonna enfrentou mais intolerância a mulheres do que qualquer outra artista na indústria. Odeio ver tal situação, mas, às vezes, ela se faz de alvo. Talvez seja hora de mudar.

Madonna sempre conseguiu se salvar com músicas em trilhas de filmes. Em 1994, quando todos os jornais do mundo diziam que ela nunca mais teria um hit, ela lançou uma das canções mais bem-sucedidas da carreira: I’ll Remember, do filme Com Mérito. Em 1986, após se tornar piada nacional pelas fotos das revistas Playboy e Penthouse (nos anos 80, era um escândalo ameaçador de carreiras), ela chocou a todos com a incrível balada Live To Tell. E quem consegue esquecer de You Must Love Me, ganhadora do Oscar por Evita?

Tenho afirmado, nos últimos meses, que Madonna gravou uma canção de trilha sonora. Não tinha – e ainda não tenho – total certeza para qual filme é. Entretanto, sei que a gravadora Interscope, que está produzindo a trilha de The Giver, pediu uma música a Madonna. Isso lá pelo fim de abril, mesmo estando a trilha já finalizada. Quando Madonna anunciou uma canção chamada Messiah recentemente, que cairia perfeitamente com o tema de The Giver, tive 100% de certeza de que era para este filme. Compareci a uma exibição do filme e tinha certeza de que ouviria a canção de Madonna. Até dei uma dica no Twitter, mas tive que deletar todas as postagens sobre o filme porque o pessoal dos estúdios The Weinstein Company (com toda razão) ficaram furiosos.

Antes de perceber, os créditos apareceram. Entretanto, não havia música. Nunca vi isso em um filme antes. Havia outra canção no fim dos créditos, mas não saquei quem era o cantor, e ouvi dizer que esta última música nem entraria na edição final. Pensei que, talvez, a canção de Madonna não estivesse pronta ainda e, por isso, não havia música. Perguntei a um representante dos estúdios, mas não recebi uma resposta – o que quer dizer “sim”, certo?

Ter uma canção em The Giver seria uma enorme vantagem na carreira para Madonna. Mesmo que não se torne um grande sucesso, a canção certamente entraria na lista de grandes canções em filmes. Há também a possibilidade de Madge obter uma indicação ao Golden Globe e ao Oscar. The Giver é um filme que Madonna adoraria, e seu envolvimento apenas melhoraria a qualidade da obra. A personagem principal, Jonas, é, basicamente, uma versão masculina da Madonna rebelde. Vamos esperar respostas em breve. (Fonte: Pop Music Gadfly)

Madonna novo álbum com Avicii: Será que ela justifica o seu amor?

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Após dois polêmicos álbuns, o próximo disco de Madonna será decisivo para muitos seguidores exasperados. Nós sobrevivemos às suplicas dela pra vermos o rebolado por Hard Candy e ignoramos o apressado e incoerente MDNA. Agora, a conta de Madonna no Instagram confirma que ela voltou ao estúdio com uma dúzia de compositores e produtores escandinavos, incluindo Avicii e a cantora/compositora britânica Natalia Kills.

Mas se Madonna quiser – ou se importar – ser relevante outra vez como musicista, ela precisa aprender com os erros que cometeu com MDNA:

Não reduza a qualidade de suas letras:

Madonna tem 55 anos, dois ex-maridos, quatro filhos; prefere namorar homens mais novos e é a mulher mais famosa do mundo. É material suficiente para se trabalhar. Por favor, chega de rimas do tipo “esperando, ansiando”, chega de nos avisar que o tempo está passando e de dizer o quanto gosta de dançar. Já sabemos de tudo isso. Não sabemos quem Madonna é atualmente. Ela pode juntar quantos produtores quiser, mas, quando compõe melodias fracas e letras genéricas, Madonna não mais revoluciona o Pop, ela apenas o segue.

Não desvie:

A pós-produção do filme W.E. levou mais do que o esperado, seguida de promoção mundial. Entretanto, sobrou pouco tempo para promover o álbum MDNA. Até mesmo seu produtor diplomático William Orbit admitiu: “Fomos pressionados devido a…vários compromissos de mídia, que acabaram com o tempo limitado da artista, como campanhas de perfume e concursos de moda adolescente, além de outros. Todos estávamos completamente fixos a nos dedicar ao máximo para fazer de MDNA o melhor álbum do ano, mas, infelizmente, não houve tempo”.

