Rebel Heart, DevilPrays, Beautiful Scars, Holy Water – Como são as novas faixas do novo álbum de Madonna

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Antes de Madonna começar a trabalhar com Diplo e outros produtores, as sessões do novo álbum começaram com o produtor Avicii, das quais saíram algumas composições acústicas cruas e simples, porém extremamente promissoras.

A impressão é de que Avicii e sua equipe realmente adaptaram a música ao alcance vocal de Madonna, chamando mais atenção à voz dela sem o uso de muitos efeitos ou filtros. Madonna se certificou de que as faixas fossem liricamente maduras e pessoais.

Eles criaram baladas, canções agitadas e até mesmo uma mistura de música country com batidas eletrônicas. Eis algumas faixas:

DEVIL PRAYS

Simplicidade e maravilha!

Os vocais de Madonna realmente se destacam em Devil Prays emquanto a música flerta com o country dos anos 70, da maneira mais prazerosa. Tem um quê de Festival Woodstock nela, mas permanece moderna.

Madonna se pergunta como sair da escuridão em que se encontra, ao aprender a rezar e encontrar algo em que acreditar. Ela fala sobre como alguém consegue se perder no caminho ao usar drogas, fumar maconha, beber uísque ou usar Extasy. Porém, ao se manter próximo de quem se ama e cantar “Aleluia”, você fará o diabo rezar.
Estranha, simples e fantástica. Nem tão forte para ser single, mas vale a pena tê-la no álbum.

REBEL HEART

Madonna é tão individualista que, quanto mais tenta se definir e se compreender, mais sua incrível unidade permanece um mistério. Com uma batida envolvente e uma guitarra acústica forte, Rebel Heart, produzida por Avicii, é uma ode ao “ser diferente”.

A canção lida com a habilidade de sobrevivência quando você se rebela contra decisões impostas a você, consequentemente fazendo você escolher seu próprio caminho na vida.

A experiência de Madonna fortalece a individualidade da letra. Ela explica como se sente sendo uma rejeitada que decidiu seguir a vida de uma forma diferente dos demais. Ela reflete sobre como viveu de maneira masoquista, impossível de se enturmar, crua e sem a determinação de fazer o que a sociedade e seu pai esperavam dela.

Daí, ela diz que “trilhou um caminho menos popular e mal conseguiu sair dele viva, mas sobrevivi à escuridão”. Madonna também reflete sobre como já foi narcisista, e como fazia de tudo para ser vista.

No entanto, assim que se desfez de seu passado e recomeçou, ela nunca olhou pra trás, e finalmente se descobriu…um coração rebelde.

BEAUTIFUL SCARS

Esta é uma canção pop bacana sobre a beleza de ser imperfeita. “Aceite-me com todas as minhas lindas cicatrizes… Venho até você com todos os meus defeitos”, canta Madonna, lutando pela autoestima.

Ela é cheia de imperfeições e vê seus defeitos como lindas cicatrizes, pedindo pra ser amada como é. “Não pedirei desculpas por ser eu mesma”.

Apesar dos vocais eletrônicos serem desnecessários, Beautiful Scarsse mantém uma canção agitada que pode ser incluída no álbum. Lembre-se de que nenhuma lista final de canções foi decidida e que as informações liberadas são das demos, não do material finalizado/masterizado.

HOLY WATER

No álbum Erotica, de 1992, Madonna confessou uma de suas refeições sem calorias preferidas. Bem, ela voltou: “Amor, vá lá embaixo e beba meu precioso álcool”.

Escrita por Madonna, Martin Kierszenbaum e Natalia Kills, HolyWateré basicamente uma canção sem-vergonha sobre os prazeres do sexo oral em sua fase final.Madonna repete: “Sua puta, saia do meu poste”, e compara o gosto de seu suco a um símbolo religioso: “Isso não tem gosto de Água Benta?”.

É provavelmente a faixa mais sexual do álbum. É divertida, mas esquecível. Falta o tom sexy e suave que alguém poderia esperar de Madonna, lidando com sexualidade.

RECAPITULANDO O QUE SE SABE ATÉ AGORA..

Addicted/The One That Got Away
– Autotune Baby
– Bitch, I’m Madonna
– Body Shop
– Devil Prays
– Holy Water
– Iconic
– Illuminati
– Inside Out
– Joan of Ark
Living for Love/Carry On
– Messiah
– Rebel Heart
Unapologetic Bitch
Veni Vedi Vici
Wash all over me