Arquivo da tag: Grammy

Bluray Lady Gaga – Joanne + TV Performances (Grammy, Superbowl)

BLURAY LADY GAGA - JOANNE (SUPERBOWL)

Sensacional bluray lady gaga especial “joanne”. Som surround 5.1, 1080p, qualidade sensacional. Sem legendas. O bluray trás bônus como o Superbowl 2017 e performances de tv.

John Wayne
Perfect Illusion
Million Reasons
Medley (Super Bowl 2017)
A-YO + Million Reasons (Live Saturday Night Live 2016)
Joanne (Alan Carr’s Happy Hour 2016)
Medley (The Sound of Music) (The 87th Academy Awards)
Million Reasons (American Music Awards 2016)
Million Reasons (Live X Factor UK)
Million Reasons (The Royal Variety Performance 13.12.2016)
Million Reasons + A-YO + John Wayne (Victoria Secrets Show 2016)
Joanne (News Zero 04.11.2016)
Million Reasons – Perfect Illusion – A-YO (SMAP/SMAP 12.12.2016)
New York, New York (Live From Sinatra 100)
Perfect Illusion (Sukiri 02.11.2016)
The Lady Is a Tramp + La Vie En Rose (Tony Bennett 90th birthday)
Tribute to David Bowie (Grammy Awards 15.02.2016)
Til It Happens To You (Live at Billboard Women In Music 2015)
Til It Happens To You (Oscar 2016)
Imagine (Baku European Games Opening Ceremony 2015)
Tom Ford Spring Summer 2016 (Lady Gaga – Nick Knight) Continue lendo Bluray Lady Gaga – Joanne + TV Performances (Grammy, Superbowl)

Madonna sobre Lady Gaga, Guy Ritchie e idade para a Rolling Stone

madonna-rollingstone-cover2015-rebelheart

Madonna volta à capa da Rolling Stone que chega às bancas hoje (27), com a entrevista mais reveladora, introspectiva e ardente. Na conversa com o escritor Brian Hiatt, Madonna falou sobre o que realmente sente sobre Lady Gaga, o casamento com Guy Ritchie, o relacionamento com o Judaísmo, o que pensa de Kanye West, as lesões e muito mais.

madonna rolling stone capa 2015 rebel heart

Continue lendo Madonna sobre Lady Gaga, Guy Ritchie e idade para a Rolling Stone

Grammy 2015: Madonna anos-luz de distância da verdadeira idade

The 57th Annual GRAMMY Awards - By Lionel Hahn

O “semancol” de Madonna com sua idade é implacável e constante, como um esporte. Mas por quê alguém deveria agir conforme a idade em termos de figurino?

Tirando a pegadinha de Kanye West com o cantor Beck, vencedor do prêmio “Álbum do Ano” no Grammy, valeu a pena assistir à cerimônia para vermos Madonna. Ela chegou cheia de estilo, vestindo algo bastante justo, extremamente curto, e sapatos impressionantes. Nenhuma surpresa até aí, num figurino à la Matadora. Ela ostentou um novo espartilho, com orgulhosos e protuberantes seios, e pernas em uma meia-arrastão atrevida. Ao primeiro olhar, a maioria das pessoas achou: “Belo chapéu”, e todos voltaram aos seus lugares.

Daí, ela mostrou o bumbum. Para os paparazzi. Claro que ele não estava coberto por um par de calcinhas de algodão confortável como a maioria das mulheres usaria. O bumbum estava nu, coberto apenas por um tipo de suporte atlético. A gloriosa Madonna. A gloriosa e cinquentona Madonna, que se recusa a agir conforme a idade.

Continue lendo Grammy 2015: Madonna anos-luz de distância da verdadeira idade

Madonna poderia ensinar Mariah Carey a cantar

madonna grammy 2015 mariah carey

Madonna nunca levou crédito como uma vocalista de verdade, mas o áudio dela no Grammy mostra um grande poder vocal. É bem interessante o fato de Madonna ter escolhido cantar junto com a base pré-gravada no Grammy. Ela provavelmente precisa de mais confiança no talento vocal.

