Foi um verdadeiro para mim, diz Mario Testino sobre Madonna

mario testino madonna 1995 versace

O icônico fotógrafo de moda Mario Testino já trabalhou com todos, da Família Real a Angelina Jolie. Foi ele que causou comoções com os retrados da Princesa Diana nos anos 90 e produziu um catálogo que inclui desde grandes campanhas e capas de revistas internacionais aos retratos do noivado oficial do Príncipe William com a Duquesa de Cambridge, e um livro com mesas feitas de pedras tumulares para uma de suas eternas musas, Kate Moss.

Agora, o peruano se uniu à Vodka CÎROK e assumiu o posto de Diretor Criativo, com a missão de encontrar e fotografar novos talentos. Selecionando-os cuidadosamente ao redor do planeta, Testino irá documentar todas as comemorações.
Mas o quê exatamente Mario Testino busca? E como é trabalhar com astros tão icônicos? O lendário fotógrafo falou dos destaques da carreira, inspirações, e, o mais importante, suas preferências.

Como você explica a ideia de “qualidade de estrela”? O que procura em um artista?
Você simplesmente sabe quando vê o artista, quando alguém entra e as luzes se acendem. Geralmente, busco algo que não pode ser medido, como uma energia ou espírito que você sente quando alguém entra no recinto. É uma qualidade de estrela, e é verdade. Algo que simplesmente irradia de dentro pra fora.

Quem tem sido a sua estrela favorita para fotografar?
Cada ensaio e astro, pra mim, possui uma lembrança especial. Cada circunstância é diferente. Tive a sorte de conhecer e fotografar muitas pessoas diferentes: membros da Realeza, atores, modelos ou transeuntes pelas ruas.

Qual foi o ensaio mais memorável até hoje?
É muito difícil dizer, já que todos são singulares e memoráveis. Se for pensar em um, eu diria quando fotografei Madonna para Versace nos anos 90. Foi um momento verdadeiro pra mim. Quando a campanha saiu, eles imprimiram uma página com os dizeres “Versace apresenta Madonna, por Testino”. É raro ver as pessoas serem reconhecidas apenas pelo último nome, então foi bem memorável – como a primeira vez em que fui parte do grupo de fotógrafos conhecidos apenas pelo sobrenome: Avedon, Newton, Penn…

Fotografar a Princesa Diana também foi memorável e especial, claro. Qualquer ensaio com Kate Moss e Gisele é sempre memorável também. (Marie Claire)

Madonna, ainda revelante para a moda Versace? Sim!

madonna versace 2015

Sentada na ponta da cadeira, olhando atentamente para a câmera, ela parece feroz, pronta para matar. Ela é Madonna, santificada em uma nova campanha de publicidade da coleção primavera/verão 2015 de Donatella Versace. Magra e ligeiramente ameaçadora, ela aparenta, pelo menos nas lentes dos fotógrafos de moda Mert Alas e Marcus Piggott, a imagem sinceramente agressiva.

“Ela é tudo isso e mais”, como diz a Srta. Versace, cuja colaboração com a cantora (um catálogo de 12 páginas a ser lançado na próxima primavera americana, em revistas como Vanity Fair e nas edições americana, francesa e italiana de Vogue) é a mais recente expressão do tema.

“Madonna afirma como ninguém: ela não se arrepende de nada”, disse a Srta. Versace. “Ela é autêntica, um modelo que mostra a outras mulheres como fazer o que quiserem e como conseguirem tudo o que quiserem, fazendo tudo para elas mesmas, sem se comprometerem”.

Nos novos anúncios, Madonna parece ter gentilmente seguido o caminho de manequins Versace passados, dentre os quais estão Amber Valletta, Christina Aguilera e, talvez a mais vibrante, Lady Gaga. Todas com uma imagem firme e cabelos loiros partidos ao meio – uma homenagem evidente à magra, porém torneada e exibida Srta. Versace.

Poucas interpretaram o papel de forma tão persuasiva como Lady Gaga. Atada em tecidos de chifon lavanda e bronzeada, ela posou neste ano para a campanha primavera/verão 2014 como uma Donatella idealizada, uma forma, talvez, de trazer de volta a admiração de fã da estilista.

A Srta. Versace, no fim das contas, vestiu a cantora no clipe de The Edge Of Glory e na turnê Born This Way. E, no ano passado, Lady Gaga devolveu o elogio com Donatella, faixa do álbum Artpop, na qual ela canta: “Ela é tão magra. Ela é tão rica e tão loira. Ela é tão fabulosa…e vai além…”.

