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Setlist oficial do Madonna MDNA World Tour 2012

Madonna MDNA World Tour Setlist

Já começaram os preparativos para o tão aguardado retorno da rainha do pop Madonna aos palcos. Enquanto o palco do MDNA é montando em Tel Aviv para a grande estréia do Madonna MDNA World Tour 2012 nesta semana, dia 31, no Ramat Gam Stadium em Tel Aviv, Israel, já podemos confirmar o setlist do show. Saiba quais as músicas que Madonna cantará até dezembro deste ano, caso não tenha uma segunda parte em 2013.

1.Act of Contrition / Girl Gone Wild
2.Revolver
3.Gang Bang
4.Papa Don’t Preach
5.Hung Up
6.I Don’t Give A
7.Best Friend / Heartbeat (INTERLUDE)
8.Best Friend
9.Express Yourself
10.Give Me All Your Luvin’
11.Turn Up The Radio
12.Open Your Heart
13.Masterpiece
14.Justify My Love (INTERLUDE)
15.Vogue
16.Candy Shop
17.Human Nature / Erotica
18.Like A Virgin
19.Nobody Knows Me (INTERLUDE)
20.I’m Addicted
21.I’m A Sinner
22.Like A Prayer
23.Celebration

A turnê divulgará o novo trabalho de Madonna, MDNA, que conta com os singles ‘Give Me All Your Luvin”, ‘Girl Gone Wild’, ‘Masterpiece’ (single promo UK e Rússia) e ‘Turn Up The Radio’ (próximo lançamento).

Depois de Tel Aviv, as apresentações seguirão para as cidades de Abu Dhabi (3 de junho), Istambul (7), Zagreb (11), Milão (14), Florença (16), Barcelona (20), Coimbra (24) e Berlim (28). Em julho, Madonna pela Europa até chegar aos Estados Unidos no mês seguinte. Em dezembro, finalmente, a cantora desembarca no Brasil. Por aqui os shows acontecerão dia 1° na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro, dia 4 no Estádio do Morumbi, em São Paulo, e dia 9 no Estádio Olímpico, em Porto Alegre.

Nova tour de Madonna, MDNA World Tour 2012, terá teto insuflável

Madonna MDNA World Tour 2012 - Herman ten Barge, CEO da empresa Reefhors

Madonna está a poucos dias de iniciar o MDNA World Tour 2012 e algumas notícias oficiais já começam a serem divulgadas.

A última press release lançada pela Live Nation no site oficial de Madonna informa que a MDNA World Tour terá os maiores telões alguma vez criados para um concerto. Agora surgiram mais algumas informações de dois construtores da Bélgica e Holanda.

Herman ten Barge, CEO da empresa Reefhors, está orgulhoso por estar a trabalhar num teto insuflável para o palco de Madonna que será cheio de ar utilizando as mangueiras da Reefhors.

Usar um teto móvel era muito arriscado, por isso eles optaram pela construção de um teto insuflável.

Surgiram também informações de que a empresa de construção de palco Belga StageCo está neste momento a construir 4 palcos idênticos gigantescos, com 70 metros de comprimento, 40 metros de profundidade e 26 de altura!

Outra informação é que Dago González, que produziu alguns dos mais fantásticos backdrop videos  para Madonna, como Paradise (Not for  me) (Drowned World Tour) ou Bedtime Story (Re-Invention Tour), irá fazer parte desta nova tour também!

Um dos últimos backdrops a ser filmado por Dado será para Masterpiece, o que confirme que a balada do filme W.E. está no setlist da tour. A maior parte do que tem sido filmado até ao momento é inspirado no País Basco. Cenas tradiocionais e cerimônias religiosas já foram filmadas para os vídeos e diversas imagens, como o Sol Basco, serão bastante explorados. O Sol na tradição Basca simboliza o olho de Deus. Interiores de cavernas foram também filmados para os vídeos.

Mas o trabalho ainda não está terminado, mais vídeos serão filmados nos próximos dias, incluindo um com os dançarinos da tour fazendo coreografias e close-ups de Madonna. Tal como é habitual, os backdrop videos serão uma parte central dos shows de Madonna.

