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Liz Smith fala da briga entre Madonna e Rocco

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Até agora, eu me abstive de comentar sobre o conflito entre Madonna e o filho Rocco, de 15 anos, que recentemente recusou voltar aos EUA e morar com a mãe, preferindo o estilo mais sem graça do pai, o diretor Guy Ritchie. (Madonna e ele se casaram em 2000, e se divorciaram em 2008. Ele, já um homem rico, recebeu US$75 milhões.)

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Liz Smith sobre REBEL HEART: Madonna jamais será como as outras

MADONNA REBEL HEART LIZ SMITH

“Vivo a vida de maneira masoquista. Ouvindo meu pai dizer: ‘Não disse? Não disse? Por que você não é como as outras garotas?’. E eu disse: ‘Oh, não, não sou assim. E acho que jamais serei’”.

Essas palavras vêm da letra da faixa-título do novo álbum de Madonna, Rebel Heart. Não importa o que ela faça, com quem ela case, transe, e não importa quantos filhos ela tenha ou qual seja a idade, ela jamais será como “as outras garotas”. E mais, aparentemente, Madonna nunca se reconciliará totalmente com o pai. (Uma das músicas mais poderosas dela, juntamente com o clipe, é Oh Father, de 1989).

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“Só há uma única rainha, e é a Madonna, ainda”, diz Liz Smith

Madonna MDNA Tour

A famosa jornalista Liz Smith não poupou elogios a Madonna com a estréia do MDNA Tour nos Estados Unidos. Em um artigo publicado no blog doThe Huffington Post, Liz fala sobre a energia e a viagem de Madonna com a espetacular tour.

Madonna Hoje, Ainda a Rainha: Destemida, Fabulosa, Sem Fazer um Show das Antigas

“Capaz de enfrentar o medo ou o perigo sem se esquivar…resoluto…invulnerável…valente…aventureiro.” Isto é uma parte da definição da palavra “Destemido” no dicionário.

Não conheço Madonna bem o suficiente (creiam ou não) para assegurar que ela é realmente sem medo algum como mulher, ou como ser humano. De fato, ela vem admitindo ser exatamente, se não mais, insegura, do que as pessoas comuns. A fama e o constante julgamento faz isso com as pessoas. Ela é mais delicada e vulnerável do que sugere sua persona pública. Mas não importa o que ela seja com seus filhos, seu homem, seus problemas, ela permanece sem dúvida como uma das artistas mais destemidas e verdadeiras consigo do mundo. Madonna acabou de estrear a etapa americana de sua MDNA Tour na Filadélfia na segunda de noite. Estava cheia de patriotismo, louvou a liberdade de expressão americana, exigiu a libertação das artistas russas encarceradas Pussy Riot e denunciou a homofobia, como vem fazendo nos últimos 25 anos. (Muito antes de Lady Gaga dizer a seus “little monsters” que eles “nasceram assim”, Madonna exortava a seus fãs a “expressarem-se” e esteve na linha de frente da problemática da AIDS.)

“MDNA” é o que se tornou o conjunto típico de um show da Madonna – brilho que faz despertar a mente, blocos deslumbrantes, danças incríveis. E ainda há as coisas que ela faz porque quer! Ela pretende levar seu público a uma jornada. Às vezes eles não estão prontos para essa jornada. Eles querem se divertir ao som dos hits dos anos 80 e 90, apresentados tal qual Madonna fez em seus famosos clipes. (Mas que azar!) Madonna murcharia e feneceria se ela tivesse de se repetir para todo o sempre. Ela não está brincando com seus fãs, está dando a certeza de que eles cresceram. Sim, e isso apesar do figurino juvenil de majorette que veste em certo momento. Ela não está fingindo que o tempo não parou. Ela é uma mulher ainda jovem, ainda cheia de alegria. (E esperem até que veham sua banda de bateristas, no meio do ar, elevados sobre a multidão!)