Ela poderia muito bem estar descrevendo Madonna, sobre a qual ela discutivelmente moldou sua carreira. Mesmo assim, o último ato de Madonna (que também inclui uma aparição na capa da edição mais recente da revista Interview) levanta questionamentos a respeito de sua própria relevância para uma geração de compradores de luxo, talvez mais antenados ao estilo de Lady Gaga, Rihanna ou, por assim dizer, Taylor Swift.

No entanto, para algumas pessoas, Madonna sempre foi muito relevante. “Uma vez atingido o status de ícone, não se trata mais de ser relevante”, afirmou Lisa Mirchin, consultora de propaganda. “Marilyn Monroe ou Audrey Hepburn são relevantes? Creio que sim”.

A Srta. Mirchin, fundadora da GlamBrand, uma agência especializada em moda e beleza, também disse: “Madonna não envelhece, assim como a moda. As mulheres se vestem sem pensar em idade agora. A variação pode ir dos 20 ao ponto que a natureza e a Física permitirem”.

Mais do que eterna, a moda permanece, das especulações à inovação, uma indústria decididamente conservadora. Parafraseando uma teoria avançada de Tina Brown sobre sua estabilidade como editora da revista Vanity Fair, Vanessa Friedman, a diretora de moda do The New York Times, escreveu em uma coluna em agosto que o momento de apresentar uma estória de celebridade é “logo após o topo: logo após a pessoa ter se tornado famosa o suficiente para ser imediatamente reconhecida pelo público em geral”. A realidade, segundo a Srta. Friedman, é que “a moda gosta de fazer o que sabe que funciona, ou seja: o que vende. Ou, pelo menos, o que fora comprovado antes”.

Por ter compartilhado momentos com a estilista, Madonna cumpre o requisito. A Srta. Versace escalou a cantora pela primeira vez em uma campanha de 1995, com fotografia de Steven Meisel, que clicou Vossa Senhoria em preto e branco com um grande cachorro.

Após uma década, Mario Testino retratou o ídolo pop em um cenário de 1960, escondida em trajes relativos a uma socialite bem-intencionada. Vestindo uma camisa estampada e uma saia comportada sob medida, ela posou distraída, digitando e arrumando correspondências.

E, agora, a performer mutável, que já incorporou moda, e também Versace, na arte performática astuta, posa como uma predadora sexual, usando um vestido de couro preto e uma bolsa Palazzo da mesma cor. “É Versace”, disse a estilista, “mas com novos e poderosos ares e atitudes”.

“Quando Madonna me chamou no cenário, ela me perguntou: ‘Qual personagem você quer que eu interprete?’”, lembrou a Srta. Versace, que respondeu: “Quero que você seja Madonna, si mesma’, e ela riu de mim”.

A nova campanha com Madonna será a quarta parceria dos dois. No passado, ela foi “o rosto” de Versace em:

– Campanha Primavera/Verão 1995, dirigida por Steven Meisel;
– Campanha Outono/Inverno 1995, por Mario Testino e;
– Campanha Outono/Inverno 2005, por Mario Testino novamente.

(NY Times)

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Novo single de Madonna será Living For Love

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De acordo com o site DrownedMadonna, o primeiro single do novo álbum de Madonna não será “Rebel Heart”, e sim “Living For Love”. É nesta faixa que a cantora e pianista Alicia Keys toca piano.

O single deverá ser lançado no início de janeiro. O clipe da música será filmado em Nova York e o álbum será lançado em março, como já se especulava.

Fotos de Madonna com seios de fora são triunfo a todas as mulheres

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Madonna, a Rainha do Pop, posou com os seios de fora para uma revista de moda aos (chocantes) 56 anos de idade. A atriz Claire Cohen aprovou a decisão e explicou por que as fotos são uma afirmação poderosa a todas as mulheres.

Primeiro, foram os seios de Keira Knightley. Depois, o bumbum de Kim Kardashian. E agora? Os mamilos de Madonna. Não há como negar. As últimas semanas foram repletas de nudez de celebridades. E nem estou me referindo àquele reality show na selva.

Ontem, foi noticiado que a Rainha do Pop posou, com os seios de fora, para a edição de dezembro da revista Interview. Usando um bustiê e luvas de couro, ela se reclina em uma almofada de cetim, com a mão na testa e os seios nus.