Os vocais de Madonna são um sucesso ou um desastre em apresentações de televisão. Entretanto, quando ela faz direito, Madonna zoa de todos que dizem que ela não canta bem. O site NewNowNext resume a boa cantora que Madonna se tornou: “Ela vem detonando na indústria da música desde o álbum de estreia em 1982, e, mais de 30 anos depois, no Grammy desse ano, ela provou seu valor ao abençoar uma plateia internacional com uma das maiores performances na história”.

Madonna é uma das poucas artistas cuja voz melhorou com a idade. O mesmo não pode ser dito sobre Mariah Carey, que sempre foi considerada uma melhor vocalista do que Madonna. Quando os vocais isolados de Mariah foram lançados em um recente especial de Natal, ela foi crucificada pela mídia. A revista Us Magazine descreveu a vergonha que Mariah Carey se tornou: “Para o Natal, Mariah deveria ter descansado a voz. A Elusive Chanteuse apresentou o amado clássico natalino All I Want For Christmas Is You em Nova York. Porém, os vocais mostraram o quanto a diva Pop lutou pra atingir os famosos agudos”.

Continue lendo Madonna poderia ensinar Mariah Carey a cantar

Madonna REBEL HEART: deluxe, Joan Of Arc, clipe, single, remixes

madonna rebel heart living for love instagram promo tour

Madonna lançará seu novo álbum “Rebel Heart” no dia 10 de março mundialmente, e vamos a as últimas.

– Na Alemanha e Austrália, o álbum sairá no dia 06 de março.

– Duas novas faixas serão lançadas no iTunes no dia 09 de novembro, sendo que uma delas é a belíssima “Joan of Arc”. A outra faixa não foi revelada.

– A assessora de Madonna, Liz Rosenberg, confirmou que Madonna está em NY filmando o clipe de “Living For Love”, que será lançado em fevereiro antes do Grammy, e que tem muitos modelos homens bonitos, muita dança e que Madonna está muito sexy. O clipe conta o coreógrafo Marvin Gofin, que, inclusive, participou do MDNA Tour na performance de “Love Spent”.

Continue lendo Madonna REBEL HEART: deluxe, Joan Of Arc, clipe, single, remixes

Suspeito de ter roubado as músicas do novo álbum de Madonna é preso

madonna-rebel-heart-capa-novoálbum-peq

O suspeito por ter roubado as novas músicas de Madonna do álbum “Rebel Heart”, foi preso em Israel. Uma investigação secreta feita pela unidade de crimes de Internet da polícia de Israel resultou na prisão de um homem de Tel Aviv suspeito de invadir os arquivos de da rainha do pop.

O suspeito supostamente roubou faixas inéditas e vendeu-os online.

A investigação começou depois de uma queixa apresentada por um representante de Madonna.

A investigação teve apoio do FBI, o que levou à suspeita do suspeito também ter roubado outros artistas internacionais.

Madonna, em sua página oficial no facebook, agradeceu o empenho da investigação: “Estou profundamente grata ao FBI, os investigadores da polícia de Israel e a qualquer outra pessoa que ajudou a levar à prisão deste hacker. Eu aprecio profundamente os meus fãs que nos forneceram informações pertinentes e continuam a fazê-lo sobre o vazamento da minha música. Como qualquer cidadão, tenho o direito à privacidade. Esta invasão na minha vida, na minha criativamente, profissionalmente e pessoalmente, continua a ser uma experiência profundamente devastadora e prejudicial, como deve ser para todos os artistas que são vítimas deste tipo de crime “.

O novo álbum de Madonna, “Rebel Heart”, será lançado no dia 10 de março. Ela se apresenta no Grammy deste ano o single “Living For Love” no dia 09 de fevereiro. (Israel News)

Quase certo: Madonna abrirá e fechará o Brit Awards 2015 com medley

madonna brit awards 2015 living for love grammy

A dominação Madonna com álbum que será lançado em março “Rebel Heart” promete. Desde seus dois últimos lançamentos sem promoção em TV (álbum MDNA (2012) e Hard Candy (2008), parece que o mesmo não acontecerá com “Rebel Heart”. Madonna deixará o seu império para alguém cuidar e cairá em tournê promocional em premiações e talk-shows antes de sair em tour mundial.