Em “MDNA”, Madonna dá a seus fãs clássicos como “Open Your Heart”, “Vogue”, “Express Yourself”, “Human Nature” e “Like a Virgin”. Mas, tomando-se o exemplo de “Like a Virgin”, ela mudou totalmente o divertido hino de ser “brilhante e fresca”, em algo quase insuportavelmente obscuro. Isto é dor? É prazer? Ela está sofrendo? Ela está extasiada? Não me pergunte, e não pergunte a Madonna. Ela odeia se explicar. Ela esfica muito mais feliz quando o público interpreta por si mesmo, ou nem mesmo o faz. Madonna se considera um trabalho em progresso e dá ao público o mesmo tratamento. Se não consegue entender, não se aflija. É a vida? Quem pode explicar a vida?

Este novo show conta fortemente com seu mais recente disco, “MDNA”. E embora o CD não tenha vendido tão espetacularmente como os seus sucessos passados, o público, excitado (como se quase estivesse morrendo devido ao calor) e histérico ficou doido por canções mais novas como as que abrem o show, “Girl Gone Wild”, “Revolver” e “Gang Bang”. Este é o tão criticado bloco “violento” do show, mas muitos pensaram que era menos assustador e mais uma paródia ao culto à violência, sem mencionar alguns sentimentos tumultuados arrancados do peito dela sobre seu ex, Guy Ritchie. Ela canta no cenário de um quarto de hotel xexelento, bebericando uísque e sendo atacada por assassinos estilo ninja vestidos de preto. É histriônico. É asqueroso. É Madonna. O palco é cheio de movimento, os blocos convidam à asfixia, os backdrops e visuais hipnotizadores. (Incluindo uma versão nova maravilhosa em preto-e-branco de “Erotica” (sic) [acreditamos que ela tenha falado de “Justify My Love”] e a controversa “Nobody Knows [Me]“, com suas imagens de violência, revolução política ao redor do mundo, e um tributo que faz chorar aos adolescentes gays que se suicidaram.) A voz de Madonna, quando ela canta totalmente ao vivo, é eficaz e comovedora, em especial em “Masterpiece”.

Ela ainda não cantou “Aida”, mas ela dá umas canjas. Seus passos permanecem um milagre atlético, para qualquer idade. Ela se mostra melhor do que em qualquer outra turnê anterior recente, mantendo seu peso em forma e se mostrando completamente cheia de alegria. Em dado momento ela declara, “às vezes é mais fácil mostrar seu traseiro do que seus sentimentos.” Naturalmente, naquele momento, ela mostrava ambos! Madonna completou a noite sacudindo o público com um frenesi que incluía “I’m a Sinner”, “Like a Prayer” (que se mostrou uma canção tão sólida, bonita e laudatoriamente selvagem que foi literalmente uma experiência religiosa) e a saltitante “Celebration”, na qual seu belo jovem filho, Rocco, deu à mamãe alguma concorrência na parte da dança.

Se vocês querem Madonna cantando as velharias, no mesmo tom, os mesmos figurinos, o mesmo estado de espírito, “MDNA” poderia decepcionã-los. Se vocês querem ver uma mulher ainda lutando a boa luta, tentando divertir, educar e chocar seu público, vocês estão em um passseio de montanha-russa, com a própria Madonna no controle. Só há uma única rainha, e é a Madonna, ainda.

Liz Smith, maior defensora de Madonna na imprensa, fala sobre MDNA: amá-la!

Por Liz Smith, Tribune Media

Liz Smith - MadonnaHá algo de extraordinário sobre a decisão de Madonna em compartilhar seu sofrimento do jeito que ela compartilhou uma vez o prazer dela. Sua música sempre foi a libertação da opressão, mas pela primeira vez a opressão é interna: a perda e tristeza. Estrelas – eles realmente são como nós.

O novo disco, MDNA, é dança-driven, vingança-driven, pesar-driven e auto-referencial ao máximo. Ele já recebeu inúmeros comentários poderosamente impressionantes, aqueles que a ouviram concordam que MDNA É desconcertantemente escuro, eminentemente dançável, e delicadamente triste. Um selvagem mash-up.

