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Madonna está trabalhando com a Apple?

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53 anos depois da primeira programação da IBM, é possível que a assistente pessoal ativada por voz Siri, da Apple, una forças com Madonna para uma colaboração “sem remorsos”.

Inflamada pelo crescente uso da tagline #UnapologeticBitch no Instagram de Madonna, fãs especulam que este seja o título do primeiro single do 13º álbum. E mais, a busca por UnapologeticBitch no Siri traz um resultado surpreendente.

Se você buscar UnapologeticBitch no iPhone ou iPad, o resultado é a página de Madonna na enciclopédia virtual Wikipedia – que NÃO traz as palavras UnapologeticBitch juntas. Na verdade, nem a palavra Bitch aparece, e Unapologetic aparece apenas uma vez em toda a página.

Comparando tais resultados com aqueles buscados em um assistente de voz no Android ou em qualquer outro telefone, o que aparece é uma página genérica de busca no Google. Portanto, ou Siri é fã de Madonna ou Madonna e Apple uniram forças de alguma forma.

Isso significa que a voz de Siri aparece no novo álbum de Madonna? Ou simplesmente indica uma conexão de negócios com a Apple, similar à estratégia usada por Beyoncé, ao disponibilizar seu álbum auto intitulado exclusivamente no iTunes por uma semana?

Só o tempo – e uma especulação sem fim nos fórums de fãs de Madonna – dirá. Lembrando que o lançamento do novo Iphone da Apple acontece dia 09 de setembro. (Fonte: Billboard)

Novas demos do novo álbum de Madonna são reveladas

madonna-novo album 2014

Os tabloides britânicos The Sun e The Mirror divulgaram um artigo sobre duas demos que Madonna gravou pro novo álbum: Heartbreak City e Two Steps Behind Me, ambas com o produtor Avicii. O álbum segue sem lista final da seleção de faixas.

Segundo o artigo, Heartbreak City supostamente critica Guy Ritchie por “conseguir o que queria, um pouco de fama e fortuna, do qual eu não mais preciso”.  A canção Two Steps Behind Me, por sua vez, critica Lady Gaga, com o verso “Você é uma cópia, cadê meus direitos autorais?”. Também foi confirmado que as letras são reais e relativamente corretas.

O site Madonnarama revelou que a canção Two Steps Behins (não Two Steps Behind Me, de acordo com o artigo) não é direcionada a Lady Gaga, mas a todos os jovens artistas que tentam roubar a receita de Madonna. Apesar dela ter se divertido durante a composição e gravação desta faixa, há uma grande possibilidade dela não ser incluída no álbum.

Heartbreak City não tem nada a ver com Guy Ritchie, mas lida com o recente término do relacionamento com Brahim Zaibat. Foi revelado, também, que uma faixa no álbum é sobre o fim do relacionamento de três anos, que deixou Madonna mais vulnerável do que muitas pessoas pensam.

Enquanto isso tem circulado na web algumas especulações do lançamento do novo álbum de Madonna para novembro titulado “The Messiah“, e o novo single já no dia 09 de setembro em parceria com a Apple para o lançamento do iPhone 6, no entanto, nenhuma informação a respeito é oficial. Apenas especulações.

Fiquem ligados!

Novo single de Madonna em novembro, e no X-Factor?

madonna ray of light novo single em novembro

Madonna é a artista que mais vendeu em todo o mundo, com mais de 300 milhões de álbuns até hoje. Mas tem uma coisa que a Rainha do Pop ainda não fez: se apresentar no programa The X-Factor. Aparentemente, Madonna, que nunca foi a qualquer programa de talentos antes, mudará isso, assinando um contrato com o magnata da mídia Simon Cowell pra estrear sua nova música no principal programa dele.

Uma fonte contou ao jornal The Sun: “É bem provável que Madonna se apresente em um dos shows ao vivo, possivelmente em novembro. Muitos grandes artistas irão lançar novas músicas nesta época, mas ela é absolutamente o primeiro nome que queremos. Ela precisa que o próximo álbum seja um sucesso no Reino Unido, e uma performance em frente a 12 milhões de pessoas seria a melhor plataforma”.

