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Madonna emplaca seu 11º número 1 na Austrália com REBEL HEART

madonna rebel heart cover standard

Rainha do Pop Madonna está de volta ao trono australiano. O novo álbum Rebel Heart estreou no topo das paradas, se tornando o 11º #1 lá, um sucesso que vem desde o álbum True Blue, que alcançou o topo em agosto de 1986. Madonna agora concorre com a banda U2 pelo maior número de #1s nas paradas australianas.

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REVISTA ATTITUDE sobre REBEL HEART: BITCH, ELA É MADONNA!

madonna rebel heart cd cover explicit

O júri ainda decide se o vazamento das demos do álbum Rebel Heart ajudou ou prejudicou o sucesso dele. Por um lado, forçou um lançamento comprometido e chocante, ao invés de um retorno explosivo; por outro lado, o vazamento – além do recente amor de Madonna pelo Instagram – provocou um interesse maior do público, ausente nos dois últimos álbuns.

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Liz Smith sobre REBEL HEART: Madonna jamais será como as outras

MADONNA REBEL HEART LIZ SMITH

“Vivo a vida de maneira masoquista. Ouvindo meu pai dizer: ‘Não disse? Não disse? Por que você não é como as outras garotas?’. E eu disse: ‘Oh, não, não sou assim. E acho que jamais serei’”.

Essas palavras vêm da letra da faixa-título do novo álbum de Madonna, Rebel Heart. Não importa o que ela faça, com quem ela case, transe, e não importa quantos filhos ela tenha ou qual seja a idade, ela jamais será como “as outras garotas”. E mais, aparentemente, Madonna nunca se reconciliará totalmente com o pai. (Uma das músicas mais poderosas dela, juntamente com o clipe, é Oh Father, de 1989).

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CRÍTICA MOJO REBEL HEART: Muito material bom é um bom problema

MADONNA - MOJO-REVIEW-REBEL HEART

O novo álbum de Madonna chega carregado de controvérsia, gingado, audácia e franqueza sexual. E, em algumas vezes, ele até exagera. “Beija mais, molha mais”, ela sugere em Holy Water, uma canção discreta que mistura o sagrado e o profano que remete ao álbum Erotica, de 1992.

É a típica metade do álbum, na qual produtores da moda trazem uma variedade de cores e tons contemporâneos enquanto Madonna declara que ela ainda está entre nós, talvez protestando um pouco demais. Algumas colaborações são melhores do que outras. A gélida Hold Tight, composta por Ryan Tedder, é melódica, mas insossa; as sirenes características do produtor Diplo em Unapologetic Bitch lembram muito a música de M.I.A.. Contrariamente, todas as contribuições de Kanye West – incluindo a já citada Holy Water, a igualmente sugestiva S.E.X. (“Sou uma porta aberta, venha e entre em mim”) e a ótima Illuminati, na qual Madonna imagina uma boate cheia de governantes mundiais não tão secretos, são extraordinariamente inteligentes.

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BRIT AWARDS: Madonna tem que ser super-humana pra sobreviver a tanto abuso

madonna brit awards 2015 living for love

Madonna estava no Brit Awards, apresentando o poderoso single Living For Love, quando tudo aconteceu. “Leve-me aos Céus, deixe que eu caia… me elevou e me observou cair”.

Ela profetizou tudo, e assim aconteceu. Não foi um tropeço ou uma queda. Não foi engraçado; foi horrível e tão brutal que o público ficou em silêncio. Foi o tipo de acidente que quebra pescoços, danifica o cérebro e terroriza os sonhos dos dançarinos do Cirque Du Soleil. A capa Armani que Madonna usava ao se aproximar das escadas estava apertada demais e não saiu quando os dançarinos a puxaram. Ela foi puxada pelo pescoço e caiu de três degraus, aterrissando bruscamente no chão e não se moveu por um instante. Mas a cantora prosseguiu com a apresentação como se nada tivesse acontecido, apesar de ter perdido o microfone na queda. “Após a performance, uma multidão de membros da sua equipe correu aos bastidores para ajudá-la. Ela estava furiosa e saiu direto pro hotel”, diz uma fonte. “Vários estavam ajudando-a até chegar no hotel. Ela realmente está machucada, cheia de dores e se sentindo muito triste. Diz estar envergonhada e também desapontada”, complementa.

Assista ao vídeo:

Mas apesar disso, Madonna tentou parecer que está bem em seu Instagram para acalmar os fãs: “O Armani me enforcou! Minha linda capa foi amarrada muito apertada. Mas nada pode me parar e o amor realmente me levantou! Obrigado pelas boas mensagens! Eu estou bem!” Ela agradeceu ao apoio e também informou que estava bem.

De casa, o coração de todos parou. Isso é todo o necessário pra matar uma Rainha?

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Crítica: Chamar Madonna de relevante virou seu maior elogio

madonna relevante aos 56 com rebel heart

Falar de Madonna à mesa de jantar a fará parecer ridícula. “Relevante” parece ser o último elogio que as pessoas têm dado a ela ultimamente. O crítico comum a elogiará pelo que ela costumava ser, mas vai desdenhar por ela permanecer na cultura Pop. As razões deste desprezo rondam os 56 anos dela e a crença de que ela está desesperada para continuar o que vem fazendo há mais de 30 anos.

Ironicamente, considerando a atitude aparente, há partes que querem novas músicas de Madonna no mundo antes delas estarem prontas. O lançamento do 13º álbum de estúdio Rebel Heart será lembrado pelos vazamentos prematuros. Mesmo antes do fim do ano passado, várias demos caíram na Internet, fazendo Madonna e equipe terminar seis faixas e disponibilizar imediatamente no iTunes. No fim, um israelita foi preso sob suspeita de invasão online, mas o álbum completo só apareceu neste mês.

