Britney Spears, em seu recente papel como a Rainha de Vegas, pode não estar se esforçando como no passado, mas ela ainda mantém o mito vivo para milhares de fãs toda noite, no estilo Celine Dion. E, de vez em quando, ela lança uma bola curva, em forma de download.
Eis a bela sulista do Pop homenageando sua madrinha espiritual Madonna, com um cover do sucesso Burning Up, de 1983, do primeiro álbum da rainha do pop. Originalmente apresentada ao vivo na turnê Femme Fatale Tour, de 2011, e para o deleite dos fãs das duas, esta versão em estúdio finalmente chegou à superfície no Youtube. É brilhante, dançante e, no geral, bem decente.
Lógico, não é a primeira vez que as maiores lendas do pop se colidem. Há o infame beijo no VMA de 2003 (eternamente inserido em nossa história visual) e, menos heroicamente, o single subsequente de Brit/Madge, Me Against The Music – ambos há mais de uma década, acreditem ou não. E, para os mais devotos e entusiastas, há também o amável cover de “Material Girl”, que Britney apresentou em 1999, na turnê …Baby One More Time.
Os shows de Britney em Vegas continuarão a partir de 25 de abril. Baixe a versão de Burning Up a seguir com alguns bônus:
01 Burning Up
02 Burning Up (Nick* Remix)
03 Burning Up (Nick* Remix) [Instrumental]
04 Everyday (Bonus Track)
“Quero dizer que já disse coisas horríveis sobre Madonna e não tenho orgulho de nada disso”, ele contou ao jornal Huffington Post. “Realmente não tenho orgulho disso porque não a conheço. E, como qualquer um, sempre meio que gostei dela”.
Mas, exatamente, gostou quanto?
“Tenho muitos álbuns dela e acho que isso mede o quanto você pensa em alguém. Se há, tipo, 5 ou 6 singles da Madonna que gosto, isso faz de mim um pouco fã. Tenho uma pintura enorme dela num quartinho, que comprei nos anos 80 em alguma loja na Broadway”.
Ele explicou que houve um tempo em que era impossível não dizer algo negativo sobre Madonna. “Madonna sempre está em todo lugar, correndo pelo parque, nas manchetes, nas revistas – em todo lugar mesmo. E você não pode ser famosa assim e não ter pessoas comentando, especialmente pessoas do mesmo ramo. Todo mundo sempre me perguntava: ‘O que você acha disso e daquilo?’, mas eu não a conheço”.
Ele espera que tudo fique no passado, caso eles se encontrem.
“Não consigo nos ver como amigos agora, mas ela estará neste evento ao qual eu irei. Contei isso a um amigo: ‘Se você conseguir tirar uma foto minha e de Madonna, ganhará uma medalha’. Você imagina? Eu ficaria muito feliz! Seria ótimo ter uma foto com ela e deixar tudo isso pra trás. Eu realmente não a odeio!”.
Ela tem sua própria gama de críticos, mas Madonna se recusa a deixar que eles a provoquem. Toda produzida numa roupa sexy, a dona de 55 anos de idade foi ao Instagram pra “rir de todos os recalcados” em uma foto compartilhada no domingo.
Usando meia-arrastão, um top preto e revelador e um enfeite de joias na cabeça, a Rainha do Pop exibiu sua pele perfeita, braços torneados e um sorriso enorme enquanto detonava os críticos.
A mãe de quatro filhos escreveu: “Rindo de todos os recalcados que gastam energia tentanto me limitar e me rotular com seus preconceitos e medos! Peguem suas línguas e olhos do mal e os transformem em pássaros voadores! Não desperdicem tempo precioso. Gastem-no com o que amem! #coraçãorebelde #artepelaliberdade”.
Aos 55 anos, Madonna continua a super estrela cultural que sempre foi. Juntamente com seus projetos cinematográficos, ela também lançou um curta-metragem através do BitTorrent no ano passado chamado secretprojectrevolution, além de seu mais recente álbum MDNA em 2012, e sua turnê subsequente, que a ajudaram a ser a artista que mais rendeu em 2013, segundo a Forbes.