The X-Factor, que terá o retorno do jurado-mestre Simon e seus companheiros Louis Walsh, Cheryl Cole e a Spice Girl Mel B, conseguiu reunir grandes astros da música nos últimos anos. Do início com os talentos nativos Robbie Williams e Westlife, à atualidade com as princesas Pop Beyoncé, Rihanna e Katy Perry, o talento no programa sempre foi o melhor.

Por que o mundo precisa de um novo álbum da Madonna?

2001 - Madonna by Regan Cameron for Drowned World Tour Promo - 02

(Artigo Attidude Magazine) – A mulher que sempre esteve acima das mídias sociais vem tendo um romance tórrido com elas ultimamente. 2014 será sempre conhecido por este fã como o ano em que a Material Girl abraçou o Instagram e nos concedeu tudo: de fotos dos seios a uma homenagem a axilas cabeludas. E eu amei! Pelo iPhone, Madonna nos levou pra trás da cortina prateada – até mesmo para o seu banheiro elegante no lado leste de Manhattan, para testemunhar desde seu suor pós-treino até o filho David Banda na guitarra.

Porém, o mais fascinante foi o jeito brega com que ela nos chamou para entrar no estúdio de gravação. A Rainha do Pop tem provocado o mundo com o progresso do seu 13º álbum ainda sem título (a menos que seja chamado Unapologetic Bitch – Senhor, espero que não!).

A lista de colaboradores potenciais, até então, é impressionante: o produtor Ariel Rechtshaid, o co-compositor de Wrecking Ball MoZella, Diplo (que produziu MIA), o DJ/Produtor Avicii, o ex-colaborador da Lady Gaga Martin Kierszenbaum, a cantora pop Natalia Kills, e o criador de hits Toby Gad.

A foto postada recentemente é emocionante: uma homenagem a Betty Page, veus misteriosos e imagens religiosas? Veja só. Mas há também alguma preocupação. Por quê? Porque Madonna parece estar perto de acertar. E todos sabemos o que acontece quando Madonna erra um pouco. Duas palavras: Hard Candy.

Algumas pessoas podem argumentar que o último álbum de estúdio, MDNA, foi uma decepção. Na verdade, eu adoro vários momentos do álbum, mas havia uma sensação, logo antes do álbum ser lançado, de que algo não estava no lugar.

É difícil destacar o que estava faltando. O mundo estava faminto pela qualidade de Madonna. A realidade é que tivemos apenas uma pitada dela. William Orbit sugeriu em retrospecto que M seguiu muitas direções para realmente fazer do álbum o grande retorno à forma, com canções como Gang Bang e Addicted.

Ela tinha uma linha de roupas, uma turnê mundial, um filme e um perfume para promover. Música – a fonte de todo o poder – havia sido rebaixada a uma mera porção de seu tempo, um trabalho de meio expediente e, infelizmente, algo seria sacrificado. Suponho que foi o laser da pista de dança que perdeu o foco, e todo o projeto sofreu as consequências.

Felizmente, a turnê conjunta não sofreu o mesmo destino. Testemunhamos Madonna em sua melhor forma, destruindo multidões com sua confiança atrevida e celebrando a dança no centro de seu circo. Mesmo assim, quando o confete acabou, havia o sentimento de que o trem de Madonna havia passado sem deixar o menor rastro. A era, como em Hard Candy, não perpetuou da mesma forma que Confessions On A Dancefloor fizera anos antes.

O problema é que Madonna é consistentemente brilhante. Quando ela atinge o seu melhor, a música equivale a orgasmos. Momentos como Holiday, Intro The Groove e Hung Up são exemplos. Um abandono imprudente da pista de dança, mas não bobeiras desperdiçadas. Sim, músicas pop sólidas nas quais você quer se perder, se embebedar ou se entregar a uma noite de prazer. Mas são canções de liberdade, de fuga e poder. Uns podem chamá-las de “trilha sonora da saída do armário”. No âmago destas pérolas da pista de dança, estão verdades universais inseridas na experiência humana: “Apenas quando danço, me sinto livre assim”, “A alma está na música, é lá que me sinto linda e mágica. A vida é um baile, então caia na pista de dança”.

