
O EXTREME JIBS filmou o Madonna World tour e postou um novo footage das filmagens. Assista ao vídeo. Muito interessante ver ângulos que não entraram na edição final.
OUTROS VÍDEOS

O EXTREME JIBS filmou o Madonna World tour e postou um novo footage das filmagens. Assista ao vídeo. Muito interessante ver ângulos que não entraram na edição final.
OUTROS VÍDEOS

Em Setembro de 2013, Madonna lançou seu projeto Art For Freedom para nós compartilharmos a nossa própria definição de liberdade, mas também para estimular a expressão criativa que traz a consciência de violações dos direitos humanos. Com milhares de submissões (incluindo fotos, vídeos, música e poesia), o projeto tornou-se uma forte comunidade online lutando pelo direito universal de ser livre.
A iniciativa saiu do coração de Madonna, e, por isso, gostaríamos lhe desejar um feliz aniversario alimentando a sua arte, e com isso, precisamos de seus fãs. Quer fazer parte disso? Para isso, basta visitar http://www.artforfreedom.com até 15 de Agosto às 11h EST e enviar uma imagem que ilustre a sua própria visão do que o nosso mundo deve ser tudo se todos nós tivéssemos os mesmos direitos e liberdade de ser quem somos. A imagem pode ser um retrato, uma paisagem, um selfie, ou o que você acha que deveria ser. Certifique-se de incluir uma descrição e sentir-se livre para adicionar sua mensagem de aniversário para Madonna como parte dela.
Em 16 de agosto, nós convidamos você a postar sua imagem submetida à sua rede social favorita (s), usando o #hashtags #MadonnaDay e #ArtForFreedom para seus amigos, colegas fãs de Madonna para o mundo inteiro ver! Algumas das fotos favoritas de Madonna será destaque em artforfreedom.com.
Felicidade, amor, alegria, paz, etc, .. Vamos fazer a sua imagem algo que vai trazer um sorriso ao rosto de Madonna e fazê-la sentir que somos todos um em seu dia especial!
Fãs de Madonna! No dia 16 de agosto, estaremos celebrando o aniversário da Rainha do Pop e queremos todos vocês para a festa!

Cairam na rede duas novas demos do projeto RAIN TAPES, de 1992, era Erotica, de Madonna: “Shame (Final Demo Edit 1992)” e “You Are The One”. Ouça e faça já o download.
As músicas foram remasterizadas pelo Madonna Madworld. DOWNLOAD AQUI.

Após ser questionada sobre quais artistas pop incorporaram elementos burlescos em suas performances de maneira bem-sucedida, Dita Von Teese disse:
“Madonna é uma das únicas popstars na História. Se você vir a carreira dela: ela é esperta, faz o dever de casa. Com cada persona incorporada, ela se elevou ao nível máximo. Não vejo ninguém na música pop moderna que realmente possa fazer isso. Quando vejo Madonna, percebo que ela acerta em cada detalhe, e ela tem uma boa equipe também, mas é necessário ter liderança pra conseguir tudo isso.
É por isso que, quando assisto a shows pop, penso: ‘Uau, isso não é tão interessante’. Sabe, Madonna vestiu Jean Paul Gaultier no palco nos anos 90!”.
Sobre ouvir rádio, ela respondeu:
“Não ouço nada no rádio. Não acho que haja música boa. Há toda uma indústria agora, que regula tudo o que toca no rádio…
Não ouço nada (no rádio) relativo a Prince, David Bowie e Madonna. Coisas assim realmente passam no teste do tempo. Eu não…”.

A marca de produtos de beleza e moda Hard Candy processou a cantora Madonna e seu empresário Guy Oseary por violação de direitos autorais e competição injusta, alegando que a popstar roubou o nome da empresa para vender seus produtos de fitness em 2011, mesmo após a solicitação de Patentes e Marcas Registradas dos EUA ter sido rejeitada. Mas, agora, Madonna afirma que, por nunca ter tido negócios na Flórida (Hard Candy é uma empresa sitiada na Flórida), a Corte não possui jurisdição sobre eles.
“Talvez esta Corte não possa exercer jurisdição geral sobre qualquer um dos réus, já que nenhum deles possui ‘contatos de negócios contínuos e sistemáticos’ com a Flórida para que possam ter ‘se envolvido em atividade substancial e não-isolada dentro do estado’”, afirma um documento.
Madonna também argumenta que nem ela, nem o empresário, tomaram decisões sobre o gerenciamento da marca. Na verdade, ela alega ter apenas a decisão final nos aspectos criativos do negócio – não decisões operacionais. Madonna afirma que teve apenas dois encontros com HCF, a empresa terceirizada à qual ela autorizou o uso de sua marca sem registro.
Por não ter se envolvido com as decisões, Madonna pede que o processo seja arquivado.