Em fevereiro, ela anunciou, na inauguração de uma nova academia Hard Candy Fitness, que começara a produzir um novo álbum. Ela apresentou uma versão emocionante de “Open Your Heart” nos prêmios Grammy deste ano, com 33 casais celebrando a união no palco durante a performance de Macklemore e Ryan Lewis, e também cantou no Acústico MTV Miley Cyrus.
Na semana passada, ela lançou sua grife de cosméticos “MDNA Skin” no Japão, com um vídeo promocional, que lembra a obscenidade monocromática da era Sex, nos anos 90: “Ter uma boa pele é importante pra mim. Assim como outras coisas, como a criação”.
Madonna foi vista pela última vez em Nova York na última segunda-feira, onde se vestiu dos pés à cabeça pra combater o frio.
Apesar das críticas e do fracasso comercial de seu último filme, “W.E.“, Madonna irá voltar à direção de cinema com Adé: A Love Story, uma adaptação do romance homônimo de Rebecca Walker.
Walker, filha da autora de A Cor Púrpura, Alice Walker, publicou o romance no ano passado. A história é sobre um casal de estudantes americanos em viagem no Quênia, sendo que um deles se apaixona por um nativo, Adé – ela adota um nome árabe e tenta se adaptar à nova vida em um ambiente desconhecido, antes de enfrentar diferenças culturais com a visita do casal aos EUA. Psicólogos de plantão talvez tracem um paralelo com a vida de Madonna: a cantora se mudou para o Reino Unido para morar com o marido cineasta Guy Ritchie, antes de se divorciarem. Ela também viveu um romance tropical no filme “Destino Insólito”.
O filme será produzido por Bruce Cohen, um dos produtores do bem-sucedido filme “O Lado Bom Da Vida”, de David O’ Russell. Um roteirista está sendo procurado para adaptar o romance, que será o terceiro filme de Madonna, depois de “Sujos e Sábios” em 2008, e “W.E”. em 2011, que explorou a vida de Wallis Simpson, juntamente com a de uma pesquisadora contemporânea que mergulhou na verdade do romance de Simpson com o rei Eduardo VIII.
O filme foi duramente criticado. Peter Bradshaw, do jornal The Guardian, o chamou de “um desmaio longo, sem humor e necrofílico frente ao suposto glamour tragi-romântico dos Windsors”. O filme rendeu menos de 1 milhão de dólares em todo o mundo.
Aos 55 anos, Madonna continua a super estrela cultural que sempre foi. Juntamente com seus projetos cinematográficos, ela também lançou um curta-metragem através do BitTorrent no ano passado chamado secretprojectrevolution, além de seu mais recente álbum MDNA em 2012, e sua turnê subsequente, que a ajudaram a ser a artista que mais rendeu em 2013, segundo a Forbes.
Em fevereiro, ela anunciou, na inauguração de uma nova academia Hard Candy Fitness, que começara a produzir um novo álbum. Ela apresentou uma versão emocionante de “Open Your Heart” nos prêmios Grammy deste ano, com 33 casais celebrando a união no palco durante a performance de Macklemore e Ryan Lewis, e também cantou no Acústico MTV Miley Cyrus.
Na semana passada, ela lançou sua grife de cosméticos “MDNA Skin” no Japão, com um vídeo promocional, que lembra a obscenidade monocromática da era Sex, nos anos 90: “Ter uma boa pele é importante pra mim. Assim como outras coisas, como a criação”.
Só esperamos que este projeto não atrapalhe na produção e depois divulgação do novo álbum!
A Rainha do Pop Madonna não impressionou apenas os fãs ao se fantasiar de Daenerys Targaryen, da série Game Of Thrones. Madonna ganhou aprovação do elenco também, incluindo da própria “Mãe dos Dragões”. Madonna usou uma fantasia do seriado americano para celebrar a festa judaica Purim.
“Oh, minha Nossa! É loucura. Achei que estava dormindo, sonhando”, Emilia Clarke, a atriz, opinou sobre a fantasia de Madonna. “É um momento enorme”, adicionou, “e, caramba! Ela estava linda!”.