O que é um caso de amor entre homens gays e Madonna? É diferente de nossa admiração por outras cantoras – um encontro específico que se distingue do amor por Cher, Kylie, Mariah etc. Enquanto aprecio as qualidades que todas essas fortes divas têm em comum, há algo diferente sobre Madonna. Se você cresceu gay durante o reinado dela, há algo da rebeldia dela no seu DNA. Quando era adolescente, eu me identificava com a recusa dela em ser categorizada. Nem “machão”, nem “feminina”; nem “bruta”, nem “suave”. Especialmente nos anos 80, ela desafiou a definição de “bela”, e sua resistência e determinação eram infecciosas.

Tinha 12 anos quando a Virgin Tour foi lançada em videocassete. Enquanto os garotos da minha escola se escondiam pra ver seios em Porky’s ou cenas de mamilos em Conan, O Bárbaro, eu ficava colado em frente à TV tentando aprender a coreografia de Dress You Up. Eu vi a audácia transparente desta mulher, que provocava…não, exigia que a multidão pedisse mais. “Eu disse: ‘Vocês querem ouvir mais?’”, ela gritava durante uma incrivelmente longa pausa no meio de Holiday. Nossa, como eu queria mais!

Sou um eterno defensor de American Life, uma escolha controversa de álbum favorito entre os fãs de Madonna, mas permitam-me apresentar minha solitária evidência: a canção Nothing Fails. É a versão 2004 de Like A Prayer, um pouco mais maltratada, cansada do amor e possuída exatamente pelo tipo de profundidade que eu sempre esperei dos álbuns de Madonna.

Como projeto, sim, sei que é desprovido de hits – mas, pra mim, é uma aula de composição. Como álbum, é um trabalho de arte coeso, pois, claramente, teve 100% da atenção dela. É esta atenção aos detalhes de que um grande álbum da Madonna precisa. O sucesso simplesmente não acontece sem ela.

Alguns projetos passaram do ponto exatamente pois não tinham um elemento crucial: Madonna. Não ligo pra quantos produtores estelares, compositores ou DJs bacanas estejam com ela – eu sempre aposto nela! Quando Madonna decide aparecer no estúdio, há um brilho inabalável. Like A Prayer e Ray Of Light são exemplos. Eis a mulher que ama sua arte, e a paixão é evidente. A verdade é que Madonna é sempre o elemento mais interessante de uma colaboração com Madonna. As coisas apenas dão errado quando este equilíbrio se descontrola. Sempre achei que a colaboração dela com Pharrell, e até com Babyface, ofuscou o quociente Madonna. O som deles permearam o álbum e o resultado ficou sem criatividade. Eu sei, é chocante, né? Madonna nunca será normal!

O trabalho dela com talentos novos e excitantes é, pra mim, sempre mais recompensador. O trabalho com William Orbit, uma escolha relativamente obscura na época, foi revolucionário. Similarmente, o álbum Music com Mirwais a reinventou completamente para o século 21. Quando Madonna entrou em estúdio com Stuart Price, ela parecia estar em uma maré de vitórias. Três incrivelmente originais e bem-sucedidos álbuns pop, com a excelência provocativa de American Life no meio.

Aconteceu algo estranho no Twitter quando anunciei que escreveria este artigo. Li alguns comentários irritantes: de “diga a ela pra começar a agir como alguém da idade dela” a insinuações de que Madonna não compôs seus maiores sucessos (total ficção, já que ela é uma das compositoras pop mais produtivas e talentosas e, estranhamente, raramente recebe este crédito). Eu me vi defendendo o direito de Madonna tirar a roupa – mesmo que não me afete muito, a recusa dela de “envelhecer graciosamente” está de acordo com seus valores, e eu posso apenas encorajá-la. Com todo o respeito, os fãs de Madonna são furiosamente protetores, e uma coisa em comum que percebi foi uma paixão pelos acertos de Madonna, seja lá o que isso for. Meu argumento sempre foi que o foco tem que estar nas canções, e a disciplina deve aparecer não apenas na academia, mas nas ideias. Na música.