O cantor e compositor britânico Charli XCX, que compôs I Love It, da banda Icona Pop, conversou com o jornal New York Times e disse sobre Madonna:
New York Times: Ouvi algumas pessoas dizerem que você meio que gosta da Madonna lá do início da carreira. O que você pensa quando ouve esta comparação?
Charli XCX: Eles dizem isso? Ah, legal. Não acho que eu seja um popstar. Teoricamente, sou um popstar ruim na ideia convencional das pessoas. Madonna não foi encaixotada. Ela mudou e evoluiu. Assim que alguém tentar me encaixotar, farei tudo pra me rebelar. Algo que não entendo é como as pessoas querem que você replique seus sucessos passados. Ser um artista deve significar liberdade e não apenas tornar-se algo, pois acho isso terrível e chato.

No mês passado, enquanto ia assistir a uma peça da Broadway em Nova York, Madonna exibiu sua última aquisição. Não, não era um novo dançarino musculoso, nem uma peça da Dior ou um precioso órfão do Malawi. Era o boy toy de 26 anos, Timor Steffens.
A cantora de 55 anos supostamente está namorando o jovem coreógrafo holandês – que trabalhou com artistas de Beyoncé a Michael Jackson – desde a véspera de Ano Novo, quando se encontraram na casa do designer suíço Valentino.

A revelação desta relação de maio a dezembro foi tão chocante quanto saber que quinta-feira vem após a quarta. Desde a separação de seu marido e diretor inglês, Guy Ritchie, em 2008, Sua Majestade aproveitou da companhia carnal de caras morenos e de lábios suaves, com abdômens esculpidos.
Primeiramente, havia relatos dela estar saindo com A-Rod, que já era um adulto de 32 anos – mas bons 17 mais jovens que Madonna. Mas em 2009, ela realmente se jogou: o incrível modelo brasileiro Jesus Luz era um bebê de 22 anos quando a cinquentona o capturou.
Daí então veio o dançarino francês Brahim Zaibat, nascido em 1988, o ano em que Like A Prayer alcançou o primeiro lugar. Aos tenros 25 anos, ele foi substituído por Steffens.
Deus abençoe esta menina – ela precisa se sustentar. Por que ela não poderia se alimentar com ingredientes frescos?
Depois de tudo, Leonardo DiCaprio e o recém-casado Adam Levine visitam regularmente a concessionária da Victoria’s Secret e escolhem as melhores modelos, seguindo com a próxima versão limitada.
Antes de se casar, George Clooney praticamente fez carreira transformando garçonetes de bares, atrizes de nível C e lutadoras profissionais em Cinderelas por alguns anos antes de se firmar.
Esses cães no cio terminaram seus dias elogiados como solteirões desejáveis, mas a Material Girl recebe comentários irritantes – e não apenas de homens.
Sharon Osbourne chamou Madonna de “enfermeira molhada” e disse que ela havia passado sua fase de “periguete”. Os comentários sobre qualquer boato da vida amorosa de Madonna é como um livro de fofocas no colégio.
Talvez não seja apenas pelo status de “leoa”, mas por ela ser a única celebridade a colher o que plantou. A incomum Lady Gaga está num relacionamento sério. Katy Perry é uma monógama séria, que fica com caras iguais a ela, em termos de carreira e fama. E as tragédias de Taylor Swift sempre superam as diversões. Madonna, como a leoa que veio antes dela, Cher, só quer se divertir.
E ela sempre se defendeu, explicando: “Tipo, não escrevi num papel: ‘Terei um relacionamento com um homem mais novo’. Simplesmente aconteceu. Simplesmente conheci alguém de que gostei e calhou dele ser mais novo”.
Por que ela deveria ir a sites de namoro pra encontrar caras mais velhos? Portanto, vá em frente, Madge (e Cher!)! Continuem buscando sangue jovem. Talvez, algum dia, vocês sejam vistas como mulheres, ao invés de leoas desesperadas. (NY Post)