O vídeos já está em pós-produção. “Best Friend”, “Justify My Love” e “Nobody Knows Me” estão no show como backdrops. No vídeo de “Justify My Love” interlude aparece a mensagem: “Dita is back!”

Veja fotos e o vídeo de Madonna com Jimmy Fallon no chat do facebook

en 11571Veja fotos de Madonna com o apresentador Jimmy Fallon antes do chat que ela deu promover o álbum MDNA na noite deste sábado e assista ao vídeo do bate-papo. No chat, Madonna disse que sua música preferida do MDNA, seu novo álbum, é Gang Bang, e que ela virá sim ao Brasil em sua próxima tour. Seu novo show terá duas horas e um dos blocos se chama “Transgression”.

Assista a entrevista:

Fotos

Madonna em chat com Jimmy Fallon no Facebook

Madonna em chat com Jimmy Fallon no Facebook

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Madonna em chat com Jimmy Fallon no Facebook

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Madonna during her Facebook chat with Jimmy FallonMadonna during her Facebook chat with Jimmy Fallon

 

Madonna GR8 – O novo disco, MDNA!

Lady Madonna. Plebeia Madonna. Madonna Material Girl. Madonna Cowgirl. Madonna Erotica. Madonna Neurótica. Madonna Fashionista. Madonna Fetichista.

Madonna - MDNANós já nos encontramos com todas elas no decorrer desses 30 anos – juntamente com os muito alter-egos que nem podem ser listados. Então não deveria ser nenhuma surpresa que a rainha do pop das 1000 faces tenha adicionado mais alguns auto-retratos a sua galeria com seu 12º álbum MDNA.

Uma que você não vai encontrar: a Madonna acabada. Co-produzido pelo co-conspirador do do mais aclamado álbum de MadonnaRay of Light, Willian Orbit, pelo DJ francês Martin Solveig, o parceiro italiano Benny Benassi e por outros, MDNA é um dos álbums mais intrigantes de Madge em muito tempo, que oferece uma mistura inteligente de pop e dance music, com doses de hip-hop, eletrônica, dubsteps, baladas e até alguns momentos sérios. Mas o que mais você poderia esperar de um disco cujo título está somente a uma letra de distância de ser o anacronismo do Ecstasy?

Junto com a Madonna totalmente revigorada, aqui estão algumas outras características que você vai encontrar em MDNA.

A Madonna líder de torcida

Você nunca estará velho demais para entrar no esquadrão da energia, como Madonna em seus 53 anos provou no Super Bowl. O ponto alto da sua apresentação do show do intervalo foi o primeiro single de MDNA Give Me All Your Luvin’ (que não deve ser confundido com o sucesso do ZZ Top´s Gimme All Your Luvin´ ) “L-U-V Madonna. Y-O-U you wanna?”

Cheira como espírito adolescente. Nesse momento Avril Lavigne e Toni Basil devem provavelmente estar lendo suas anotações de sala de aula.

A Madonna Bandida

“Se guie, vadia! E enquanto o faz, morra sua vaida” Assim proclama Madonna na sua canção de título um pouco impróprio mas magnificamente colocado Gang Bang, uma fantasiosa vingança obscura onde ela supostamente assassina seu amante com um tiro na cabeça. Vamos torcer para que Guy Ritchie tenha um pouco de senso de humor.

Madonna - MDNA Photoshot

A Madonna Ex-Esposa

Você acha que seu divórcio foi difícil? Pelo menos seu ex não escreveu um rap chamado “ I Don´t Give A ( algo como “Eu não to nem aí” em uma tradução literal e um pouco sutil. Nota do tradutor ) que diz : “Você se zangou comigo? Quem obtém a custódia? Engoleessa. Não tivemos um acordo pré-nupcial.” Ainda bem que Madonna suavizou um pouco com a baladinha Falling Free, onde ela oferece: “Estamos ambos livres agora, livres para seguirmos.” Esperamos que ela não tenha dito que eles estariam livres para atirarem um na cabeça do outro.