Todo compositor e artista ficam com preguiça – é difícil ser bom. Bono Vox, do U2, tem uma ótima frase sobre lutar pela excelência: “Bom é o inimigo do ótimo”. E é verdade. Madonna é boa facilmente e sem o menor esforço. Ninguém pode negar isso. Mas, quando ela é ótima, não há ninguém que chegue perto na música pop.

Nesta calmaria antes da tempestade, quero mandar alguns cósmicos raios de luz à rainha. Todos os sinais apareceram: a determinação, o foco e a alegria em ser artista. Podemos todos debater qual era, qual visual ou qual persona foi a mais forte, mas há apenas uma pessoa que pode nos servir tudo isso. Ajude-nos, Madonna Louise Veronica Ciccone. És a nossa única esperança.

Darrren Hayes é o ex-vocalista da banda Savage Garden e desde 2000 segue em carreira solo, tendo como último álbum o bem-sucedido "Secret Codes", de 2011.
Darrren Hayes é o ex-vocalista da banda Savage Garden e desde 2000 segue em carreira solo, tendo como último álbum o bem-sucedido “Secret Codes”, de 2011.

Madonna na trilha sonora de The Giver com “Messiah”?

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Entre Hard Candy e MDNA, Madonna parece ter se perdido. Sim, sei que ela ganha muito dinheiro e tal, mas ela perdeu um pouco da qualidade por fazer a linha “Tenho 50 anos, sou sexy e foda-se se você não gosta disso”. Não me entenda mal; Madonna enfrentou mais intolerância a mulheres do que qualquer outra artista na indústria. Odeio ver tal situação, mas, às vezes, ela se faz de alvo. Talvez seja hora de mudar.

Madonna sempre conseguiu se salvar com músicas em trilhas de filmes. Em 1994, quando todos os jornais do mundo diziam que ela nunca mais teria um hit, ela lançou uma das canções mais bem-sucedidas da carreira: I’ll Remember, do filme Com Mérito. Em 1986, após se tornar piada nacional pelas fotos das revistas Playboy e Penthouse (nos anos 80, era um escândalo ameaçador de carreiras), ela chocou a todos com a incrível balada Live To Tell. E quem consegue esquecer de You Must Love Me, ganhadora do Oscar por Evita?

Tenho afirmado, nos últimos meses, que Madonna gravou uma canção de trilha sonora. Não tinha – e ainda não tenho – total certeza para qual filme é. Entretanto, sei que a gravadora Interscope, que está produzindo a trilha de The Giver, pediu uma música a Madonna. Isso lá pelo fim de abril, mesmo estando a trilha já finalizada. Quando Madonna anunciou uma canção chamada Messiah recentemente, que cairia perfeitamente com o tema de The Giver, tive 100% de certeza de que era para este filme. Compareci a uma exibição do filme e tinha certeza de que ouviria a canção de Madonna. Até dei uma dica no Twitter, mas tive que deletar todas as postagens sobre o filme porque o pessoal dos estúdios The Weinstein Company (com toda razão) ficaram furiosos.

Antes de perceber, os créditos apareceram. Entretanto, não havia música. Nunca vi isso em um filme antes. Havia outra canção no fim dos créditos, mas não saquei quem era o cantor, e ouvi dizer que esta última música nem entraria na edição final. Pensei que, talvez, a canção de Madonna não estivesse pronta ainda e, por isso, não havia música. Perguntei a um representante dos estúdios, mas não recebi uma resposta – o que quer dizer “sim”, certo?

Ter uma canção em The Giver seria uma enorme vantagem na carreira para Madonna. Mesmo que não se torne um grande sucesso, a canção certamente entraria na lista de grandes canções em filmes. Há também a possibilidade de Madge obter uma indicação ao Golden Globe e ao Oscar. The Giver é um filme que Madonna adoraria, e seu envolvimento apenas melhoraria a qualidade da obra. A personagem principal, Jonas, é, basicamente, uma versão masculina da Madonna rebelde. Vamos esperar respostas em breve. (Fonte: Pop Music Gadfly)

Madonna posta no Instagram nova música: “Messiah”

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Madonna está em estúdio trabalhando no sucessor do álbum MDNA, nenhuma novidade. Nesta quarta-feira, ela postou em seu Instagram uma prévia do que está sendo efeito em estúdio, com seus colaboradores: uma foto da partitura de uma música chamada “Messiah” e um vídeo de uma orquestra tocando a faixa. Surpreendeu.