Madonna, que tem apenas 53 anos, não está acontecendo tranquila em que boa noite de baladas e longe das luzes da balada, apesar de MDNA contém três baladas, uma das quais, “Falling Free” é um dos mais intimista e bem cantada de sua carreira.

Mas a batida continua com Madonna. O álbum é puro século 21, moderno, forte – ele bate incansavelmente, bem inteso e com muitos elementos computadorizados com sua voz. No entanto, muitas vezes lembra seus álbuns anteriores, durante os dias dourados da sua carreira a gravação. Sua voz, pura e inalterada é ouvida o suficiente para tranqüilizar os fãs que amavam nos anos 80 ou em 1996 de “Evita”.

Madonna - MDNAMDNA não é meu tipo de música, necessariamente. Mas é impressionante. Impressionante por que Madonna faz o que ela quer fazer, e diz o que quer dizer (Guy Ritchie, quando você ouvir “Gang Bang”, olhe para o outro lado para não se sentir atingido) E ela diz isso – que odeiam ser d-ned – contra batidas dance latejante.

Ouça, Marlene Dietrich passou toda sua carreira – bem em seus anos 70 – na tentativa de manter a ilusão da imagem fabulosa femme fatale criado para ela por Josef von Sternberg nos anos 30. Na idade de Madonna, ela estava usando vestidos semi-transparentes e cantando as mesmas velhas canções em palcos de todo o mundo e entediada.

Madonna é sexy, a estrela pop controversa. Então, ela ainda está fazendo o que ela sabe fazer. Diferença? Ela não parece cansada. Na verdade, MDNA anuncia sua revitalização.

Ela sempre costuma ser “over”, mas nunca ela é. E eu abomino o preconceito de idade e sexismo tão ressonante nas críticas que fazem dela.

Liz Smith relembra seu maior furo jornalístico sobre Madonna

Madonna - Liz Smith“Eu sou meu próprio experimento. Eu sou minha própria arte”. Disse Madonna, antes mesmo de Lady Gaga ter usado essas mesmas palavras. Tenho lembrado a vocês (e a mim mesma) de alguns furos jornalísticos através das décadas – o divórcio de Donald e Ivana Trump… O casamento de Elizabeth Taylor e Larry Fortensky. Inevitavelmente nós chegamos também a Madonna. Além da Miss Taylor, Madonna tem, certamente, tomado mais espaço na minha coluna. Eu não dei muita importância para ela de cara, mas, eventualmente, eu me encantava com as atitudes dela, seus vários tributos as grandes estrelas do passado, seus vídeos brilhantes e até sua própria música. Ela foi um gênio do Marketing. Falou abertamente sobre assuntos como homofobia, violência contra a mulher e a sua verdadeira natureza – “Express Yourself” foi o seu hino.

Madonna na premiere do filme NA CAMA COM MADONNA - Truth Or Dare - 1991

Eu a vi pela primeira vez na première do seu filme “Na cama com Madonna”. Ela estava muito atenta quanto ao apoio que eu dei a ela. Ela estava morena, com o cabelo pintado, e usando algo realmente revelador. Então eu percebi que ela era uma garota tentando ser uma grande mulher, com toda aquela roupa. Eu estava lá sendo entrevistada pelo Primetime Live. Os produtores se perguntaram se Madonna daria algum tempo para falar um pouco sobre mim.

Como aquela era sua première, eu duvidei de tal feito. Estava errada. “Eu amo a Liz Smith porque ela tem bolas grandes, como eu” – Disse Madonna, rindo. Embora isso não tenha ido ao ar, é claro. (Eu tenho seu elogio bordado em um travesseiro, que me foi entregue por Diane Sawyer e Mike Nichols). Poucos anos mais tarde, eu a entrevistei pra valer. Como nós estávamos preparadas, ela me olhou direto nos olhos e disse: “Você não está com medo de mim. Eu gosto disso”.

Com o passar dos anos, eu a encontrei mais quente, mais legal, muito mais vulnerável do que ela era, publicamente. Ela tinha (e ainda tem) uma maravilhosa assessora de imprensa, Liz Rosenberg, que também é minha amiga. Minha coluna tinha o melhor acesso a ela, os primeiros detalhes sobre seus últimos vídeos e álbuns. Eu estava com ela, especialmente quando o prazer da imprensa era tirado de suas falhas e erros. Ela supostamente era para estar sempre “acabada”, mas, de alguma forma, isso nunca aconteceu.