Especial DVD trazendo o show de Ricky Martin no Festival Vinã Del Mar, no Chile, em fevereiro de 2014, e como bônus, os videos de “Come With Me”, “Vida” e “Adrenalina”.
Festival Vinã Del Mar 2014
1. Come With Me
2. Shake Your Bon-Bon
3. It’s Alright
4. Vuelve
5. Livin’ La Vida Loca
6. She Bangs
7. Loaded
8. Fuego De Noche Nieve De Día
9. María
10. Medley (El Amor De Mi Vida / Fuego Contra Fuego / Te Extraño Te Olvido Te Amo)
11. Frío
12. Más
13. La Bomba / Lola Lola
14. Pégate / Por Arriba, Por Abajo
15. The Cup Of Life
16. Tu Recuerdo
17. A Medio Vivir
18. Tal Vez
BÔNUS
– Come With Me
– Come With Me (Spanglish Version)
– Vida
– Draco Rosa & Ricky Martin – Más Y Más
– Wisin Feat. Jennifer Lopez & Ricky Martin – Adrenalina



(Artigo Attidude Magazine) – A mulher que sempre esteve acima das mídias sociais vem tendo um romance tórrido com elas ultimamente. 2014 será sempre conhecido por este fã como o ano em que a Material Girl abraçou o Instagram e nos concedeu tudo: de fotos dos seios a uma homenagem a axilas cabeludas. E eu amei! Pelo iPhone, Madonna nos levou pra trás da cortina prateada – até mesmo para o seu banheiro elegante no lado leste de Manhattan, para testemunhar desde seu suor pós-treino até o filho David Banda na guitarra.
Porém, o mais fascinante foi o jeito brega com que ela nos chamou para entrar no estúdio de gravação. A Rainha do Pop tem provocado o mundo com o progresso do seu 13º álbum ainda sem título (a menos que seja chamado Unapologetic Bitch – Senhor, espero que não!).
A lista de colaboradores potenciais, até então, é impressionante: o produtor Ariel Rechtshaid, o co-compositor de Wrecking Ball MoZella, Diplo (que produziu MIA), o DJ/Produtor Avicii, o ex-colaborador da Lady Gaga Martin Kierszenbaum, a cantora pop Natalia Kills, e o criador de hits Toby Gad.
A foto postada recentemente é emocionante: uma homenagem a Betty Page, veus misteriosos e imagens religiosas? Veja só. Mas há também alguma preocupação. Por quê? Porque Madonna parece estar perto de acertar. E todos sabemos o que acontece quando Madonna erra um pouco. Duas palavras: Hard Candy.
Algumas pessoas podem argumentar que o último álbum de estúdio, MDNA, foi uma decepção. Na verdade, eu adoro vários momentos do álbum, mas havia uma sensação, logo antes do álbum ser lançado, de que algo não estava no lugar.
É difícil destacar o que estava faltando. O mundo estava faminto pela qualidade de Madonna. A realidade é que tivemos apenas uma pitada dela. William Orbit sugeriu em retrospecto que M seguiu muitas direções para realmente fazer do álbum o grande retorno à forma, com canções como Gang Bang e Addicted.
Ela tinha uma linha de roupas, uma turnê mundial, um filme e um perfume para promover. Música – a fonte de todo o poder – havia sido rebaixada a uma mera porção de seu tempo, um trabalho de meio expediente e, infelizmente, algo seria sacrificado. Suponho que foi o laser da pista de dança que perdeu o foco, e todo o projeto sofreu as consequências.
Felizmente, a turnê conjunta não sofreu o mesmo destino. Testemunhamos Madonna em sua melhor forma, destruindo multidões com sua confiança atrevida e celebrando a dança no centro de seu circo. Mesmo assim, quando o confete acabou, havia o sentimento de que o trem de Madonna havia passado sem deixar o menor rastro. A era, como em Hard Candy, não perpetuou da mesma forma que Confessions On A Dancefloor fizera anos antes.
O problema é que Madonna é consistentemente brilhante. Quando ela atinge o seu melhor, a música equivale a orgasmos. Momentos como Holiday, Intro The Groove e Hung Up são exemplos. Um abandono imprudente da pista de dança, mas não bobeiras desperdiçadas. Sim, músicas pop sólidas nas quais você quer se perder, se embebedar ou se entregar a uma noite de prazer. Mas são canções de liberdade, de fuga e poder. Uns podem chamá-las de “trilha sonora da saída do armário”. No âmago destas pérolas da pista de dança, estão verdades universais inseridas na experiência humana: “Apenas quando danço, me sinto livre assim”, “A alma está na música, é lá que me sinto linda e mágica. A vida é um baile, então caia na pista de dança”.