Em seguida, postou o vídeo de uma orquestra de violinos gravando num estúdio e a legenda: “Magic makes the people come together yaaaaaaaasssssssssss. #messiah”. Será uma de suas novas músicas? Ela avisou que a música nova será lançada em breve, e usou a hashtag #prometo. É a rainha do pop voltando com tudo!

Diplo confirma “Bitch, I’m Madonna”

diplo madonna novo álbum

Em uma recente entrevista com Heloisa Tolipan, Diplo revelou uma nova faixa-título de uma das sete músicas que ele escreveu com Madonna para o próximo álbum.

“Conheci Madonna por causa de seus filhos e, em seguida, ela me convidou para uma festa. Acabamos escrevendo sete canções juntos. Eu não costumo me sentir pressionado a escrever hits, mas quando é uma artista desta calibre, é óbvio que eu quero desafiar os limites um pouco mais e superar a mim mesmo. Uma das músicas que escrevemos é muito legal e é chamada de “Bitch, I’m Madonna”.

O novo álbum de Madonna ainda não tem data de lançamento.

William Orbit

Se depender de William Orbit, produtor britânico que trabalhou com Madonna no elogiado álbum Ray of Light, o próximo álbum da “rainha do pop” promete ser bem melhor que MDNA, lançado em 2012. É que ele usou sua página do Twitter para falar que já deu uma “espiadinha básica” no resultado e aprovou. “Escutei um pouco do novo álbum de Madonna. Está bom”, postou ele, na sexta-feira (20).

A cantora, que tem usado a hashtag “revolution of love” em seus posts na web, ainda não revelou se este será o título do sucessor de MDNA, que chegou às lojas em 2012. Tanto o trabalho mais recente como Music, de 2000, e Ray of Light, de 1998 – este, muito elogiado por público e crítica – foram produzidos por Orbit. O novo disco também não tem previsão de lançamento.

O time por trás do misterioso disco, porém, é de peso: o produtor Ariel Rechtshaid (que já trabalhou com a cantora Sky Ferreira e a banda Haim), o autor MoZella (que contribuiu em Wrecking Ball, hit de Miley Cyrus), Diplo (que também foi parceiro da cantora M.I.A.), o DJ e produtor Avicii, o ex-colaborador de Lady Gaga Martin Kierszenbaum, a cantora pop Natalia Kills, o badalado produtor norte-americano Toby Gad, e o produtor Symbolyc One, um especialista em R&B.

O instrumental do novo single de Madonna, We R Superstars, será? Ouça!

madonna We R Superstars (Feat. Katy Perry) - Instrumental Demo novo álbum 2014

Não é segredo que Madonna vem trabalhando em uma nova canção chamada We R Superstars para seu 13º álbum de estúdio, com o produtor Sander Kleinenberg. Saindo junto com a foto da próxima edição da V Magazine (com Katy e Madonna em ações glamorosas) e aceitando o vazamento e a colaboração de Katy no álbum, a versão instrumental da faixa fez a Internet explodir. Odiamos o título, mas adoramos o som até agora, de acordo com a suposta faixa vazada! Sentimos o cheiro de Daft Punk e The Cure com um tempero da Madonna das antigas, que não deixam por menos para um single de verão. Em outras palavras, esperamos que seja verdadeiro.

OUÇA

Alguns rumores sobre o álbum:

– Talvez se chame Rebel Heart;
– É chamado de “lançamento mais ambicioso de Madonna em décadas”;
– A Rainha do Pop talvez imite Beyoncé e o lance sem qualquer promoção de marketing ou avisos no iTunes ainda este ano;
– Dizem que os colaboradores serão Katy Perry (mencionada anteriormente), Disclosure, Natalia Kills, Pharrell e Diplo.

O que você acha do instrumental (sobre o qual Kleinenberg tuitou logo após o vazamento, mesmo sem confirmar a autenticidade) da nova música de Madonna?