O estilo é romântico – muito diferente da foto em preto e branco de Keira (que apareceu na mesma revista em setembro), na qual ela desviava o olhar da câmera, com as mãos nos quadris.

Naquela época, eu defendi o direito de Knightley de ser fotografada com os seios de fora. Foi, como eu afirmei, um direito de uma mulher que fora criticada por ter seu modesto decote melhorado digitalmente em pôsteres de filme. Lá estava ela, em sua glória natural. Os críticos não concordaram. Quem, bradaram eles, queria ver as atrizes “fritando ovos”? Alguns comentaristas indelicados se referiram à aparição dela no filme Piratas do Caribe – O Baú da Morte.

Agora, semanas depois, Madonna está sob fogo cruzado por cometer a mesma ofensa. Como ela se atreve? Aos 56 anos, nenhum a menos. Aposto que você não lerá uma notícia hoje que não mencione a idade dela. “Ela ainda manda ver!”, alguns já vibraram.
A decisão de Madonna de posar com os seios nus nada tem a ver com ela exibir seu decote sem rugas – nem ao menos com provocações masculinas. Ela é uma mulher mais velha e poderosa? Sim. Mas, pra mim, está bem claro que ela não está querendo provar que “ainda é gostosa” aos 50 anos.

A idade dela é apenas um aliado. É um motivo fácil para os críticos esbravejarem sem, superficialmente, serem sexistas. Sempre há algo escondido, não é? Há sempre uma razão para o corpo de uma mulher não estar “apropriado”. Seios muito pequenos à la Knightley? Não, obrigada. Uma popstar de meia-idade? Em que diabos ela estava pensando?

Claro, nudez não é algo novo para Madonna. Francamente, ela vem tirando a roupa por décadas. A decisão de posar para a revista Interview e, então, menos surpreendente do que o ensaio de Keira. Mas não menos poderosa. Eis uma mulher ainda no topo da indústria, após quase 40 anos. Ela já sobreviveu a inúmeras tendências musicais e conseguiu se manter relevante. Por que ela não deveria postar com os seios à mostra? Afinal, foi ela quem começou isso tudo!

De fato, apenas algumas semanas atrás, Madonna postou uma foto de si mesma em topless censurada direto dos anos 90, em resposta às fotos nuas de Kim Kardashian na revista Paper. “É confuso”, ela escreveu. “Mamilos são proibidos e provocativos, mas exibir a bunda não é. #perplexa”. Eis um sinal claro de que Madonna sabia que seu último ensaio fotográfico seria chocante. Fala sério, segundo ela, fotos de mulheres com os seios nus sempre foram.

Podemos até estar acostumados a ver fotos de modelos com a barriga chapada em revistas de moda (pensem em Kate Moss na praia ou nos bastidores de um desfile). Mas o corpo de uma modelo é uma mercadoria – é o veículo usado para vender produtos. Para estrelas como Madonna e Knightley, a situação é diferente. Elas vendem a própria imagem, não a de outra pessoa. Optar por exibir os seios é uma afirmação feminina, não um requisito. Elas estão dizendo: “Aqui estou. Aceitem-me ou deixem-me ir”.

Claro, Madonna e Knightley possuem corpos excepcionais, comparados a nós, mortais. Mas o fato permanece. Quando fica muito “real”, nós simplesmente não aguentamos. É inegável que haja um elemento de desejo no meio disso tudo. Knightley foi criticada por ser “nem tão feminina”. Seios pequenos não são tradicionalmente vistos como objeto de desejo. Nem ao menos os seios de uma mulher mais velha.

Portanto, não é uma bênção o fato de termos estas mulheres fortes, famosas e corajosas para transformar pensamentos irreais e nos mostrar que o corpo feminino vem em muitas formas?

Madonna paira sob o aspecto do que uma mulher nua “deva” aparentar. Ela controla a própria imagem, como sempre fez. Sua atitude? Só porque ela tem mais de 50 anos, por que ela deveria esconder tudo?

A jaqueta rosa que exibe seus seios na foto diz tudo: “Não estou pronta para me abotoar como uma senhora de idade. Obrigada assim mesmo”.