Gwendoline Christie, que interpreta “Brienne of Tarth” no drama, afirmou: “Fiquei animadíssima. Madonna sempre foi minha favorita. Adoro a força e a natureza transformativa dela, além de achar incrível a ideia dela se fantasiar como uma personagem da série”.
Kristian Nairn, que interpreta Hodor, disse estar “ensandecido”. Ele afirmou: “É meio que um sinal da fama de Game Of Thrones. A Rainha do Pop vestiu uma fantasia da Daenerys.”
Sophie Turner – também conhecida como Sansa Stark – também estava chocada. “Ainda estou me recuperando”, disse a atriz de 18 anos. “Mas foi incrível! Estou pasma!.”
Segundo a Us Weekly, Emilia Clarke, que vive a personagem copiada por Madonna na série, contou que a cantora usava um de seus figurinos de verdade:
Eu achei que estava sonhando. Eu recebi um e-mail da assessora da HBO, Mara, dizendo: “A Madonna quer sua roupa emprestada, tudo bem?”. Eu só pensei: “Meu Deus, isso deve ser um sonho. Isso não pode ser real.”
Pra comemorar o 25º aniversário, eis uma lembrança de cada faixa do clássico álbum Like A Prayer, de 1989. No início daquele ano, o mundo conhecia Madonna como uma provocadora pop com um estilo sexy e excêntrico. Ela era a maior celebridade feminina do planeta e, mesmo com toda a fama, poucos sabiam quanta dor e dúvida aquela católica de 30 anos que encarava um divórcio vivia. Com Like A Prayer, tudo mudaria.
Gravado durante o término de seu casamento com o ator Sean Penn, Like A Prayer fora o álbum mais introspectivo e eclético de Madonna até então. Diferente dos três antecessores, este misturou um rock clássico e psicodélico com os mais modernos sons de sintetizadores. E agora, um quarto de século depois do lançamento no dia 21 de março de 1989, o álbum não parece nem um pouco antigo. Liricamente, ele fala de crescimento, a superação de um romance ruim, e fazer as pazes com Deus e com a família. Pelo menos duas músicas estão centradas na morte da mãe de Madonna, um trauma de infância que teve grande influência no processo de criação de sua personalidade.
Antes de Like A Prayer ser lançado, Madonna esclareceu que este não seria apenas mais um álbum. Três semanas antes do lançamento, ela estreou o clipe da faixa-título, o primeiro dos cinco singles top 20. Com imagens de assassinato, amor inter-racial e cruzes em chamas, o clipe contrapôs ideias religiosas e êxtase sexual, deixando algumas pessoas confusas e fazendo todos comentarem. Os Católicos a denunciaram, a Pepsi cancelou os comerciais com ela (e terminou com os planos de patrocinar a turnê). Os fãs, claro, engoliram tudo.
Deixando a controvérsia de lado, Like A Prayer está entre os melhores momentos de Madonna e, ao longo das próximas 10 faixas, o álbum não decepciona. Ele é rítmico, comovente e até um pouco esquisito. Enquanto Madonna é uma artista pura, este álbum é uma de suas melhores coleções. Leia a crítica de faixa a faixa:
Like A Prayer
Que forma ótima de começar um álbum. Primeiramente, guitarras distorcidas e um forte baque. Daí, um canto gospel enigmático e revigorante. É a junção de Thriller com o misticismo católico, e Like A Prayer é ótima mesmo sem o vívido clipe. Não é de se estranhar que chegou ao primeiro lugar logo um mês após o lançamento.
Express Yourself
A festa continua da igreja à elevação de Madonna, na qual ela observa suas joias e os lençóis de seda, e decide que prefere ter um homem que se conecta aos seus sentimentos. É sua versão bem alta e vibrante de Can’t Buy Me Love, e subiu ao segundo lugar.