A Madonna Poderosa e Destruidora

Quando não está caindo fora das coisas, ela está entrando nas mesmas. Junto com Give Me All Your Luvin’, a viagem de I´m Addicted, a dançante Superstar (que tras Lourdes Maria, sua filha, nos backingvocals), a excêntrica Love Spent, a glamorosa Some Girls (não, não é AQUELA Some Girls ) e a baladinha vencedora do Globo de Ouro Masterpiece, todas nos fazem lembrar que Madonna é uma mulher que ama e que gosta de ser amada. Até o dia que ela o deixa de ser, se é que me entendem.

A Madonna com Conflitos Religiosos

Sim, nós já nos encontramos com ela várias vezes. Mas a verdade é que ela sempre volta. Girl Gone Wild abre MDNA, começa com uma desrespeitosa, mas sutil e engraçada ao mesmo tempo, oração de perdão (“Eu quero muito ser uma garota boa” ) ela diz. I´m a Sinner cita a Virgem Maria e uma leva de santos com uma levada country e com uma mistura dos 10 Mandamentos. Algo bem provocativo.

Comentário Faixa a Faixa

Girl Gone Wild | 3:43 – Mais confissões na pista de dança. Começando com um teclado religioso e palavras ditas de uma oração, ela muda gradativamente para um hino de festa cheio de batidas dançantes. Pena que o coro tenha ficado um pouco desastrado demais.

Gang Bang | 5:26 – A faixa mais estranha, e melhor do álbum, é severa, sinistra, onde Madonna leva seu amante para um último passeio antes de acabar com ele.
Vocais sussurrados e sintetizadores tipo Código Morse completam o clima de tensão, enquanto tiros e sirenes de policia aumentam o drama. A parada dubstep pode parecer um pouco trendy demais, mas é para o próprio bem da musica.

I’m Addicted | 4:33 – È sobre estar presa a um homem. Mas no meio dessa melodia ping-pong-bleeping-blooping, as ondas de reverb e de ecos, os vocais seccionados e as linhas sobre como o amor flui do meu corpo, ligando meu cérebro, como MDMA… bom, nos faz pensar que esta é a Madonna drogada (MDMA é o anagrama para a droga conhecida como Ecstasy – nota do tradutor).

Turn Up the Radio | 3:46 – Sem grandes metáforas – somente uma simples e gentil batida pop sobre dirigir seu carro e escutar música alta ao mesmo tempo. Sem grande peso, mas bastante agradável.

Give Me All You rLuvin’ | 3:22 – De certa forma, Madonna e Martin Solveig mistura rosnados, cantos de líderes de torcida e uma batida dos anos 60 – e funciona. NickiMinaj quase que se sobrepõe à sua anfitriã com um verso tipicamente rap, enquanto que M.I.A não faz diferença.

Some Girls | 3:53 – Infelizmente não é cover da música dos Stones, mas essa estrutura glamorosa e ao mesmo tempo e batida pesada da letra parece nos soar um pouco familiar (“Algumas garotas descendo ladeira, algumas garotas aproveitando o final de semana.”)

Superstar | 3:55 – “Você pode ter as chaves do meu carro. Tocarei para você uma canção no meu violão.” Promete Madonna nessafaixacurta e chata. Ainda bem que a batida de “Ohh-la-la” faz compensar a letra insípida.

I Don’tGive A | 4:19 – Outro destaque. Madonna entrega um grande rap sobre quão impressionante sua vida é – e distribui algumas farpas para Guy Ritchie. Minaj retorna nessa faixa para pagar um tributo antes do corte para a parte orchestral.

I’m a Sinner | 4:52 – E ela gosta de ser! ( em referência ao pecadora do título – nota do tradutor ) Com sua batida funky, metalizadas estilos anos 60, uma canção intermediária meio country-gospel-disco, você vai gostar desse numero estilo Beautiful Stranger.

Love Spent | 3:45 – Uma producao de baixo impacto de William Orbit que começa com um banjo e depois tem adicionadas violões, sons de vídeo game e vocais limpos com Auto-Tune. Mas ainda assim ainda parece que ficou faltando alguma coisa.

Masterpiece | 3:58 – Um violão estilo folk, cordas e estilos latinos. Madonna compara o seu amante com uma obra de arte nessa balada vencedora do Globo de Ouro de seu filme W.E. Boa, mas me parece um pouco deslocada.