Devemos todos aplaudi-la por isso (de preferência, usando luvas de PVC). (The Telegraph)

Madonna ultrapassa Paul McCartney e torna-se a artista mais rica do mundo

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Madonna encabeça uma nova lista dos artistas mais ricos do mundo, superando Paul McCartney e Dr. Dre de acordo com a revista Billboard. De acordo com a avaliação do patrimônio líquido da rainha do pop, feita pela Wealth-X, Madge possui impressionantes US $ 800 milhões.

Isso é significativamente menor do que o de um bilhão o New York Post divulgou em 2013, mas é muito à frente de Sir Paul, cujo patrimônio líquido encontra-se na cada dos em 660 milhoes de dólares. Para aqueles que pensaram Macca tinha mais que isso, tenham em mente que a sua esposa, Nancy Shevell, tem uma fortuna estimada em $ 300 milhões. Assim, embora o casal McCartney valha mais do que Madge, o ex-Beatle não é mais rico do que Madonna sozinho.

Seguindo McCartney vem Dr. Dre, que – apesar do acordo do Beats com a Apple – é o No. 3 na lista, com US $ 650 milhões. Falando de magnatas do rap, Diddy é o quarto artista mais rico em 2014 – embora, neste ponto, tanto o Dr. Dre e Diddy são mais empresários do que artistas.

Lembrando que esta é uma lista dos cantores/cantoras mais ricos do mundo. Quando você inclui músicos como um todo, você abre a lista até compositores e magnatas de teatro como Andrew Lloyd Webber – um homem vale cerca de US $ 1,2 bilhão. Então, claramente,a peça Cats paga melhor do que Beatles.

A lista fica:
1) Madonna $800 million
2) Paul McCartney $660 million
3) Dr. Dre $650 million
4) Diddy $640 million
5) Celine Dion $630 million
6) Bono $590 million
7) Mariah Carey $520 million
8) Jay Z $510 million
9) Elton John $450 million
10) Beyonce $440 million

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Madonna e o Presidente do Malawi Peter Mutharika

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O Presidente do Malawi, Professor Peter Mutharika, nomeou Madonna como Embaixatriz da Boa Vontade para o Bem-Estar da Criança do Malawi nesta sexta, 28. O secretário-chefe do governo George Mkondiwa confirmou a informação e disse que a nomeação do Presidente teve “efeito imediato”.

Ele conheceu Madonna juntamente com os filhos nascidos no Malawi, Mercy e David, no Palácio Kamuzu, em Lilongwe. É fato que ele já tivera conflitos com o ex-presidente Joyce Banda.

“Obrigado por me receber aqui. Eu era muito fã do seu irmão, e ele foi muito gentil conosco”, disse Madonna a respeito do irmão mais velho de Mutharika, Bingu Wa Mutharika, que governou até a morte em 2012.

O Chefe de Estado do Malawi agradeceu à popstar por trazer David e Mercy de volta ao país de origem. “Meu governo sempre foi grato à paixão de Madonna por este país”, afirmou o Presidente. Mutharika disse também que a paixão da cantora se dirigia “especialmente à pobreza e às dificuldades enfrentadas pelos órfãos e crianças vulneráveis do Malawi, através da fundação de caridade Raising Malawi”.

Ele agradeceu Madonna por concordar em custear a construção de uma nova Unidade de Terapia Intensiva e Cirurgia Pediátrica de última geração no país. “Peço que continue seu trabalho em melhorar a educação neste país”, afirmou. “Você também deve motivar David e Mercy a trabalharem duro na Educação”.

Durante a conversa, Mutharika disse que Madonna se mostrou “muito comprometida em ajudar a construir mais salas de aula nas escolas do Malawi”. Por fim, o líder se descreveu como “fã da música dela”.

Atualmente, Madonna está visitando o Malawi, onde tem trabalhado desde 2006 com sua Organização Não-Lucrativa Raising Malawi. Esta foi a primeira visita de Madonna em mais de um ano, após ter aberto mão de sua posição VIP pelo ex-presidente Joyce Banda, em meio a controvérsias sobre o cancelamento dos planos de uma academia para meninas.

A academia se viu cheia de acusações de má administração e o projeto foi substituído por planos de construção de escolas para alcançar mais crianças.

5 coisas que adoramos em Rebel Heart, de Madonna

madonna rebel heart novo álbum

Na última quinta, 27, os fãs de Madonna tiveram o primeiro gostinho do material do 13º álbum a ser lançado, quando um trecho de 43 segundos de Rebel Heart vazou na Internet. Sim, é uma versão Demo, então ficamos bem animados para ouvir o resto do álbum. Eis 5 razões:

1) O som não é parecido com qualquer outra música do Avicii lançada neste ano

Quando descobrimos que Avicii estava na equipe do novo álbum de Madonna, ficamos um pouco incomodados, não apenas por ela ter se mostrado incapaz de soletrar o nome dele corretamente no Instagram.