Poster do filme de Madonna, W.E.

Não arruíne o lançamento do primeiro single:

No Reino Unido, lar de uma das fã-bases mais fieis, o primeiro single Give Me All Your Luvin’ recebeu mínima atenção das rádios. Daí, uma breve promoção permitiu aos fãs baixar a música de graça se eles comprassem o álbum MDNA na pré-venda, o que significou que Give Me All Your Luvin’ não era eleita às paradas. Quando disponível para compra como uma faixa singular, o momento já havia passado e o single chegou apenas no desastroso 37º lugar.

Não continue com singles ainda mais fracos:

O segundo e terceiro singles Girl Gone Wild e Turn Up The Radio eram faixas genéricas que podiam ter sido gravadas por qualquer cantora, de Katy Perry a Carly Rae Jepsen. O responsável por escolher os lançamentos de MDNA deveria se envergonhar.

E, daí, não case “insultos” com “acidente” e grave clipes ruins:

Apesar do clipe de Girl Gone Wild ter sido banido de acesso público no Youtube por ser “muito provocante”, com homens seminus (o que já fora visto nos clipes Justify My Love e Erotica duas décadas antes), o burburinho foi pouco com este segundo single. Ele não chegou ao Top 100 da Billboard e, no Reino Unido, permaneceu em 73º. Turn Up The Radio ganhou um clipe barato que podia ter sido gravado com um iPhone e foi, discutivelmente, a pior coisa que ela já filmou desde Destino Insólito. Esta era a mesma pessoa que revolucionou com Like A Virgin, Express Yourself, Like A Prayer e Bedtime Story?

Não subestime o poder da promoção…

MDNA se tornou um exemplo raro de críticos amando o trabalho de Madonna mais do que seu público. Porém, sem um single bem-sucedido ou qualquer tipo de publicidade da parte de Madonna (apesar de uma entrevista de 10 minutos pré-gravada para o programa Daybreak), muitos britânicos sequer perceberam que ela lançara um novo álbum. Seus leais fãs a levaram, sozinhos, ao topo das paradas. Porém, na terceira semana, o álbum já havia saído do Top 10. Promovendo o filme W.E. enquanto ensaiava pro Superbowl e planejava uma turnê, Madonna não conseguiu dar conta de tudo. O resultado foi a baixa venda de MDNA.

Capa do álbum MDNA, de Madonna

…mas não o promova em estádios!

Turnê, ingressos e produtos exclusivos sempre venderão mais do que um álbum. Mas achar o lugar certo para um show de Madonna é fundamental para o público experimentar e entender seus esforços criativos. Estádios impessoais são, geralmente, inúteis, a menos que você desembolse um bom dinheiro para o “círculo dourado” ou na fila da frente. Muitos detalhes da MDNA Tour se perderam para aqueles que mal viam o palco ou onde a qualidade do som era tão baixa, que se tornava inaudível. Fóruns na Internet se enchiam de reclamações das pessoas que saíam do show antes do fim. Enquanto é mais lucrativo se apresentar em um estádio com capacidade para 70 mil pagantes ao invés de fazer 10 shows em uma arena para 10 mil, o dano apenas será calculado com os recibos da turnê seguinte.

Não esqueça do seu legado.

Tenho comprado os discos de Madonna, Picture discs, singles, álbuns e downloads de 1983 até agora. Eu a defendi durante a infame era de Erotica e Corpo em Evidência; com os crucifixos flamejantes de Like A Prayer e o falso lesbianismo de Justify My Love. Fui a todas as turnês de Who’s That Girl a MDNA. Ainda estou aqui, apesar dos maus momentos, e me diverti com os bons.

É pelos detalhes e pela ingenuidade que sempre admirei Madonna. Ela se inspirou em outros artistas como Blondie, Bowie e Jackson, e, mesmo assim, conseguiu ser original nas ideias que remixou e revisitou. E é isso que está faltando – sinto que Madonna perdeu sua identidade. Ela é apenas Madonna, uma marca sendo corroída por lançamentos de perfume, academias, cremes pra pele, sapatos e roupas. Tudo isso agrega valor à sua produção, mas custando sua credibilidade.

Finalmente, não me dê atenção.