Falling Free | 5:13 – Realmente uma balada de encerramento – e a melhor – tem cordas e um piano decorados com pontos de sintetizadores, finalizados com uma letra sobre perdão após o término de um relacionamento.

Exclusivo para o Madworld, tradução de Gustavo Espeschit do artigo publicado no renomado jornal canadense Toronto Sun. Essa resenha foi elogiada pelo empresário de Madonna, Guy Oseary, em sua conta no Twitter. Vale a pena ler.

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Madonna em MDNA: Só pode haver uma rainha

Com novo disco, “MDNA”, a cantora mostra que tem cacife para ocupar o trono do pop por muito tempo

Madonna MDNAAntes de “MDNA”, o décimo segundo álbum de estúdio de Madonna, que será lançado mundialmente no dia 26, mas que caiu na internet na última segunda-feira, o que mais se ouvia sobre ela era que seu reinado estaria chegando ao fim. O disco anterior, “Hard Candy” (2008), estava muito aquém do que se esperava de Madonna. Além disso, nos últimos quatro anos, várias candidatas a rainha do pop, como Kylie Minogue, Britney Spears, Rihanna e Beyoncé, lançaram discos novos e avançaram algumas casas no tabuleiro da música.

No mesmo período, o mundo viu surgir Lady Gaga, que rapidamente parece ter assumido a dianteira nesta disputa. Todas elas, ora alfinetando, ora derretendo-se em elogios e admitindo que, sim, se inspiram em Madonna.

Depois de rodar o mundo com a “Sticky & Sweet Tour”, ela deu um tempo na música, como que deixasse suas candidatas a sucessora mostrarem o que podiam fazer. Madonna lançou uma coletânea, gravou um clipe (“Celebration”, ao lado do então namorado brasileiro Jesus Luz) e dirigiu seu segundo filme (“W.E. – O Romance do Século”, em cartaz no País).

Madonna 2012Retorno

Com “MDNA“, ela volta à cena para mostrar quem é que manda. Ou, pelo menos, que ainda tem gás para se reinventar e fazer um pop de qualidade. O disco abre com “Girl Gone Wild“, produzida por Benny Benassi. Na introdução, ela afirma que se arrepende dos pecados que cometeu e que quer ser boa. Mais adiante, porém, ela admite que não consegue se controlar.

“Na pista até amanhecer/Garotas só querem se divertir/Eu sei, eu sei, eu sei/Não deveria agir assim/Eu sei, eu sei, eu sei/Boas garotas não se comportam mal/Se comportam mal/Mas, de qualquer forma, eu sou uma garota má/Perdão”, canta em um dos versos da letra.

A faixa, que havia sido divulgada há alguns dias e ganha clipe na semana que vem, cumpre bem seu papel, dando uma ideia do que está por vir: Madonna cansou de tentar bancar a boazinha e quer mesmo é botar para lascar.

Na sequência, “Gang Bang” não deixa sobrar tempo nem para recuperar o fôlego. Numa das melhores músicas da carreira, Madonna solta o verbo e esculhamba geral. Batida pulsante, voz nasalada, versos fortes e palavrões em profusão. Genial. “E eu vou direto para o inferno/E eu tenho vários amigos lá”, diz. Merece ser lançada como single (e ganhar clipe a altura, se possível, dirigido por Jonas Akerlund) e entrar na próxima turnê, cuja passagem pelo Brasil já é dada como certa no começo do próximo mês de dezembro.

Em “I´m Addicted”, ela compara o amor a uma droga. No caso, o MDMA, um dos nomes pelos quais é conhecido o êxtase. Foi daí, aliás, que ela tirou a ideia do título do disco, trocando apenas uma letra e criando um anagrama com o seu próprio nome.

“Turn up the Radio” também tem potencial para virar hit. O ritmo do disco só é quebrado quando entra “Give me All your Luvin´”, com participação de Nicki Minaj e M.I.A.. A temática cheer leader casou bem com a performance no intervalo do Superbowl, mas destoa do resto do disco. Não é ruim, mas, tendo em vista o conjunto de “MDNA”, dá para notar que foi mais uma adequação ao contexto da apresentação do que qualquer outra coisa. O mesmo se aplica a balada “Masterpiece”, parte da trilha sonora de “W.E.” – que só toca nos créditos.

