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Sensacional Bluray Madonna – The Confessions Tour Londres

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Imperdível bluray Madonna – The Confessions Tour. Resolução 1090×1080, som surround 5.1, qualidade de imagem e som surpreendentes.

Antes de iniciar sua bem sucedida turnê – The Confessions Tour, Madonna prometeu “transformar o mundo em uma enorme pista de dança”, inspirada no sucesso de seu último álbum até então – Confessions On a Dance Floor, e será que alguém duvida que a mais popular e significante artista da pop music cumpriu a promessa? Claro que não! Continue lendo Sensacional Bluray Madonna – The Confessions Tour Londres

Rupert Everett: Madonna é o Anti-Cristo!

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Aos 57 anos, Rupert Everett já foi um grande amigo de Madonna, mas admitiu que, por ter sido criado segundo o Catolicismo, acredita que ela representa valores opostos à fé dele. “Eu cresci em um mosteiro e tinha visões de Nossa Senhora quando criança. Achei que deveria matar Madonna por ela ser o Anti-Cristo”, disparou.

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Madonna impedida de cantar Holy water em Singapura na Rebel Heart Tour

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Madonna foi proibida de cantar Holy Water no primeiro show em Singapura, no Estádio Nacional no dia 28 de fevereiro. Um porta-voz da Autoridade de Desenvolvimento de Mídia (MDA) afirmou:

“A turnê Rebel Heart Tour recebeu censura máxima pelo conteúdo sexualmente sugestivo, mais apropriado a adultos. Isto se reflete em um aviso público, para que o público faça a escolha correta.

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Madonna e seu amor por Paris na Rebel Heart Tour

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Madonna tem vários momentos impressionantes na carreira. Quem poderia se esquecer de Like A Virgin no primeiro Video Music Awards, em 1984? Depois, veio a performance avassaladora da premiada Sooner Or Later, no Oscar de 1991. 14 anos depois, Madonna fez 200 mil pessoas gritarem com o show dela no Live 8.

Todos esses shows ainda são assistidos milhões de vezes após a estreia. O discurso de Madonna sobre os ataques em Paris e a performance de Like A Prayer no show de Estocolmo, na Suécia, será mais uma na lista das melhores.

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Rebel Heart Tour: Católicos furiosos com performance de Madonna

Rainha da controvérsia, Madonna voltou às origens ao enfurecer alguns Católicos devotos com uma performance especialmente provocante no mais recente show. Conhecida por antagonizar a Igreja Católica ao longo dos 35 anos de carreira, Madonna agitou as coisas ao apresentar a canção Holy Water na Rebel Heart Tour rodeada de dançarinos vestidos de freiras.

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25 anos da tour Blond Ambition, de Madonna, e seu poder

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Madonna iniciou a turnê Blond Ambition no dia 13 de abril de 1990, completando 25 anos nesta semana. Além de oferecer ao mundo um auge absoluto – como artista e centro das atenções –, o show mudou o panorama da cultura Pop.

Fãs podem se surpreender ao saberem que não foi a turnê mais rentável de Madonna: a Sticky & Sweet, MDNA e The Girlie Show foram melhores. E mais, só teve 57 apresentações, mas continua relevante até hoje e pode ter sido a mais importante para definir Madonna como ícone musical. Eis 25 razões para isso.

1. Foi a reinvenção do show de turnê;
Hoje, a maioria das turnês são produções em larga escala, com trocas de figurino, efeitos especiais, cenários elaborados e um quê de drama que eleva a experiência a algo mais do que apenas alguém com um microfone. No entanto, nem sempre foi assim. Madonna e o coreógrafo Vincent Patterson mudaram completamente os concertos.

Patterson explicou à revista People em uma entrevista de 1990: “O que mais tentamos fazer foi mudar o formato dos shows. Ao invés de apenas apresentar músicas, queríamos combinar moda, Broadway, Rock e arte performática”.

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Crítica: álbum ‘Like A Prayer’, de Madonna, 25 anos

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Pra comemorar o 25º aniversário, eis uma lembrança de cada faixa do clássico álbum Like A Prayer, de 1989. No início daquele ano, o mundo conhecia Madonna como uma provocadora pop com um estilo sexy e excêntrico. Ela era a maior celebridade feminina do planeta e, mesmo com toda a fama, poucos sabiam quanta dor e dúvida aquela católica de 30 anos que encarava um divórcio vivia. Com Like A Prayer, tudo mudaria.

Gravado durante o término de seu casamento com o ator Sean Penn, Like A Prayer fora o álbum mais introspectivo e eclético de Madonna até então. Diferente dos três antecessores, este misturou um rock clássico e psicodélico com os mais modernos sons de sintetizadores. E agora, um quarto de século depois do lançamento no dia 21 de março de 1989, o álbum não parece nem um pouco antigo. Liricamente, ele fala de crescimento, a superação de um romance ruim, e fazer as pazes com Deus e com a família. Pelo menos duas músicas estão centradas na morte da mãe de Madonna, um trauma de infância que teve grande influência no processo de criação de sua personalidade.

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Antes de Like A Prayer ser lançado, Madonna esclareceu que este não seria apenas mais um álbum. Três semanas antes do lançamento, ela estreou o clipe da faixa-título, o primeiro dos cinco singles top 20. Com imagens de assassinato, amor inter-racial e cruzes em chamas, o clipe contrapôs ideias religiosas e êxtase sexual, deixando algumas pessoas confusas e fazendo todos comentarem. Os Católicos a denunciaram, a Pepsi cancelou os comerciais com ela (e terminou com os planos de patrocinar a turnê). Os fãs, claro, engoliram tudo.