Afinal, o que eu sei? Eu jamais conseguirei influenciar, alcançar ou mudar percepções como Madonna fez, e é fácil pra mim sentar no computador e reclamar. Sei que sou egoísta – quero que Madonna permaneça como a maior artista pop do mundo. E, claro, continuarei nesta jornada iniciada 30 anos atrás, sem me importar com o próximo lançamento. Porém, como fã de longa data, espero – e anseio – por algo mais.

Enfim, MDNA Tour acabou e Madonna deixará saudades em 2012

Como 2012 chega ao fim, eu me encontrei olhando para trás sobre o meu ano e refletindo sobre as decisões tomadas, caminhos percorridos e amizades formadas.

Eu poderia  aborrecer todos vocês com um play-by-play do meu ano e as coisas que eu aprendi, mas eu prefiro falar com vocês sobre uma relação muito especial que realmente tomou conta da minha vida nos últimos 12 meses.

Talvez você não tenha ouvido falar, mas eu estou em um relacionamento. Não, não é com um exemplar do sexo masculino. Não seja bobo. Em vez disso, eu mantive por mais um ano um relacionamento perfeito e belo com Madonna. Tudo foi simplesmente perfeito. Sua apresentação apoteótica no SuperBowl 2012 (ASSISTA NOVAMENTE), o qual bateu recorde de audiência (mais do que o próprio jogo si), seu maravilhoso álbum #1 MDNA e que não paro de ouvi, apenas de que alguns fãs torceram o nariz para ele, pelo belíssimo filme W.E. (o qual ela ganhou um Globo de Ouro e fez Elton John chorar de raiva) e pela espetacular e mais bem-sucedida tour de 2012, o MDNA Tour, o qual tive o prazer de assistir três vezes.

Acompanhei três ótimos vídeos, com destaque para “Girl Gone Wild” e o vídeo interlude da tournê “Justify My Love” (uma pena não ter sido lançado como um novo “Justify my Love” single/clipe 2.0 em todas as emissoras de TV do mundo. Vi Madonna dá os seus ataques de fúria pelos vídeos no Youtube durante sua tour, reclamar da chuva e até ignorar e depois gravar um vídeo ironizado todo o bafafá que o vídeo gerou – essa é Madonna. E pude também compartilhar cada movimento da estrela no facebook do Madonna Madworld. Cada post que escrevo sobre Madonna eles curtem, e bem provável que essa seja a minha primeira relação produtiva e saudável e eu não poderia apreciá-la mais. Eu quase igualei Madonna a Jesus, de uma forma muito ruim. Desde que o cristianismo fez uma lavagem cerebral nos seres humanos com a indução da Bíblia, parece que não se pode fazer mais nada de errado. O mesmo pode ser dito sobre Madonna desde que ela lançou seu SEX Book “.

A MDNA tour terminou na semana passada. Última turnê de Madonna, e seu nono megashow que visitou cidades na Europa, Oriente Médio, Estados Unidos, America Central e América do Sul e gostando do show ou não, você não pode negar o fato de que foi uma grande produção que se esforçou para mostrar que é o M-DNA ou melhor, o DNA de Madonna. E é claro que ela conseguiu.

Todos os elementos da carreira de Madonna estavam lá, remixados e revisitados para 2012: Controvérsia ligado ao sexo e religião e promulgação da violência, mas também a luta pelos direitos das minorias e o convite a tomar consciência sobre o que acontece no mundo em torno de nós. Madonna também foi muito política sobre esta turnê, ela apoiou abertamente Obama e não teve medo de falar sobre liberdade de expressão (Pussy Riot), quando ela visitou países que não estão muito dispostos a deixar seu povo se expressar. E, finalmente, os seus temas eternos de “acreditar em si mesmo” e que “se você trabalhar duro, seus sonhos viram realidade” estavam lá também! Todos misturados em um caleidoscópio de música e dança que compreende o melhor de suas novas canções e alguns de seus hinos imortais.