Está 99% confirmado de que ela se apresentará no Brit Awards 2015 – a maior premiação britânica. A última vez que Madonna esteve por lá foi em 1995 quando cantou o single “Bedtime Story”, 20 anos atrás. Assista ao vídeo:

Madonna, além de abrir a premiação com o single “Living For Love”, a produção do evento negocia com a rainha do pop o fechamento da cerimônia com a apresentação de um megamix (or Madge-a-mix). A premiação acontece no dia 25 de fevereiro e contará com performances de Taylor Swift, Ed Sheeran e Sam Smith.

Madonna apresentará o single de “Living For Love”, primeiro do novo álbum, no dia 09 de fevereiro, no Grammy Awards.

Madonna: Não planejei lançar meu álbum desta forma

Madonna

É apenas uma observação dizer que as últimas semanas foram loucas para Madonna. Na noite de terça-feira passada, mais de 10 demos não-finalizadas vazaram na Internet, fazendo com que Madonna e equipe acelerassem os trabalhos para combater o roubo. “Não durmo há uma semana”, disse Madonna. As canções foram gravadas para o 13º álbum de estúdio, cujo lançamento, até então, não havia sido anunciado (e ainda não foi finalizado).

Pra conter o vazamento, Madonna correu para lançar novas músicas: na noite da última sexta-feira (19), ela anunciou que o álbum Rebel Heart seria lançado no dia 10 de março de 2015, pela gravadora Interscope Records, e seis faixas estariam disponíveis imediatamente para compra. Dentre essas faixas, está o single de estreia Living For Love, produzido por Diplo. O lançamento foi muito adiantado, uma vez que o single não estaria disponível antes de 14 de fevereiro de 2015?

O álbum – que apresenta uma colaboração com Nicki Minaj – também está disponível para pré-compra, e já está no topo das lojas iTunes em mais de 40 países, incluindo os EUA. Ela também dominou as paradas da Billboard e o Twitter na noite de sábado (20), com duas músicas (Living For Love e Bitch, I’m Madonna) no Top 3.

A Billboard conversou com Madonna na manhã de domingo sobre o novo álbum, o processo caótico de gravação e as mudanças no dia-a-dia por causa dos vazamentos. Ela também falou sobre a afeição para com Diplo (“ele arrasa!”), uma possível apresentação no Grammy e como ninguém nunca a chamou de Puta Sem Remorsos (Unapologetic Bitch).

BILLBOARD: Como vai?
MADONNA: Estou bem. Não durmo há uma semana, mas estou bem.
Posso imaginar a semana que você teve.
Sim, tem sido muito intenso.
Você melhorou agora? Já entendeu o que aconteceu?
Sim. Quer dizer, sabe, não estou feliz com o fato das demos estarem aí pra qualquer um ouvir e julgar etc. Depois que aconteceu, nós aceleramos o trabalho. Começamos tentando entender de onde os vazamentos vieram e tentamos combatê-los lançando as músicas finalizadas pra que todos pudessem ouvir, ao invés das demos que nunca deviam ter sido disponibilizadas. Então, isso tirou o meu sono.
Você, em algum momento, virou pra alguém e disse: “Seu puto, eu sou Madonna! Isso não deveria acontecer comigo!”?
Não, eu disse: “Merda, é nesse tempo em que vivemos”. É uma loucura. Sabe, veja o que aconteceu com a Sony Pictures. É a era em que vivemos. São tempos loucos. A Internet constrói e ajuda a unir as pessoas, mas também é perigosa e machuca as pessoas. É uma faca de dois gumes.
Já que você disse que elas foram roubadas, isso mudou o seu modo de operação no trabalho? É óbvio, você está tentando trancafiar tudo, mas…tudo tem limite, considerando que tudo é tão virtual. Isso mudou a sua rotina de trabalho na gravação do álbum e na produção musical?
Bem, não colocamos mais nada em servidores. Tudo em que trabalhamos… Se usamos computadores, não usamos mais Wi-Fi, não estamos na Internet, não mais trabalhamos de maneira que qualquer um possa acessar a informação. HDs de música são carregados nas mãos das pessoas. Não largamos música por aí. Temos ensaios fotográficos ou filmagens, e todos devem deixar os telefones na entrada. Sabe, infelizmente, é uma droga, mas é assim que tem que ser. É assim que os vazamentos acontecem.
É uma merda.
Sim! Eu quero ir aos ensaios fotográficos e tocar minha música bem alto, dançar e celebrar, mas não posso.
Sabemos que há vazamentos o tempo todo, beleza. Mas, tipo, é demais! Você é tão meticulosa, e planeja tudo com tanta antecedência… É como se você pensasse: “Beleza, é assim que vamos lançar o single, e depois o álbum”. E, agora, um trator passou por cima de tudo. Isso avançou o processo? Você já pensou: “Beleza, vamos começar a promover o single agora!”?
Bem, todos estamos bem acelerados. Temos que pensar fora da caixinha agora. Arregaçar as mangas. Não planejei lançar meu álbum desta forma. Eu quis…planejar tudo com antecedência. Lançar o single, filmar o clipe, começar a falar do álbum. E, sabe, preparar o lançamento do álbum completo e ter tudo organizado. Quer dizer, é assim que eu sou. Acho que é a melhor forma de fazê-lo. Mas nós meio que ficamos sem opção.
Mas ainda haverá um clipe?
Claro! Farei tudo o que planejei. É que, sabe, as pessoas estão ouvindo seis faixas finalizadas agora.
E são ótimas, a propósito.
Obrigada!
(O lançamento) foi uma surpresa maravilhosa. Você tem sido capaz de pegar vários limões jogados em você e fazer uma boa limonada. Não sei…
Sim.
É o estúpido clichê que (o empresário) Guy Oseary e eu temos usado. Pegamos um limão e fazemos uma limonada. Meio que funciona!