Uma das maiores críticas que Madonna enfrentou na última metade da carreira é que ela não mais lança modas, e, ao invés disso, se tornou uma “caçadora de sucessos”. Não concordamos (pelo menos, não completamente), mas a notícia da co-produção de Avicii nos deu uma ideia angustiante de Madonna gravando uma nova versão de Wake Me Up, ao invés de algo mais apropriado à Rainha do Pop.

Felizmente, o trecho que ouvimos de Rebel Heart possui as melhores partes do som de Avicii misturados com Madonna, ao invés de uma faixa besta com o nome Avicii feat. Madonna e uma letra sobre “levantem suas bebidas” e “caiam na pista”.

2) A letra é bem decente

Aparentemente, Madonna largou a pista de dança, pelo menos nesta faixa, e a achamos bem interessante, ao invés de uma batida de boates. Sendo assim, ela escolheu lançar o álbum (supondo que as pistas do Instagram estejam certas e Rebel Heart, o primeiro single) com uma faixa introvertida.

Depois que Girl Gone Wild essencialmente não desceu bem, é bom ouvir que Madonna está experimentando letras mais introvertidas, lamentando-se dos erros do passado. Ela canta: “Passei um tempo sendo narcisista/Ouvindo todos dizerem ‘Olhe pra você, olhe pra você!’/Tentando ser provocante/Eu disse: ‘Oh, yeah, era eu’/Tudo o que eu fiz apenas para ser vista”.
Nada mais diz “Passei da minha fase narcisista” do que uma canção inteira…a si mesma. Boa!

3) “Uma narrrr-cisista”
Não temos certeza a respeito do sotaque de interior de Madonna, que usou um bizarro sotaque britânico recentemente. Ela agora pronuncia as palavras como uma Bela do Sul, mas não importa, pois adoramos. Talvez seja influência de Miley Cyrus.

4) Guitarras
Sabemos que, quando Madonna açoita a guitarra durante um show, gemidos sonoros surgem no estádio, mas, na verdade, algumas de suas melhores canções possuem sons de guitarras, como Don’t Tell Me e Miles Away.

As guitarras no verso realmente dão à faixa um toque mais sincero e genuíno (fala sério, Madonna nem sempre é conhecida por ser sincera, né?) e fica mais fácil entender o canto, antes do refrão bater com os vocais em eco e as batidas rodopiantes.

5) Nenhuma referência a “Esperando” ou “Hesitando”.
No entanto, ouvimos apenas um verso.

Há 27 anos, Madonna com You Can Dance!

madonna you can dance birthday aniversário 27 anos vinyl e cd

Em novembro de 1987, a gravadora Warner Bros. ordenou o lançamento de “You Can Dance”, a primeira coletânea de Madonna, destinada ao segmento dance de seu público. Um álbum com sete canções remixadas, que ainda representava um conceito revolucionário nos anos 80. Alguns anos depois, a dance Mmusic já era bastante popular e a ideia de Remix era considerada uma nova direção musical. A mixagem era um processo interpretativo, no qual o artista estava envolvido, mas o desenvolvimento era papel do produtor. As diferentes partes de uma canção, incluindo os vocais principais e de apoio, guitarras, baixo, sintetizadores, bateria – tudo passava pelo processo de mixagem para soar consideravelmente diferente do produto original.

A mixagem determinava a quantidade de som que cada instrumento teria e quais efeitos sonoros seriam adicionados a cada um deles. As melhorias na tecnologia de estúdio abriram espaço à possibilidade de moldar o som de uma canção em qualquer forma, após sua gravação. Os arranjos foram criados no processo de mixagem, e não no processo inicial. Uma específica frase poderia ser infinitamente copiada, repetida, cortada, transposta, ecoada, reverberada e por aí vai.

Foi este conceito que intrigou Madonna, enquanto ela produzia seu terceiro álbum de inéditas, True Blue (1986). Na época, ela disse: “Odeio quando as pessoas remixam minhas músicas. Não quero ouvi-las tão mudadas. Não gosto das pessoas estragando minhas músicas. O júri vai me julgar, mas os fãs gostam, então foi um trabalho pros fãs, àqueles que vão às boates e que querem ouvir estas canções com uma nova roupagem”.