Esta é também a turnê em que Madonna esteve realmente mais perto de seus fãs e com as coisas que eles diziam para ela, Madonna pareceu realmente satisfeita por passar esse tempo com eles. Ela conversou, esbravejou, xingou, deu piti e brincou com eles durante passagens de som, ficou surpresa e lisonjeada. Madonna mostrou que ela é humana e não um sono coletivo, como muitos pensam. Ela prometeu um grande espetáculo, e lá estava lá num show com os maiores efeitos visuais, a maior tecnologia em telões, sons, palco, nunca jamais feito por nenhum outro artista. Mais uma vez Madonna foi a pioneira, e mesmo os preços dos ingressos salgados terem revoltados alguns, quem esteve em algum show sabe que tudo aquilo que acontece (e não basta assistir a um único show para se dar conta de tudo o que acorre no palco, é muita informação, informação essa que só veremos no lançamento do DVD/Blu-ray do MDNA Tour.)

Madonna

Este foi realmente um grande show e ainda que no início parecia um pouco apressado, mas com o tempo as coisas foram otimizadas e, eventualmente passaram a fazer mais sentido. Mas, acima de tudo o profissionalismo de Madonna era evidente, ela dançou complicadas coreografias em chuvas torrenciais, tocou Turn Up The Radio em um pesado figurino em países ou locais onde era tão quente que você podia vê-la literalmente coberta de suor! Ela foi esperta e engenhosa quando os inevitáveis problemas técnicos vieram (o “Motel” de Gang Bang em Birmingham, UK, devido a problemas técnicos, os problemas técnicos que fizeram Madonna deixar de fora Like A Virgin e Love Spent em São Paulo e Porto Alegre, no Brasil, a forte chuva no Chile que fez Madonna cortar metade do show e até um blackout no último show da tour, em Córdoba, Argentina – programação musical não funcionou corretamente em poucas situações).

É claro que houve também momentos frenéticos, sendo o maior de todos ocorrido no L’Olympia (DVD aqui). Provavelmente, se a Live Nation France tivesse tido um pouco mais de cuidado para explicar que ia ser um pocket show (de fato era claro desde o início para nós, os fãs de carteirinha) Madonna poderia ter talvez evitado a má publicidade, mas ainda assim os fãs afortunados que assistiram o show (e os que assistiram ao vivo no Youtube), não só viram performances únicas de Beautiful Killer e Je T’aime Moi Non Plus, mas puderam orgulhosamente, ou sorridentemente dizer que, de alguma forma, fizeram parte da história de Madonna bem como toda a imprensa mundial que reprisou a notícia sobre aquele mini show.

Para encurtar a história, a MDNA Tour provou mais uma vez que só há uma Rainha e é Madonna (é, eu sei que isso magoará muita gente!)

O Madonna Madworld quer felicitar e parabenizar Madonna, seus empresários, os dançarinos, os incríveis Nicki Richards e Monte Pittman e toda a produção que montou um espetáculo de tirar o fôlego e que nós curtimos muito! Queremos também agradecer a todos os fãs e amigos encantadores que conhecemos nessa turnê, foi ótimo compartilhar esta experiência com todos vocês! Vamos esperar para ver um grande espetáculo novo em 2014!

Então, vocês. Olhem para trás em seu ano e me digam se não tiveram uma relação mais apaixonada, amorosa ou completa este ano como a que eu tive com Madonna. Agora esperar o tão aguardado lançamento do MDNA Tour em vídeo (há vários DVD da tour aqui no site à venda) e um novo álbum, afinal, Madonna em 2007, Madonna encerrou o contrato com a Warner, gravadora pela qual lançou seus discos desde o começo da carreira, em 1982. A mudança de casa engordou a conta bancária da cantora em pelo menos U$ 150 milhões por um contrato de 10 anos.

Parabéns Madonna pelo glorioso ano de 2012.

Obrigado a Jorge Luiz pela ajuda no texto – família Madonna Madworld, como também a Leonardo Magalhães.

Madonna é a artista feminina que mais vendeu singles, diz pesquisa

Madonna foi declarada a artista feminina que mais vendeu singles na história da música. De acordo com dados da Official Charts Company, a “Rainha do Pop” passa da marca de 17.8 milhões de compactos simples vendidos. As informações são do site Gigwise.

Na lista das maiores vendedoras, Madonna aparece à frente de Rihanna, que ocupa o segundo ligar com 11.4 milhões de singles vendidos em seus sete anos de carreira musical. Caso continue a vender no mesmo ritmo, é esperado que a cantora original de Barbados ultrapasse a estrela norte-americana nos próximos anos.