Assim como todos os vazamentos desta natureza, desconfie, já que ainda não foi confirmado oficialmente. Mesmo assim, ele parece com um trecho de 15 segundos lançado por Sander meses atrás.

A informação é do site Instinct Magazine.

Madonna gravará clipe para o novo álbum esta semana?

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Eis um bom e substantivo rumor: Madonna pode estar planejando um single e clipe surpresa para este mês à la Beyoncé. Ela pode estar deixando pistas no ar. Uma coisa é certa: Madge tem trabalhado com o produtor contemporâneo Avicii (também conhecido como o DJ sueco Tim Bergling) em músicas novas.

O rumor é que o famoso fotógrafo Mark Seliger e sua equipe de vídeo (Barney Miller e Monica Monique) estão escalando elenco para a filmagem de um clipe na quarta-feira na parte leste de Nova York. Seliger/Miller e Monica trabalharam no sucesso Wake Me Up, do Avicii.

E mais: a lista de personagens para a filmagem, de uma canção chamada Stranger, soa bem Madonna: skatistas, halterofilistas, dançarinos de break, uma drag queen como Ru Paul, e um “garoto-couro” que “deve estar à vontade sem camisa”.

A onda neo-disco de Avicii, assim como o Daft Punk, está em voga. E soa como uma versão atualizada de Madonna na era de ouro. Houve muita atividade no fim de maio sobre uma surpresa de Madonna para um álbum chamado Rebel Heart e talvez um single chamado Unapologetic Bitch (Rebel Heart era o nome da biografia de Bebe Buell em moda e rock and roll). Um trecho do instrumental vazou no Soundcloud via Billboard também.

Madonna postou em seu Instagram três fotos com a dupla inglesa Guy e Howard Lawrence do Disclosure no Brooklyn na noite de sexta, 06. Considerando a sua recente série de colaborações EDM – com Avicii e Diplo, mais recentemente – pode a Rainha do Pop ter testado seu próximo single electro ao público?

Todos na indústria da música estão com ciúmes do lançamento-surpresa de Beyoncé em dezembro. Portanto, um álbum repentino de Madonna é uma possibilidade. Mas, assim como o presidente de uma gravadora observou outro dia, o álbum Visual de Beyoncé tinha 17 clipes novos. Não foi algo repentino. Então, vamos esperar e ver se Stranger é a resposta de Madonna.

Madonna para a L’Uomo Vogue – fotos e tradução da reportagem

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Aqui está a capa da L’Uomo Vogue com Madonna, edição maio-junho.

O próximo álbum de Madonna faz uma conexão com o projeto “Art For Freedom”. E podemos esperar ver a rainha do pop cada vez mais envolvida e comprometida. “Eu não tenho escolha. A esta altura, não há como voltar atrás. Este é o meu papel no mundo, o meu trabalho como artista. Eu tenho uma voz e eu tenho que usá-la.” L’Uomo Vogue.

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Por causa da Internet, ou porque nos adquirimos algum tipo de maturidade, a mídia de massa, o papel social das celebridades mudou nos últimos anos. Não é que agora eles são menos interessantes, pelo contrário, agora a exigência é sermos mais transparentes.

Conseqüentemente, muitos redescobriram a antiga função de arte como uma consciência pública e eles usam a sua influência da mídia para fins sociais . Um exemplo? Madonna , que não só é ainda é o maior ícone pop de todos os tempos, mas também a mais comprometida artista na luta pelos direitos humanos como demonstrado por suas declarações públicas freqüentes, seu trabalho humanitário no Malauí e seu recente projeto #Secretprojectrevolution e Art For Freedom .

Secretprojectrevolution é um curta-metragem co-dirigido com Steven Klein. É necessária uma “revolução do amor [ …], uma revolução do pensamento independente , de ter a sua própria opinião e não dar a mínima para o que as pessoas dizem.”

O filme tem um viés autobiográfico e reflete as muitas batalhas contra os estereótipos que Madonna tem lutado desde o ínicio de sua vida. “Como você pode criar arte sem se envolver?”, Afirma Madonna. “Eu gosto de me comparar a Frida Kahlo: tudo o que ela fez foi um auto-retrato.”