Deixando a controvérsia de lado, Like A Prayer está entre os melhores momentos de Madonna e, ao longo das próximas 10 faixas, o álbum não decepciona. Ele é rítmico, comovente e até um pouco esquisito. Enquanto Madonna é uma artista pura, este álbum é uma de suas melhores coleções. Leia a crítica de faixa a faixa:

Like A Prayer

Que forma ótima de começar um álbum. Primeiramente, guitarras distorcidas e um forte baque. Daí, um canto gospel enigmático e revigorante. É a junção de Thriller com o misticismo católico, e Like A Prayer é ótima mesmo sem o vívido clipe. Não é de se estranhar que chegou ao primeiro lugar logo um mês após o lançamento.

Express Yourself

A festa continua da igreja à elevação de Madonna, na qual ela observa suas joias e os lençóis de seda, e decide que prefere ter um homem que se conecta aos seus sentimentos. É sua versão bem alta e vibrante de Can’t Buy Me Love, e subiu ao segundo lugar.

Love Song

Esta colaboração entre Madonna e Prince é o equivalente dos anos 80 à parceria da Mulher Maravilha com o Batman. Com o seu poder de estrela, a faixa é leve, e, com o típico som da guitarra de Prince em meio aos sintetizadores de Madonna, as divergentes sensibilidades musicais seguem o tom da letra – eles não se conectam tão bem.

Till Death Do Us Part

Com o fim do casamento tumultuado com o ator Sean Penn, Madonna reflete sobre as brigas tornadas públicas – “Ele começa a gritar, os vasos voam” – e a distância emocional que condenou o casal. A guitarra e o teclado criam o sentimento de cansaço que contrasta bem com os vocais cheios de atitude de Madonna.

Promise To Try

Claramente uma canção direta sobre a morte da mãe de Madonna, esta balada no piano é realmente complexa. Ela canta para si mesma aos 5 anos de idade, e, além de dar conselhos – “Não esqueça do rosto dela” – ela pede perdão. Ela sabe que errou e teme ter decepcionado a mãe e a si mesma.

Cherish

Uma bem-vinda sobrevida após Promise To Try, o terceiro single do álbum é uma canção alegre sobre o amor verdadeiro. A única razão concebível para esta não ter chegado ao primeiro lugar: A América gosta da Madonna mais provocativa.

Dear Jessie

Esta divertida fantasia pop poderia ter vindo do álbum Around The World In A Day, do Prince, embora ele não tenha nada a ver com a canção. Madonna a compôs e produziu com Patrick Leonard, cuja filha foi a inspiração. Ouvindo novamente, é óbvio que Madonna estava destinada à maternidade.

Oh Father

Uma companhia a Promise To Try, esta canção sobre a tensa relação de Madonna com o pai não abre muito espaço para imaginação. Quando criança, ela se sentiu traída pela decisão dele de se casar novamente e, em uma entrevista em 1989, ela levou seu espírito rebelde e independente de volta ao sentimento de solidão que sentira ao ter seu pai “roubado” pela madrasta. Apesar de dificilmente ser uma faixa bacana, ela ressoou aos ouvintes e chegou ao número 20.

Keep It Together

Conforme as oito faixas anteriores atestam, Madonna teve alguns problemas familiares. Mas, nesta faixa vibrante, ela oferece paz ao pai e aos irmãos, insistindo que o sangue é “mais forte do que qualquer circunstância”. Na oitava posição nas paradas em março de 1990, Keep It Together tem uma melodia tensa.

Spanish Eyes

Esta balada com sabor latino fala tanto sobre AIDS quanto sobre violência de gangues, e a ambiguidade – um tema de debate entre os fãs até hoje – mostra o quão longe Madonna chegara desde Everybody e Borderline.

Act Of Contrition

Tendo usado as últimas 10 faixas para cavar emoções profundas, Madonna relaxa um pouco. Com guitarras de lamento e loops ao avesso, ela esvazia os pensamentos, sem a certeza de estar confessando seus pecado e reservando um lugar no Céu ou um quarto em um hotel da moda. “Como assim, não está no computador?”, ela pergunta, terminando a faixa à verdadeira moda de Madonna, com a boa e velha piscadinha.

Fonte: (Billboard)

Madonna pode dirigir episódio de série sobre os “Dez Mandamentos”

Madonna está cotada para dirigir um episódio de uma série sobre “Os Dez Mandamentos”. Quem disse isso foi o produtor de cinema Harvey Weinstein ao jornal americano “The New York Times”. A série terá dez episódios, um para cada mandamento.

Dentre os outros diretores convidados, estarão, além de Madonna, Lee Daniels, Ryan Coogler e Wes Craven. Weinstein, que produziu o último trabalho da popstar como diretora, o filme “W.E.”, além de outros grandes sucessos do cinema como “Chicago”, “Kill Bill” e “O Senhor dos Aneis”, pretende criar uma divisão em sua empresa especializada em produções para a TV. “A maneira que encontramos de acrescentar estabilidade à companhia hoje em dia e investir em produções televisivas”, disse Weinstein, que pretende criar em sua empresa uma divisão de TV “tão poderosa quanto a cinematográfica”.

Além de “Os Dez Mandamentos”, Weinstein planeja uma série de detetives, também com dez episódios e ambientada no Egito antigo chamada “Book of the Dead” (O Livro dos Mortos, em tradução livre). Há planos para filmar também “Marco Polo”, uma série de artes marciais para o Netflix; “Guerra e Paz”, uma série de 14 episódios baseada no livro de Leon Tolstoi sobre as guerras napoleônicas que será produzida em parceira com a BBC e, ainda, “Stan e Ollie”, sobre os últimos dias da dupla de atores Stan Laurel e Oliver Hardy, mais conhecidos como O Gordo e o Magro, também para a BBC.