O que é um caso de amor entre homens gays e Madonna? É diferente de nossa admiração por outras cantoras – um encontro específico que se distingue do amor por Cher, Kylie, Mariah etc. Enquanto aprecio as qualidades que todas essas fortes divas têm em comum, há algo diferente sobre Madonna. Se você cresceu gay durante o reinado dela, há algo da rebeldia dela no seu DNA. Quando era adolescente, eu me identificava com a recusa dela em ser categorizada. Nem “machão”, nem “feminina”; nem “bruta”, nem “suave”. Especialmente nos anos 80, ela desafiou a definição de “bela”, e sua resistência e determinação eram infecciosas.
Tinha 12 anos quando a Virgin Tour foi lançada em videocassete. Enquanto os garotos da minha escola se escondiam pra ver seios em Porky’s ou cenas de mamilos em Conan, O Bárbaro, eu ficava colado em frente à TV tentando aprender a coreografia de Dress You Up. Eu vi a audácia transparente desta mulher, que provocava…não, exigia que a multidão pedisse mais. “Eu disse: ‘Vocês querem ouvir mais?’”, ela gritava durante uma incrivelmente longa pausa no meio de Holiday. Nossa, como eu queria mais!
Sou um eterno defensor de American Life, uma escolha controversa de álbum favorito entre os fãs de Madonna, mas permitam-me apresentar minha solitária evidência: a canção Nothing Fails. É a versão 2004 de Like A Prayer, um pouco mais maltratada, cansada do amor e possuída exatamente pelo tipo de profundidade que eu sempre esperei dos álbuns de Madonna.
Como projeto, sim, sei que é desprovido de hits – mas, pra mim, é uma aula de composição. Como álbum, é um trabalho de arte coeso, pois, claramente, teve 100% da atenção dela. É esta atenção aos detalhes de que um grande álbum da Madonna precisa. O sucesso simplesmente não acontece sem ela.
Alguns projetos passaram do ponto exatamente pois não tinham um elemento crucial: Madonna. Não ligo pra quantos produtores estelares, compositores ou DJs bacanas estejam com ela – eu sempre aposto nela! Quando Madonna decide aparecer no estúdio, há um brilho inabalável. Like A Prayer e Ray Of Light são exemplos. Eis a mulher que ama sua arte, e a paixão é evidente. A verdade é que Madonna é sempre o elemento mais interessante de uma colaboração com Madonna. As coisas apenas dão errado quando este equilíbrio se descontrola. Sempre achei que a colaboração dela com Pharrell, e até com Babyface, ofuscou o quociente Madonna. O som deles permearam o álbum e o resultado ficou sem criatividade. Eu sei, é chocante, né? Madonna nunca será normal!
O trabalho dela com talentos novos e excitantes é, pra mim, sempre mais recompensador. O trabalho com William Orbit, uma escolha relativamente obscura na época, foi revolucionário. Similarmente, o álbum Music com Mirwais a reinventou completamente para o século 21. Quando Madonna entrou em estúdio com Stuart Price, ela parecia estar em uma maré de vitórias. Três incrivelmente originais e bem-sucedidos álbuns pop, com a excelência provocativa de American Life no meio.
Aconteceu algo estranho no Twitter quando anunciei que escreveria este artigo. Li alguns comentários irritantes: de “diga a ela pra começar a agir como alguém da idade dela” a insinuações de que Madonna não compôs seus maiores sucessos (total ficção, já que ela é uma das compositoras pop mais produtivas e talentosas e, estranhamente, raramente recebe este crédito). Eu me vi defendendo o direito de Madonna tirar a roupa – mesmo que não me afete muito, a recusa dela de “envelhecer graciosamente” está de acordo com seus valores, e eu posso apenas encorajá-la. Com todo o respeito, os fãs de Madonna são furiosamente protetores, e uma coisa em comum que percebi foi uma paixão pelos acertos de Madonna, seja lá o que isso for. Meu argumento sempre foi que o foco tem que estar nas canções, e a disciplina deve aparecer não apenas na academia, mas nas ideias. Na música.
Todo compositor e artista ficam com preguiça – é difícil ser bom. Bono Vox, do U2, tem uma ótima frase sobre lutar pela excelência: “Bom é o inimigo do ótimo”. E é verdade. Madonna é boa facilmente e sem o menor esforço. Ninguém pode negar isso. Mas, quando ela é ótima, não há ninguém que chegue perto na música pop.
Nesta calmaria antes da tempestade, quero mandar alguns cósmicos raios de luz à rainha. Todos os sinais apareceram: a determinação, o foco e a alegria em ser artista. Podemos todos debater qual era, qual visual ou qual persona foi a mais forte, mas há apenas uma pessoa que pode nos servir tudo isso. Ajude-nos, Madonna Louise Veronica Ciccone. És a nossa única esperança.