Deve haver um lado positivo em algum lugar. E aí está! Então, vamos falar de música. Você pensou em lançar estas seis faixas como um EP, e fazer outro EP depois? Ou quis se certificar de todas as canções estivessem juntas no álbum Rebel Heart?
Originalmente, eu quis juntar tudo. Tenho uma abundância de canções e, na verdade, eu só quis chamar o álbum de Rebel Heart porque senti que explora dois lados distintos da minha personalidade. O lado rebelde e o romântico. Na minha mente, é quase como fazer um álbum duplo. Daí, você pega este monte de canções, e aquele outro monte. Era a minha ideia original. Mas, aí, as demos vazaram e eu não pude seguir com este plano, então eu lancei as seis primeiro e comecei a pensar em lançar mais algumas na época do Grammy. Por fim, o resto do álbum sairá em março, e todos terão os meus lados rebelde e romântico juntos.
Você mencionou o Grammy. Já lhe vejo apresentando Living For Love com muitos convidados…
Mmmm…
Vejo como seria ótimo uma apresentação no Grammy, talvez.
Sim, seria maravilhoso. Possivelmente, é algo que vai acontecer. (Risos).
Possivelmente?
Sim, possivelmente.
Não dá pra revelar tudo agora.
Não.
Quero falar do primeiro single do álbum, Living For Love, especificamente. Vimos o Diplo na capa da revista Billboard alguns meses atrás. Ele disse que (a canção) tinha 20 encarnações diferentes. Ele exagerou ao dizer 20 ou é verdade?
Uhm…Vinte talvez seja um pouco demais. Mas, definitivamente, mais do que 10. Muitas versões diferentes. Sabíamos que queríamos fazer uma música dance, mas, sabe, há muitos níveis diferentes de dance music e, até mesmo, categorias de house music. Então, foi meio que…como será o som do baixo? Será mais acústico ou mais carregado? Será como o House feito em Chicago ou no Reino Unido? Tipo, estava tudo espalhado. Haverá um pouco mais de vocal? Haverá um coral cantando? Então, nós experimentamos e tentamos coisas diferentes. Tudo ficou muito bom, mas, no fim das contas, queríamos algo atemporal também. Não algo apenas para o momento.
O produtor e compositor MNEK também está na faixa?
Veja bem, fizemos uma versão com os vocais do MNEK. A canção original, quando começamos a compor, tinha um cantor com quem o Diplo sempre trabalha, que soa como o MNEK. Então, haverá remixes com a voz do MNEK, mas esta que saiu em específico não tem. E também há uma cantora chamada Annie, também do Reino Unido, que canta com o Coral Gospel da Comunidade de Londres, e também emprestou a voz à faixa. A propósito, sou muito fã do MNEK.
Achei que Alicia Keys cantasse com você. Mas me enganei, não é a Alicia Keys.
Oh, não. Alicia Keys não canta, ela apenas toca piano na faixa.
Oh, beleza. Nossa, que coisa. É difícil dar conta de tudo.
Eu sei! (Risos). Alicia Keys toca piano, e a voz feminina é da Annie. Há versões de Living For Love com os vocais do MNEK, que serão lançadas, mas só mais pra frente.
É o equilíbrio certo de soul music com house music. É a mistura certa das duas vertentes, com o equilíbrio certo, sem estremecer tudo. Parece que foram feitas uma para a outra. É meio que o encontro da velha Madonna e da nova Madonna.
Sim, é você em toda parte! São versões de você.
Sim, exatamente!
Ghosttown é uma canção tão bacana. É muito evocativa. A letra é linda. Na minha mente, vejo uma cidade-fantasma, fria, com duas almas sendo os únicos moradores. Esta foi a canção que você compôs com Evan Bogart, Sean Douglas e Jason Evigan, ou já veio finalizada pra você?
Não.
Como esta canção foi criada?