Outro ponto alto é “I don´t Give a”, na qual Nicki Minaj afirma que “só pode haver uma rainha e ela é Madonna”. A letra é uma das mais confessionais do disco. Fala sobre não ligar para o que as pessoas pensam dela: “Tentei ser uma boa garota/Tentei ser sua esposa/Me diminuí/Engoli minha luz/Tentei ser tudo o que você esperava de mim/E se eu falhei/Não dou a mínima”. O que será que o ex-marido, o cineasta Guy Ritchie, achou da música?

A filha Lourdes Maria participa como backing vocal (alguém notou?) em “Superstar”. Inevitável a comparação com “Hello”, sucesso do produtor da faixa, Martin Solveig. A menina já havia inspirado a mãe a compor “Little Star”, de “Ray of Light”.

Numa prova de que busca referências na própria carreira – se as outras podem, por que não ela mesma? -, Madonna apresenta “I´m Sinner”. Soa como uma mistura de “Ray of Light” com “Beatiful Stranger”. Combinação bombástica. A cantora sabe o que funciona. Se dizendo uma pecadora, em meio a um atmosfera oriental, ela evoca Maria, Jesus, São Cristóvão, São Sebastião e Santo Antônio.

“Love Spent” começa com um banjo futurista. O clima oitentista evoca Erasure e La Roux. Muito vagamente, remete a “Hung Up”, um dos maiores hits de Madonna. A versão simples do disco encerra com “Falling Free”, uma balada sombria como as que só William Orbit sabe produzir. Na versão dupla, haverá mais cinco músicas bônus, incluindo um remix de “Give me All your Luvin´” feito pela dupla LMFAO.

Equilíbrio

“MDNA” certamente entra para o hall dos melhores discos de Madonna, ao lado de “Like a Prayer” (1989), “Ray of Light” (1998) e “Confessions on a Dancefloor” (2005). A produção dividida entre William Orbit (parceiro em “Ray of Light”), Benny Benassi e Martin Solveig deram ao trabalho o equilíbrio certo de intros-pecção e alegria.

Em poucas ocasiões Madonna se abriu tanto nas letras. É verdade que todas as suas composições são pessoais e carregam muito do que ela vivia naqueles momentos, mas desta vez ela foi mais direta. “Acordei ex-esposa/Essa é a sua vida/(…)/Você ficou bravo comigo/Quem tem a custódia/Os advogados que se danem/Não tinha um acordo pré-nupcial/(…)/Fazer um filme/Escrever uma música/Tenho que pegar meu dinheiro de volta”, brada em “I don´t give a”.

O disco está cheio de recados para a concorrência e para ex-maridos e namorados. Mas também tem bobagem, refrões pegajosos e batidas capazes de animar qualquer festa. Exatamente como deve ser a boa música pop.

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Ouça as faixas do novo álbum de Madonna, MDNA, na íntegra

Madonna, MDNACaiu na net o novo álbum de Madonna, MDNA. MDNA é o décimo segundo álbum de estúdio da cantora, que vem com uma turnê inédita que estreia em Israel no final de maio. Este é o primeiro disco da popstar lançado em parceria com a Live Nation – feito em um acordo de exclusividade que custou mais de US$ 150 milhões. A pré-venda da produção pelo iTunes alcançou o primeiro lugar em 50 países, incluindo o Brasil.

Neste domingo, o single de GIRL GONE WILD foi liberado para venda no iTunes fora do eixo EUA. Para as letras, clique aqui.

BEAUTIFUL KILLER  
GANG BANG 
TURN UP THE RADIO 
I’M ADDICTED 
I DON’T GIVE A 
LOVE SPENT 
SOME GIRLS 
I’M A SINNER 
B-DAY SONG 
FALLING FREE 
SUPERSTAR 
I FUCKED UP 
MASTERPIECE 
GIRL GONE WILD 
GIVE ME ALL YOUR LUVIN’ 

 

Lançamento mundial do clipe de GIRL GONE WILD, de Madonna, será no canal E!

madonna girlgonewildclip mdnaSegundo informações do site www.madonnatribe.com, Madonna juntou forças com o canal E! para o lançamento, com exclusividade no mundo inteiro, do clipe de seu novo single Girl Gone Wild, faixa do seu 12º álbum de estúdio MDNA, a ser lançado dia 26 de março pela Interscope Records (segundo álbum de Madonna que não sei pela Warner, sua gravadora de 25 anos)

O vídeo, filmado todo em preto e branco, foi gravado em Los Angeles e tem a direção de Mart & Marcus. Ele trás uma performance impressionante de Madonna e de seu grupo de dançarinos e efeitos visuais de tirar o fôlego. Pelo que foi exibido como prévia já dá para ser ter uma ideia do quão polêmico e forte o clipe será.