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O filme foi originalmente concebido como a campanha publicitária para sua coleção de lingeries, no entanto, o #Secretprojectrevolution acabou se transformando em um manifesto contra a opressão. Ele se baseia em uma coreografia sensual com cenas de masoquismo filmadas num labirinto de salas de uma antiga prisão, em Buenos Aires.

Madonna alternadamente desempenha o papel de prisioneira e ora torturadora, acompanhadas de mensagens políticas sobre o controle e punição. “Às vezes nós somos as vítimas da opressão, outras vezes nós nos aprisionam”, diz ela. “O filme é um exemplo do mundo paradoxal em que vivemos.”

Art For Freedom é a próxima etapa a partir do filme. É uma plataforma digital em associação com a Vice Media que hospeda vídeos, fotos , ilustrações e documentação de performances que abordam a intolerância e perseguição. “Houve uma época em que a arte refletia o que estava acontecendo na sociedade” , ela prossegue, pensativa. “Artistas como Marvin Gaye, Stevie Wonder, Richard Pryor ou Jean-Luc Godard fizeram declarações políticas através de sua arte.” O objetivo do projeto Arte para a Liberdade é “encorajar as pessoas a acreditar que podemos trazer mudanças no mundo através da arte” e um grito de protesto contra a mercantilização da criatividade.

Sua maior fonte de inspiração é o escritor e ativista James Baldwin, que falou longamente sobre a responsabilidade de um artista na sociedade. “Ao nos permitir sermos consumidos por uma marca corporativa, se preocupar em ter a aprovação dos outros e promover apenas o que é aceitável e popular, nós destruímos a nossa arte e tudo sobre ele que é único”, diz Madonna.

No início de sua carreira, em Nova York, ela pertencia à comunidade artística East Village e ela era amiga de Jean-Michel Basquiat e Keith Haring , artistas que abordaram questões sociais através da arte de uma forma direta como fazem muitos artistas em seu projeto “Art For Freedom”. “Sair com Keith e Jean-Michel profundamente me influenciou” , ela lembra. “Sua abordagem à arte visava torná-la acessível às pessoas, no metrô, na rua. Não era elitista, você não tem que pagar por isso, ir a um museu ou galeria ou frequentar os ambientes dos ricos , você pode ser qualquer um.”

Art For Freedom luta contra estereótipos, intolerância e discriminação e promove os direitos civis e a aceitação da diversidade . “Não somos inimigos, tiranos, fascistas e ditadores, pessoas que destroem vidas de outras pessoas ou tira a sua liberdade como Putin ou o presidente da Venezuela” , a estrela continua, com fervor. “Na verdade, o inimigo está dentro de nós. Se estamos conscientes disso ou não, estamos constantemente a discriminar e julgar os outros. Assim, a primeira coisa que temos que mudar é a nós mesmos. Todos os grandes líderes disseram fizeram isso como Gandhi, Martin Luther King, John Kennedy e Nelson Mandela.”

Depois da prisão de Pussy Riot, Madonna fez um discurso (leia aqui) defendendo os direitos dos homossexuais em seu show em São Petersburgo em 2012 durante a passagem do MDNA Tour por lá. Oitenta e sete pessoas foram presas naquela noite e a estrela foi multada em um milhão de dólares. Em algumas ocasiões, ela foi vaiada, censurada e ameaçada de morte, porém, tudo em vão, nada impediu Madonna de expressar suas opiniões. “Estou disposta a sacrificar tudo em nome dos direitos humanos”, ela declara: “além de meus filhos.”

Seu próximo álbum está completamente conectado com o “Art For Freedom”. E podemos esperar ver Madonna cada vez mais envolvida e comprometida com estas questões. “Eu não tenho escolha. À esta altura, não há como voltar atrás. Este é o meu papel no mundo , o meu trabalho como artista. Eu tenho uma voz e eu tenho que usá-la.”

Longe das paredes de museus, o qual um grande número de estrelas pop aspiram um dia chegar, as declarações de Madonna e sua determinação ecoa as palavras de Baldwin. Elas são destinadas para outros artistas na esperança de despertá-los em seu potencial como agentes, se assim o desejarem, de mudança social e os líderes de uma sociedade civilizada mais democrática.

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