Entre Hard Candy e MDNA, Madonna parece ter se perdido. Sim, sei que ela ganha muito dinheiro e tal, mas ela perdeu um pouco da qualidade por fazer a linha “Tenho 50 anos, sou sexy e foda-se se você não gosta disso”. Não me entenda mal; Madonna enfrentou mais intolerância a mulheres do que qualquer outra artista na indústria. Odeio ver tal situação, mas, às vezes, ela se faz de alvo. Talvez seja hora de mudar.
Madonna sempre conseguiu se salvar com músicas em trilhas de filmes. Em 1994, quando todos os jornais do mundo diziam que ela nunca mais teria um hit, ela lançou uma das canções mais bem-sucedidas da carreira: I’ll Remember, do filme Com Mérito. Em 1986, após se tornar piada nacional pelas fotos das revistas Playboy e Penthouse (nos anos 80, era um escândalo ameaçador de carreiras), ela chocou a todos com a incrível balada Live To Tell. E quem consegue esquecer de You Must Love Me, ganhadora do Oscar por Evita?
Tenho afirmado, nos últimos meses, que Madonna gravou uma canção de trilha sonora. Não tinha – e ainda não tenho – total certeza para qual filme é. Entretanto, sei que a gravadora Interscope, que está produzindo a trilha de The Giver, pediu uma música a Madonna. Isso lá pelo fim de abril, mesmo estando a trilha já finalizada. Quando Madonna anunciou uma canção chamada Messiah recentemente, que cairia perfeitamente com o tema de The Giver, tive 100% de certeza de que era para este filme. Compareci a uma exibição do filme e tinha certeza de que ouviria a canção de Madonna. Até dei uma dica no Twitter, mas tive que deletar todas as postagens sobre o filme porque o pessoal dos estúdios The Weinstein Company (com toda razão) ficaram furiosos.
Antes de perceber, os créditos apareceram. Entretanto, não havia música. Nunca vi isso em um filme antes. Havia outra canção no fim dos créditos, mas não saquei quem era o cantor, e ouvi dizer que esta última música nem entraria na edição final. Pensei que, talvez, a canção de Madonna não estivesse pronta ainda e, por isso, não havia música. Perguntei a um representante dos estúdios, mas não recebi uma resposta – o que quer dizer “sim”, certo?
Ter uma canção em The Giver seria uma enorme vantagem na carreira para Madonna. Mesmo que não se torne um grande sucesso, a canção certamente entraria na lista de grandes canções em filmes. Há também a possibilidade de Madge obter uma indicação ao Golden Globe e ao Oscar. The Giver é um filme que Madonna adoraria, e seu envolvimento apenas melhoraria a qualidade da obra. A personagem principal, Jonas, é, basicamente, uma versão masculina da Madonna rebelde. Vamos esperar respostas em breve. (Fonte: Pop Music Gadfly)