Eu defendi a idéia de Madonna estrelar a versão cinematográfica de Evita. Assunto que, até então, ninguém havia comentado antes. Quando ela finalmente conseguiu o papel, senti que estava fazendo parte de um triunfo. Depois de duas semanas de filmagens de Evita na Argentina, recebi uma ligação no meio da noite na sexta – feira era Liz Rosenberg. “Liz”, então ela disse “Tenho algumas novidades”, um clima de suspense ficou no ar. “Madonna está gravida”. “O quê?” – gritei. “Quantos meses?” “Dois meses”. Eu fiquei em estado de choque. O mundo estava esperando por uma Madonna grávida há anos. E agora tudo isso estava acontecendo. (O pai era o personal trainer e ator Carlos Leon, que estava desesperadamente apaixonado por ela, um dos homens mais legais que ela já amou). Mas as filmagens já tinham começado como ela poderia esconder a gravidez? E toda a tensão… De repente Madonna me liga e diz “Liz, estou grávida, eu vou ter meu bebê, escreve sobre isso”.

Eu escrevi. E só tinha um probleminha. Eu tinha segurado a notícia por quase 78 horas. Mesmo em 1996, isso já era quase impossível. Eu tinha que esperar até o ultimo momento para enviar minha coluna até segunda – feira de manhã. O sindicato estava ficando louco. Eu tive que agilizar toda a papelada, estava certa de que ia perder o meu maior furo jornalístico. Mas não perdi. E como as notícias de Donald, Ivana e o casamento de Elizabeth, equipes de jornalistas esperavam por mim na frente do meu prédio e o telefone tocou sem parar e isso foi absurdamente assustador.

Dessa forma, Madonna me pagava todo o apoio que eu havia dado a ela, me dando o que eu mais precisava: uma grande e deliciosa exclusividade. E ela estava de outras maneiras, grata. Pela primeira vez, no auge da sua “impopularidade” – o lançamento de seu filme “Corpo em Evidência” e seu livro “Sex” – ela me ligou. “Oi, é Madonna. Eu quero te agradecer por tudo que você tem escrito. Eu sei que isso tudo é muito difícil pra você.”

Fiquei encantada. Foi quase – mas não completamente – tão bom quanto um furo de reportagem.

Liz Smith escreve sobre Madonna X Lady Gaga

Liz Smith, uma das maiores jornalistas dos EUA, postou recentemente artigos falando sobre Madonna e Lady Gaga, no site wowowow.com. Ela escreveu:

“Madonna está aí, lançando mais uma canção e um vídeo, ambos sacrílegos, desafiando a Igreja Católica… Oh, não, espere… Estou falando de Lady Gaga e de seu novo single ‘Judas’, que estão, mais uma vez, causando polêmica.

A Liga Católica (essencialmente composta por um homem, Bill Donohue) condena a Lady e sua música: ‘Talvez se ela tivesse mais talento, ficaríamos mais ofendidos’. Estou certa de que isto é a sobra da crítica referente a ‘Like a prayer’, de Madonna.

Gaga, querida! Você sabia que a Grande Madonna fez tudo isso lá atrás, nos anos 80? Você sabia que ela fez isso ao mesmo tempo em que defendeu a liberdade de expressão, apoiou os gays, etc?

Presumo que todas estas coisas antigas, mostram-se novas a essa nova geração. Mas, vamos lá, Gaga, você é uma menina inteligente. Talvez você tenha alguma ideia que não faça parte do passado.”

E ela elegantemente postou também…

“Falando em Madonna, a senhora provocativa está determinada nos toques finais de seu filme, W.E., tanto que raramente vê a luz do dia. Ela passa horas e horas trabalhando na montagem, mixando as faixas, para que tudo saia perfeito.

É típico de Madonna. Mesmo quando ela está em turnê, ela busca sempre a melhor maneira de melhorar o show e a si mesma, da primeira à última performance.