Estávamos todos juntos. Eles começaram a tocar os acordes e nós refletimos… Quando eu componho com outras pessoas, sempre tentamos criar um tema. Sobre o quê queremos escrever? Então, esta é sobre a cidade após o apocalipse. A cidade destruída, com prédios dilacerados e a fumaça que permeia o céu após o fogo. Você entende? Há apenas poucas pessoas lá. Como catamos os pedaços e seguimos em frente? É meio dramático. (Risos) Mas não completamente impossível nesta fase do jogo.
Sim, bem, na medida em que tudo vem acontecendo, quem sabe?
Exatamente. Você deve ser realista e estar preparado pra tudo.
Devemos ser realistas, pois, sabe, em alguns anos, podemos estar juntos em alguma cidade destruída.
Sim, exatamente! E estaremos todos em nossa própria versão de Ghosttown ou em alguma versão de Ghosttown. No fim das contas, só teremos uns aos outros. Então, este é o tema da canção.
Você já visualiza um clipe na mente.
Sim, com certeza!
Eu lembro de quando Gang Bang (do álbum MDNA) saiu. Foi tão cinematográfica…
Visual.
Dava pra ver. Falemos de Unapologetic Bitch. Alguém já te chamou de Puta Sem Remorsos?
Oh, não!
Daí, você pensou: “Vou dar uma resposta (uma música)!”?
Não.
Ninguém te chamaria disso.
Não, nunca ouvi ninguém falar comigo assim. Foi apenas uma ideia.
Quando você estava compondo…
Não, é meio que uma extensão do início da minha carreira, quando todas as minhas fotos na Playboy saíram e todos esperavam que eu morresse de vergonha. Eu só disse: “Não sinto vergonha. Não tenho nada a esconder e não me arrependo”. Portanto, esta é a minha versão de Je Ne Regrette Rien (Não Me Arrependo de Nada, de Edith Piaf).
Bem, você não deve se arrepender de nada mesmo, claro.
Bem, certamente não nestas circunstâncias. (Risos).
Sim, todos entendemos. Há coisas diferentes das quais uma pessoa deve se arrepender, mas algumas decisões artísticas…
Exatamente! Sim, uma pessoa deve se arrepender em certas circunstâncias. Mas não nesta circunstância.
Você trabalhou com muitas pessoas neste álbum. Temos te seguido no Instagram por um ano. Zilhões de pessoas.
Há muitos cozinheiros na cozinha.
Muitos dos seus álbuns tendem a ser (produzidos e compostos) com um grupo-chave de pessoas. Foi difícil manter a ordem com tanta gente?
Sim, muito difícil. Muito, muito, muito difícil. É extremamente desafiador pra mim trabalhar com muitos jovens DJs que nunca podem ficar em uma cidade por mais de cinco dias. Então, nunca terminávamos as coisas. Daí, eu tinha que começar tudo com um grupo de pessoas, depois com outra pessoa, daí eles tinham que sair da cidade e a outra pessoa voltava. É um jeito caótico de se trabalhar.
Você tem muitas ideias, mas há muita confusão. Foi um desafio manter a coesão com o som e a direção do álbum com pessoas indo e vindo em uma porta giratória de criatividade. Portanto, eu era justamente a pessoa que sinalizava “OK!”. (Risos). Quase uma professora primária.
O Diplo está super envolvido com o álbum, obviamente. Ele é meio que o produtor-executivo?
Não.
Ele está envolvido mais do que em três músicas (lançadas até agora)?
Fizemos mais do que três músicas. Eu não diria que ele é um produtor-executivo, mas ele tomou várias decisões no álbum. Nós colaboramos em muitas músicas. Sabe, ele ouviu outras músicas e deu opiniões no que gostou e no que não gostou, mas eu não o chamaria de produtor-executivo.
Então, eu também não o chamarei assim!
Ele arrasa como DJ, cheio de ótimas ideias.
Você já concluiu o trabalho de composição e gravação do álbum?
Uhm… Já terminei as composições e estou quase terminando as gravações. Quase tudo pronto. Tenho apenas mais alguns ajustes a fazer. Mas, primeiro, eu tinha que lançar estas seis músicas.