E! trás a plataforma perfeita para o lançamento de tão comentado vídeo quando ele estrear com exclusividade nos EUA no E! News na próxima terça-feira, 20 de março, às 7:00 e 11:30 da noite. Aqui no Brasil o E! News é sempre transmitido um dia depois da transmissão americana pelo canal 33 (SKY), então podemos esperar Ryan Seacrest e Giullinna Rancic apresentando este espetáculo no dia 21 às 18:00 horas em telinhas brasileiras.

O novo vídeo de Madonna, Girl Gone Wild, será lançado no Youtube no dia 21, quarta-feira.

Assista um preview do video postado no canal de Madonna no Youtube

Ouça BEST FRIEND, mais um preview do álbum MDNA, de Madonna

Madonna MDNA 2012Escute na íntegra mais uma faixa do álbum MDNA. A música em questão é Best Friend, que está incluída na versão Deluxe do CD, e foi escrita por Madonna, Alessandro Alle Benassi e Marco Benny Benassi.

Best Friend possui uma ótima batida eletro e novamente questionamentos sobre a perda de um amor e que também era seu melhor amigo. Até agora, já ouvimos as faixas FALLING FREE, SUPERSTAR, I´M ADDICTED, I FUCKED UP e LOVE SPENT, além dos singles de GIVE ME ALL YOUR LUVIN’, GIRL GONE WILD e MASTERPIECE.

MDNA é o 12º álbum de estúdio de Madonna e será lançado dia 26 no Brasil. A turnê mundial “MADONNA WORLD TOUR” começará no dia 29 de maio, em Tel Aviv, Israel. Depois de 26 cidades européias e 36 na América do Norte, Madonna deve desembarcar para dois shows no Brasil, em dezembro, com locais e datas a serem anunciados. Nas redes sociais, os boatos apontam para São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre.

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Escute I Fucked Up, música da versão deluxe do álbum MDNA, de Madonna

Madonna MDNA 2012Escute na íntegra a faixa I Fucked Up, do álbum MDNA. A música em questão é “I Fucked Up”, que está incluída na versão Deluxe do CD, é mais uma produção de Martin Solveig junto com a Madonna.

Madonna no modo confessional, como ela alega, pelo menos, parte da responsabilidade pela morte de um relacionamento. Liricamente, ela está em seu mais cru e interessante no álbum MDNA, mansa.  Até agora, já ouvimos as faixas FALLING FREE, SUPERSTAR, I´M ADDICTED, I FUCKED UP e LOVE SPENT, além dos singles de GIVE ME ALL YOUR LUVIN’, GIRL GONE WILD e MASTERPIECE.

MDNA é o 12º álbum de estúdio de Madonna e será lançado dia 26 no Brasil. A turnê mundial “MADONNA WORLD TOUR” começará no dia 29 de maio, em Tel Aviv, Israel. Depois de 26 cidades européias e 36 na América do Norte, Madonna deve desembarcar para dois shows no Brasil, em dezembro, com locais e datas a serem anunciados. Nas redes sociais, os boatos apontam para São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre.

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MADONNA MDNA 2012: Leia o review do novo álbum de Madonna, MDNA, feita pelo jornal britânico The Telegraph

Comentário faixa a faixa de MDNA
Por Neil McCormick do The Telegraph

Madonna - MDNA 2012O novo album de Madonna, MDNA, foi mostrado para os críticos britânicos nesta sexta em uma audição especial nos estúdios de Abbey Road em Londres. Neil McCormick estava lá. Aqui está um comentário faixa a faixa. MDNA será lançado mundialmente no dia 27 de março.