Love Song
Esta colaboração entre Madonna e Prince é o equivalente dos anos 80 à parceria da Mulher Maravilha com o Batman. Com o seu poder de estrela, a faixa é leve, e, com o típico som da guitarra de Prince em meio aos sintetizadores de Madonna, as divergentes sensibilidades musicais seguem o tom da letra – eles não se conectam tão bem.
Till Death Do Us Part
Com o fim do casamento tumultuado com o ator Sean Penn, Madonna reflete sobre as brigas tornadas públicas – “Ele começa a gritar, os vasos voam” – e a distância emocional que condenou o casal. A guitarra e o teclado criam o sentimento de cansaço que contrasta bem com os vocais cheios de atitude de Madonna.
Promise To Try
Claramente uma canção direta sobre a morte da mãe de Madonna, esta balada no piano é realmente complexa. Ela canta para si mesma aos 5 anos de idade, e, além de dar conselhos – “Não esqueça do rosto dela” – ela pede perdão. Ela sabe que errou e teme ter decepcionado a mãe e a si mesma.
Cherish
Uma bem-vinda sobrevida após Promise To Try, o terceiro single do álbum é uma canção alegre sobre o amor verdadeiro. A única razão concebível para esta não ter chegado ao primeiro lugar: A América gosta da Madonna mais provocativa.
Dear Jessie
Esta divertida fantasia pop poderia ter vindo do álbum Around The World In A Day, do Prince, embora ele não tenha nada a ver com a canção. Madonna a compôs e produziu com Patrick Leonard, cuja filha foi a inspiração. Ouvindo novamente, é óbvio que Madonna estava destinada à maternidade.
Oh Father
Uma companhia a Promise To Try, esta canção sobre a tensa relação de Madonna com o pai não abre muito espaço para imaginação. Quando criança, ela se sentiu traída pela decisão dele de se casar novamente e, em uma entrevista em 1989, ela levou seu espírito rebelde e independente de volta ao sentimento de solidão que sentira ao ter seu pai “roubado” pela madrasta. Apesar de dificilmente ser uma faixa bacana, ela ressoou aos ouvintes e chegou ao número 20.
Keep It Together
Conforme as oito faixas anteriores atestam, Madonna teve alguns problemas familiares. Mas, nesta faixa vibrante, ela oferece paz ao pai e aos irmãos, insistindo que o sangue é “mais forte do que qualquer circunstância”. Na oitava posição nas paradas em março de 1990, Keep It Together tem uma melodia tensa.
Spanish Eyes
Esta balada com sabor latino fala tanto sobre AIDS quanto sobre violência de gangues, e a ambiguidade – um tema de debate entre os fãs até hoje – mostra o quão longe Madonna chegara desde Everybody e Borderline.
Act Of Contrition
Tendo usado as últimas 10 faixas para cavar emoções profundas, Madonna relaxa um pouco. Com guitarras de lamento e loops ao avesso, ela esvazia os pensamentos, sem a certeza de estar confessando seus pecado e reservando um lugar no Céu ou um quarto em um hotel da moda. “Como assim, não está no computador?”, ela pergunta, terminando a faixa à verdadeira moda de Madonna, com a boa e velha piscadinha.
O CEO da maior empresa de entretenimento do mundo, a Live Nation, rasgou elogios a Madonna num recente vídeo divulgado pela empresa EPIX (empresa responsável pela filmagem oficial do show da tour MDNA, de 2012). Nele, ele fala o que aprendeu trabalhando com Madonna, a maior estrela da Live Nation.
“Acredito, honestamente, que aprendi com as habilidades dela de promover um negócio, de ver o caminho certo das coisas. Ela tem instintos maravilhosos. E, por ser tão icônica, ela tem uma tremenda habilidade de influenciar a mídia. Ela é muito esperta ao usar essas oportunidades, um grande dom. Ela está com tudo, sério. Depois de 27, 28 anos nisso, é incrível!”
Como revelado no último mês de setembro, a liga NFL vem tentando punir a cantora M.I.A. pelo que aconteceu no Super Bowl do dia 5 de fevereiro de 2012 durante a apresentação de Madonna. Durante o evento, assistido por aproximadamente 167 milhões de pessoas, a rapper do Sri Lanka mostrou o dedo do meio na performance de Give Me All Your Luvin’, primeiro single do álbum MDNA, da rainha do pop.