Há uma grande diferença entre Madonna e Beyoncé

madonna e beyoncé juntas together

Há uma grande diferença entre Madonna e Beyoncé. Madonna é a artista que toda cantora quer ser. Sua sexualidade sempre revolucionária é sua marca – uma forma de auto-expressão. Nos anos 90, ela usou o infame sutiã de cone de Jean Paul Gaultier com os espirais hipnóticos que enfatizavam a sexualidade, em justaposição com sua criação católica (tudo isso enquanto seduzia uma cadeira), durante a Blond Ambition Tour. Ela supostamente arrecadou quase US$ 63 milhões, o que tornou esta a turnê mais bem-sucedida à época. Uma década depois, sua The Confessions Tour, durante a qual ela cantou Live To Tell pendurada em uma cruz, rendeu a ela US$ 194,7 milhões, segundo a Billboard.

Agora, parece que Beyoncé tem estudado a cartilha. Ela vestiu uma tanga La Perla no Grammy deste ano para exibir seu corpo, enquanto apresentava Drunk In Love – também em uma cadeira – enquanto seduzia (e era seduzida) seu marido Jay-Z.

Talvez sua performance no Grammy e este lado mais atrevido sejam uma homenagem a Madge (em seu quinto e homônimo álbum, a canção e o clipe de Haunted têm sido comparados a Erotica, de Madonna). Ou talvez ela entenda que começar uma revolução pseudo-sexual em troca de lucro seja como se manter relevante.

Afinal de contas, sexo ainda vende. E outros negócios estão surgindo. A revista Forbes, por exemplo, questionou se a performance de Drunk In Love serviu para aumentar as vendas do álbum. A resposta é, “claro que sim”.

“Abri minha própria empresa”, Beyoncé contou à Billboard, sobre a Parkwood Entertainment, fundada em 2008. “Quando decidi que seria minha própria empresária, foi importante não ir a uma grande empresa de gerenciamento. Senti que queria seguir os passos de Madonna e ser uma potência, com meu próprio império, e mostrar a outras mulheres que, ao se chegar neste ponto na carreira, você não precisa assinar um contato com outra pessoa e dividir seu dinheiro e seu sucesso – você o faz sozinha”.

Mas se Beyoncé está tentando ser como Madonna, a pergunta é: “será que ela consegue?”. Não será fácil.

Após décadas na indústria, Madonna é a artista feminina que mais vendeu singles de todos os tempos. Aos 55 anos, ela vendeu mais de 300 milhões de discos em todo o mundo, arrecadou centenas de milhões em turnês sozinha e ganhou 14 Grammy em 26 indicações. A Billboard a classificou em segundo lugar, atrás apenas dos Beatles em sua última lista dos “100 mais”, tornando-a a artista solo mais bem-sucedida na história da parada de singles americana. Só no ano passado, Madonna ficou no topo da lista da Forbes de celebridades que ganharam mais de US$ 125 milhões, e, apesar do álbum MDNA não ter vendido tanto, sua turnê rendeu US$ 305 milhões.