1) Girl Gone Wild

Uma batida seca, com sequências pesadas e ao mesmo tempo suaves conduzem Madonna ao caminho que ela quer seguir – como a máquina precisa do techno pop do século 21, fazendo um contra balanço entre o que as rádios querem com o frenesi das pistas de dança. “As garotas só querem se divertir”, diz a nossa líder sem medo algum.

Mas onde será que já ouvimos isso antes? Esta noção não é particularmente original, é o manifesto central do álbum: diversão inocente e introspecção.

2) Gang Bang

Apesar do título da música, que os jovens fãs serão advertidos a não jogarem no Google para não saberem seu real significado, esta não é ( ainda bem ) uma música com rompante sexual brutal. O título é uma tentativa mal sucedida de dinstinguir a música de uma outra muito popular nos anos 60 chamada Bang Bang de onde Madonna toma emprestada a imagem central de alguém que assassina o amante. Bang Bang, te matei. Dei um tiro na cabeça de meu amante. Esparsa e atmosférica, com uma batida de fundo descascada, vocais lentos, apoiados por estalos de um sub-baixo que vai se desenvolvendo em uma batida techno groove sólida, esta é uma das faixas mais bizarras e interessantes do álbum, apenas manchada pela dedicação intensa de Madonna de não deixar os clichês da letra passarem desapercebidos. Aparentemente ela está como um peixe fora d´água ou como um morcego fora da caverna.

3) I´m Addicted

Arpejos de sintetizadores se transformam em sequenciais eloquentes marcados e efervescentes que criam sons estridentes por toda a faixa. Um pop digital eficiente que vai soar fantástico nas altas pistas de dança, mas, como muitas das músicas deste 12º álbum de estúdio de Madonna, vai parecer óbvio que as letras foram incluídas na canção posteriormente. Alguém realmente precisa de outra música sobre ser viciado em amor, comparando o efervecer dos hormônios aos narcóticos? O vocal é cortado e gago, de forma que Madonna repetidamente declara ser a dick, a dick. ( Nota da tradução: dick aqui se refere ao órgão sexual masculino sendo a expressão a dick cacofônica com o título da música e à palavra addicted.)

4) Turn Up The Radio

Mesmo na era da Internet, ainda é o rádio que encanta a nossa rainha do pop de 53 anos. Teclados reluzentes e rebuscados emolduram um início lento, com Madonna procurando espaço na multidão (ou melhor, numa tentativa de se usar todos os clichês disponíveis, ela cita “the maddening crowd” – a multidão enlouquecida – mas fazendo trocadilho com seu nome) antes que um sintetizador agradável, mas frouxo, lançar um pop mais sólido. Madonna se sente “sugada como uma mariposa pela chama”, mas o efeito da música na pista de dança com certeza deve distrair seus ouvintes da banalidade da letra.

5) Give Me All Your Luvin’

Seria a maneira de grafar o título uma forma de distinguir essa canção de outra do ZZ Tops chamada Gimme All Your Loving nos mecanimos de busca? As tentativas seriadas de apropriação de coisas alheias pela parte de Madonna podem levemente passar por algum tipo de jogo de conhecimentos musicais a ser jogado em qualquer sala de estar com um aparelho de som.

O primeiro single do álbum é a mais leve e mais superficial faixa do álbum, propositalmente bonitinha e curta, contruída com sintetizadores frenéticos estilo anos 80 e uma batida constante. O seu objetivo central parecer ser envolver Nicky Minaj e M.I.A como representantes da próxima geração de cantoras pop em um coro que faz juramentos de fidelidade e lealdade à rainha do pop, dizendo: “L-U-V Madonna”.

6) Some Girls

Vamos dar à Madonna o benefício da dúvida e presumir que ela não sabia que os Rolling Stones já haviam lançado uma música chamada Some Girls. De qualquer forma, você nunca veria Mick e Keith fazendo uma canção com um groove meio tempo em uma linha de baixo totalmente electro e com sintetizadores. O produtor Willian Orbit brinca com os vocais de Madonna levando-o do intimista até o ecoado, do tímido ao sedutor, mas a intenção aparentemente não é a de retratar Madonna como qualquer tipo de mulher: “Algumas garotas não são como eu. Eu nunca quis ser como algumas garotas.”, declara Madonna na letra.