As informações da Official Charts Company sobre as vendas de Madonna levam em conta os seus 30 anos de carreira, desde seu primeiro single Everybody, de 1982, até Turn Up The Radio, lançada neste ano. Nenhuma das duas faixas é um de seus grandes hits.

Confira abaixo a lista das dez artistas femininas que mais venderam compactos simples até hoje:

1. Madonna (17.8 milhões)
2. Rihanna (11.4 milhões)
3. Kylie Minogue (10.2 milhões)
4. Whitney Houston (8.5 milhões)
5. Lady Gaga (7.329 milhões)
6. Britney Spears (7.324 milhões)
7. Beyoncé (6.9 milhões)
8. Celine Dion (6.7 milhões)
9. Mariah Carey (6.62 milhões)
10. Olivia Newton John (6.61 milhões)

Madonna supera Michael Jackson em vendas de singles

Madonna Singles Sales

A Rainha do Pop Madonna superou o Michael Jackson na venda de singles no Reino Unido, como confirma o Official Singles Chart. Madonna já ultrapassou 17,6 milhões de vendas e só fica atrás de lendas como Beatles, Elvis Presley e Cliff Richard, que venderam, cada um, mais de 21 milhões de cópias.

Madonna é a 4ª artista que mais vendeu singles no Reino Unido ao longo de toda sua carreira.

Foi divulgado o ranking, que traz os 12 maiores vendedores desde 1952, traz ainda Michael Jackson na 5ª posição, com 15,3 milhões, Elton John em 6º, com 14,8 milhões, Rihanna em 10º, com 10,2 milhões, e Kylie Minogue em 12º, com 10,1 milhões.

Confira a lista:

The Beatles 21.9m
Elvis Presley 21.6m
Cliff Richard 21.5m
MADONNA 17.6m
Michael Jackson 15.3m
Elton John 14.8m
Queen 12.6m
Abba 11.2m
David Bowie 10.6m
Rihanna 10.4m
Paul McCartney 10.2m
Kylie Minogue 10.1m

MADONNA CHART – Os 40 singles digitais mais vendidos de Madonna no iTunes do Reino Unido

Madonna e Justin Timberlake - 4 Minutes

Em quase 30 anos de carreira, Madonna já vendeu mais de 300 milhões de discos e colocou 13 singles no topo da parada inglesa e 11 álbuns em 1º lugar.

Agora com o lançamento do novo álbum, MDNA, seu 12º de estúdio, que debutará em primeiro lugar no próximo domingo (sim, será seu 12º número um CD), o Official Charts Company divulgou as 40 músicas de Madonna com mais downloads no iTunes inglês. Saiba quais são:

NÃO DEIXE DE CURTIR A PÁGINA DO MADONNA MADWORLD NO FACEBOOK.

014 MINUTES FT JUSTIN TIMBERLAKE – 475,000 (físicos + digitais)
02HUNG UP – 560,000  (físicos + digitais)
03GIVE IT 2 ME – 170,000  (físicos + digitais)
04SORRY – 195,000  (físicos + digitais)
05LIKE A PRAYER – 550,000  (físicos + digitais)
06CELEBRATION – 108,000  (físicos + digitais)
07VOGUE – 505,000  (físicos + digitais)
08HOLIDAY – 770,000  (físicos + digitais)
09FROZEN – 525,000  (físicos + digitais)
10JUMP – 52,038  (físicos + digitais)
11CRAZY FOR YOU – 42.000
12MATERIAL GIRL – 42.000
13GET TOGETHER – 40.000
14INTO THE GROOVE – 40.000
15LIKE A VIRGIN – 38.000
16LA ISLA BONITA – 38.000
17PAPA DON’T PREACH – 37.000
18GIVE ME ALL YOUR LUVIN’ FT NICKI MINAJ AND MIA – 36.000
19RAY OF LIGHT – 35.000
20DIE ANOTHER DAY – 32.000
21TRUE BLUE – 30.000
22BORDERLINE – 29.000
23MUSIC – 28.000
24BEAUTIFUL STRANGER – 25.000
25LIVE TO TELL – 22.000
26ME AGAINST THE MUSIC W/ BRITNEY SPEARS – 20.000
27MILES AWAY – 17.500
28CHERISH – 16.000
29DON’T CRY FOR ME ARGENTINA – 15.000
30OPEN YOUR HEART – 12.000
31EXPRESS YOURSELF – 10.000
32REVOLVER – 7.500
33THE POWER OF GOOD-BYE – 6.500
34DON’T TELL ME – 5.000
35LUCKY STAR – 5.000
36DRESS YOU UP – 4.000
37DEAR JESSIE – 3.500
38JUSTIFY MY LOVE – 3.500
39RAIN – 3.000
40THIS USED TO BE MY PLAYGROUND – 3.000