Beyoncé, 32, tem sido uma artista solo desde o fim das Destiny’s Child em 2005, e, assim, já vendeu mais de 80 milhões de discos e ganhou 14 Grammy de 25 indicações, em apenas nove anos. Em 2009, a Billboard a nomeou a “Melhor Artista dos anos 2000” e ela também foi a “Artista do Milênio” em 2011. A Forbes registrou os ganhos de Beyoncé no ano passado em US$ 53 milhões. Sua última turnê, The Mrs. Carter World Tour, teve 132 apresentações e ela arrecadou US$ 183 milhões até o dia 12 de março.

“Beyoncé tem um controle incrível sobre sua pessoa e o que ela coloca no mundo. Você nunca sabe se existem pessoas nos bastidores que a ajudam”, disse Kevin Allred, professor na Universidade Rutgers, que estabeleceu uma aula sobre raça, gênero e políticas sexuais, chamada Politizando Beyoncé.

madonna reinvention beyoncé

“Ela colocou o controle em ação no ano passado, quando a Target escolheu não vender seu álbum homônimo após ela ter dado ao iTunes uma semana de vendas exclusivas. Bey assumiu o controle. Ela foi a uma loja Wal-Mart em Tewksbury, Massachusetts, e ofereceu a cada cliente na loja “50 dólares pra gastar com ela” durante a temporada de compras de Natal, efetivamente dando o dedo do meio à Target e, engenhosamente, dizendo “aqui está um dinheiro extra pra comprar meu álbum”.

Estar no controle é o que faz de Beyoncé a mulher de negócios que ela é – uma característica que ela aprendeu a aperfeiçoar. “Nunca estou satisfeita”, contou Beyoncé à Forbes em 2009. “Tenho certeza de que, às vezes, não é fácil trabalhar pra mim. Nunca conheci alguém que trabalhe mais pesado do que eu na minha indústria”.

E enquanto “Madonna poderia ser vista assim, com muito controle [sobre sua imagem]”, Allred contou a Quartz, “parece que existe um nível extra [com Beyoncé]. Se alguma foto desfavorável é publicada, ela é retirada da Internet”.

Beyoncé reservou cinco meses pra se preparar para o Superbowl de 2013, que é o show mais assistido do ano (Madonna levou quatro meses). Ela tomou todas as rédeas e prometeu perfeição. Gawker descreveu sua apresentação: “Beyoncé existe pra nos surpreender com perfeição e uma ética de trabalho extraordinária, e ela conseguiu fazer um espetáculo único na vida”.

Mas, de algumas formas, a perfeição de Beyoncé é um “calcanhar de Aquiles”. Para revolucionar a indústria da música, de forma tão rápida, ser melhor do que todos não é o bastante, porque tudo muda num piscar de olhos. Os artistas devem se reinventar pra permanecer no topo ou serão deixados pra trás.

Isso é algo que Madonna conhece bem. Recentemente, ela compartilhou uma foto de sua axila cabeluda no Instagram. Ela escreveu: “Cabelo grande…nem ligo!!! #artforfreedom #rebelheart #revolutionoflove”. Mas, como um escritor observou, Beyoncé não se permitirá este tipo de liberdade – ela está sempre e completamente no controle, impecável.

“Beyoncé possivelmente nunca viu uma foto desfavorável dela em qualquer mídia”, escreveu Esther Zucherman sobre o documentário de Beyoncé. “Ela está deslumbrante ao gravar closes de si mesma com pouca luz. Ela está deslumbrante quando vai trabalhar. Assistir às suas performances perfeitas é uma emoção. Assistir aos seus momentos difíceis sem perder um fio de cabelo faz você se sentir mal consigo mesmo”.

Beyoncé é o chefe, batalhadora, ambiciosa. Mas os chefes não são bons com revoluções: se Bey quer começar uma – e uma feminista – trave uma guerra ou coloque cabelo falso debaixo do braço e poste no Instagram. Ela se livra fácil disso. Mas até entender isso, ela não será como Madonna, muito menos tomará seu lugar – ela continuará agindo rapidamente. (Fonte: Quartaz)