7) Superstar

Doce e quente, um ambiente cintilante se controi de um loop de guitarra redondo até um ecoante tum Tum que deve ter sido feito com base nos arranjos de bateria dos Beatles. A melodia pegajosa e os “ ohh la la, você é uma superstar” do refrão que o convida a cantar junto constrói uma letra tão desastrosa que sua estupidez soa como proposital. “Você pode ter a senha do meu telefone. Te mandarei uma mensagem quando chegar em casa.” Para alguém determinada a se conectar com as crianças, as referências retrô de Madonna ao homem ideal são de deixar qualquer jovenzinho desnorteado: Brando, Travolta, James Dean, Bruce Le e Abe Lincoln (porque você luta pelo que é correto.)

8) I Don´t Give A

Tem uma certa energia essa produção de Martin Solveig. Madonna levanta o dedo médio para o mundo em geral e para o ex-marido Guy Ritchie em particular. “Tentei ser uma boa moça. Tentei ser sua esposa. Eu me diminuí e engoli toda minha luz. Eu tentei ser tudo que você esperava de mim. E se isso foi um fracasso, eu não dou a mínima.” (eu tentei pensar em um obscenidade que rimasse com “me”, mas talvez eu não tenha entendido o contexto . O final se mistura com um enorme coral com o drama de Carmina Burana. Um destaque no álbum, embora o rap explosivo de Niki Minaj mostra a mensagem mais estática de Madonna.

9) I´m a Sinner

Com Orbit de volta ao controle, isso é uma reminiscência da eloquência de Ray of Light. Contruida em cima de um loop de bateria, ela pulsa junto com um teclado fluido quase anos 60, evoluindo para um grande e declarado coral techno gospel, com Madonna extenuantemente declarando que, como Santo Agostinho, ela quer ser salva, mas não ainda. A pausa na pregação dos Santos (Critóvão, Sebastião e Antônio, todo têm seus nomes marcados) é eficiente e termina com “ooh ooh’s” reminiscentes de Sympathy for the Devil dos Stones. Divertido.

10) Love Spent

Cordas ciganas tratadas como um banjo Western Spaghetti surgem para introduzir um sentimento quase que orgânico para um álbum muito sintético e estilizado. Uma canção pop sobre amor e dinheiro (tópicos que Madonna frequentemente visita) que se eleva para padrões electro elegantes e um coro pulsante.

11) Masterpiece

Uma canção de amor doce e gentil, com toques de guitarra espanhola, batida leve e melodia fluente, tudo preenchido por cordas sintéticas. A música tema para o seu criticado filme W.E. Ela deveria estar pensando no rei Eduardo VIII quando escreveu: “honestamente não dá para ser divertido ser sempre o escolhido”, mas a mensagem se aplica quase em sua totalidade à própria Madonna. Por todo o álbum ela determinadamente tenta demonstrar que uma mãe de 50 anos, com quatro filhos, ainda pode estar na ativa e se divertir com suas crias na pista de dança. Mas ainda, perversamente, ela soa um pouco suave demais quando acalma um pouco o seu show e age como alguém da sua idade.

12) Falling Free

As primeiras cinco faixas de MDNA foram todas produzidas pelo time do hit techno e os resultados são digitalmente brilhantes, pegajosos e contemporâneos. A segunda parte do álbum é comandada por Willian Orbit e é mais introspectiva e inventiva. Mas somente no encerramento do álbum vemos que existe uma sugestão de que existe vida além da parada de sucessos. Com uma melodia progressiva, sem batidas e poética, desprendida de letra, o vocal puro e sonhador de Madonna a fez declarar como alguém livre para errar. É uma canção sobre se deixar levar, de uma mulher que, na sua totalidade parece estar se agarrando a tudo firmemente. Apesar de um pouco deslocada do resto do álbum, em sua esfuziante juventude focada no eletro pop, ela sugere que Madonna pode, na verdade, ter ainda lugares de musicalidade e sentimentos a serem explorados quando ela tenta, eventualmente se cansar da batida pop.

Obrigado ao amigo Gustavo Espeschit pela tradução.

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