Há também alguns rumores que dizem que a Ciccone retornará aos estúdios de gravação, mais tarde, este ano. E como eu daria o conselho a Gaga, faria o mesmo, é claro, com a minha amiga de sempre, Madonna:

Outro álbum? Genial. Mas, por favor, chega de música dançante misturada com um techno aqui e ali. Apenas cante.

Certamente nós ainda nos lembramos das músicas antigas, e das trilhas sonoras de filmes, como ‘Dick Tracy’ e ‘Evita’.”

| Fonte traduzida: Madonnanow|

Liz Smith fala sobre Madonna sobre sua presença no Oscar 2011

A famosa jornalista e colunista dos Estados Unidos, Liz Smith recentemente postou um artigo sobre o Oscar no wowowow.com e falou sobre Madonna:

Madonna não compareceu a 83ª cerimônia do Academy Awards, domingo passado. Ela nunca foi indicada para um Oscar (como atriz, tendo ganhado o Oscar por melhor canção Original para “You Must Love Me”), mas ganhou um Globo de Ouro por “Evita” e cantou duas vezes na cerimônia.

No entanto, como sempre, Madonna foi à pós-festa da Vanity Fair. (…)

Madonna Louis Veronica Ciccone compareceu à Sunset Tower de mãos dadas com sua filha, Lourdes, de 14 anos de idade. A jovem Ciccone vestiu uma adorável mini-saia. Ela tem pernas bonitas. Mama Ciccone foi trajando um vestido semi-transparente com um casaquinho de pele falsa. Ela também tem grandes pernas.

Eu continuo de cabeça erguida, Madonna estava radiante. Tudo o que sei é que ela tem 52 anos e está mais linda do que quando tinha 25. E como ela não está em turnê, ela apostou em algumas libras.

Ela continua ocupada editando ‘W.E.’, que apresenta uma visão intrigante da lendária Duquesa de Windsor e sua influência. Posso dizer que amaram o que viram em Berlim recentemente.

Madonna é uma inventiva, inspiradora diretora.

“Ela está fazendo o que os homens fazem”, diz Liz Smith sobre Madonna

ENTREVISTA COM LIZ SMITH – JORNALISTA QUE ESCREVE SOBRE MADONNA DESDE 1984 E UMA DAS POUCAS QUE MADONNA DÁ ENTREVISTA DE BOA VONTADE

REPORTER: Madonna certa vez disse sobre vc: ‘- Eu amo Liz Smith, porque ela tem seios grandes como os meus.” O que vc achou disso e qual a importância da Madonna na cultura de celebridades?

LIZ SMITH – Eu quase nao acreditei quando ela disse isso! Eu nao chego nem perto da coragem dela. E ela disse isso durante um evento dela – a estréia de True Or Dare – Na Cama com Madonna.

Eu, e várias cameras da ABC, estavamos ali para entrevistá-la. Eu pensava comigo mesma : “Acho que ela não vai colaborar pra entrevista, mesmo eu tendo escrito sobre ela desde 1984!”. Foi quando ela olhou direto pra nossa câmera e disse: “- Sua influência cultural tem sido épica, em todos os sentidos – sobre sexo, moda, auto-promoção, auto-confiança e sobre (é claro, sua) musica!”

As pessoas querem esquecer que ela é a maior figura da música pop, e que ela tem escrito a maioria de seus hits. Ela só não dá a MÍNIMA pra o que as pessoas pensam. Ela não irá mendigar pelo amor delas. E é por isso que a amo e a odeio ao mesmo tempo.

Ela não se importa – ou pelo menos ela nunca admitiu isso publicamente – que estava magoada com as notícias de que sua caridade, trabalho e adoções são marketing – como se ela precisasse de mais publicidade!

Ela não irá se aposentar, NUNCA! E ela com certeza nao se importa que tem 50 anos, e muito menos que seu ultimo amante tenha 22 anos. Ela está fazendo o que os homens fazem, e não se desculpam por isso nenhum um segundo. Eu gosto muito dela.