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Grammy 2015: Madonna anos-luz de distância da verdadeira idade

The 57th Annual GRAMMY Awards - By Lionel Hahn

O “semancol” de Madonna com sua idade é implacável e constante, como um esporte. Mas por quê alguém deveria agir conforme a idade em termos de figurino?

Tirando a pegadinha de Kanye West com o cantor Beck, vencedor do prêmio “Álbum do Ano” no Grammy, valeu a pena assistir à cerimônia para vermos Madonna. Ela chegou cheia de estilo, vestindo algo bastante justo, extremamente curto, e sapatos impressionantes. Nenhuma surpresa até aí, num figurino à la Matadora. Ela ostentou um novo espartilho, com orgulhosos e protuberantes seios, e pernas em uma meia-arrastão atrevida. Ao primeiro olhar, a maioria das pessoas achou: “Belo chapéu”, e todos voltaram aos seus lugares.

Daí, ela mostrou o bumbum. Para os paparazzi. Claro que ele não estava coberto por um par de calcinhas de algodão confortável como a maioria das mulheres usaria. O bumbum estava nu, coberto apenas por um tipo de suporte atlético. A gloriosa Madonna. A gloriosa e cinquentona Madonna, que se recusa a agir conforme a idade.

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Por que LIVING FOR LOVE, de Madonna, é o melhor clipe em anos?

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Ao longo dos anos, muitos críticos afirmaram que Madonna definiu o conceito de “videoclipe” – e, com cada novo lançamento, ela o continua fazendo. Living For Love não é exceção. Na verdade, é possível dizer que ela criou uma nova forma de produzir um clipe. Esta vai para vários outros artistas:

1) A dança é moderna, e Madonna, diferente de muitos outros, dança de verdade, e perfeitamente! O estilo é novo, os passos são certamente icônicos e ela se apresenta com leveza, de forma que você mal percebe que está assistindo ao nascimento de uma nova forma de dança;

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Com REBEL HEART e nada para provar, Madonna é a rainha do pop e pronto!

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Nesta semana, Madonna liberou mais duas faixas do novo álbum, Rebel Heart, lembrando-nos que ela é a Rainha deste mundo Pop. Uma delas apresenta Chance The Rapper e Mike Tyson (Iconic), e a outra, Nas (Veni Vidi Vici). Lá em dezembro, ela soltou Bitch, I’m Madonna, com a herdeira do trono Pop, Nicki Minaj, e a produção de Diplo, Living For Love. Sim, ela está de volta, como se nunca tivesse se afastado.

Iconic e Living For Love apresentam batidas dançantes que te fazem querer se jogar e flertar com algum estranho na boate. Bitch, I’m Madonna e Veni Vidi Vici são mais tradicionais, mas não menos radiofônicas. Nicki, Chance e Nas cospem fogo em suas respectivas participações. É ótimo ela ter rappers no novo álbum, é uma forma de respeito a um gênero que, ao longo da carreira dela, se transformou de modismo a uma força espetacular na cultura popular.

Aquela que nunca foge de uma controvérsia, Madonna se sentiu completa com a campanha de marketing online de Rebel Heart. Ela replicou a capa do álbum ao colocar os vários rostos “rebeldes” de Nelson Mandela, Martin Luther King Jr., Bob Marley e Jesus Cristo amarrados. Muitos ainda tentam entender a razão desta arte. Ela tentou se comparar aos ícones e, depois, pediu desculpas por isso, o que tirou um pouco do crédito do projeto. A tal campanha foi modesta, e o fato dela já ter 56 anos e não ter produzido um grande álbum em nove anos, fez tudo parecer um pouco forçado. Houve um tempo em que fãs do mundo todo ficavam eufóricos com os álbuns de Madonna. Há algumas décadas, a música de Madonna era bem mais familiar. E é este o sentimento que o novo álbum traz, uma reminiscência daqueles tempos.

Não há espaço para cópias. Lady Gaga não tirará o trono da Rainha, uma vez que Madonna é mais original e se esforça bem menos. As únicas que se aproximam em termos de qualidade são Onika, Azealia Banks, Rihanna e Beyoncé. Rihanna é uma máquina de hits, e Beyoncé nasceu para se apresentar. Madonna deu luz a todas elas, e merece respeito e honra ao próprio legado. Espera-se que Rebel Heart seja um álbum platinado e que Bitch, I’m Madonna e Living For Love tenham toquem muito no Spotify. (uk.complex.com)

Não mande Madonna parar!

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Nesta semana, os Céus se abriram e nos deram um novo clipe da Madonna através do Snapchat. Na última década, vimos a cantora da forma mais efêmera e boba. Apesar de momentos de grandeza inegável (lembram-se da apresentação no Superbowl?) e relativo sucesso comercial, os álbuns Hard Candy e MDNA foram considerados fracos não apenas pelos críticos, mas também pelos mais ardorosos fãs.

Não dá pra negar que são grandes álbuns. O enorme sucesso de Blurred Lines prova que, por mais ínfimos que sejam, as batidas e ondas de Hard Candy chegaram cinco anos mais cedo. Mas a “hora certa”, assim como o vazamento de Rebel Heart, nem sempre esteve do lado da Rainha.

É isto que faz o lançamento do clipe ser um sucesso estrondoso. Desde Confessions On A Dancefloor, as rádios ignoram as músicas de Madonna – não importa o quão bem-sucedido ou inovador um álbum ou turnê seja, ela foi isolada como algo diferente, algo inferior ao produto “comercial”. Para ela, ter sido rebaixada a esta fase de “legado” seria menos insultante se ela fizesse música merecedora de estar neste “legado”, mas não foi o que aconteceu. Ou não exatamente.

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