Ela foi à Warner com a ideia de lançar suas músicas de maneira remixada. Na opinião da Warner, a ascensão do Remix foi uma explosão comercial, pois significava fazer mais dinheiro com as mesmas gravações. Ao invés de pagar Madonna para ir ao estúdio e gravar faixas diferentes, eles descobriram que permitir que ela gravasse as mesmas faixas em diferentes formatos custava muito menos. Portanto, eles decidiram lançar o álbum, mas deram total liberdade a Madonna para escolher os produtores com quem queria desenvolver os remixes.

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Jean Paul Gaultier: “Não há ninguém como Madonna”

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Esta é mais uma visita ao mundo da moda de Jean Paul Gaultier: da calçada à passarela, com mais um lançamento. Porém, apesar das repetições, Gaultier é excitável como se fosse a primeira vez, já que a moda – mesmo a que ele mesmo cria – chama atenção a novos detalhes sempre que você a vê.

“Percebi o tulle de um vestido que esqueci que havia criado”, disse ele, apontando a um vestido. “A forma com que a luz chama sua atenção a certas partes te lembra de detalhes esquecidos. Tenho criado por 38 anos, então é fácil esquecer cada detalhe de cada vestido”.

Seu lindo sotaque francês, o cabelo encaracolado e o sorriso infantil chamam a atenção ao primeiro espartilho que ele criou, no início dos anos 80. Ele se encontra na área privada dos cômodos da exibição. Este vestido representa o início da ideia do sutiã de cone, antes de se tornar famoso por Madonna na turnê “Blond Ambition”. Ainda jovem, Gaultier desenhou modelos de cone na ursa de pelúcia Nana – também em exibição.

“Não há ninguém como Madonna”, afirmou. “Ela se dirige, é talentosa, durona e interessante. Ela inspira homens e mulheres a seguirem-na. Ela comanda o próprio mundo”.

O relacionamento do designer e a musa causou muito interesse, e Gaultier admite que sempre se sentiu atraído pela presença e energia enigmática de Madonna. Ele disse que a viu pela primeira vez na televisão cantando “Like A Virgin” e ficou estupefato pela mistura de movimentos sensuais e conotações religiosas.

“Eu a pedi em casamento três vezes, mas ela sempre recusou”, confessou ele, revelando algo que manteve em segredo por décadas. E acrescentou: “As pessoas mudam, e não nos falamos mais”.

Isabella Rossellini: SEX não foi chocante, pois Madonna era bonita e perfeita demais

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Durante uma conversa com o portal de notícias americano The Huffington Post, a atriz e modelo italiana Isabela Rossellini foi questionada sobre sua opinião a respeito do livro Sex, de Madonna, após 22 anos de seu lançamento.

“Adoro o fotógrafo Steven Meisel. Ele é um dos melhores fotógrafos de moda…simplesmente o melhor. Foi um prazer de trabalhar com ele e com Madonna, pois ela é uma mulher muito interessante.
Ela escolheu o tema ‘Sexo’, porque me disse que ‘o sexo pode ser muitas coisas. O mesmo ato pode ser bem sombrio, pode ser um estupro, um crime, mas pode ser muito amoroso, como no momento em que você concebe seus filhos’. Esta variação era muito interessante pra ela investigar com Steven. E eu quis fazer parte disso assim que eles me pediram.

Quando vi o resultado final, achei que eram fotos lindas, mas continuei achando tudo um trabalho de Moda, bem estético. Acho que, talvez, Madonna fosse bonita e perfeita demais.

Se você vê um homem de negócios nu, é bem chocante. Porém, se vir um atleta nu, não é tanto assim. Estamos acostumados a ver os corpos deles, talvez não suas genitais, mas o resto do corpo. Ele é tão perfeito que se torna uma armadura. Você não consegue ver a alma. Quando você vê um homem de negócios ou eu, uma mulher mais velha nua, há uma vulnerabilidade. Você consegue ver outras coisas.

Achei que faltou isso no livro. Madonna era bonita e perfeita demais pra ter essa vulnerabilidade ou este senso de choque que o corpo de um profissional regular, mais normal, poderia expressar. Foi a minha única crítica, pois ainda acho o livro extraordinário.

Dedicado a venda de DVDs/Blu-rays exclusivos fan mades.