M.I.A. não recebeu nada pelo evento, como de costume pela liga. Mesmo assim, a NFL passou dois anos exigindo US$ 1,5 milhão por quebra de contrato e por manchar a boa vontade e reputação.
Agora, a NFL adicionou mais uma denúncia, buscando US$ 15,1 milhões de restituição pelo valor de exposição pública recebido por aparecer por quase dois minutos durante a performance de Madonna. Os números se baseiam no que seria pago em publicidade no horário. “A reivindicação de restituição não possui base legal, factual ou lógica”, afirmam os papéis de M.I.A., arquivados na última sexta.
A estrela contou que a “busca contínua deste procedimento é um exercício transparente da NFL apenas para enfrentar e fazer disso um exemplo a quem desafiar a NFL”. Pelo twitter, M.I.A. ironizou no twitter “pedindo emprestado” 16 milhões para Madonna, que era a atração principal do intervalo da competição.
Como noticiado anteriormente, Howard King, o advogado de M.I.A., vem tentando anular o argumento da NFL, de que sua reputação foi danificada, ao solicitar informações do público, no que diz ser falta de benefícios para a NFL. Ele até mesmo criou um e-mail (NFL@khpblaw.com), para “equilibrar o campo de jogo”.
Os últimos papéis de M.I.A. acusam o “comportamento profano, libidinoso, lascivo, degradante e/ou inaceitável de seus jogadores, donos de times, treinadores e gerentes e dos artistas escolhidos e patrocinados pela NFL para se apresentar em seus shows de intervalo”.
Por exemplo, há a apresentação de Michael Jackson em 1993, na qual o cantor agarrou a genitália enquanto cantava Billie Jean.
“Esta foi a primeira investida da NFL contra apresentações lascivas em seus shows de intervalo”, como consta nos documentos de M.I.A.. “Será revelado que a NFL estava totalmente ciente de que Jackson faria o movimento em sua apresentação”.
E tem também a performance de Prince, em 2007. “Durante parte da apresentação, ele foi iluminado contra um pedaço de tecido para projetar sua sombra”, afirmam os papéis de M.I.A.. “Sua sombra maximizada apareceu fazendo carícias numa guitarra estilizada, como se fosse num pênis ereto, de maneira reminiscente a Jimi Hendrix. Espera-se uma confirmação de que a NFL sabia antecipadamente o que seria apresentado, do ensaio antes do jogo à configuração do palco”.
Até Madonna, em 2012, é mencionada:
“O show claramente apresenta cenas de jovens dançarinas (possivelmente nem adultas) em posições reclinadas, com pés e mãos e/ou ombros jogados para trás. As mulheres elevando as regiões pélvicas de maneira evocativa de atos sexuais (provavelmente qualificadas como ‘indecentes’), ou, pelo menos, de maneira consistente com cenas de um club de strip”.
Os documentos de M.I.A. não são apenas sobre os artistas. Uma recente proposta de avaliar a punição das 15 jardas pelo uso de insultos racistas é contrastada com a exigência de US$ 16 milhões. O escândalo envolvendo o atacante Richie Incognito, dos Miami Dolphins, foi mencionado, assim como uma rejeição judicial de um acordo de US$ 765 milhões.
A cantora disse que não deve haver responsabilidade ou danos baseados em especulações. E os documentos legais dizem ser “implausível” que qualquer multa seja aplicada após anos de inação e recentes decisões da Suprema Corte. E mais, a responsabilidade do canal transmissor NBC pode ser investigada.
“NFL e NBC falharam no exercício da conduta do Show do Intervalo do Super Bowl por não ativar o ‘atraso de 5 segundos’ na transmissão”, dizem os papéis de M.I.A.. “Qualquer culpa ou responsabilidade deve ser diminuída por negligência da NBC. Ainda não foi revelado se o contrato da NBC devia algo à NFL em termos de operar o ‘atraso’. É muito provável que seja este o caso”.
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