(As 10 primeiras vendas ao lado soman digitais + físicos – só pra informação do total, mas no caso desta tabela, a posição refere-se apenas às vendas digitais)

Madonna álbum- Confessions On A Dancefloor – 6 anos hoje !

Madonna comemora hoje seis anos de lançamento de um dos seus albuns mais cultuados: “CONFESSIONS ON A DANCEFLOOR”.

Confessions on a Dancefloor é o décimo álbum de estúdio de Madonna, lançado no dia 15 de novembro de 2005 pela Warner Music. Imediatamente após ter sido lançado o álbum quebrou um recorde, tendo ficado em primeiro lugar nas vendas de 41 países simultaneamente, estabelecendo um novo recorde de artista solo. O álbum rendeu à Madonna seu oitavo Grammy, na categoria de melhor álbum dance/eletrônico.

De fato, uma das melhores fases… Inumeras referências visuais e musicais, visuais belissimos, performances empolgantes… Nunca foi tão bom ser fã de Madonna!

Confessions on a Dancefloor já vendeu mais de 15 milhões de cópias mundialmente, foi um dos álbuns mais vendidos de 2005 e 2006, e ficou em 59º na lista dos mais vendidos da década passada (anos 2000) segundo o site Mediatraffic, tornando-se um grande sucesso de vendas em sua carreira e um dos álbuns dance que mais venderam na história. Madonna não reclamou.

SINGLES

“Hung Up” – Foi o primeiro single lançado por Madonna oficialmente em 17 de outubro de 2005 e se tornou um sucesso instantâneo em vários países do mundo. Assim como o álbum, a canção quebrou o recorde anterior – dos Beatles – ao ficar em primeiro lugar nas listas de 47 países simultaneamente. A canção utiliza um sample de “Gimme! Gimme! Gimme! (A Man After Midnight)” do ABBA. Vendeu cerca de 9 milhões de cópias em todo o mundo – cerca de um milhão só nos Estados Unidos -, se tornando um dos singles de maior sucesso de todos os tempos.

“Sorry” – Foi o segundo single do álbum de Madonna. Lançado em 20 de fevereiro de 2006, fez muito sucesso na Europa e na América Latina, tendo ficado em primeiro lugar em listas do Reino Unido, da Alemanha, Argentina, Colômbia, Espanha, Grécia, Hungria e Itália. Também ficou em primeiro lugar na Turquia, em Israel e no United World Chart. Apesar de ter ficado em primeiro lugar na lista da Billboard de mais tocadas em boates, a canção não fez muito sucesso na América do Norte, tendo atingido a posição de número 58 no Hot 100 e se tornando o primeiro single da cantora a não entrar na lista do Canadá. Vendeu cerca de 5 milhões de cópias em todo o mundo.

“Get Together” – Foi o terceiro single de Madonna para Confessions On A Dancefloor, foi lançado em 6 de junho de 2006 nos Estados Unidos, em 10 de julho no resto do mundo (com exceção do Reino Unido) e em 24 de julho no Reino Unido. O single não foi tão bem recebido quanto aos anteriores, mas rendeu à cantora uma indicação ao Grammy na categoria de melhor gravação de música dance. Atingiu o primeiro lugar em listas da Bélgica, Bulgária, Croácia, Espanha, Hungria, Israel, Polônia, Ucrânia e Venezuela. Vendeu cerca de 3 milhões de cópias em todo o mundo.

“Jump” – Foi o quarto e último single do álbum Confessions On A Dancefloor lançado por Madonna em 7 de novembro de 2006. “Jump” teve desempenho muito inferior a todos os outros singles lançados do álbum, tendo atingido o primeiro lugar apenas em listas do Brasil, dos Estados Unidos e da Itália. Vendeu cerca de 3 milhões de cópias em todo o mundo.